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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Forte queda do catolicismo na América Latina sob Francisco I

Os repetidos estímulos às esquerdas latinoamericanas do Papa Francisco afastaram em massa aos fiéis
Os repetidos estímulos às esquerdas latino-americanas do Papa Francisco
afastaram em massa aos fiéis
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A euforia inicial pelo “primeiro Papa latino-americano” e “o efeito Francisco” foi efêmera.

Uma década depois, a realidade é pouco lisonjeira, observou “Infocatólica”.

O especializado Pew Research Center mostrou estatísticas deprimentes sobre a Igreja no continente coincidentes com as do Annuarium Statisticum do Vaticano.

Registram quedas dos católicos nas Américas entre 9 e 19 pontos percentuais. Metade ainda se diz católica, mas em franca diminuição ante os “sem religião” observou “Infocatólica”.

No Brasil e no Chile os católicos com 46% não são mais a maioria absoluta que foram no início do século XX.

O declínio foi particularmente acentuado na Colômbia, onde o catolicismo perdeu 19 pontos percentuais desde 2013-2014, caindo de 79% para os atuais 60%.

Em seguida, vêm o Chile (de 64% para 46%), o Brasil (de 61% para 46%) e o México (de 81% para 67%).

A Argentina registrou uma queda de 71% para 58%, enquanto o Peru apresentou o menor declínio (de 76% para 67%).

Francisco I com o ditador Raúl Castro
Francisco I com o ditador Raúl Castro
De acordo com estimativas do Banco de Dados Mundial de Religiões, o catolicismo vem declinando na região desde pelo menos a década de 1970.

Em alguns países, o retrocesso desde 1900 tem sido dramático: no Brasil e no Chile, o catolicismo passou de representar 95% da população para apenas 46% atualmente.

Na Argentina, caiu de 97% para 58%, e no México e no Peru, de 91% e 95% para 67%, respectivamente.

O crescimento mais notável do ateísmo se dá entre os adultos sem filiação religiosa, cuja porcentagem agora varia de 12% a 33% da população nos seis países.

Esse grupo praticamente dobrou na Argentina (chegando a 24% em 2024), no Brasil (15%) e no Chile (33%); triplicou no México (20%) e no Peru (12%); e quase quadruplicou na Colômbia (23%).


segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Promovendo a esquerda Papa se desmoralizou na Argentina

Associou sua imagem com as esquerdas hoje em crise
Associou sua imagem com as esquerdas hoje em crise
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Rubén Peretó, professor da Universidade Nacional de Cuyo, Argentina, em entrevista ao vaticanista Aldo María Valli destacou que muitos bispos e padres jogaram descaradamente a favor do peronismo, por convicção e por ordens do Vaticano”, noticiou “Infovaticana”.

Os religiosos progressistas agiram contra a chapa do candidato eleito na Argentina que, sendo “católica e educada em escolas católicas”, defendeu “posições, que deveriam ter sido apoiadas por bispos católicos e líderes religiosos”.

Peretó concluiu que politicamente “o Papa saiu derrotado, porque se engajou pela vitória da esquerda”.

Loris Zanatta, especialista em América Latina da Universidade de Bolonha, justificou a posição de Francisco I citando que Milei criticou o Pontífice como “representante do mal na terra” e “difusor do comunismo”.

A aspereza do partido de Milei não é contra a Igreja Católica ou o Cristianismo, é contra a militância esquerdista do Papa Francisco, comentou o jornalista Carlos Esteban.

O triunfo de Milei, prosseguiu, foi um tapa na cara de Papa Bergoglio e confirmou o que todos sabem no país platino: os argentinos não gostam do Papa Francisco e não o querem.

O próprio pontífice jamais pisou seu solo natal desde que foi eleito Papa.

Há anos, os jornais e os portais que devem publicar notícias sobre o Papa atual, fecham os comentários aos leitores porque a maioria se manifesta contrária em termos fortes.

Se antes da eleição muitos poderiam ter pensado que a rejeição do Papa Bergoglio era generalizada apenas entre as pessoas informadas, hoje ficou comprovado que a repulsa domina em todas as camadas sociais.

Se asociando con grevista quando o Senado debatía a privatização de aérea estatal Aerolíneas Argentinas
Se associando com greve quando o Senado debatia a privatização
de aérea estatal Aerolíneas Argentinas
Inclusive entre os mais pobres. Justamente por isso o pontífice “nunca virá à Argentina, porque sua viagem seria um fracasso”, observou o jornalista.

E concluiu que os resultados eleitorais demonstram um fato que só pode desagradar aos católicos de esquerda: o Papa e o episcopado perderam qualquer relevância ante a sociedade argentina quando se inclinam por posições não-tradicionais.

Nessas condições, disse ainda, “as palavras dos bispos e dos sacerdotes não deixam vestígios; ninguém os ouve. A Igreja Argentina é um sal que perdeu o sabor. E sabemos bem o que o Senhor aconselha a fazer com o sal insípido”.


segunda-feira, 9 de maio de 2022

Com Papa Francisco ultra-esquerda colombiana tem resultado recorde

Papa Francisco como que teria abençoado a candidatura do extremista Gustavo Petro
Papa Francisco como que teria abençoado a candidatura do extremista Gustavo Petro
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Após uma soada recepção no Vaticano pelo Papa Francisco, o candidato da ultra-esquerda conquistou seu melhor desempenho em uma eleição legislativa da Colômbia.

Com 99% dos votos apurados, a coalizão Pacto Histórico, do ex-guerrilheiro Gustavo Petro, obteve 16 das 108 cadeiras no Senado.

A quantidade a faz a maior força da Casa, ao lado do Partido Conservador — outra força tradicional, o Partido Liberal terá 15 cadeiras. Centro Democrático, mais à direita, e a aliança centrista Centro Esperanza terão 14 assentos cada um.

Na Câmara dos Deputados, a aliança apoiada pelo Pontífice conquistou 25 das 188 vagas, empatando com os conservadores. Liberais foram escolhidos para 32 cadeiras.

Foi o melhor resultado da esquerda no Congresso bicameral do país desde 2006. A votação também definiu os três candidatos principais para o pleito presidencial de 29 de maio, segundo os números da “Folha de S. Paulo”.

Petro tomou parte na luta armada até que pela magia de um tratado foi admitido na política convencional em 1990.

Ultra-esquerdista ingressa no Vaticano com presentes para Papa Francisco
Ultra-esquerdista ingressa no Vaticano com presentes para Papa Francisco
A coligação Equipo por Colômbia, à direita, com forte apoio dos eleitores mais jovens, soma 10% das intenções de voto.

Petro garantiu é grande apoiador do acordo de paz do Estado com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) recusado em plebiscito pelo povo colombiano mas que as esquerdas eclesiásticas e leigas querem impô-lo de qualquer jeito, pouco se importando com a democracia.

Em 2019, um terço dos guerrilheiros marxistas leninistas se achando defraudados porque suas exigências (assembleia nacional constituinte; reforma fiscal; reforma Agrária e desprivatização de instituições públicas concedidas à iniciativa privada). não tinham sido aceitas, já tinha voltado a usar as armas, segundo a “Folha”.

O acordo repudiado em referendo há quatro anos era um esqueleto seco, mas Petro e Havana e a Santa Sé queriam ressuscitá-lo segundo disse o ex-lider guerrilheiro Rodrigo Londoño, “Timochenko”, terrorista durante 40 anos, acusado de muitos crimes e procurado pelos EUA, mas negociador do acordo, que comemorou a vitória de Petro. Cfr. /.

segunda-feira, 11 de abril de 2022

Colombianos não entendem qual é a religião do Papa Francisco

De guerrilheiro e da Teologia da Libertação, perverso carcereiro, a candidato preferido do Papa Francisco
De guerrilheiro e da Teologia da Libertação, perverso carcereiro,
a candidato preferido do Papa Francisco
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Em que Deus e em que religião acredita o candidato presidencial de extrema esquerda Gustavo Petro, foi a grande interrogação dos colombianos adotada pelo maior jornal da Colômbia “El Tiempo”.

O candidato diz ser católico, embora não assista regularmente à missa mas foi recebido em plena campanha presidencial pelo Papa Francisco I em ato que, de si, deveria propulsar sua candidatura.

O gesto, porém, resultou um tiro pela culatra segundo inúmeros testemunhos do povo católico colombiano que começou a se perguntar afinal qual é a religião do Papa Francisco.

O candidato presidencial pelo Pacto Histórico, Gustavo Petro, surpreendeu muitos nessa semana ao incluir o “Jesus dos pobres” em seu discurso.

Além disso, o senador conta com o apoio do pastor Alfredo Saade, que prometeu mais de 2 milhões de votos que teria em 400 igrejas no Litoral.

Como contou à revista 'Semana', Petro teve formação católica e é orientado pela teologia da libertação.

Porém, deixou claro despectivamente que não é “rezadeiro” nem vai à missa, considerando que a prática religiosa não é senão “aparência”" e que o que vale é sua militância de esquerda, ou “compromisso”.

“Na teologia da libertação, o que importa não é a forma, o rito, mas o compromisso, já vi católicos se ajoelharem e votarem em Uribe para matar meninos. Não acredito nesses rituais, mas sim no compromisso”, destacou.

Papa Francisco recebeu ao candidato de extrema esquerda Gustavo Petro
Papa Francisco recebeu ao candidato de extrema esquerda Gustavo Petro
Gustavo Petro foi recebido pelo Papa Francisco durante 45 minutos oficialmente para falar de meio ambiente e a crescente onda de violência no país, informou o jornal “El Tiempo” de Bogotá.

Foi um evento inédito na agenda do Sumo Pontífice, porque o chefe da Igreja Católica só se reune com líderes em exercício, e não com candidatos que disputam a presidência.

E a reunião foi considerada de grande importância para Petro. Ele já havia se reunido em 2015 no Vaticano com o pontífice enquanto prefeito de Bogotá, durante um colóquio sobre 'Escravidão Moderna e Mudanças Climáticas', em que os prefeitos participantes, selecionados nas esquerdas, assinaram uma declaração junto com o Papa Francisco.

Petro obteve o encontro pelo seu excelente relacionamento pessoal com o Núncio Apostólico em Bogotá quem se destaca pela procura de um acordo com os guerrilheiros do ELN.

Para Yann Basset, doutor em Ciências Políticas pelo Instituto de Estudos Superiores da América Latina da Universidade de Paris III - Sorbonne a reunião obedeceu à estratégia de Gustavo Petro “para aplacar ou resistir a certos setores da opinião pública” receosos de seu ousado esquerdismo.

O analista Andrés Segura achou que Petro quis “apoiar a ideia da inevitabilidade da sua vitória” diante dos eleitores colombianos porque considera que “a Igreja é a chave para reforçar sua campanha”.


segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Escalada do comunismo no mundo e na Igreja:
o grande alerta não ouvido

Retorno do comunismo Putin na Rússia, Pedro Castillo no Peru
Retorno do comunismo: Putin na Rússia, Pedro Castillo no Peru
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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política internacional,
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O Peru apresenta um novo governo composto de marxistas de diversas tonalidades que desafiam a estabilidade da América do Sul.

O novo presidente extremista se apoia nos regimes de esquerda que retornaram na Argentina e na Bolívia, que perduram na Venezuela e na Nicarágua, nas arruaças que incendeiam o Chile e a Colômbia.

Anos antes, o Papa Francisco I aceitando de presente uma grande foice e martelo com um Crucificado das mãos de Evo Morales que cairia em pouco tempo mas acabaria retornando, pareceu realizar um gesto simbólico "profético" dessa ida e volta.

Notícias surpreendentes como as do Peru caem como raio em céu sereno com crescente frequência, e não só em nosso continente. Dir-se-ia que múmias ressuscitam dos mausoléus do comunismo e se instalam nos centros de poder que ditam o rumo da civilização do III Milênio.

“As lições não ouvidas da História”.


O retorno do comunismo que se julgava morto, espanta a muitos. Mas não a todos, observou no início do processo, o influente e perspicaz jornal milanês “Il Corriere della Sera” em editorial intitulado “As lições não ouvidas da História”.

Segundo ele, tal espanto testemunha o fato de que muitíssimas pessoas, talvez a grande maioria, preferem não prestar ouvidos às lições da História.

Nesse fechamento voluntário, pesa muito o anseio de conservar a qualquer preço vida gostosa de todos os dias. E, sobretudo, de não fazer previsões lógicas para o futuro que soem "pessimistas" e peçam alguma iniciativa cauta. 

Atitudes preconcebidas como essa fez Albert Einstein dizer que é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito, lembra o jornal italiano.

Quando em novembro de 1989 caiu o Muro de Berlim, e dois anos depois a União Soviética implodiu, parecia ter-se fechado a sinistra era inaugurada pela Revolução bolchevista de 1917.

Com uniformes históricos soviéticos, soldados russos encenam a tomada do Reichstad em 1945 enquanto Putin promete restaurar as 'glórias da URSS'
Com uniformes soviéticos, soldados russos encenam a tomada do Reichstad em 1945
enquanto Putin promete restaurar as 'glórias da URSS'

Milhões de pessoas comemoraram, e com justas razões. Porém, segundo o jornal milanês, quase ninguém, excetuados pouquíssimos, que ele qualifica de os “melhores”, quiseram refletir seriamente sobre o acontecido em mais de sete décadas de regime soviético.

Muitos poucos eclesiásticos ou leigos contagiados pela perversa utopia igualitária marxista decidiram tratar abertamente do problema e corrigir os erros do passado. Eles ficaram entocados, declarando arbitrariamente que tudo tinha acabado e entrávamos num "mundo de Alice e das mil maravilhas conservadoras" .

Havia ficado evidente a ideia sumamente falsa de que a fonte de todos os males era a propriedade privada e seus corolários, a livre iniciativa e a liberdade de mercado, que produzem naturalmente o capital. 

A propriedade privada, segundo o conceito marxista, é uma espécie de “mal supremo” gerador das odiadas desigualdades entre os homens.

Na queda da URSS também ficou evidente que a invasão do Estado e o dirigismo burocrático nivelador estavam na base de seu estrondoso fracasso.

Não foram tiradas as lições dos erros


Porém, quase ninguém quis refletir seriamente sobre isso, e até mesmo os atos criminosos de massa como os praticados por Stalin e seus comparsas da Internacional Comunista foram declarados esquecidos. 

Não foi feita a indispensável reflexão, o balanço, não foram tiradas as lições dos erros cometidos para nunca mais cair neles.

A falsa premissa contra a propriedade privada continuou latejando. Na América Latina, por exemplo, continuaram crepitando nos 'movimentos sociais' neocomunistas, tribalistas e ecologistas. O coletivismo continuou sendo pregado em cenáculos ativistas, contradizendo os resultados catastróficos dos fatos.

Um dia, quando muitíssimos achavam que o comunismo e seus erros tinham desaparecido, eles voltaram. E a reação foi em muitos o do avestruz diante do perigo.

A foice e o martelo aliadas à Teologia da Libertação ficaram entocadas e hoje voltam para surpresa geral dos que foram mantidos no engano.
A foice e o martelo aliadas à Teologia da Libertação ficaram entocadas
e hoje voltam para surpresa geral dos que foram mantidos no engano.
A foice e o martelo do “crucifixo” presenteado a Francisco I na Bolívia – prossegue o jornal italiano – não são símbolos de justiça, mas de opressão, o sinal distintivo de uma utopia que gerou monstros e que agora volta.

O gesto do pontífice argentino foi um insulto à memória dos milhões de homens que viveram como escravos durante décadas sob bandeiras com a foice e o martelo. E centenas de milhões ainda vivem assim em vastas regiões da Terra como na China cada vez mais agressiva.

Quando a URSS caiu, numa passeata em Moscou os manifestantes levavam faixas com os dizeres: “Proletários de todo o mundo, perdoai-nos”.

E no Ocidente? Os que propagaram e executaram essas mesmas ideias criminosas pediram análogas e proporcionadas escusas?

Nos ambientes católicos, teólogos, bispos, e até conferências episcopais inteiras favoreceram esses erros disfarçados sob enganosas teologias. Eles corrigiram o rumo, repararam o mal feito e trabalharam para construir o bem oposto?

Não. Espantosamente, não.

Agora esses erros aí estão, empurrando o mundo para os velhos e satânicos abismos do crime e da impiedade.

A exceção que lava a honra

Uma exceção não pode ser omitida. Foi a de um grande brasileiro.

Plinio Corrêa de Oliveira advertiu a necessidade de uma correção para os erros comunistas não voltarem. Não foi ouvido, e o comunismo voltou.
Plinio Corrêa de Oliveira advertiu a necessidade de uma correção
para os erros comunistas não voltarem.
Não foi ouvido, e o comunismo voltou.
Em fevereiro de 1990, aplicando um esforço excepcional, Plinio Corrêa de Oliveira publicou na “Folha de S. Paulo” (14-2-1990), no “Wall Street Journal” (27-2-1990), no “Corriere della Sera” (7-3-1990), bem como em 50 outros jornais e revistas do Ocidente, o manifesto intitulado “Comunismo e anticomunismo na orla da última década deste milênio – A TFP apresenta uma análise da situação no mundo - no Brasil”.

No documento, ele denunciava a parte que incontáveis “inocentes úteis” de Ocidente tiveram na desgraça comunista, e os exortava a uma emenda.

Ao mesmo tempo, apontava a assustadora colaboração de largos e categorizados setores eclesiásticos do Brasil, do Vaticano e do mundo com o Leviatã de horrores morais, filosóficos e humanos do regime comunista.

Plinio Corrêa de Oliveira exortou fraterna e filialmente esses eclesiásticos a se emendarem, a repararem o mal feito e recomeçarem a levar o rebanho de Cristo pela senda gloriosa da Igreja e da Civilização Cristã.

Mas não foi ouvido. Seu nome foi até denegrido em cochichos nos meios políticos, nas sacristias ou nos bispados.

Agora, a Humanidade contempla com espanto o ressurgimento daquele mal satânico do qual Plinio Corrêa de Oliveira quis poupar os homens.


segunda-feira, 21 de junho de 2021

Assessor do Papa Francisco expulso da Colômbia como subversivo

Grabois desrespeitó funcionária de Migrações colombiana (imagem de vídeocamara)
Grabois desrespeitou funcionária de Migrações colombiana (imagem de vídeo)
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Foi legal e sumariamente expulso do território colombiano o argentino Juan Grabois, consultor do Pontifício Conselho Justiça e Paz.

Esse é um “ministério” vaticano para lidar com “migrações, necessitados, doentes, excluídos, marginalizados, vítimas dos conflitos armados e desastres naturais, presos, desempregados e vítimas de qualquer forma de escravidão e tortura”.

Grabois foi incluído no Anuário Pontifício de 2021, mas as autoridades colombianas temiam que fosse a cooperar com as destrutivas arruaças que danificam seriamente o país.

Grabois foi deportado como “uma ameaça para a segurança” segundo ele mesmo reconheceu em áudio mencionado por “La Nación”.

Ele procurou se escudar numa suposta agressão das autoridades da Colômbia. Mas vídeo colheu o momento em que ele destratava a funcionária colombiana das Migrações que lhe respondeu com dignidade e firmeza lhe mostrando a porta de saída do país.

quarta-feira, 9 de junho de 2021

Retorno do comunismo:
Plinio Corrêa de Oliveira, a grande voz não ouvida

Pedro Castillo, simpatizante do marxismo e próximo
do movimento guerrilheiro maoista Sendero Luminoso
está à beira de ficar com a presidência da grande nação peruana
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Numa contagem de votos muito apertada e provavelmente contestada, no Peru avança para ficar com a presidência um candidato que se professa marxista, inimigo da evangelização e de Nossa Senhora, rodeado de simpatizantes do maoismo chinês e do regime norte-coreano.

E ele é apenas mais um representante da onda comunista desencadeada sobre a América do Sul e que há pouco quase leva o Equador.

O Papa Francisco I já tinha recebido de presente e aceito com um sorriso uma grande foice e martelo com um Crucificado bem ao gosto da guerrilha comunista apoiada nos anos 60 e 70 por sacerdotes e teólogos da libertação, e doada por Evo Morales quando era presidente.

Notícias surpreendentes como essas caem como raio em céu sereno com crescente frequência. Dir-se-ia que múmias ressuscitam dos mausoléus do comunismo e de sua versão maoista se instalam nos centros de poder reservados pela Providência para dar o rumo da civilização no III Milênio.

“As lições não ouvidas da História”.

O retorno súbito do comunismo, que se julgava morto, espanta a muitos. Mas não a todos, observou o influente e perspicaz jornal milanês “Il Corriere della Sera” em editorial intitulado “As lições não ouvidas da História”.

Segundo ele, tal espanto testemunha o fato de que muitíssimas pessoas, talvez a grande maioria, preferem não prestar ouvidos às lições da História.

segunda-feira, 15 de março de 2021

‘Movimentos sociais’ fazem
guerrilha anti-agronegócio na Argentina

Atentado incendiário em Agustina, provincia de Buenos Aires
Atentado incendiário em Agustina, provincia de Buenos Aires
Luis Dufaur
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O “movimento social” Resistência Ancestral Mapuche (RAM) provocou o incêndio de 60 hectares de restolho de trigo, plantações de soja e uma floresta de eucalipto na província de Buenos Aires, informou o jornal portenho “La Nación”.

Excetuadas incursões devastadoras em séculos passados, na região os únicos e remotos descendentes de índios mapuches vivem pacificamente assimilados e miscigenados com descendentes de povos latinos ou germânicos europeus.

Mas os crimes contra o agronegócio estão se multiplicando no pontificado do Papa Francisco. Esse pontificado estimula a agitação de grupos que se dizem populares ou indígenas, articulados em “movimentos sociais” ou afins que já foram acolhidos no Vaticano.

O governo esquerdista de Fernández reforçou o apoio às invasões e depredações de propriedades privadas no país em sintonia com o sopro que vem do pontífice argentino.

O grupo que reivindicou o atentado se identificou como um desconhecido Resistência Ancestral Mapuche (RAM). Sem nunca mostrar a cara, fato que poderia denunciar a montagem, transmitiu mensagens pela Internet e pelo site Indymedia Argentina que até o presente pontificado se diria desaparecido.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Comuno-indigenismo sacrílego na Argentina

O sacrário profanado e Nossa Senhora pichada por 'movimento social' com apoios no governo e no Vaticano
O sacrário profanado e Nossa Senhora pichada
por 'movimento social' com apoios no governo e no Vaticano
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Autodeclarados “índios mapuches” depredaram sacrilegamente a paróquia de El Bolsón, no departamento argentino de Bariloche, estado de Rio Negro.

Eles prenderam e surraram o pároco durante uma hora, até saírem cantando na maior das impunidades, segundo noticiou “Clarín”.

Em número de 12 os “mapuches” escondiam seus rostos com máscaras e exibiam roupas esporte para esportes invernais. Eles tomaram a igreja consagrada à padroeira do país Nossa Senhora de Luján.

Picharam grosseiramente a imagem dEla, de Cristo e dos santos, quebraram a mobília sagrada, altares e imagens. Por fim violaram o sacrário e profanaram as hóstias.

O “movimento social” reclama a expulsão dos “brancos” da bela Villa Mascardi, estabelecida como local de feiras num aldeamento fundado pelo missionário jesuíta Nicolás Mascardi no século XVII junto a um lago do departamento de Bariloche.

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Esquerdas se articulam e contra-atacam nas Américas

Juan Grabois, líder das invasões de propriedades, em calido abraço com Papa Francisco
Juan Grabois, líder das invasões de propriedades,
em cálido abraço com Papa Francisco
Luis Dufaur
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“A oposição achou o método da demonização absoluta, ao dizer que iríamos nos tornar como a Venezuela”,
disse o presidente argentino Alberto Fernández, lamentando o imenso erro cometido ao tentar expropriar Vicentín, a multinacional argentina do agronegócio.

Em seguida recordou uma frase do Papa Francisco, a quem deve a sua eleição: “O caminho do ódio não conduz a parte alguma”.

Atribuiu esse ódio ao povo e inocentou o seu partido.

Pouco depois voltou à carga contra as propriedades e contra os bolsos dos particulares.

O nosso continente quer ver-se muito longe da onda revolucionária populista, mas Fernández pretende encarnar um novo estilo no contra-ataque empreendido por ela.

Qual a característica principal desse contra-ataque? Ao que tudo indica, consiste em usar uma máscara de moderado.

Ungido pelo Papa Francisco, ele finge um esquerdismo mitigado.

Deixa o trabalho sujo e antipopular à sua vice-presidente Cristina Kirchner, que vai restituindo o poder aos agentes populistas.

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Sopro bolivariano subverte América do Sul concomitante com o Sínodo

Comunismo venezuelano comemora 'brisita bolivariana' na América do Sul.
Comunismo venezuelano comemora 'brisita bolivariana' na América do Sul.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Mais uma angustiante carência de combustível flagela os cubanos com quatro, cinco, seis ou mais horas de espera, para ver se encontra combustível no posto, noticiou “O Globo”.

A gasolina que outrora vinha da falida União Soviética passou a ser fornecida pela Venezuela que também faliu e onde seus cidadãos sofrem da mesma miséria.

O transporte público — ônibus, táxis coletivos, carros antigos alugados — está drasticamente desaparecido para multidões nas ruas com nervosismo e raiva. As fábricas estatais cortaram dias e horários de trabalho.

As aulas em escolas e universidades foram suspensas. O paupérrimo sistema de geração de eletricidade beira o colapso.

Fila por gasolina em Havana miséria cubana não impressiona a bolivarianos.
Fila por gasolina em Havana, mas miséria cubana não impressiona a bolivarianos.

Não se pode ligar o ar-condicionado nem nas lojas e escritórios destinados aos oficiais do governo onde o calor é sufocante. No campo, as autoridades impuseram o retorno à tração animal.

Os contêineres não saem do porto porque não há diesel para os caminhões.

Os alimentos não só escasseiam mais do normal: estão em clamorosa falta. Falta manteiga, sabão, farinha, água mineral ... a história não tem fim.

E os responsáveis cubanos onde estão? O que estão fazendo?

Testemunhas presenciais relataram horrorizados a onda violência que paralisou a capital, com pretexto tirado do aumento abrupto da gasolina, mas dirigida por militares cubanos e venezuelanos.

O Equador prendeu 350 agitadores que protestavam contra acordo de preços feito com o FMI e se envolveram em violências “graves” como atentados incendiários, vandalismos, saques e ferimentos à polícia, citou o “Diário de Pernambuco”.

Em Quito, os quartéis dos agitadores funcionavam em muitas paróquias, segundo relatos presenciais.

Ali recebiam os recursos necessários até do novo arcebispo alinhado com as instruções anticapitalistas do Papa Francisco para sustentar os desmandos.

Igrejas depredadas em Santiago do Chile, mas progressismo católico coopera com subversivos.
Igrejas depredadas em Santiago do Chile,
mas progressismo católico coopera com subversivos.
E como não podiam faltar em tempos de Sínodo-Pan-amazônico magotes de índios revoltados sequestraram pelo menos 47 soldados que foram feitos reféns de guerra na província de Chimborazo, relatou “O Globo”.

O bloqueio rodoviário, a falta de transporte público e os confrontos com as autoridades pararam após a suspensão dos aumentos combinados com o FMI.

O presidente Lenine Moreno atendeu as reclamações dos agitadores. O mandatário é discípulo político do ex-presidente bolivariano Correa que se encontra comodamente exilado na Bélgica para não ser preso por corrupção em seu país.

Na Bolívia, o presidente bolivariano Evo Morales se está reelegendo por enésima vez de modo mais que suspeito e que pressagia atritos internos e externos.

Simultaneamente, o nº2 da nomenklatura venezuelana Diosdado Cabello saudou a “brisita bolivariana que se está registrando em alguns países, como Equador, Peru, Argentina, Colômbia, Honduras e Brasil”, noticiou INFOBAE de Buenos Aires.

O líder da ditadura sublinhou que por agora é apenas “uma pequena brisa”, dando a entender que em Moscou, Havana e Caracas está se aprontando mais.

Brisita bolivariana devastou Quito.
Brisita bolivariana devastou Quito.
Em discurso a militantes do partido da ditadura, o Partido Socialista Unido de Venezuela (Psuv), Cabello ameaçou a todos os que ajam contra os venezuelanos – seus agentes – que andam pelo mundo.

Os venezuelanos emigrantes já somam 4,6 milhões segundo a OEA.

Nesse imenso fluxo se haveriam infiltrado agitadores ideológicos que agora subvertem o Equador, mas que amanhã poderão fazer algo parecido em outros países.

A abrupta explosão de violência no Equador não teria sido por acaso.

Segundo narram equatorianos, o ex-presidente Correa deixou montada uma rede clandestina subversiva em aparente dormência aguardando a instrução para entrar em ação.

Além dos habituais agitadores bolivarianos, a rede no Equador recrutou ex-guerrilheiros das FARC; recebeu treinadores e estrategistas cubanos e venezuelanos que comandam os desmandos; estocou armamentos de tipo novo no país e que foram capturados pelas Forças Armadas; reuniu e adestrou militantes e alguns indígenas inconformados, aguardando o momento da rebelião.

Também muitos agitadores de segundo escalão conservaram seus postos no governo de Lenine Moreno, ou se acobertaram nas sacristias ligadas à Teologia da Libertação.

Agora se sentem mais livres para agir seguindo os ventos do Sínodo Pan-amazônico e explorando o aumento busco da gasolina.

Papa Francisco vê em Alberto Fernandez uma esperança para o sopro bolivariano.
As revelações dos escândalos econômicos do governo bolivariano de Correa polarizaram as atenções e ajudaram a desviar as atenções da rede clandestina.

Também em outros países, políticos e empresários foram presos e até condenados.

Mas a rede de movimentos sociais do lulopetismo continental, de invasores de propriedades rurais e urbanas, piqueteiros e congêneres ficou virtualmente intocado.

Agora em Caracas ou Havana, os líderes bolivarianos comemoram a “brisita”, o sopro subversivo que recomeça por instruções deles com o apoio do clero progressista e indigenista.

O Sínodo Pan-amazônico parece lhes ter comunicado novas energias. E não só no Equador, mas no Peru e no Chile, enquanto que o PT torce pela liberação de Lula e o Papa Francisco pela vitória peronista na eleição presidencial argentina.


segunda-feira, 8 de julho de 2019

Kirchnerismo tenta colar a imagen do Papa na chapa partidária

Papa Francisco e Cristina Kirchner com quadro de Eva Perón de fundo
Papa Francisco e Cristina Kirchner com quadro de Eva Perón de fundo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O presidente da Conferência Episcopal Argentina saiu a defender Papa Francisco das críticas que o apontam como apoiador da chapa presidencial esquerdista que postula Alberto Fernandez para presidente e Cristina Kirchner para vice, nas eleições de outubro de 2019 na Argentina.

“Eles quere apresentar o Papa como um torcedor de uma facção” disse monsenhor Oscar Ojea à agência Telam, citado por “Clarín”.

O bispo Ojea interveio após o programa “Jornalismo para Todos” da TV Canal 13. Nele foi reproduzido o grampo de uma conversa entre Eduardo Valdes, ex-embaixador kirchnerista no Vaticano e Juan Pablo Schiavi, preso pela Tragédia de Once, acidente ferroviário que causou a morte de 52 pessoas pela incúria kirchnerista na infraestrutura estatal.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

“O diabo joga de local no Vaticano” diz jornal portenho

Representante e filho do líder esquerdista Hugo Moyano recebido pelo Papa Francisco
Representante e filho do líder esquerdista Hugo Moyano
recebido pelo Papa Francisco
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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O líder esquerdista Hugo Moyano, é apontado como um dos maiores “laranjas” do esquema de desvios de dinheiro e múltiplas ilegalidades econômicas durante os governos kirchneristas.

Seu filho Pablo, porém, foi convidado mais uma vez ao Vaticano, onde voltou a proferir um incendiário discurso contra o governo e a Justiça argentina.

Pablo Moyano foi pela terceira vez ao Vaticano neste pontificado, visitas essas documentadas com fotos, sorrisos e beijos, noticiou o jornal “Clarín” de Buenos Aires.

O primeiro aconteceu só dois meses após a eleição do arcebispo Bergoglio como Papa, em 29 de maio de 2013. Na ocasião, após um diálogo fugaz com o Papa na audiência pública na praça São Pedro, Pablo Moyano em tom de desafio garantiu que o novo Papa é “peronista e caminhoneiro”.

Em 8 de novembro de 2017, a segunda viagem teve um objetivo inequívoco: difundir uma mensagem crítica contra o governo.

O agitador dirigente sindical garantiu que o Papa quis saber da sorte de seu pai em mãos lençóis com a Justiça.

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Para bispo, os venezuelanos passam pior que num campo de extermínio nazista

Mons. Jaime Villarroel testemunha em Cidade do México
Mons. Jaime Villarroel testemunha em Cidade do México
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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política internacional,
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A Venezuela sob o regime ditatorial socialista de Nicolás Maduro, “virou um campo de concentração onde estão sendo exterminados os próprios venezuelanos”, denunciou Mons. Jaime Villarroel, bispo de Carúpano, em conferência de imprensa na Cidade do México, noticiou a agencia católica ACIPrensa.

O bispo esclareceu: “entendo um campo de concentração como na Alemanha nazista onde os judeus eram levados a morrer em câmaras de gás”.

E aprofundou a comparação: “esse regime que hoje preside Nicolás Maduro está cometendo um extermínio, matando nosso povo de fome, por falta de medicamentos”.

“Está se praticando uma tragédia de dimensões inimagináveis, prosseguiu.

“Na Venezuela se tortura (...) hoje estão morrendo milhares de venezuelanos por falta de comida, de remédios, porque são violados permanentemente os direitos humanos”.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Ambiguidade do Papa Francisco soa a pro-comunismo

No tempo que a América Latina gemias sob ditaduras esquerdistas o Papa Francisco visitava os opressores e recebia presentes simbólicos deles
No tempo que a América Latina gemias sob ditaduras esquerdistas
o Papa Francisco visitava os opressores e recebia presentes simbólicos deles
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O continente latino-americano foi manipulado para apresenta-lo como uma imensa base popular religiosa que exigia atitudes esquerdistas do Papa.

De fato, Francisco assumiu o Papado quando a maior parte do continente estava governado por regimes de esquerda.

O pontífice não lhes ocultava sua simpatia, como pelo lulopetismo no Brasil, país que visitou primeiro; pela ditadura de Maduro, sem falarmos de Cuba que Francisco batizou de “ilha do diálogo”.

Mas, o continente sul-americano não partilhava as ideais comuno-socialistas desses governantes. E em cinco anos, o mundo assistiu à queda, um a um de quase todos esses déspotas.

O “continente da esperança” deu um formidável desmentido aos devaneios comunizantes da esquerda católica. Francisco foi abandonado pelos países que dizia serem seus.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

37 ex-chefes de Estado criticam silêncio do Vaticano ante “atrocidades” de Maduro e Ortega

Violência na Venezuela e na Nicarágua: crimes de transcendência internacional
Violência na Venezuela e na Nicarágua: crimes de transcendência internacional
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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sócio do IPCO,
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A Iniciativa Democrática de Espanha e das Américas (IDEA), foro internacional não governamental integrado por 37 ex chefes de Estado e de Governo, emitiu uma declaração sobre Nicarágua e Venezuela considerando as violações graves, sistemáticas e generalizadas dos direitos humanos que sofrem os povos desses países.

Segundo os assinantes, os governos desses países, aliás afines com o lulopetismo, estão cometendo crimes de transcendência internacional que ofendem ao gênero humano.

Eles deploram especialmente a ruptura da ordem constitucional e do Estado de Direito na Venezuela.

Os 37 ex-chefes de Estado e Governo “expressamos nossa preocupação pelo silêncio, pela zelosa prudência, ou o comportamento de atores fundamentais da opinião mundial, como o Estado do Vaticano diante das atrocidades que acontecem na América Latina pela mão de governos abertamente ditatoriais”, reproduziu Panam Post. 

Papa Francisco abençoa ditador Maduro

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Cinco anos de pontificado: Promoção da agenda neomarxista e altermundialista dos “movimentos sociais”

Na Bolívia, o ditador Evo Morales presenteia o Papa  uma foice e martelo sobre a qual o Santíssimo Redentor está crucificado
Na Bolívia, o ditador Evo Morales presenteia o Papa
uma foice e martelo sobre a qual o Santíssimo Redentor está crucificado
José Antonio Ureta
Membro fundador da “Fundación Roma”,Chile;
membro da “Société Française pour la Défense
de la Tradition, Famille et Propriété”;
colaborador do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
e autor do livro: “A mudança de paradigma
do Papa Francisco: continuidade ou ruptura
na missão da Igreja?
Relatório de cinco anos do seu pontificado”.










Excerto do livro: “A mudança de paradigma do Papa Francisco: continuidade ou ruptura na missão da Igreja? Relatório de cinco anos do seu pontificado” Veja o texto completo no site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira



Para a doutrina católica, o comunismo é “intrinsecamente perverso”[1]. Porém, movimentos marxistas e regimes de esquerda do mundo inteiro veem no Papa Francisco um ponto de referência. 

O atual pontífice tem-se de fato mostrado muito próximo das reivindicações desses grupos ou governos. 

A despeito dos resultados desastrosos do “socialismo real” por exemplo, o martírio de muitos cristãos e a difusão da miséria e de seu caráter antinatural, Francisco tem afirmado várias vezes que o comunismo roubou a bandeira do Cristianismo na luta a favor dos pobres, dando a impressão de que se trata de uma ideia que, afinal de contas, é bem intencionada. 

E a geopolítica vaticana parece hoje cultivar um relacionamento privilegiado com regimes que da Venezuela até a China se inspiram mais ou menos diretamente no socialismo real, qualificado no pontificado de João Paulo II de “vergonha de nosso tempo” pelo então cardeal Joseph Ratzinger no célebre documento “Libertatis Nuntius”, o qual condenava a Teologia da Libertação.