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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Acordo EUA-Castro-Vaticano multiplica as desgraças dos médicos cubanos em fuga

Medicina cubana: sala de emergências num posto de saúde em Cuba
Medicina cubana: sala de emergências num posto de saúde em Cuba



Os cubanos estão abandonando em massa as “missões médicas” da Venezuela, combinadas por Fidel Castro e o defunto Hugo Chávez e reeditadas no Brasil com o plano “Mais Médicos”.

A Colômbia é o primeiro país de destino desses sofridos cubanos, após fugirem da Venezuela.

Assim que conseguem sair do pesadelo do socialismo do século XXI, os cubanos apelam para o programa de vistos dos EUA, que concede facilidades aos fugitivos do comunismo castrista.

Por essa via, eles podem chegar até o final de seu longo e sofrido calvário.

Porém, o restabelecimento de relações entre a ditadura castrista e o presidente Obama, patrocinado pelo Papa Francisco, está fechando essa janela para a liberdade e reforçando o esquema de controle opressor.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Comércio de médicos escravos rende quase US$ 8 bi por ano a Cuba

Médicos cubanos chegam ao aeroporto de Monrovia, capital da Libéria.
Médicos cubanos chegam ao aeroporto de Monrovia, capital da Libéria.


Uma prática inumana suscita arroubos de indignação quando se trata da falar mal da era cristã e da Igreja Católica.

Mas “está tudo bem” quando é feita por comunistas e anticristãos. Essa prática está sendo operada em escala mundial pelo governo cubano, favorecido pelo governo americano e pela diplomacia vaticana.

Trata-se do comércio de escravos, sistemático e em grande escala. Ele é definido em acordos internacionais como uma atividade própria do “crime organizado, no qual seres humanos são tratados como objetos a serem comerciados e explorados”.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

700 médicos cubanos fugiram da Venezuela em 2013

Médicos e maestros cubanos fogem da Venezuela mas são presos em El Salvador
Médicos e maestros cubanos fogem da Venezuela
mas são presos em El Salvador

A ditadura, a crise econômica e a insegurança na Venezuela fizeram com o que o número de médicos cubanos que abandonaram seu trabalho — escravo — e fugiram para os EUA duplicasse no último ano, atingindo a marca de 700 desertores, noticiou “O Globo” (17.11.2014).

O jornal carioca cita informações da ONG norte-americana Solidariedade Sem Fronteiras (SSF), com sede em Miami, que faz a assessoria de médicos que tentam se regularizar no país.

Do total de 5 mil pessoas acolhidas pela SSF, 2.637 são médicos que conseguiram fugir de Cuba.

Júlio César Alfonso, presidente da SSF, é um deles. Aos 46 anos, vive nos EUA desde 2009, para onde foi como refugiado político.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Miséria de pesadelo nos hospitais venezuelanos

Hospital Pérez Carreño, Caracas, com crise de insumos
Hospital Pérez Carreño, Caracas, com crise de insumos

Os hospitais privados venezuelanos estão entrando no apavorador esquema dos hospitais cubanos.

Para os cidadãos, inclusive os que têm seguro médico, o pesadelo virou realidade, escreveu “El País” de Madri.


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Crueldade e liberticidio
assomam no “Mais Médicos”

A Dra. Ramona Matos mostra pedido de refúgio no Brasil
Não ficou: tinha medo de ser deportada a Cuba

Os médicos cubanos Ramona Rodriguez e Ortélio Guerra, que abandonaram o “Mais Médicos” no Brasil, declaram que não lamentavam deixar o País.

Eles agora estão em Miami e querem trabalhar como assistentes ou técnicos em clínicas americanas, adaptando-se à nova realidade, segundo ouviu a “Folha de S.Paulo”.

Eles aceitaram postos inferiores na enfermagem, enquanto se preparam para revalidar seus títulos. Revalidação que não será fácil, considerando-se o abismo que separa o miserável sistema médico cubano e a exigente formação dos médicos nos EUA.

Mas, segundo Ramona, o esforço, vale a pena, pois no Brasil eles viviam na contínua insegurança de serem embarcados pela força para Cuba. “Minha primeira opção era os EUA. No Brasil, tinha medo de ser deportada”, disse ela à “Folha”.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Cinco cubanos fogem do “Mais Médicos”
e procuram asilo no Brasil e nos EUA

A Dra. Ramona Matos Rodriguez foi a primeira
A Dra. Ramona Matos Rodriguez foi a primeira
A primeira foi a médica cubana Ramona Matos Rodríguez, 51, que rompeu o muro do sub-reptício controle político-policial cubano, abandonando o programa Mais Médicos, combinado entre os governos do Brasil e de Cuba, informou largamente a prensa nacional e internacional.

Chegada ao País em dezembro, ela trabalhava em Pacajá, Estado de Pará, de onde fugiu, obtendo proteção de políticos oposicionistas em Brasília. Em entrevista de imprensa ela explicou uma das coisas que já se sabia: ela foi enganada com uma falsa promessa de ordenado.

Em Cuba lhe fizeram acreditar que o governo brasileiro pagaria R$ 10.000 (4.000 dólares aproximadamente) a Cuba e que ela receberia a metade. Seria uma fortuna se comparado com os miseráveis ordenados da ilha-prisão.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Três mil médicos cubanos fogem da Venezuela

Médicos cubanos num posto de saúde, Guarenas, Venezuela
No último ano por volta de três mil cubanos, na sua maioria médicos, fugiram para os Estados Unidos abandonando suas escravizadoras funções em planos sociais da Venezuela, informou “El Universal”, o maior quotidiano de Caracas.

Segundo o jornal, o fato em si não é tão novo, mas o número é impressionante: 60% a mais em relação a 2012.

No território americano já havia por volta de cinco mil médicos e enfermeiras cubanas que fugiram do mundo todo. Porém, no dia 1º de dezembro a cifra atingiu o patamar de oito mil. 98% deles chegou proveniente da Venezuela.

Os dados foram revelados pelo Dr. Julio César Alfonso, presidente de Solidariedade sem Fronteiras (SSF), ONG com sede em Miami que auxilia os médicos cubanos que fogem dos despóticos planos sociais que Havana vende como “economia de serviços” no mundo todo.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Médicos Cubanos: O Cavalo de Tróia parou e dele desceram milhares de homens com avental branco

Ministro da Saúde brasileiro, Alexandre Padilha,
recebe o primeiro batalhão de médicos cubanos que chegou ao Brasil
Leo Daniele (*)

Uma gentileza dos irmãos Castro para a Presidente Dilma e para a massa ingênua desta Terra, é o que talvez alguns pensem a respeito da importação/exportação de 4 mil médicos cubanos para cá. É muito grande a amabilidade! Para uma pequenina ilha! Nada rica! Quanta bondade! Mas… será mesmo que não têm segundas intenções?

Para uso dos ingênuos, enumeramos uma pequena lista de segundas, terceiras, reais intenções, consubstanciadas em algumas vantagens para o governo cubano e para o comunismo internacional — que estão por detrás da exportação/importação dos médicos.

domingo, 8 de setembro de 2013

Drama dos médicos cubanos: praticam um “curandeirismo” escravos de paramilitares, diz doutor que fugiu a Miami


O cubano Gilberto Velazco Serrano, 32, aprendeu a ser médico com livros desatualizados, sem medicamentos nem equipamentos.

“É triste, mas eu diria que o que se pratica em Cuba é uma medicina quase de curandeirismo”, disse em entrevista a Aretha Yarak da “Veja” (31/08/2013).

Gilberto foi enviado à Bolívia em 2006 para uma “ação humanitária” e logo percebeu que estava em meio a uma manobra de pregação da ideologia comunista.

Velazco não aceitou o regime de servidão escravocrata e fugiu. De início pediu abrigo político no Brasil, mas obteve uma situação provisória.

Ele agora mora com a família em Miami, EUA e estuda para revalidar seu diploma.

Eis excertos de sua entrevista à “Veja”:

Como os médicos são selecionados para as missões?

Eles são obrigados a participar. Em Cuba, se é obrigado a tudo, o governo diz até o que você deve comer e o que estudar. As brigadas médicas são apenas uma extensão disso.

domingo, 1 de setembro de 2013

Médicos escravos hoje, e amanhã o que mais virá?

O finado Hugo Chávez com Raul Castro, Evo Morales e Lula da Silva:
medicina cubana não salvou o venezuelano e quase matou Fidel
Helio Dias Viana (*)
Os médicos cubanos favorecidos pelo programa “Maus Médicos” do governo federal — como já vem sendo chamado — ocuparão lugares de médicos brasileiros.

Estes últimos serão dispensados por algumas prefeituras para as quais os cubanos ficarão mais baratos, pois além de se dispensarem de pagar salários mais elevados a profissionais brasileiros, a bolsa de 10 mil [cuja quase totalidade irá para o regime comunista de Cuba!] será totalmente custeada pela União.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Há anos, médicos cubanos estão fugindo de regime escravocrata castrista-chavista

Pronto socorro em Cuba

Sete médicos e um enfermeiro cubanos estão processando Cuba, Venezuela e a PDVSA (a petroleira estatal venezuelana) por conspiração para obrigá-los a trabalhar em condições de “escravos modernos”, como pagamento pela dívida cubana com o Estado venezuelano por fornecimento de petróleo, segundo informação do site venezuelano Noticias24.

Só que a notícia não é de agora!!! É de 2010!!!

domingo, 25 de agosto de 2013

Chegam os médicos cubanos. E a polícia secreta cubana também?

Os médicos cubanos na Venezuela ficam sob o controle de policiais cubanos.
Muitos fugiram do esquema escravocrata.
Mas muitos ficaram agindo como agentes e espiões.
No Brasil teremos a polícia política cubana entre eles?
E a soberania nacional não correrá riscos?

§ Helio Dias Viana (*) 

A insistência do governo brasileiro em contratar médicos cubanos — oficializada na última terça-feira, após ter sido desmentida mais de uma vez — é inquietante e revela que os atuais responsáveis pelo País parecem decididos a encaminhá-lo no mesmo rumo da Venezuela.

De um lado, como o Brasil tem 400 mil médicos, nosso problema não é a falta deles, mas de condições básicas para o exercício da medicina nas zonas periféricas e recônditas, conforme declararam os órgãos competentes da classe. E não deixa de ser curioso imaginar que um País com uma tal quantidade de médicos ainda precise de apenas de 15 mil, como se esse contingente não pudesse ser preenchido por nacionais.