segunda-feira, 19 de março de 2018

Partido das FARC interrompeu campanha diante da rejeição popular

Os apoios vaticanos aos "acordos de paz" não adiantaram de nada porque o povo colombiano não engoliu o iníquo embuste
Os apoios vaticanos aos "acordos de paz" não adiantaram de nada
porque o povo colombiano não engoliu o iníquo embuste
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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sócio do IPCO,
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A velha guerrilha marxista colombiana FARC conservou a sua sigla, mas mudou o nome para Força Alternativa Revolucionária do Comum.

Este partido recolhe as vantagens desproporcionadas que lhe concederam arbitrariamente os “acordos de paz” assinados pelo governo do presidente Santos com o apoio das diplomacias cubana e vaticana.

Porém, o novo e espúrio partido anunciou suspendeu a campanha eleitoral, iniciada em função das próximas eleições legislativas colombianas de 11 de março e presidenciais de 27 de maio.

Os ex-guerrilheiros pré-candidatos ao Congresso e o pré-candidato à Presidência, Rodrigo “Timochenko” Londoño, haviam lançado sua campanha em 27 de janeiro de 2018.

Mas os resultados foram decepcionantes: nos comícios compareceu um público muito mais reduzido do que o esperado.

Eles também tentaram fazer uma caravana pelo interior do país. Mas foram acolhidos com gritos de “assassinos”, acusações muito verdadeiras e muito preocupantes para lobos disfarçados de ovelhas, informou a “Folha de S.Paulo”. 

Mas não ficou por ali. Eles foram alvos de ameaças pessoais, de queimas de bandeiras partidárias com a rosa e a estrela marxista, a mesma que foi projetada na catedral da capital de Bogotá no período do lançamento.

Em outras localidades, a população montou barricadas para impedir a passagem dos atuais “ex-guerrilheiros”.

Em Armenia, cidade natal de Timochenko, ele e seus ativistas foram atacados violentamente e obrigados a sair correndo no carro blindado, que acabou danificado.

O repúdio de grande parte da população colombiana aos famigerados “acordos de paz” foi percebido ao vivo por Imelda Daza, pré-candidata da “ex-guerrilha” à vice-presidência.

A saúde do chefe guerrilheiro Timochenko não resistiu ao repúdio popular.
A saúde do chefe guerrilheiro Timochenko
não resistiu ao repúdio popular.
Ela disse que a suspensão da campanha será mantida até que o governo garanta a segurança dos subversivos, que por arte da magia dos “acordos de paz” estão convertidos em tenros cordeiros democráticos.

Imelda queixou-se de que no ambiente atual sua agrupação não consegue apresentar suas propostas à sociedade, pois não pode sequer fazer comícios dignos desse nome.

Os “acordos de paz” deram ajuda monetária para que o partido das FARC pudesse fazer campanha e tivesse garantida a segurança dos “ex-guerrilheiros” pré-candidatos.

Os acordos, bem patrocinados por Cuba e pelo Vaticano, também lhes garantem dez postos (cinco na Câmara dos Deputados e cinco no Senado), ainda que as FARC não consigam obtê-los pelas urnas.

Dinheiro oficial, cumplicidades diplomáticas, cobertura policial, nada adiantou. O povo colombiano não quer saber desses personagens, que ele tem em conta de delinquentes marxistas mascarados.

Daza alega que as manifestações populares são orquestradas por partidos ou grupos conservadores, um método fácil para desqualificar e tirar do páreo os que não pensam como as FARC.

O pré-candidato à Presidência, senador Iván Duque, negou a patranha e disse que as FARC deveriam aprender com as expressões de rejeição pública do povo colombiano.

Soa estranho que as FARC não tivessem percebido antes a inviabilidade de sua aventura partidária. Porém, o estardalhaço midiático nacional e internacional em favor dos acordos parece tê-las ensurdecido e tirado o senso da realidade.

As pesquisas eleitorais, que também na Colômbia acostumam ser enviesadas para a esquerda, apresentavam um horizonte negro para os “subversivos” com pele de “democratas”.

Seu principal líder, Timochenko, conseguia apenas 1% das intenções de voto.

Demagogia não adiantou e Timochenko desistiu gravemente doente. FARC só ganhou cadeiras cativas muito 'democráticas'.
Demagogia não adiantou e Timochenko desistiu gravemente doente.
FARC só ganhou cadeiras cativas muito 'democráticas'.
A divisão estourou nas FARC. Alguns quiseram fazer uma campanha por todo o território nacional. Mas outros quiseram se restringir às regiões onde ainda é quente a lembrança das crueldades da guerrilha e a população atemorizada votaria por ela.

Nos centros urbanos – como a capital Bogotá, ou em regiões onde houve mais combates, como Antioquia e Valle del Cauca – a rejeição é maior.

Essa distribuição geográfica da recusa patenteia que a Colômbia está longe de estar anestesiada. A propaganda maciça dos púlpitos e de muitos bispos, além do próprio Papa Francisco, do governo e do macrocapitalismo publicitário, serviu de muito pouco.

Timochenko acabou sofrendo grave crise de saúde e desistiu da candidatura. Seu partido só ganhou as cadeiras cativas pelo “acordo de paz”, sem obter apoio popular minimamente apresentável.

“Para a esquerda, foi uma catástrofe histórica”, disse o analista Yeann Basset, diretor do Observatório de Processos Eleitorais da Universidade de Rosario à agência France Press.

E de fato o foi para todos aqueles que acompanharam e apoiaram o enganador “processo de paz” cozinhado entre Havana, Vaticano e o Washington de Obama.


segunda-feira, 5 de março de 2018

Brasil sendo desgarrado: a Panamazônia “místico-ecológica” se prepara para ver a luz

Papa Francisco em Puerto Maldonado: rumo a uma igreja panamazônica místico-ecológica desgarrada do Brasil.
Papa Francisco em Puerto Maldonado:
rumo a uma igreja panamazônica místico-ecológica
desgarrada do Brasil.
Luis Dufaur
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A Comissão Pastoral da Terra – CPT elaborou um censo acolhido entusiasticamente pelo comuno-progressismo do mundo inteiro e no Vaticano em particular: o “Atlas de Conflitos na Amazônia”.

Trata-se de números sobre vítimas de conflitos agrários no Brasil. Segundo a CPT, seriam 93.800 famílias envolvidas em 977 conflitos violentos pela terra apenas na região amazônica.


O Atlas volta ao ritornelo: fazer reforma agrária a nível nacional e punir os culpados da violência que obviamente não têm nada a ver com a CPT, livre de toda culpa.

Darlene Braga, representante da CPT carrega a demagogia: “as comunidades são massacradas, abusadas, oprimidas, despojadas de seus territórios; os habitantes estão proibidos de caçar, pescar, construir casas e canoas, perdem a soberania de seu território”.

Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB sublinha que a pesquisa poderá “acordar as pessoas sobre as verdades profundas da Amazônia”.

O “Atlas” saiu num contexto claramente político contra o governo federal que considerava abrir a Reserva Nacional de Cobre e Associados para a exploração mineira.

Dom Leonardo prometeu levar o “Atlas” ao Papa Francisco, que está muito interessado na Amazônia.

Francisco I em Puerto Maldonado. Não há sorrisos para a produção racional, para a propriedade e a civilização
Francisco I em Puerto Maldonado. Não há sorrisos
para a produção racional, para a propriedade e a civilização
E de fato está, mas por razões que também englobam a luta de classes estimuladas pela CPT, mas que vão muito mais longe.

Porque a subversão na Amazônia e seu eventual desgarramento do Brasil para ser entregue a um ente “místico-ecológico” está adquirindo novas formas.

A oficialização do início desse estranho processo separatista já tem data marcada.

O Papa Francisco marcou uma Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos da região Panamazônica para outubro de 2019, segundo informou o jornal vaticano “L’Osservatore Romano”.

A primeira reunião simbólica desse Sínodo aconteceu em Puerto Maldonado, durante a visita do Pontífice ao Peru em janeiro deste ano (2018).

Segundo explicou o Papa Francisco trata-se de uma nova evangelização. Mas não no sentido da pregação dos Evangelhos, mas visando manter os indígenas na sua condição primitiva enquanto órgãos da floresta amazônica.

E a Amazônia essa vale enquanto “pulmão do planeta” do qual depende a existência do todo, disse.

No mito do “pulmão do planeta” ninguém mais acredita nem mesmo os mais radicais ambientalistas.

Mas, aceita a mentirada como dado inconteste, tem que se concluir que todo o globo depende desse pulmão. Sendo assim um poder planetário deve custodiá-lo, e não uma nação, como o Brasil e seus vizinhos.

O secretário geral da Conferência Episcopal Equatoriana, Mons. Rene Coba Galarza, após encontro com o Papa Francesco esclareceu que o pontífice não quer que os indígenas saiam de suas superstições e visões do mundo.

Francisco em Puerto Maldonado. A nova evangelização não visa tirar os índios do primitivismo e da superstição. Mas iniciar os futuros "ex-civilizados" na integração com a natureza divinizada
Francisco em Puerto Maldonado. A nova evangelização
não visa tirar os índios do primitivismo e da superstição.
Mas iniciar os futuros "ex-civilizados"
na integração com a natureza divinizada
Quem administrará a imensa entidade “místico-ecológica” arrancada de seus respectivos países soberanos com toda a complexidade de problemas próprios dela?

Para a confraria comuno-ambientalista a resposta é uma só: as inefáveis ONGs verdes ideologizadas e irrigadas com dinheiro internacional.

Entre essas pretende sobressair uma “nova Igreja”, a “Igreja Amazônica” que se forjaria no dito Sínodo e cujos ministros, muito diversos dos beneméritos missionários, integrariam uma casta religiosa associada com os militantes das ONGs mais radicais.

O cardeal brasileiro Claudio Hummes, grande amigo do Papa Francesco, foi nomeado presidente da Comissão Episcopal para essa nova Amazônia.

A Comissão vai herdar todas as experiências do CIMI e da CPT, e vai amalgamá-las numa fórmula de revolução mais ousada.

Para isso poderá esgrimir com os sofismas instilados na encíclica Laudato si’ também embebida de Teologia da Libertação e princípios do ocultismo pagão em estranha colusão.


segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

CO2: Brasil não cumpre o impossível,
mas ambientalistas querem mais e pior!

Inútil: John Kerry, Secretário de Estado da administração Obama assina demagogicamente o Acordo de Paris. O presidente Trump anulou tudo.
Inútil: John Kerry, Secretário de Estado da administração Obama
assina demagogicamente o Acordo de Paris. O presidente Trump anulou tudo.
Luis Dufaur
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O Brasil está longe de cumprir as metas climáticas que impôs a si mesmo no âmbito do Acordo de Paris e caminha na contramão das políticas climáticas implementadas na era petista, reconheceu a ‘Folha de S.Paulo’.

Em Paris, a então presidente Dilma Rousseff prometeu demagogicamente que o País reduziria em 37% as emissões de CO2 – o bicho papão do aquecimentismo climático – até 2025.

Mas essas subiram 8,9% só em 2016 tornando ainda mais inverossímil a espalhafatosa meta. Isso obviamente preocupa às organizações e militantes verde-vermelhos que agitam o inexistente fantasma das “mudanças climáticas”.

Eles exigem mais rigor estatista para estrangular mais o País implementando a irreal agenda ambiental prometida em Paris.

Neste blog tivemos repetidas ocasiões de mostrar que a meta apresentada pela heroína climática petista era uma fantasia irrealizável.

Porém, ela escondia um objetivo encravado no coração petista: arruinar o Brasil paralisando sua indústria e seu agronegócio para “salvar o planeta”. Isso deveria levar a um miserabilismo de tipo cubano.

Reprimir as emissões de CO2, o gás da vida, não influiria nada no clima, como foi de mostrado pelos melhores cientistas do País na matéria. Veja embaixo por exemplo as declarações do Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion, lá em 2010!, sobre o assunto.

Acresce que para atingir a fabulosa proporção de - 37%, as esquerdas e os ainda mais radicais militantes ambientalistas sonhavam com medidas socialistas ditatoriais.

Essas deviam interromper a expansão da área cultivável – e se possível reverte-la – ferir o coração energético da atividade industrial e condenar os cidadãos a andar só de transporte público – dono de carro seria tido como bandido – e idealmente passar à bicicleta como na China de Mao Tsé Tung.

O gado é indiciado como mais um culpado do aquecimento global!!! Metas do acordo de Paris são absurdas
O gado é indiciado como mais um culpado do aquecimento global!!!
Metas do acordo de Paris são absurdas
Ou, ainda mais virtuosamente se adaptar a uma choça indígena primitiva para evitar o aquecimento que transformaria a Terra num planeta ardente e desértico.

Hoje figuras emblemáticas do PT e de seu esquema de corrupção estão às voltas com a Justiça.

E, no âmbito internacional, a saída dos EUA do ruinoso acordo parisiense jogou uma paulada de cal nele.

Se os EUA ficam de fora, muitos outros países já deixaram entender que não levarão a sério o que assinaram. O Acordo de Paris ficará tão oco como o Protocolo de Kyoto que pretendia substituir.

A vida normal falou: a meta ideologicamente enviesada é inatingível e a emissão de gás da vida aumentou naturalmente em 8,9%.

Mas a confraria ecolo-anarquista parece cega. Em vez de sossegar e criar juízo volta à carga com mais propostas no sentido do acordo hoje semi-morto.

Esperneiam contra a medida provisória 795 em andamento no Legislativo, que concede incentivos fiscais ao setor de óleo e gás, máximo demônio capitalista emissor de CO2 no mundo

Para Viviane Romeiro, do WRI (World Resources Institute) o Plano Decenal de Energia (PDE) mostra que o governo brasileiro desconhece as agendas de clima. E isto, na linguagem da confraria verde, é crime contra o planeta.

Segundo ela, o Brasil não só não cumpre o que prometeu no Acordo de Paris, mas nem mesmo as promessas anteriores previstas na Política Nacional de Mudança do Clima.

Repetimos: são impossíveis de serem cumpridas porque ideologicamente enviesadas e contrárias à natureza.

Ativistas profissionais tentaram sem resultado reverter a frustração da COP23 em Bonn. Fanatismo ecolo-comunista não pretende abandonar exigências insensatas.
Ativistas profissionais tentaram sem resultado reverter a frustração da COP23 em Bonn.
Fanatismo ecolo-comunista não pretende abandonar exigências insensatas.
O WRI pede uma montanha faraônica de reformas para enforcar os satanizados emissores de CO2, e enforca-los para sempre.

Nesse sentido, há burocracia e mais burocracia que ainda não saiu do papel, deplora o WRI.

Toda espécie de instrumentos financeiros, comitês interministeriais, Fundos, Programas e Planos, reforma agrária de cunho ecológico e miserabilista aguarda uma faraônica concretização.

Tudo, em poucas palavras, para sepultar embaixo de uma pirâmide de controles a todos e cada um dos brasileiros.

Desde as altas finanças até o camponês em contato com a terra, passando sem perdoar pelos aspectos mais miúdos da vida quotidiana.

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, espalha otimismo sobre os “avanços” obtidos na COP-23 do Clima embora tenha sido realizada em Bonn em novembro de 2017 num clima de frustração pela ausência dos EUA.

Enquanto o ministro discursava no evento, foi aprovado o PLANAVEG, que prevê restaurar 12 milhões de hectares de florestas. Leia-se tirá-las da civilização.

A revolução ambientalista não parou. A utopia radical continua pedindo mais vítimas.


Climatologista sério anunciava em 2010 o arrefecimento global para pasmo de jornalistas crentes do mito do aquecimento global





segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Argentina: alerta contra urna eletrônica

Órgão científico argentino desabona voto electrônico
Órgão científico argentino desabona voto electrônico
Luis Dufaur
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O Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET), órgão científico do governo argentino recomendou ao Ministério do Interior em documento oficial “não implementar” o voto eletrônico no país, nem “no curto e nem no mediano prazo”.

A instituição científica argentina contradisse a reforma eleitoral desejada pelo governo federal. Após grande vitória nas últimas eleições legislativas, o chefe de gabinete, Marcos Peña, exultou: “desejamos que esta seja a última eleição com boletim de papel”.


Por certo, historicamente, a votação com boletim de voto foi objeto de abusos. A presidente “bolivariana” Cristina Kirchner foi a mais recente e a mais destacada e ativa figura política nessas manipulações imorais.

Mas para os técnicos e cientistas argentinos a urna eletrônica é um instrumento ainda pior do ponto de vista da manipulação e seus resultados são ainda mais facilmente falsificáveis.

O relatório elaborado pelo CONICET recomendou mais sensatamente fomentar a educação moral e técnica dos responsáveis das mesas de voto.

Sem melhorar os “níveis de maturidade” moral não se pode pensar em “sistemas com a necessária qualidade particularmente nos quesitos de segurança e integridade”, observou.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

“Queimem o Papa!” respondem feministas à “acolhida” do relativismo

Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
Luis Dufaur
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Uma parada composta por alguns milhares de feministas e militantes LGBT atacou a catedral de Resistencia, no nordeste argentino, tentando atear-lhe fogo, pichando-a, jogando garrafas e pedras, segundo ficou registrado em vídeos citados por “LifeSiteNews”.

Esse tipo de mulheres – qualificadas pela imprensa local de “feminazis” – tentou primeiro incendiar a porta da catedral, assanhando-se contra uma imagem da Bem-aventurada Virgem Maria que reina na fachada do prédio sagrado.

Para maior escárnio, algumas delas se apresentaram em topless, com o busto pichado com blasfêmias e slogans da agenda LGBT.

O ódio à religião e à pureza dos costumes levou-as a se revoltar contra os prédios e monumentos da cidade, cujo estilo reflete os gostos e a alma católica.

Não foram poupados escolas, prédios de escritórios e monumentos a personalidades históricas. Os prédios foram pichados com frases como “Vai matar teu pai, teu namorado e teu irmão”; “Queimem o Papa”, “Padres abusadores”, “Abortem os meninos”, “Morte aos homens”, etc.

As pessoas que tentaram interpor-se pacificamente entre as mulheres e a catedral foram sujadas com sprays de tinta.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

“Igreja pan-amazônica”: “a última loucura” para desfazer o Brasil?

“Igreja pan-amazônica” seria “a última loucura” para desfazer o Brasil?
“Igreja pan-amazônica” seria “a última loucura” para desfazer o Brasil?
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Luis Dufaur
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Criar um santuário ecológico desmembrando oito nações sul-americanas?

Forjar uma nova realidade místico-tribal no território amazônico apagando fronteiras e passado das nações?

Parece absurdo, mas essa é a ideia que explica o fundo do chamado Corredor Tríplice A ou Caminho da Anaconda.

O projeto engoliria de início 200 milhões de hectares desde os Andes até o Atlântico, ou uma terça parte da superfície amazônica.

O projeto é tido por seus promotores como a “última loucura” em matéria ambientalista.

O principal promotor é a Fundação Gaia Amazonas, presidida por Martin von Hildebrand, que há três anos vem arregimentando ONGs internacionais, ministérios, academias de ciência, reservas indígenas e o próprio Vaticano.

Uma grande reportagem sobre o ameaçador projeto foi publicada pelo jornal colombiano “El Espectador”. Ela foi divulgada em português pelo Instituto Humanitas Unisinos – ADITAL

A reportagem sublinha, bem no espírito da manobra, que “a ideia é tão maluca que, por isso mesmo, é possível”.

Para quem folheia a literatura verde ambientalista não é bem uma doidice mas um plano inteiramente de acordo com as mais extremadas metas da revolução ambientalista.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Milhares de argentinos pedem tirar referências públicas ao “Che” Guevara

Estátua do “Che” repudiada na sua cidade natal
Estátua do “Che” repudiada na sua cidade natal 
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Enquanto a grande mídia internacional dedicava destacados espaços ao cinquentenário da morte do guerrilheiro marxista Ernesto “Che” Guevara, em Rosário, cidade natal dele, milhares de argentinos assinavam uma petição à prefeitura pedindo remover todos os sinais públicos do “legado assassino do comunismo e dessa figura”.

O abaixo-assinado visa especialmente um monumento público do líder subversivo de quatro metros de altura e 1,5 toneladas de peso. Para isso já coletou mais de 19.000 adesões.

Mas também pede à prefeitura de Rosário “que remova todos os monumentos e honras para essa figura” incluindo “uma placa na casa natal, uma pintura mural e um percurso turístico, a nomeação como cidadão ilustre, a dedicação em seu nome de um trecho de uma autoestrada, uma praça e um Centro de Estudos Latino-americanos municipal”.

Também julgam preocupante o anúncio de um selo comemorativo pelo Correio nacional e a dedicação a seu nome da aula magna da Faculdade de Medicina na Universidade Nacional de Rosário.

A “Fundación Bases” que promove o abaixo-assinado afirma que “o legado assassino do comunismo não merece homenagens oficiais de feitio partidário-ideológico financiadas com os impostos de todos os cidadãos”.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A solução está em Aparecida e não em Brasília

Nossa Senhora Aparecida
Nossa Senhora Aparecida
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No Terceiro Centenário de Nossa Senhora Aparecida


Existem devoções nacionais a Nossa Senhora, como é o caso de Aparecida, da mesma maneira que há grandes invocações que têm uma realeza entre as invocações de Nossa Senhora, como é o caso de Nossa Senhora do Rosário.

Quase não existe um país da Terra que não tenha uma grande devoção a Nossa Senhora e de que Ela não seja, debaixo de algum título, a Padroeira.

Também existem as invocações a Nossa Senhora das regiões e das cidades, como é, por exemplo, Nossa Senhora da Penha, em São Paulo.

E, às vezes, ainda há imagens de Nossa Senhora particularmente invocadas numa paróquia, numa parte de uma cidade, etc.

Há até famílias que têm uma devoção especial por alguma imagem de Nossa Senhora por alguma relação especial dEla com aquela família.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Agricultura lidera preservação no Brasil mas é hostilizada pelo ambientalismo

Evaristo de Miranda, chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite demonstrou, mais uma vez que o Brasil é potência em preservação ambiental
Chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite
demonstra que o Brasil é potência em preservação ambiental
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O Dr. em Ecologia Evaristo de Miranda, chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite demonstrou, mais uma vez que o Brasil grande produtor de alimentos, energia e fibras, é uma potência em preservação ambiental, em artigo para “O Estado de S.Paulo”.

Mais de 66% do território nacional é recoberto por vegetação nativa. E esse número sobe para quase 75% quando agregadas as áreas de pastagem nativa do Pantanal, do Pampa, da Caatinga e dos Cerrados.

Toda a produção de grãos (milho, arroz, soja, feijão...), fibras (algodão, celulose...) e agroenergia (cana-de-açúcar, florestas energéticas...) ocupa 9% do País.

Os agricultores preservam mais vegetação nativa no interior de seus imóveis (20,5% do Brasil) do que todas as unidades de conservação juntas (13%)!

Mais de 4,1 milhões de imóveis rurais, somando uma área superior a 410 milhões hectares, estavam cadastrados no Serviço Florestal Brasileiro até maio de 2017.

Os agricultores informaram detalhadamente, num mapa com base em imagens de satélite e em diversas fichas, todo o uso e ocupação de suas terras, em conformidade com o Código Florestal.

É como se ao declarar o Imposto de Renda o contribuinte informasse a planta da casa, a disposição de cada móvel, o uso de cada cômodo e ainda, na Amazônia, por exemplo, deixasse claro que não utiliza 80% de seu apartamento a título de reserva legal. 

E que cuida de tudo e paga impostos, mesmo sobre o que lhe é vedado usar.

Os dados finalizados pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) demonstram o papel único da agropecuária na preservação ambiental.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Guerra Fria prossegue em Cuba com “doenças” esquisitas

Embaixada dos EUA em Havana
Embaixada dos EUA em Havana
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Os EUA pediram ao governo cubano licença para a saída de dois de seus diplomáticos, atingidos em 2016por estranha doença, noticiou a mídia mundial.

Vários funcionários da embaixada manifestaram uma inexplicável perda auditiva. O Canadá também confirmou que alguns de seus diplomatas na ilha haviam sofrido um “ataque acústico” similar, acrescentou “Clarín”.

Após uma investigação de meses, os EUA concluíram que os diplomatas foram atacados por meio de uma avançada arma sonora que funciona fora de alcance audível e está instalada perto de suas residências.

Segundo Ottawa, pelo menos um de seus diplomatas em Cuba foi tratado num hospital com “sintomas pouco comuns” ligados à audição. Também seus familiares foram atingidos.

“The Washington Post”, citando o Departamento de Estado, informou que “pelo menos 16 americanos trabalhando para a embaixada EUA em Cuba sofreram dito mal de perda de audição enquanto serviam em Havana”.

Este tipo de ataque não é coisa nova, pois era comum no tempo da União Soviética. Mas caiu como um balde d’água fria sobre a crença ingênua de que a Guerra Fria morreu.

Como nos tempos soviéticos, o governo cubano reagiu em termos que transparecem suspeitas de insinceridade: “Cuba jamais permitiu nem permitirá que seu território seja utilizado para qualquer ação contra funcionários diplomáticos acreditados ou seus familiares, sem exceção”.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

No IPCO: Força Aérea forte e organizada para enfrentar ameaças à integridade nacional

Major Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno, chefe de gabinete do Comandante da Aeronáutica falando no IPCO
Major Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno,
chefe de gabinete do Comandante da Aeronáutica falando no IPCO
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O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira promoveu em 20 de agosto último no Club Homs, situado na Avenida Paulista da capital bandeirante, uma brilhante conferência do Major Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno, chefe de gabinete do Comandante da Aeronáutica.

Abrindo a sessão, o Dr. Plinio Vidigal Xavier da Silveira, diretor do Instituto, recordou as anteriores conferências de representantes do Exército e da Marinha, as quais foram de grande proveito para o conhecimento das reais potencialidades dessas duas armas.

Mas faltava que um membro graduado da Aeronáutica discorresse sobre a capacidade de defesa aérea de que o Brasil dispõe, tendo em vista nossa enorme extensão territorial.

Para atender a esse anseio, o Instituto convidou uma grande autoridade na matéria, o Major Brigadeiro Damasceno, conhecido por sua competência e brilhante carreira, premiada com 32 condecorações.

Ele apresentou um histórico da força militar mais jovem — de 76 anos, fundada em 1941 —, dividindo-a em quatro gerações de 25 anos:
a primeira, de 1941 a 1966, trabalhou na consolidação das bases e do sistema civil;
a segunda, de 1966 a 1991, organizou o sistema de defesa e a indústria aérea com a Embraer;
a terceira, de 1991 a 2016, estabeleceu o comando, o controle e a missão de interoperabilidade; e, por fim,
a quarta geração, de 2016 a 2041, está realizando a operação conjunta e combinada.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Exemplo ucraniano inspira resistência venezuelana

Afinidade das situações é muito grande
Afinidade das situações é muito grande
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O documentário Winter on fire foi apresentado e discutido em várias universidades venezuelanas, públicas e privadas, provocando grande impacto entre os estudantes, hoje figuras centrais das marchas opositoras ao governo de Nicolás Maduro, informou “O Globo”.

Segundo declarou ao “Globo” Marcelino Bisbal, professor da Universidade Católica Andrés Bello (UCAB), os estudantes venezuelanos ficaram entusiasmados com o documentário.

Por quê? “Porque o exemplo da Ucrânia mostra que é possível mudar um país fazendo grandes esforços, como estão fazendo todos os venezuelanos”.

Esses grandes esforços envolvem o derramamento abundante de sangue – mais de 100 assassinados pelos esbirros chavistas – e um combate duríssimo no dia-a-dia nas ruas e praças do país

“Aqui já se fala no efeito Ucrânia, pela penetração deste documentário não somente nas universidades, mas também nos bairros, através de associações civis” — disse o professor da UCAB.

“Os jovens se sentem identificados com o exemplo ucraniano, porque aqui também eles são o motor da rebelião”.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Religiosos e indígenas querem decidir na Noruega sobre as florestas brasileiras

Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas patrocinada pelo governo da Noruega e se imiscuindo na vida do Brasil
Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas
patrocinada pelo governo da Noruega e se imiscuindo na vida do Brasil
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Uma Iniciativa Inter-religiosa da Floresta Tropical, promovida pelo Ministério do Clima e Ambiente da Noruega, reuniu em Oslo líderes de diversas crenças e povos, como os pigmeus africanos e etnias indígenas sul-americanas.

O inédito encontro se inseriu numa longa serie de ingerências de governos e ONGs internacionais no Brasil e em outros países.

O governo norueguês vai cortar em 2017 pelo menos 50% de suas doações ao Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES, aduzindo o aumento no desmatamento nos últimos dois anos.

O ministro norueguês do Meio Ambiente, Vidar Helgesen, agradeceu o apoio que essas ingerências encontram em líderes religiosos locais.

“Em lugares onde o Estado não tem presença ou controle, sempre há comunidades de fé. Sempre há uma igreja ou outro lugar de adoração. Essa infraestrutura é um recurso que pode ser mobilizado em favor das florestas de uma forma mais consistente”, disse.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Falsos mitos da fome: o Brasil está alimentando mais de um bilhão de pessoas

A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante.
A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante.
Luis Dufaur
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A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante (dados finais de 2015), sendo que um resultado abaixo de 250 kg/pessoa/ano significa insegurança alimentar que conduz a importar alimentos.

Em 2014, um país altamente industrializado como a Coreia do Sul importou US$ 27 bilhões em alimentos, o Japão US$ 68,9 bilhões e a China US$ 105,2 bilhões.

Estes e outros dados impressionantes foram reunidos por Evaristo de Miranda, pesquisador e dirigente da EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), em artigo publicado  na “Revista Agro DBO”.

Eles desfazem os mitos catastrofistas e miserabilistas do movimento ambientalista-comunista sobre um falso esgotamento dos recursos do planeta, um fantasioso excesso de habitantes e uma pregação eclesiástica comunistoide pela redistribuição da terra e aos recursos naturais.

Já se pode definir a missão do Brasil como sendo a de saciar a fome do planeta, diz Evaristo de Miranda com os aplausos dos nutricionistas. A fome será um problema, mas não do Brasil.

Só a nossa produção de grãos é suficiente para alimentar quatro vezes a população brasileira ou mais de 850 milhões de pessoas.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Farmácias vendedoras de maconha
na mira dos narcotraficantes

Farmacêuticos uruguaios na mira dos narcotraficantes.
Farmacêuticos uruguaios na mira dos narcotraficantes.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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Cinquenta farmácias uruguaias manifestaram no mês de junho (2016) disposição de vender maconha em suas lojas.

Elas acompanharam a decisão libertária do governo do presidente bolivariano e ex-guerrilheiro José Mujica, aprovada em 2012 e ainda em vias de implementação.

Porém, dois anos e meio após a aprovação da lei de produção e comercialização legal da droga, essas farmácias verificaram terem-se metido em uma perigosa enrascada, segundo informou o jornal “Clarín” de Buenos Aires.

O pretexto da imoral lei foi combater o narcotráfico, considerado o principal agente do crescimento da violência e da insegurança. O sofisma aduziu que legalizando a droga se tiraria mercado aos narcotraficantes.

Pois, dizia, os drogados deixariam de frequentar locais onde se comercializa a maconha e outras drogas ainda mais perigosas, locais esses que são cenário habitual de crimes violentos.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Monumento a Colombo ou a índio
diante da Casa Rosada?

Monumento a Cristóvão Colombo em Buenos Aires
encolerizou Hugo Chávez:
“O que faz ali esse genocida? Ali temos que pôr um índio”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Nos jardins defronte a Casa Rosada brilhava um belo conjunto escultórico em mármore de Carrara, dedicado ao descobridor da América Cristóvão Colombo.

A artística obra, de 623 toneladas e 26 metros de altura, foi doada em 1921 pela comunidade italiana imigrante. Entalhada na Itália, foi montada em arquitetônica perspectiva entre o palácio presidencial e o Rio da Prata.

Porém, ao vê-la em 2011, o falecido ex-presidente Hugo Chávez exclamou encolerizado:

“O que faz ali esse genocida? Colombo foi o chefe de uma invasão que provocou não um morticínio, mas um genocídio. Ali temos que pôr um índio”, noticiou “Clarín”.

Chávez não disse nenhuma insolência nova. Apenas repetiu um chavão da Teologia da Libertação martelado insistentemente por grupos subversivos contrários às missões católicas e à civilização, como o CIMI brasileiro.

Então no poder, o casal Kirchner, sempre ufano de seu nacionalismo, caiu de joelhos diante da imposição ideológica do ditador comunistoide da Venezuela.

Foram procurar o índio e não o acharam. Escolheram então uma revolucionária que respondia pelo nome de Juana Azurduy de Padilla, para lhe dedicar uma estátua em substituição à de Colombo.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Volta o embargo numa Cuba que cai de podre

O panorama de Havana desde o Manzana é de um imenso cortiço sem esgotos.
O panorama de Havana desde o Manzana: um imenso cortiço sem esgotos.
Luis Dufaur
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Na praça central de Havana há belos bancos de pedra e elegantes palmeiras. Não são da era comunista, mas da anterior. Não se sabe por que desleixo comunista eles não foram demolidos ou derrubados.

No local, reúnem-se carruagens puxadas por cavalos e longas fileiras de vetustos carros coloridos, modelos dos anos 50, um dos poucos atrativos resgatáveis no infortúnio geral.

Equipes de operários dirigidos por engenheiros estrangeiros procuram recuperar hotéis de luxo pomposos, mas abandonados, que o socialismo reduziu a cortiços.

Cuba precisa de dinheiro para não agonizar de vez e quer os dólares dos turistas americanos.

A contração de sua economia, reconhecida pela primeira vez em 2016, acentuou a pressa.

Mas há obstáculos em demasia, observou reportagem do “The New York Times”. Não basta restaurar os imensos hotéis. É que não há redes públicas que funcionem, ou que tenham um mínimo de confiabilidade.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Francisco I vira as costas para o Brasil e a Argentina e assume liderança das esquerdas

Recebendo Stédile: o Papa Francisco estende a mão para todas as esquerdas
Recebendo Stédile: o Papa Francisco estende a mão para todas as esquerdas.
Mas não quis saber nem do 300º aniversário de Nossa Senhora Aparecida
Luis Dufaur
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O Papa Francisco não viajará ao Brasil e à Argentina em 2017, nem sequer no próximo.

A decisão não caiu bem no ambiente católico brasileiro, que no próximo mês de outubro comemora o terceiro centenário de sua Padroeira, Nossa Senhora Aparecida.

Durante sua visita ao Rio de Janeiro, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, o Pontífice prometera voltar.

Mais inexplicável é sua recusa de visitar a Argentina que o viu nascer, onde transcorreu grande parte de sua vida religiosa, e de cuja capital foi cardeal-arcebispo, além de primaz do país.

É verdade que na Argentina o então cardeal Bergoglio granjeou a antipatia geral da opinião pública.

Ele se engajou tortuosamente na promoção política da esquerda ligada ao governo populista-socialista do casal Kirchner.

Uma vez em Roma, ele também acolheu, na condição de membros laicos de órgãos dele dependentes, conhecidos agitadores esquerdistas ligados ao desprestigiado apparatchik socialista-peronista.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Brasil espectador de uma peça onde os atores parecem querer desmontar o teatro

Maio 2017: esquerdistas incendeiam alguns Ministérios em Brasília. Foto G1
Maio 2017: esquerdistas incendeiam alguns Ministérios em Brasília. Foto G1
Luis Dufaur
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No momento em que escrevo, na Internet está ecoando o último episódio da crise que devora o Brasil.

No momento que terminar, pode ser que tudo tenha mudado.

Oxalá que para melhor. Porém, infelizmente, é mais provável que seja para pior.

E quando o leitor, espectador desta crise como eu, abrir este post, tal vez tenha a mesma sensação de estar num imenso país cuja classe político-midiática-sindical-empresarial conduz erraticamente a algo que dificilmente não será uma caos pior.

Assim, sem ver o fundo do túnel, se é que se pode ver algo, não há o quê prenuncie algo animador.

É para baixar os braços? Desanimar? Há solução? Se há, qual é?

Um bom amigo me passou um artigo. Enquanto o lia sentia que tudo em mim renascia. Tudo se esclarecia. A esperança voltava a brilhar. A força subia.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Biomas preocupam a CNBB,
mas não as dezenas de milhões de católicos
que abandonaram a Fé

Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, São Cristóvão. Abandonada como muitas outras, mas o que importa é o bioma!
Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, São Cristóvão.
Abandonada como muitas outras, mas o que importa é o bioma!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A Campanha da Fraternidade de 2017 abordou mais uma vez a questão ambiental, como já fez em edições anteriores. O tema foi “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”.

Quando falei isto a meus amigos, aliás muito enfronhados na problemática ambientalista brasileira, iniciou-se uma conversa amável que degenerou na máxima confusão.

Afinal de contas o que e que é a CNBB entende como bioma e o que tem a ver essa campanha com a religião católica, perguntavam todos.

Por isso quando vi o artigo “Biomas brasileiros — cultivar e cuidar” do Emmo. Cardeal arcebispo de São Paulo D. Odílio Scherer, achei que iria a ouvir algo bem definido e esclarecedor.

E acabei estarrecido pela radicalidade dos propósitos expostos com dulçurosa redação.

A escolha do tema foi influenciada, escreveu o prelado, pela encíclica ‘Laudato si’, do papa Francisco (2015).

Voltou-me à mente a euforia das esquerdas latino-americanas mais extremadas com dita exortação.

Veja: Encíclica Laudato Si’ causa perplexidades entre os católicos e regozijo nos extremismos de esquerda

Mas, o alto eclesiástico, explicou que a CNBB com essa campanha na Quaresma visou convidar os cristãos a refletirem sobre as implicações da sua fé em Deus.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Lançamento de “Utopia igualitária” do presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira -IPCO

O presidente do IPCO durante sua palestra no clube Homs








O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira reuniu no dia 16 de março p.p. seleto público no auditório do Clube Homs, na Av. Paulista (SP), para conferência e lançamento do mais recente livro de seu presidente Dr. Adolpho Lindenberg, Utopia igualitária – Aviltamento da dignidade humana.

No início da sessão, Dr. Eduardo de Barros Brotero, diretor do Instituto, saudou o autor, lembrando que Dr. Adolpho não apenas conviveu, mas colaborou muito proximamente com seu primo Plinio Corrêa de Oliveira, tendo haurido dele preciosos conhecimentos e exemplos de vida.

Recordou também que Adolpho Lindenberg, com a construtora que leva seu nome, restaurou o estilo neoclássico na arquitetura, além do colonial para as residências em São Paulo.

Sublinhou como o Dr. Adolpho soube salientar o papel primordial das tendências na conduta dos seres humanos, imortalizando a grife Lindenberg em prédios de apartamentos que pontilham a capital paulista.

Por sua vez, Adolpho Lindenberg afirmou ser o decano naquele auditório, mas que procuraria contrastar com a suma atualidade de palestras curtas, rápidas e sintéticas.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Do “acordo de paz” às guerras civis latino-americanas? Seremos os primeiros?

Guerrilheiro das FARC num acampamento em Antioquia (Colômbia) PCC quer recrutá-los pela sua experiência em armas pesadas.
Guerrilheiro das FARC num acampamento em Antioquia (Colômbia).
PCC quer recrutá-los pela sua experiência em armas pesadas.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O badalado “Acordo de Paz” da Colômbia poderá passar para a História como o ponto de partida da generalização das guerras civis no continente latino-americano.

Membros das Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colômbia (FARC) estão se espalhando pelo continente, oferecendo seus préstimos, experiência bélica e conhecimentos do narcotráfico a países vizinhos.

A maior organização criminosa do Brasil está recrutando, segundo o The Wall Street Journal, pessoal especializado em armas pesadas e técnicas guerrilheiras para expandir seu domínio do tráfico de drogas na América Latina, segundo investigadores colombianos e brasileiros.

Funcionários dos Ministérios de Defesa e Relações Exteriores do Brasil e da Colômbia trocaram informações em Manaus sobre a procura de guerrilheiros na Colômbia praticada pelo bando criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo.

“O PCC esta oferecendo empregos às FARC”, disse o ministro de Defesa colombiano, Luis Carlos Villegas.

O alistamento do PCC acontece num auge de produção de coca no país vizinho. A produção de cocaína teria crescido 46% entre 2014 e 2015, anos sobre os quais a ONU dispõe dos mais recentes dados.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

A morte de Fidel Castro e suas “carpideiras”

Fidel Castro quando completou 90 anos em agosto passado, ladeado por Raul Castro e Nicolás Maduro
Fidel Castro quando completou 90 anos em agosto passado,
ladeado por Raul Castro e Nicolás Maduro




A choradeira das esquerdas nacionais e internacionais — tanto do âmbito temporal quanto religioso — chegou ao auge e beira ao ridículo com a morte do “coma-andante” Fidel Castro.

Este representava para as esquerdas uma utopia que precisava a todo custo sobreviver, apesar de ser tão velha quanto o próprio tirano da Ilha-presídio. Mas a Providência Divina o chamou para prestar suas contas no Supremo Tribunal de Deus.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Cuba volta a depender do petróleo russo como no tempo da URSS

A Unión Cuba-Petróleo (CUPET) é a estatal única que fornece petróleo mas cai de decrepitude.
A Unión Cuba-Petróleo (CUPET) é a estatal que fornece petróleo mas cai de decrepitude.
Luis Dufaur
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Raúl Castro, presidente marxista de Cuba, se voltou para o ex-coronel da KGB que preside a Rússia, Vladimir Putin, para lhe implorar petróleo e derivados, noticiou a UOL. E de modo estável como nos velhos tempos de seu irmão Fidel e da URSS.

Venezuela detentora das maiores reservas mundiais de petróleo, sob a batuta de Hugo Chávez e do atual presidente Nicolás Maduro conseguiu a façanha de arruinar a produção. Milagres do populismo socialista!

Durante alguns anos, a Venezuela forneceu quase de graça os combustíveis que a ilha igualitária nunca conseguiu produzir ou substituir. Mas agora não dá mais.

Cuba cerceou ainda mais o uso de combustíveis derivados do petróleo e não tendo criado outras fontes relevantes de energia passa pior que a Venezuela.

A Rússia está com petróleo sobrando pela queda dos mercados internacionais, mas também tem urgência de dinheiro, pois está vendo o “volume morto” de suas reservas monetárias.

Mas Havana tampouco pode pagar. A Agência de Informação do Petróleo de Cuba apelou ao Kremlin pedindo preços favoráveis e financiamento.