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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Comunicado do IPCO: Papa Francisco em Cuba





Reflexões que o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira deseja compartilhar com o público brasileiro, nas vésperas da chegada do Papa Francisco em Cuba, pedindo à Santíssima Virgem que conceda ao povo cubano a tão esperada liberdade.


Liberdade para a ilha-cárcere ou (oxigênio para a) consolidação de uma cruel ditadura?


A próxima viagem do Papa Francisco a Cuba constituirá a terceira visita pontifícia à ilha-cárcere.

De maneira similar às duas visitas anteriores, a de João Paulo II em 1998 e a de Bento XVI em 2012, se multiplicam as hipóteses do que poderá acontecer durante e após a visita papal numa ilha que continua desde há incríveis seis décadas dominada por uma cruel ditadura comunista.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Cuba 2012: o Pastor, o Lobo-Relíquia e Encíclica Divini Redemptoris

Armando Valladares, dissidente cubano
Armando Valladares, dissidente cubano
Armando Valladares

Cordial recepção ao ex-ditador


Em 28 de março de 2012, as cenas que mostram Bento XVI e seu séquito recebendo cordialmente o sanguinário ex-ditador Fidel Castro, na Nunciatura Apostólica de Havana, foram as mais dramáticas da visita papal à ilha-cárcere desde os pontos de vista religioso, pastoral, político, simbólico e da própria teologia da História, as quais deixaram o sabor mais amargo nos cubanos da ilha-cárcere, sedentos de autêntica fé católica e de plena liberdade, e as que mais dilaceraram os corações do rebanho cubano, dentro e fora de Cuba.

Uma espécie de “santo” comunista


segunda-feira, 23 de abril de 2012

Yoani faz balanço de viagem papal: auge de repressão, convergência com os repressores e ouvidos surdos para o povo sofrente

A voz da jornalista cubana Yoani Sánchez, animadora do blog Generación Y ganhou notoriedade mundial, escrevendo desde a ilha-prisão. Yoani ganhou em 2008 o prêmio Ortega y Gasset de jornalismo.

No artigo “La plaza llena, los calabozos también” publicado pelo diário “El País” ela fez um balanço dos efeitos da visita de S.S. Bento XVI a Cuba que incita à compaixão pelo tão sofrido povo cubano.

O fato já vinha sendo denunciado largamente pela dissidência cubana: a viagem pontifícia constituiu um dos capítulos mais lúgubres da repressão marxista na ilha, acolitada pelas mais altas autoridades eclesiásticas.

Seja da dissidência cubana vítima de violenta repressão, seja de cubanos exilados, seja de jornalistas independentes, o juízo geral vinha sendo o mesmo. Uma mascarada montada pelo regime, enquanto os sorridentes prelados – para o regime é claro, não para o povo perseguido e enxotado nas cárceres – bajulavam Fidel e os algozes que oprimem o país.

domingo, 25 de março de 2012

Professor de Yale implora a Bento XVI um gesto pelo povo da ilha prisão cubana

Carlos Eire é professor de História e Estudos Religiosos na Universidade de Yale, e autor de “Esperando pela neve em Havana – Confissões de um menino cubano” que ganhou o Prêmio Nacional do Livro nos EUA em 2003.

Ele implorou em nobre e franca carta aberta que S.S. Bento XVI tenha um gesto pelos milhões de cubanos prisioneiros na imensa prisão cubana.

Em especial, ele apelou à sensibilidade do Pontífice pelas “Damas de Branco” espancadas e até impedidas de comparecer à Missa.

Eis o texto integral publicado na National Review online:

Proclamar a liberdade aos cativos

Santíssimo Padre:

quinta-feira, 22 de março de 2012

A viagem de Bento XVI a Cuba: esperanças e preocupações

Valladares: testemunha dos mártires cubanos que morreram
bradando “Viva Cristo Rei! Abaixo o comunismo”
Por Armando F. Valladares

No dia 26 de março, Bento XVI chegará à Cuba para uma visita de três dias.

O ditador Raúl Castro prometeu que o pontífice será recebido com “carinho” e “respeito” e foi rápido em anunciar a libertação de 2.900 presos, dos quais apenas sete presos políticos.

Por seu turno, o porta-voz do Vaticano, P. Federico Lombardi, disse que Bento XVI “quer muito” conhecer Cuba e que a viagem será “certamente” um dos principais eventos de 2012.

É compreensível que o anúncio da visita papal a um país dominado por um regime comunista, especialmente cruel e repressivo, que acaba de completar 53 anos de existência, desperte esperanças de que possa contribuir para a liberação de 11 milhões de cubanos.

No entanto, expectativas semelhantes foram abertas em 1998, por ocasião da visita à Cuba de João Paulo II, mas o regime foi capaz de capitalizar politicamente a visita, usando de publicidade, o que contribuiu para a hierarquia comunista continuar no poder.

segunda-feira, 19 de março de 2012

O inferno cubano e o silêncio vaticano

Armando F. Valladares

No dia 19 de janeiro p.p. — a dois meses da viagem de S.S. Bento XVI à ilha-prisão de Cuba e 24 horas antes da chegada de uma delegação vaticana de alto nível para ultimar detalhes da visita papal — o regime cubano, à maneira de uma gargalhada macabra, deixava morrer o jovem preso político Wilman Villar Mendoza [foto ao lado]. Ele era pai das meninas Geormaris e Wilmari, de 7 e 5 anos. Uma morte cruel que sua esposa, Maritza Pelegrino, não duvidou em qualificar de “assassinato”.

Tendo sido condenado a prisão em 24 de novembro de 2011, Wilman decidiu, num ato de desespero, protestar diante do mundo contra a sua condenação — e, sobretudo, contra a situação de escravidão em que jaz seu querido povo cubano — com a única coisa que julgou ter em mãos: uma greve de fome, cujo objetivo não era o de atentar contra a sua própria vida, mas de usá-la, em seu extremo abandono e aflição no fundo das masmorras castristas, como um modo muito arriscado de protesto.

domingo, 18 de março de 2012

Repressão castro-comunista recrudesce nas vésperas da visita de Bento XVI … com a cooperação do Cardeal Ortega, arcebispo de Havana!

Nas vésperas da chegada de S.S.Bento XVI:
repressão às mães, esposas e filhas de dissidentes

Em mais um atropelo à liberdade, o regime cubano prendeu neste fim de semana 70 “Damas de branco” cujo crime principal é serem mães esposas e filhas de presos políticos do regime que S.S. Bento XVI começará a visitar no dia 26.

As “Damas de branco” fizeram um respeitoso e emocionado apelo ao Pontífice para que ele se digne olhar para elas e tenha um gesto efetivo de comiseração pela sua situação.

As mulheres não tinham conseguido que o Núncio Apostólico na ilha sequer quisesse receber a carta.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Cuba-Brasil: Yoani, compaixão e Pilatos

Valladares: testemunha dos mártires cubanos que morreram
bradando “Viva Cristo Rei! Abaixo o comunismo”
Armando Valladares

Do ponto de vista dos direitos humanos, a viagem a Cuba da presidente brasileira , Sra. Dilma Rousseff, representou um desastre inimaginável para o povo cubano e para suas esperanças de liberdade.

Nesse sentido, a referida viagem poderá inscrever-se no livro negro das vergonhas do nosso tempo e do nosso continente.

Com seu silêncio absoluto sobre a violação sistemática dos direitos de Deus e dos homens na ilha-prisão, há mais de 50 anos, a presidente da maior potência de América Latina e uma das maiores do mundo deu, implicitamente, luz verde para que o regime continue perseguindo impunemente os opositores, matando-os de sede nas prisões, reprimindo as Damas de Branco e mantendo prisioneiros, sem poder entrar e sair do país livremente, 11 milhões de cubanos.

Tambiém nesse sentido, a Sra. Rousseff, uma ex-guerrilheira que nunca se arrependeu publicamente de seu passado, se transformou, a partir de sua recente viagem a Havana, em corresponsável pelos crimes que o regime comunista venha a cometer à frente, estimulado em suas selvagerias por tão gigantesco aval recebido.

Poucos dias antes da chegada da presidente à ilha-prisão, o regime comunista havia deixado morrer de sede e falta de cuidados médicos o jovem opositor Wilman Villar Mendoza, de 31 anos, pai das meninas Geormaris e Wilmari, de 7 e 5 anos. Foi uma morte cruel, que sua esposa, Maritza Pelegrino, membro das Damas de Branco – que está sendo covardemente perseguida e hostilizada pela policía política cubana – qualificou claramente como um “assassinato”.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Importantíssimo: Papa Bento XVI acaba de pronunciar discurso sobre a situação política brasileira

Bento XVI acaba de se pronunciar sobre o momento político brasileiro.
Fala contra projetos do tipo PNDH-3, contra o aborto e a eutanásia.
Os católicos têm obrigação de tomar conhecimento,
sobretudo no momento pelo qual passa o Brasil


Bento XVI: "Em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. GS, 75)".
Hoje às 7 horas da manhã (horário de Brasília) o Papa Bento XVI recebeu em Roma os bispos da Regional Nordeste 5 (Bispos do Maranhão) e tratou da defesa da vida e do dever que os bispos tem de, sempre que necessário, se pronunciarem sobre eleições.