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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Agricultura lidera preservação no Brasil mas é hostilizada pelo ambientalismo

Evaristo de Miranda, chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite demonstrou, mais uma vez que o Brasil é potência em preservação ambiental
Chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite
demonstra que o Brasil é potência em preservação ambiental
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





O Dr. em Ecologia Evaristo de Miranda, chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite demonstrou, mais uma vez que o Brasil grande produtor de alimentos, energia e fibras, é uma potência em preservação ambiental, em artigo para “O Estado de S.Paulo”.

Mais de 66% do território nacional é recoberto por vegetação nativa. E esse número sobe para quase 75% quando agregadas as áreas de pastagem nativa do Pantanal, do Pampa, da Caatinga e dos Cerrados.

Toda a produção de grãos (milho, arroz, soja, feijão...), fibras (algodão, celulose...) e agroenergia (cana-de-açúcar, florestas energéticas...) ocupa 9% do País.

Os agricultores preservam mais vegetação nativa no interior de seus imóveis (20,5% do Brasil) do que todas as unidades de conservação juntas (13%)!

Mais de 4,1 milhões de imóveis rurais, somando uma área superior a 410 milhões hectares, estavam cadastrados no Serviço Florestal Brasileiro até maio de 2017.

Os agricultores informaram detalhadamente, num mapa com base em imagens de satélite e em diversas fichas, todo o uso e ocupação de suas terras, em conformidade com o Código Florestal.

É como se ao declarar o Imposto de Renda o contribuinte informasse a planta da casa, a disposição de cada móvel, o uso de cada cômodo e ainda, na Amazônia, por exemplo, deixasse claro que não utiliza 80% de seu apartamento a título de reserva legal. 

E que cuida de tudo e paga impostos, mesmo sobre o que lhe é vedado usar.

Os dados finalizados pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) demonstram o papel único da agropecuária na preservação ambiental.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Roraima: novas perseguições
contra os produtores rurais

Raposa/Serra do Sol: antes, durante e depois. O Brasil amanhã: como é que vai ser?
Raposa/Serra do Sol: antes, durante e depois. O Brasil amanhã: como é que vai ser?

Paulo Henrique Chaves


O drama e a dor de Dorinha Serra da Lua

O Estado de Roraima ainda não se recuperou da tragédia representada pela expulsão de mais de 300 famílias.

Há sete anos, em decorrência da criação da terra indígena Raposa/Serra do Sol, proprietários da região foram cruelmente retirados de suas próprias casas.

Agora nova perseguição se abate sobre outros pioneiros ruralistas, pois a febre de demarcações dos governos do PT não cessa.

Para perseguir as propriedades eles são capazes de “ressuscitar” novos índios, inventar falsos quilombolas, criar assentamentos de Reforma Agrária, e também parques ecológicos de conservação ambiental em terras de ocupação centenária.

Assista abaixo ao depoimento emocionado de Dorinha Serra da Lua, que conta sua história de seu nascimento e, ao mesmo tempo, desabafa sobre como vem sendo este novo processo de desapropriação no Estado de Roraima, com pretexto de preservar o meio ambiente!


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

O BRASIL ACABOU?



Paulistano, agrônomo, tem mestrado e doutorado em ecologia pela Universidade de Montpellier (França). Com centenas de trabalhos publicados no Brasil e exterior, é autor de 35 livros. Pesquisador da Embrapa, ele já implantou e dirigiu três centros nacionais de pesquisa. Atualmente, é o coordenador do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica – GITE da EMBRAPA.

Em 25 anos, o Governo federalizou quase 35% do território nacional destinando-o a unidades de conservação, terras indígenas, comunidades quilombolas e assentamentos de reforma agrária.

Sem planejamento estratégico adequado, esse conjunto de territórios resultou essencialmente da lógica e da pressão de diversos grupos sociais e políticos, nacionais e internacionais.