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| Na Bolívia, o ditador Evo Morales presenteia o Papa uma foice e martelo sobre a qual o Santíssimo Redentor está crucificado |
Excerto do livro: “A mudança de paradigma do Papa Francisco: continuidade ou ruptura na missão da Igreja? Relatório de cinco anos do seu pontificado” Veja o texto completo no site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
O atual pontífice tem-se de fato mostrado muito próximo das reivindicações desses grupos ou governos.
A despeito dos resultados desastrosos do “socialismo real” — por exemplo, o martírio de muitos cristãos e a difusão da miséria — e de seu caráter antinatural, Francisco tem afirmado várias vezes que o comunismo roubou a bandeira do Cristianismo na luta a favor dos pobres, dando a impressão de que se trata de uma ideia que, afinal de contas, é bem intencionada.
E a geopolítica vaticana parece hoje cultivar um relacionamento privilegiado com regimes que da Venezuela até a China se inspiram mais ou menos diretamente no socialismo real, qualificado no pontificado de João Paulo II de “vergonha de nosso tempo” pelo então cardeal Joseph Ratzinger no célebre documento “Libertatis Nuntius”, o qual condenava a Teologia da Libertação.


















