segunda-feira, 11 de junho de 2018

Transposição do São Francisco tira 1 milhão do colapso em que bispo comuno-ecologista quase os jogou

Campina Grande recebe a água do São Francisco. Pesadelo acaba e esperança para gerações futuras renasce
Campina Grande recebe a água do São Francisco.
Pesadelo acaba e esperança para gerações futuras renasce
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Após seis anos de seca, o açude Boqueirão, única fonte de abastecimento de Campina Grande (PB), registrava apenas 2,9% de sua capacidade.

Foi o nível mais baixo desde a inauguração, em 1957, escreveu a “Folha de S.Paulo”.

“Só tinha água duas vezes por semana. Enchia uns bocados de baldinho, porque não podia comprar a caixa-d’água”, lembra a pensionista Teresinha Peres, 77, citada pelo quotidiano paulistano.

“E cheirava horrível, tinha um mau gosto”, acrescentou Teresinha.

À beira do abismo, em abril de 2017 a água do São Francisco começou a encher o Boqueirão. Não havia plano B, escreve o jornal.

“É quase impossível imaginar o atendimento de Campina Grande com carro-pipa”, diz Ronaldo Meneses, gerente regional da Cagepa (Companhia de Água e Esgotos da Paraíba).

“Teria sido o caos. A transposição chegou no momento do quase colapso”, acrescentou.

Campinenses deviam beber dessa água abandonados por ecologistas e bispos da CNBB
Campinenses deviam beber dessa água
abandonados por ecologistas e bispos da CNBB
Mas, no fim de agosto de 2017, mesmo sem chuvas, o açude Boqueirão saiu do volume morto (8,2%), encerrando 33 meses e 19 dias de racionamento, o mais longo da história campinense, e agora tem 15,8% da capacidade.

E não foi um milagre.

Hoje, Campina Grande a terceira maior cidade do semiárido com 410 mil habitantes e outros 32 municípios da Paraíba e de Pernambuco estão com o abastecimento de água normalizado, beneficiando 1 milhão de pessoas, segundo o Ministério da Integração Nacional.

Além de água todo dia, Peres elogia a pressão forte e o gosto doce. Já o balde maior ganhou outra função. “Agora, está com as bonequinhas da minha neta.”

Na área rural. mesmo com o tamanho reduzido, muitos estão satisfeitos com a água doce do São Francisco, que substituiu os poços salobros.

“Está um paraíso, melhorou 100%”, diz o produtor de pimentão Jair Macedo, 45, de Barra de São Miguel (PB).

Não é figura de linguagem: antes, o agricultor colhia metade das 500 caixas de pimentão que produz a cada 15 dias, usando um sistema de gotejamento. ”A fruta é muito melhor, quase não tem desperdício.”

O superintendente de Regulação da ANA, Rodrigo Flecha, afirma que o Eixo Leste ainda funciona em fase de pré-operacional — ou seja, os agricultores, por ora, não pagam pela água.

O impacto só poderá ser avaliado no longo prazo, com ajustes ao longo do caminho para os diversos usos, diz.

“É preciso entender o Pisf não como um projeto imediatista, mas que vai se estruturando. E, à medida que isso ocorrer, dará segurança hídrica e mudará o panorama socioeconômico do semiárido brasileiro.”

Dom Luiz Flávio Cappio se exibe em 'greve de fome até a morte' contra a transposição salvadora.
Dom Luiz Flávio Cappio se exibe em 'greve de fome até a morte'
contra a transposição salvadora.
Poucos lembraram que um grande ecologista e apoiador de Lula na primeira campanha à presidência, o bispo da cidade de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, trabalhou empenhadamente para que essa transposição do Rio São Francisco não acontecesse.

Essa inclemência foi informada largamente em seu tempo pela imprensa nacional e internacional. Confira G1.

O bispo até virara um dos símbolos da luta contra o projeto quando se iniciou em setembro de 2005, e fez uma greve de fome às margens do rio, mais propagandística do que qualquer outra coisa.

Contrário à transposição do Rio Francisco, dom Luiz Flávio Cappio, disse pela imprensa que “o projeto é um tsunami violento. O Exército desmatando tudo, passando por cima de vilas e aldeias, de roças e de gado, para garantir o trabalho. E as obras de revitalização são marolinhas, coisas insignificantes”, disse. Cfr. terra.com.

Esse ativismo profundamente danoso para a população foi feito em nome das ideologias vermelho-verde, quer dizer comuno-progressista e ambientalista.

O bispo chegou a escrever em carta ao Governo, que permaneceria “em greve de fome, até a morte, caso não haja uma reversão da decisão do Projeto”. Confira Wikinews.

Dom Luiz Flávio Cappio agradece ajudas do governador petista Jaques Wagner para a reforma do Palácio Episcopal
Dom Luiz Flávio Cappio agradece ajudas do governador petista Jaques Wagner
para a reforma do Palácio Episcopal
Obviamente não fez nada disso. Compactuou com o PT, se arranjou com o núncio vaticano Dom Lorenzo Baldisseri, voltou a comer e passa bem.

E foi pago com prestigiosos prêmios. No dia 10 de agosto de 2008, a Pax Christi Internacional, com sede em Bruxelas, lhe concedeu o prêmio da Paz 2008, por sua luta em defesa da vida na região do São Francisco.

Pouco importava que tivesse trabalhado para danificá-la gravemente.

Em 9 de maio de 2009, ganhou o Prêmio de Cidadão do Mundo, da Fundação Kant, na cidade de Freiburg. O prêmio é concedido bianualmente a pessoas que se destacaram na defesa dos direitos humanos.

Pouco valiam os direitos e os sofrimentos dos paraibanos na seca e na sede.

E em 22 de outubro de 2009, Dom Cappio recebeu o Troféu João Canuto, do Movimento dos Direitos Humanos. Cfr. Wikipedia

Tampouco importaram os direitos dos que tinham direito e que eram humanos!

Em entrevista a Scielo,  o bispo vermelho-verde que teria jogado um milhão de pessoas na catástrofe se referiu ao ex-frade e teólogo da Libertação Leonardo Boff como “meu querido mestre e amigo” e “identifico-me como seu eterno discípulo”.

Bispos da bacia do São Francisco denunciam demagogicamente
a 'destruição lenta e cruel da biodiversidade do rio'
sem se importar com a sorte de um milhão de brasileiros.
O ex-frade Boff foi colaborador na redação da encíclica “Laudato Si’” do Papa Francisco I.

Na entrevista, o bispo manifestou grande agradecimento pelo apoio da CNBB à sua iníqua iniciativa:

“um bem-querer muito grande por parte da Igreja. A CNBB – na figura de Dom Geraldo Majella – foi um pai, um irmão, um amigo que me ligava todos os dias para saber como eu estava.

“Meu queridíssimo Dom Luciano de Almeida estava preocupado e, encontrando-se em Roma naqueles dias, também fez jejum em solidariedade a mim.

“O mesmo sucedeu com tantos outros. Era tanta gente comigo que me sentia confortado”.

Mas os verdadeiros necessitados não estavam sendo confortados em sua miséria e até o bispos verde-vermelhos trabalhavam para deixa-los na desgraça.

É a lógica do anti-humanismo comuno-progressista tingido de verde-vermelho.


segunda-feira, 14 de maio de 2018

Colômbia: “processo de paz” rumo ao precipício

O balanço da 'paz' está se revelando catastrófico para a genuína paz.
O balanço da 'paz' está se revelando catastrófico para a genuína paz.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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O Acordo de Paz com as FARC (Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia) propiciado pelo Papa Francisco, o então presidente Obama e a Cuba castrista se encontrava à beira do abismo.

Se é que não se precipitou já nele.

E apesar dos ingentes esforços do governo do presidente Juan Manuel Santos que não ousa se recandidatar com chances para a presidência.

Os esforços para ressuscitar um moribundo atingido por sucessivas desgraças — muitas delas previstas, e outras imprevisíveis —prometem um desfecho de grandes e infelizes proporções para as esquerdas colombianas e internacionais, leigas e eclesiásticas.

Zeuxis Pausias Hernández Solarte (vulgo Jesús Santrich), um dos principais dirigentes-guerrilheiros das FARC e protagonista das negociações realizadas em Cuba, foi preso recentemente em sua casa de Bogotá, acusado de estar negociando o envio de dez toneladas de cocaína para os EUA.

Também foi preso Marlon Marín, delinquente que dirigia essa operação de narcotráfico. Ele é sobrinho, homem de confiança e executor de ordens de Luciano Marín Arango (vulgo Iván Márquez), o segundo homem na direção dessa organização terrorista.

Ambos tinham negócios obscuros com os cartéis mexicanos de drogas, que há várias décadas se tornaram compradores e comerciantes habituais da cocaína produzida pelas FARC, além de encarregados de introduzi-la nos Estados Unidos e na Europa.

Jesús Santrich, dirigente da paz preso negociando dez toneladas de cocaína para os EUA.
Jesús Santrich, dirigente da paz
preso negociando dez toneladas de cocaína para os EUA.
Santrich espera em uma prisão de Bogotá sua muito provável extradição para os EUA.

O outro implicado aceitou as acusações criminais que lhe foram imputadas, já foi trasladado pela DEA (Drug Enforcement Administration — Administração de Repressão às Drogas) e um juiz de Nova York esgrime contra ele grande quantidade de provas muito contundentes.

Marín Arango aceitou fazer delação premiada e já se ofereceu para delatar à Justiça norte-americana toda a trama dos narconegócios das FARC.

Isso promete grandes revelações e não poucas surpresas.

Entre elas, estariam os vínculos do governo de Nicolás Maduro com as FARC e com as rotas mundiais do narcotráfico, que passariam pela Venezuela e por Cuba, e implicariam funcionários do mais alto nível desses países.

Simultaneamente, a muitos milhares de quilômetros de distância, desatou-se na Noruega uma tormenta envolvendo os comitês que concedem os míticos prêmios Nobel.

Pela primeira vez em sua história, vários de seus integrantes são acusados de receber subornos e filtrar informações, além de outras condutas inadequadas. Alguns de seus membros já foram obrigados a renunciar.

O Presidente Juan Manuel Santos foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz pelo seu empenho no “Processo de Paz”.

A presidente do Comitê do Nobel da Paz Kaci Kullman Five entrega ao presidente Juan Manuel Santos um Prêmio maculado pela corrupção
A presidente do Comitê do Nobel da Paz Kaci Kullman Five
entrega ao presidente Juan Manuel Santos um Prêmio maculado pela corrupção
Mas, surgiram na Noruega graves acusações de corrupção contra o comitê que outorga esse Prêmio Nobel da Paz.

A presidente desse Comitê de 2015 a 2017, Kaci Kullman Five, falecida em 19-02-2017, ingressou no Conselho da estatal petroleira norueguesa Statoil. Enquanto cumulava funções recebeu grandes negócios na Colômbia com a petroleira estatal colombiana Ecopetrol.

O Presidente da Colômbia lhe entregou vastas regiões do país para a exploração, pouco antes de ser agraciado com o Prêmio Nobel da Paz em 2016.

Nos primeiros dias de abril deste ano (2018), a primeira-ministra norueguesa Erna Solberg, em visita oficial a Bogotá, denunciou juntamente com os embaixadores da Suécia e da Noruega a existência de manuseios obscuros dos fundos doados por ambas as nações para o Processo de Paz, num total de 200 milhões de euros (cerca de 800 milhões de reais).

Ante a gravidade da denúncia, o Presidente Santos respondeu indignado, afirmando que o manuseio desse dinheiro havia sido “transparente”.

Uma primeira auditoria realizada pelo Ministério Público surpreendeu elevado número de funcionários do governo colombiano em atos inaceitáveis de corrupção.

As evidências apontaram que os contratos assinados com a Comunidade Europeia no âmbito dos Acordos de Paz, teriam tido superfaturamentos enormes e fraudulentos.

Os Acordos de Paz foram combinados sob o bafo castrista em Havana
Os Acordos de Paz foram combinados sob o bafo castrista em Havana
Menos de duas semanas depois, a diretora do organismo responsável pelo gerenciamento desses recursos foi destituída de modo fulminante, acusada de gravíssimas irregularidades.

Para completar o quadro, descobriu-se que a escolha dos contratantes para administrar todo esse dinheiro era coordenada pelo próprio Marlon Marín, preso com o comandante Santrich enquanto vendiam dez toneladas de cocaína.

Os beneficiários dos contratos faziam parte de uma rede de cooperadores e testas-de-ferro das FARC, além de alguns políticos amigos do governo.

A realidade na Colômbia é muito diferente do que se pretende mostrar fora dela.

As FARC continuam sendo o maior cartel de drogas do mundo, e não há indícios de que tenham deixado essa atividade criminosa.

Ao longo dos cinco anos de duração do Processo de Paz, os cultivos de coca sob o seu controle passaram de 70 mil hectares para os 200 mil.

A famigerada organização guerrilheira aproveitava-se do Acordo de Paz para agir em total impunidade, “lavar” sua fortuna ilegal e ainda receber gratuitamente dez cadeiras no Congresso da Colômbia, onde poderá “legislar” a partir do próximo dia 20 de julho.

O Papa Francisco e o ditador de Cuba patrocinaram acordos desastrosos para a Colômbia
O Papa Francisco e o ditador de Cuba
patrocinaram acordos desastrosos para a Colômbia
Como se isso não bastasse, as FARC continuam traumatizando vastas regiões da Colômbia com sua luta armada, cujos tentáculos já se estendem ao Equador e à Venezuela.

A propaganda governamental afirmava que as “negociações de paz” conduziriam a Colômbia a essa paz que não está vindo.

Os ingênuos – sinceros ou não – argumentavam ser melhor ter as FARC no Congresso do que matando gente inocente na selva.

Esta é a resposta que elas dão ao governo e a esses ingênuos muitas vezes revestidos de roupas eclesiásticas.

A farsa gigantesca montada por uma claque de internacional apoiada pela Santa Sé e Cuba assegurou às FARC a mais absoluta impunidade e abriu caminho para legalizar seus milionários recursos desonestos.

Dentro de pouco, seus representantes estarão de graça no Congresso querendo ditar leis malgrado sua minoria. Mas uma minoria agressiva que sabe usar armas de fogo e a arma da corrupção que tanto seduz aos deputados de outros partidos.

Também estarão nas selvas e cidades, matando gente e produzindo cocaína.

O povo colombiano não acreditou em Santos, e repeliu os enganosos 'Acordos de Paz'
O povo colombiano não acreditou em Santos,
e repeliu os enganosos 'Acordos de Paz'
Será Colômbia conduzida pelas sendas da Venezuela de Madura tão bem relacionada com o Papa Francisco? Será levada rumo ao comunismo e à miséria?

Se atribui a Churchill uma frase lapidar endereçada aos políticos que capitularam em Munich diante das exigências ameaçadoras e ilegais de Hitler: “entre a desonra e a guerra, escolheste a desonra, e terás a guerra”.

Fora da Colômbia, e não dentro dela, tudo prossegue prestigiado enganosamente pela auréola brilhante produzida pelo Nobel da Paz…


segunda-feira, 19 de março de 2018

Partido das FARC interrompeu campanha diante da rejeição popular

Os apoios vaticanos aos "acordos de paz" não adiantaram de nada porque o povo colombiano não engoliu o iníquo embuste
Os apoios vaticanos aos "acordos de paz" não adiantaram de nada
porque o povo colombiano não engoliu o iníquo embuste
Luis Dufaur
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A velha guerrilha marxista colombiana FARC conservou a sua sigla, mas mudou o nome para Força Alternativa Revolucionária do Comum.

Este partido recolhe as vantagens desproporcionadas que lhe concederam arbitrariamente os “acordos de paz” assinados pelo governo do presidente Santos com o apoio das diplomacias cubana e vaticana.

Porém, o novo e espúrio partido anunciou suspendeu a campanha eleitoral, iniciada em função das próximas eleições legislativas colombianas de 11 de março e presidenciais de 27 de maio.

Os ex-guerrilheiros pré-candidatos ao Congresso e o pré-candidato à Presidência, Rodrigo “Timochenko” Londoño, haviam lançado sua campanha em 27 de janeiro de 2018.

Mas os resultados foram decepcionantes: nos comícios compareceu um público muito mais reduzido do que o esperado.

Eles também tentaram fazer uma caravana pelo interior do país. Mas foram acolhidos com gritos de “assassinos”, acusações muito verdadeiras e muito preocupantes para lobos disfarçados de ovelhas, informou a “Folha de S.Paulo”. 

Mas não ficou por ali. Eles foram alvos de ameaças pessoais, de queimas de bandeiras partidárias com a rosa e a estrela marxista, a mesma que foi projetada na catedral da capital de Bogotá no período do lançamento.

Em outras localidades, a população montou barricadas para impedir a passagem dos atuais “ex-guerrilheiros”.

Em Armenia, cidade natal de Timochenko, ele e seus ativistas foram atacados violentamente e obrigados a sair correndo no carro blindado, que acabou danificado.

O repúdio de grande parte da população colombiana aos famigerados “acordos de paz” foi percebido ao vivo por Imelda Daza, pré-candidata da “ex-guerrilha” à vice-presidência.

A saúde do chefe guerrilheiro Timochenko não resistiu ao repúdio popular.
A saúde do chefe guerrilheiro Timochenko
não resistiu ao repúdio popular.
Ela disse que a suspensão da campanha será mantida até que o governo garanta a segurança dos subversivos, que por arte da magia dos “acordos de paz” estão convertidos em tenros cordeiros democráticos.

Imelda queixou-se de que no ambiente atual sua agrupação não consegue apresentar suas propostas à sociedade, pois não pode sequer fazer comícios dignos desse nome.

Os “acordos de paz” deram ajuda monetária para que o partido das FARC pudesse fazer campanha e tivesse garantida a segurança dos “ex-guerrilheiros” pré-candidatos.

Os acordos, bem patrocinados por Cuba e pelo Vaticano, também lhes garantem dez postos (cinco na Câmara dos Deputados e cinco no Senado), ainda que as FARC não consigam obtê-los pelas urnas.

Dinheiro oficial, cumplicidades diplomáticas, cobertura policial, nada adiantou. O povo colombiano não quer saber desses personagens, que ele tem em conta de delinquentes marxistas mascarados.

Daza alega que as manifestações populares são orquestradas por partidos ou grupos conservadores, um método fácil para desqualificar e tirar do páreo os que não pensam como as FARC.

O pré-candidato à Presidência, senador Iván Duque, negou a patranha e disse que as FARC deveriam aprender com as expressões de rejeição pública do povo colombiano.

Soa estranho que as FARC não tivessem percebido antes a inviabilidade de sua aventura partidária. Porém, o estardalhaço midiático nacional e internacional em favor dos acordos parece tê-las ensurdecido e tirado o senso da realidade.

As pesquisas eleitorais, que também na Colômbia acostumam ser enviesadas para a esquerda, apresentavam um horizonte negro para os “subversivos” com pele de “democratas”.

Seu principal líder, Timochenko, conseguia apenas 1% das intenções de voto.

Demagogia não adiantou e Timochenko desistiu gravemente doente. FARC só ganhou cadeiras cativas muito 'democráticas'.
Demagogia não adiantou e Timochenko desistiu gravemente doente.
FARC só ganhou cadeiras cativas muito 'democráticas'.
A divisão estourou nas FARC. Alguns quiseram fazer uma campanha por todo o território nacional. Mas outros quiseram se restringir às regiões onde ainda é quente a lembrança das crueldades da guerrilha e a população atemorizada votaria por ela.

Nos centros urbanos – como a capital Bogotá, ou em regiões onde houve mais combates, como Antioquia e Valle del Cauca – a rejeição é maior.

Essa distribuição geográfica da recusa patenteia que a Colômbia está longe de estar anestesiada. A propaganda maciça dos púlpitos e de muitos bispos, além do próprio Papa Francisco, do governo e do macrocapitalismo publicitário, serviu de muito pouco.

Timochenko acabou sofrendo grave crise de saúde e desistiu da candidatura. Seu partido só ganhou as cadeiras cativas pelo “acordo de paz”, sem obter apoio popular minimamente apresentável.

“Para a esquerda, foi uma catástrofe histórica”, disse o analista Yeann Basset, diretor do Observatório de Processos Eleitorais da Universidade de Rosario à agência France Press.

E de fato o foi para todos aqueles que acompanharam e apoiaram o enganador “processo de paz” cozinhado entre Havana, Vaticano e o Washington de Obama.


segunda-feira, 5 de março de 2018

Brasil sendo desgarrado: a Panamazônia “místico-ecológica” se prepara para ver a luz

Papa Francisco em Puerto Maldonado: rumo a uma igreja panamazônica místico-ecológica desgarrada do Brasil.
Papa Francisco em Puerto Maldonado:
rumo a uma igreja panamazônica místico-ecológica
desgarrada do Brasil.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A Comissão Pastoral da Terra – CPT elaborou um censo acolhido entusiasticamente pelo comuno-progressismo do mundo inteiro e no Vaticano em particular: o “Atlas de Conflitos na Amazônia”.

Trata-se de números sobre vítimas de conflitos agrários no Brasil. Segundo a CPT, seriam 93.800 famílias envolvidas em 977 conflitos violentos pela terra apenas na região amazônica.


O Atlas volta ao ritornelo: fazer reforma agrária a nível nacional e punir os culpados da violência que obviamente não têm nada a ver com a CPT, livre de toda culpa.

Darlene Braga, representante da CPT carrega a demagogia: “as comunidades são massacradas, abusadas, oprimidas, despojadas de seus territórios; os habitantes estão proibidos de caçar, pescar, construir casas e canoas, perdem a soberania de seu território”.

Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB sublinha que a pesquisa poderá “acordar as pessoas sobre as verdades profundas da Amazônia”.

O “Atlas” saiu num contexto claramente político contra o governo federal que considerava abrir a Reserva Nacional de Cobre e Associados para a exploração mineira.

Dom Leonardo prometeu levar o “Atlas” ao Papa Francisco, que está muito interessado na Amazônia.

Francisco I em Puerto Maldonado. Não há sorrisos para a produção racional, para a propriedade e a civilização
Francisco I em Puerto Maldonado. Não há sorrisos
para a produção racional, para a propriedade e a civilização
E de fato está, mas por razões que também englobam a luta de classes estimuladas pela CPT, mas que vão muito mais longe.

Porque a subversão na Amazônia e seu eventual desgarramento do Brasil para ser entregue a um ente “místico-ecológico” está adquirindo novas formas.

A oficialização do início desse estranho processo separatista já tem data marcada.

O Papa Francisco marcou uma Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos da região Panamazônica para outubro de 2019, segundo informou o jornal vaticano “L’Osservatore Romano”.

A primeira reunião simbólica desse Sínodo aconteceu em Puerto Maldonado, durante a visita do Pontífice ao Peru em janeiro deste ano (2018).

Segundo explicou o Papa Francisco trata-se de uma nova evangelização. Mas não no sentido da pregação dos Evangelhos, mas visando manter os indígenas na sua condição primitiva enquanto órgãos da floresta amazônica.

E a Amazônia essa vale enquanto “pulmão do planeta” do qual depende a existência do todo, disse.

No mito do “pulmão do planeta” ninguém mais acredita nem mesmo os mais radicais ambientalistas.

Mas, aceita a mentirada como dado inconteste, tem que se concluir que todo o globo depende desse pulmão. Sendo assim um poder planetário deve custodiá-lo, e não uma nação, como o Brasil e seus vizinhos.

O secretário geral da Conferência Episcopal Equatoriana, Mons. Rene Coba Galarza, após encontro com o Papa Francesco esclareceu que o pontífice não quer que os indígenas saiam de suas superstições e visões do mundo.

Francisco em Puerto Maldonado. A nova evangelização não visa tirar os índios do primitivismo e da superstição. Mas iniciar os futuros "ex-civilizados" na integração com a natureza divinizada
Francisco em Puerto Maldonado. A nova evangelização
não visa tirar os índios do primitivismo e da superstição.
Mas iniciar os futuros "ex-civilizados"
na integração com a natureza divinizada
Quem administrará a imensa entidade “místico-ecológica” arrancada de seus respectivos países soberanos com toda a complexidade de problemas próprios dela?

Para a confraria comuno-ambientalista a resposta é uma só: as inefáveis ONGs verdes ideologizadas e irrigadas com dinheiro internacional.

Entre essas pretende sobressair uma “nova Igreja”, a “Igreja Amazônica” que se forjaria no dito Sínodo e cujos ministros, muito diversos dos beneméritos missionários, integrariam uma casta religiosa associada com os militantes das ONGs mais radicais.

O cardeal brasileiro Claudio Hummes, grande amigo do Papa Francesco, foi nomeado presidente da Comissão Episcopal para essa nova Amazônia.

A Comissão vai herdar todas as experiências do CIMI e da CPT, e vai amalgamá-las numa fórmula de revolução mais ousada.

Para isso poderá esgrimir com os sofismas instilados na encíclica Laudato si’ também embebida de Teologia da Libertação e princípios do ocultismo pagão em estranha colusão.


segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

CO2: Brasil não cumpre o impossível,
mas ambientalistas querem mais e pior!

Inútil: John Kerry, Secretário de Estado da administração Obama assina demagogicamente o Acordo de Paris. O presidente Trump anulou tudo.
Inútil: John Kerry, Secretário de Estado da administração Obama
assina demagogicamente o Acordo de Paris. O presidente Trump anulou tudo.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Brasil está longe de cumprir as metas climáticas que impôs a si mesmo no âmbito do Acordo de Paris e caminha na contramão das políticas climáticas implementadas na era petista, reconheceu a ‘Folha de S.Paulo’.

Em Paris, a então presidente Dilma Rousseff prometeu demagogicamente que o País reduziria em 37% as emissões de CO2 – o bicho papão do aquecimentismo climático – até 2025.

Mas essas subiram 8,9% só em 2016 tornando ainda mais inverossímil a espalhafatosa meta. Isso obviamente preocupa às organizações e militantes verde-vermelhos que agitam o inexistente fantasma das “mudanças climáticas”.

Eles exigem mais rigor estatista para estrangular mais o País implementando a irreal agenda ambiental prometida em Paris.

Neste blog tivemos repetidas ocasiões de mostrar que a meta apresentada pela heroína climática petista era uma fantasia irrealizável.

Porém, ela escondia um objetivo encravado no coração petista: arruinar o Brasil paralisando sua indústria e seu agronegócio para “salvar o planeta”. Isso deveria levar a um miserabilismo de tipo cubano.

Reprimir as emissões de CO2, o gás da vida, não influiria nada no clima, como foi de mostrado pelos melhores cientistas do País na matéria. Veja embaixo por exemplo as declarações do Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion, lá em 2010!, sobre o assunto.

Acresce que para atingir a fabulosa proporção de - 37%, as esquerdas e os ainda mais radicais militantes ambientalistas sonhavam com medidas socialistas ditatoriais.

Essas deviam interromper a expansão da área cultivável – e se possível reverte-la – ferir o coração energético da atividade industrial e condenar os cidadãos a andar só de transporte público – dono de carro seria tido como bandido – e idealmente passar à bicicleta como na China de Mao Tsé Tung.

O gado é indiciado como mais um culpado do aquecimento global!!! Metas do acordo de Paris são absurdas
O gado é indiciado como mais um culpado do aquecimento global!!!
Metas do acordo de Paris são absurdas
Ou, ainda mais virtuosamente se adaptar a uma choça indígena primitiva para evitar o aquecimento que transformaria a Terra num planeta ardente e desértico.

Hoje figuras emblemáticas do PT e de seu esquema de corrupção estão às voltas com a Justiça.

E, no âmbito internacional, a saída dos EUA do ruinoso acordo parisiense jogou uma paulada de cal nele.

Se os EUA ficam de fora, muitos outros países já deixaram entender que não levarão a sério o que assinaram. O Acordo de Paris ficará tão oco como o Protocolo de Kyoto que pretendia substituir.

A vida normal falou: a meta ideologicamente enviesada é inatingível e a emissão de gás da vida aumentou naturalmente em 8,9%.

Mas a confraria ecolo-anarquista parece cega. Em vez de sossegar e criar juízo volta à carga com mais propostas no sentido do acordo hoje semi-morto.

Esperneiam contra a medida provisória 795 em andamento no Legislativo, que concede incentivos fiscais ao setor de óleo e gás, máximo demônio capitalista emissor de CO2 no mundo

Para Viviane Romeiro, do WRI (World Resources Institute) o Plano Decenal de Energia (PDE) mostra que o governo brasileiro desconhece as agendas de clima. E isto, na linguagem da confraria verde, é crime contra o planeta.

Segundo ela, o Brasil não só não cumpre o que prometeu no Acordo de Paris, mas nem mesmo as promessas anteriores previstas na Política Nacional de Mudança do Clima.

Repetimos: são impossíveis de serem cumpridas porque ideologicamente enviesadas e contrárias à natureza.

Ativistas profissionais tentaram sem resultado reverter a frustração da COP23 em Bonn. Fanatismo ecolo-comunista não pretende abandonar exigências insensatas.
Ativistas profissionais tentaram sem resultado reverter a frustração da COP23 em Bonn.
Fanatismo ecolo-comunista não pretende abandonar exigências insensatas.
O WRI pede uma montanha faraônica de reformas para enforcar os satanizados emissores de CO2, e enforca-los para sempre.

Nesse sentido, há burocracia e mais burocracia que ainda não saiu do papel, deplora o WRI.

Toda espécie de instrumentos financeiros, comitês interministeriais, Fundos, Programas e Planos, reforma agrária de cunho ecológico e miserabilista aguarda uma faraônica concretização.

Tudo, em poucas palavras, para sepultar embaixo de uma pirâmide de controles a todos e cada um dos brasileiros.

Desde as altas finanças até o camponês em contato com a terra, passando sem perdoar pelos aspectos mais miúdos da vida quotidiana.

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, espalha otimismo sobre os “avanços” obtidos na COP-23 do Clima embora tenha sido realizada em Bonn em novembro de 2017 num clima de frustração pela ausência dos EUA.

Enquanto o ministro discursava no evento, foi aprovado o PLANAVEG, que prevê restaurar 12 milhões de hectares de florestas. Leia-se tirá-las da civilização.

A revolução ambientalista não parou. A utopia radical continua pedindo mais vítimas.


Climatologista sério anunciava em 2010 o arrefecimento global para pasmo de jornalistas crentes do mito do aquecimento global





segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Argentina: alerta contra urna eletrônica

Órgão científico argentino desabona voto electrônico
Órgão científico argentino desabona voto electrônico
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET), órgão científico do governo argentino recomendou ao Ministério do Interior em documento oficial “não implementar” o voto eletrônico no país, nem “no curto e nem no mediano prazo”.

A instituição científica argentina contradisse a reforma eleitoral desejada pelo governo federal. Após grande vitória nas últimas eleições legislativas, o chefe de gabinete, Marcos Peña, exultou: “desejamos que esta seja a última eleição com boletim de papel”.


Por certo, historicamente, a votação com boletim de voto foi objeto de abusos. A presidente “bolivariana” Cristina Kirchner foi a mais recente e a mais destacada e ativa figura política nessas manipulações imorais.

Mas para os técnicos e cientistas argentinos a urna eletrônica é um instrumento ainda pior do ponto de vista da manipulação e seus resultados são ainda mais facilmente falsificáveis.

O relatório elaborado pelo CONICET recomendou mais sensatamente fomentar a educação moral e técnica dos responsáveis das mesas de voto.

Sem melhorar os “níveis de maturidade” moral não se pode pensar em “sistemas com a necessária qualidade particularmente nos quesitos de segurança e integridade”, observou.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

“Queimem o Papa!” respondem feministas à “acolhida” do relativismo

Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Uma parada composta por alguns milhares de feministas e militantes LGBT atacou a catedral de Resistencia, no nordeste argentino, tentando atear-lhe fogo, pichando-a, jogando garrafas e pedras, segundo ficou registrado em vídeos citados por “LifeSiteNews”.

Esse tipo de mulheres – qualificadas pela imprensa local de “feminazis” – tentou primeiro incendiar a porta da catedral, assanhando-se contra uma imagem da Bem-aventurada Virgem Maria que reina na fachada do prédio sagrado.

Para maior escárnio, algumas delas se apresentaram em topless, com o busto pichado com blasfêmias e slogans da agenda LGBT.

O ódio à religião e à pureza dos costumes levou-as a se revoltar contra os prédios e monumentos da cidade, cujo estilo reflete os gostos e a alma católica.

Não foram poupados escolas, prédios de escritórios e monumentos a personalidades históricas. Os prédios foram pichados com frases como “Vai matar teu pai, teu namorado e teu irmão”; “Queimem o Papa”, “Padres abusadores”, “Abortem os meninos”, “Morte aos homens”, etc.

As pessoas que tentaram interpor-se pacificamente entre as mulheres e a catedral foram sujadas com sprays de tinta.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

“Igreja pan-amazônica”: “a última loucura” para desfazer o Brasil?

“Igreja pan-amazônica” seria “a última loucura” para desfazer o Brasil?
“Igreja pan-amazônica” seria “a última loucura” para desfazer o Brasil?
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Luis Dufaur
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Criar um santuário ecológico desmembrando oito nações sul-americanas?

Forjar uma nova realidade místico-tribal no território amazônico apagando fronteiras e passado das nações?

Parece absurdo, mas essa é a ideia que explica o fundo do chamado Corredor Tríplice A ou Caminho da Anaconda.

O projeto engoliria de início 200 milhões de hectares desde os Andes até o Atlântico, ou uma terça parte da superfície amazônica.

O projeto é tido por seus promotores como a “última loucura” em matéria ambientalista.

O principal promotor é a Fundação Gaia Amazonas, presidida por Martin von Hildebrand, que há três anos vem arregimentando ONGs internacionais, ministérios, academias de ciência, reservas indígenas e o próprio Vaticano.

Uma grande reportagem sobre o ameaçador projeto foi publicada pelo jornal colombiano “El Espectador”. Ela foi divulgada em português pelo Instituto Humanitas Unisinos – ADITAL

A reportagem sublinha, bem no espírito da manobra, que “a ideia é tão maluca que, por isso mesmo, é possível”.

Para quem folheia a literatura verde ambientalista não é bem uma doidice mas um plano inteiramente de acordo com as mais extremadas metas da revolução ambientalista.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Milhares de argentinos pedem tirar referências públicas ao “Che” Guevara

Estátua do “Che” repudiada na sua cidade natal
Estátua do “Che” repudiada na sua cidade natal 
Luis Dufaur
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Enquanto a grande mídia internacional dedicava destacados espaços ao cinquentenário da morte do guerrilheiro marxista Ernesto “Che” Guevara, em Rosário, cidade natal dele, milhares de argentinos assinavam uma petição à prefeitura pedindo remover todos os sinais públicos do “legado assassino do comunismo e dessa figura”.

O abaixo-assinado visa especialmente um monumento público do líder subversivo de quatro metros de altura e 1,5 toneladas de peso. Para isso já coletou mais de 19.000 adesões.

Mas também pede à prefeitura de Rosário “que remova todos os monumentos e honras para essa figura” incluindo “uma placa na casa natal, uma pintura mural e um percurso turístico, a nomeação como cidadão ilustre, a dedicação em seu nome de um trecho de uma autoestrada, uma praça e um Centro de Estudos Latino-americanos municipal”.

Também julgam preocupante o anúncio de um selo comemorativo pelo Correio nacional e a dedicação a seu nome da aula magna da Faculdade de Medicina na Universidade Nacional de Rosário.

A “Fundación Bases” que promove o abaixo-assinado afirma que “o legado assassino do comunismo não merece homenagens oficiais de feitio partidário-ideológico financiadas com os impostos de todos os cidadãos”.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A solução está em Aparecida e não em Brasília

Nossa Senhora Aparecida
Nossa Senhora Aparecida
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No Terceiro Centenário de Nossa Senhora Aparecida


Existem devoções nacionais a Nossa Senhora, como é o caso de Aparecida, da mesma maneira que há grandes invocações que têm uma realeza entre as invocações de Nossa Senhora, como é o caso de Nossa Senhora do Rosário.

Quase não existe um país da Terra que não tenha uma grande devoção a Nossa Senhora e de que Ela não seja, debaixo de algum título, a Padroeira.

Também existem as invocações a Nossa Senhora das regiões e das cidades, como é, por exemplo, Nossa Senhora da Penha, em São Paulo.

E, às vezes, ainda há imagens de Nossa Senhora particularmente invocadas numa paróquia, numa parte de uma cidade, etc.

Há até famílias que têm uma devoção especial por alguma imagem de Nossa Senhora por alguma relação especial dEla com aquela família.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Agricultura lidera preservação no Brasil mas é hostilizada pelo ambientalismo

Evaristo de Miranda, chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite demonstrou, mais uma vez que o Brasil é potência em preservação ambiental
Chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite
demonstra que o Brasil é potência em preservação ambiental
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O Dr. em Ecologia Evaristo de Miranda, chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite demonstrou, mais uma vez que o Brasil grande produtor de alimentos, energia e fibras, é uma potência em preservação ambiental, em artigo para “O Estado de S.Paulo”.

Mais de 66% do território nacional é recoberto por vegetação nativa. E esse número sobe para quase 75% quando agregadas as áreas de pastagem nativa do Pantanal, do Pampa, da Caatinga e dos Cerrados.

Toda a produção de grãos (milho, arroz, soja, feijão...), fibras (algodão, celulose...) e agroenergia (cana-de-açúcar, florestas energéticas...) ocupa 9% do País.

Os agricultores preservam mais vegetação nativa no interior de seus imóveis (20,5% do Brasil) do que todas as unidades de conservação juntas (13%)!

Mais de 4,1 milhões de imóveis rurais, somando uma área superior a 410 milhões hectares, estavam cadastrados no Serviço Florestal Brasileiro até maio de 2017.

Os agricultores informaram detalhadamente, num mapa com base em imagens de satélite e em diversas fichas, todo o uso e ocupação de suas terras, em conformidade com o Código Florestal.

É como se ao declarar o Imposto de Renda o contribuinte informasse a planta da casa, a disposição de cada móvel, o uso de cada cômodo e ainda, na Amazônia, por exemplo, deixasse claro que não utiliza 80% de seu apartamento a título de reserva legal. 

E que cuida de tudo e paga impostos, mesmo sobre o que lhe é vedado usar.

Os dados finalizados pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) demonstram o papel único da agropecuária na preservação ambiental.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Guerra Fria prossegue em Cuba com “doenças” esquisitas

Embaixada dos EUA em Havana
Embaixada dos EUA em Havana
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Os EUA pediram ao governo cubano licença para a saída de dois de seus diplomáticos, atingidos em 2016por estranha doença, noticiou a mídia mundial.

Vários funcionários da embaixada manifestaram uma inexplicável perda auditiva. O Canadá também confirmou que alguns de seus diplomatas na ilha haviam sofrido um “ataque acústico” similar, acrescentou “Clarín”.

Após uma investigação de meses, os EUA concluíram que os diplomatas foram atacados por meio de uma avançada arma sonora que funciona fora de alcance audível e está instalada perto de suas residências.

Segundo Ottawa, pelo menos um de seus diplomatas em Cuba foi tratado num hospital com “sintomas pouco comuns” ligados à audição. Também seus familiares foram atingidos.

“The Washington Post”, citando o Departamento de Estado, informou que “pelo menos 16 americanos trabalhando para a embaixada EUA em Cuba sofreram dito mal de perda de audição enquanto serviam em Havana”.

Este tipo de ataque não é coisa nova, pois era comum no tempo da União Soviética. Mas caiu como um balde d’água fria sobre a crença ingênua de que a Guerra Fria morreu.

Como nos tempos soviéticos, o governo cubano reagiu em termos que transparecem suspeitas de insinceridade: “Cuba jamais permitiu nem permitirá que seu território seja utilizado para qualquer ação contra funcionários diplomáticos acreditados ou seus familiares, sem exceção”.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

No IPCO: Força Aérea forte e organizada para enfrentar ameaças à integridade nacional

Major Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno, chefe de gabinete do Comandante da Aeronáutica falando no IPCO
Major Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno,
chefe de gabinete do Comandante da Aeronáutica falando no IPCO
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O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira promoveu em 20 de agosto último no Club Homs, situado na Avenida Paulista da capital bandeirante, uma brilhante conferência do Major Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno, chefe de gabinete do Comandante da Aeronáutica.

Abrindo a sessão, o Dr. Plinio Vidigal Xavier da Silveira, diretor do Instituto, recordou as anteriores conferências de representantes do Exército e da Marinha, as quais foram de grande proveito para o conhecimento das reais potencialidades dessas duas armas.

Mas faltava que um membro graduado da Aeronáutica discorresse sobre a capacidade de defesa aérea de que o Brasil dispõe, tendo em vista nossa enorme extensão territorial.

Para atender a esse anseio, o Instituto convidou uma grande autoridade na matéria, o Major Brigadeiro Damasceno, conhecido por sua competência e brilhante carreira, premiada com 32 condecorações.

Ele apresentou um histórico da força militar mais jovem — de 76 anos, fundada em 1941 —, dividindo-a em quatro gerações de 25 anos:
a primeira, de 1941 a 1966, trabalhou na consolidação das bases e do sistema civil;
a segunda, de 1966 a 1991, organizou o sistema de defesa e a indústria aérea com a Embraer;
a terceira, de 1991 a 2016, estabeleceu o comando, o controle e a missão de interoperabilidade; e, por fim,
a quarta geração, de 2016 a 2041, está realizando a operação conjunta e combinada.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Exemplo ucraniano inspira resistência venezuelana

Afinidade das situações é muito grande
Afinidade das situações é muito grande
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O documentário Winter on fire foi apresentado e discutido em várias universidades venezuelanas, públicas e privadas, provocando grande impacto entre os estudantes, hoje figuras centrais das marchas opositoras ao governo de Nicolás Maduro, informou “O Globo”.

Segundo declarou ao “Globo” Marcelino Bisbal, professor da Universidade Católica Andrés Bello (UCAB), os estudantes venezuelanos ficaram entusiasmados com o documentário.

Por quê? “Porque o exemplo da Ucrânia mostra que é possível mudar um país fazendo grandes esforços, como estão fazendo todos os venezuelanos”.

Esses grandes esforços envolvem o derramamento abundante de sangue – mais de 100 assassinados pelos esbirros chavistas – e um combate duríssimo no dia-a-dia nas ruas e praças do país

“Aqui já se fala no efeito Ucrânia, pela penetração deste documentário não somente nas universidades, mas também nos bairros, através de associações civis” — disse o professor da UCAB.

“Os jovens se sentem identificados com o exemplo ucraniano, porque aqui também eles são o motor da rebelião”.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Religiosos e indígenas querem decidir na Noruega sobre as florestas brasileiras

Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas patrocinada pelo governo da Noruega e se imiscuindo na vida do Brasil
Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas
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Uma Iniciativa Inter-religiosa da Floresta Tropical, promovida pelo Ministério do Clima e Ambiente da Noruega, reuniu em Oslo líderes de diversas crenças e povos, como os pigmeus africanos e etnias indígenas sul-americanas.

O inédito encontro se inseriu numa longa serie de ingerências de governos e ONGs internacionais no Brasil e em outros países.

O governo norueguês vai cortar em 2017 pelo menos 50% de suas doações ao Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES, aduzindo o aumento no desmatamento nos últimos dois anos.

O ministro norueguês do Meio Ambiente, Vidar Helgesen, agradeceu o apoio que essas ingerências encontram em líderes religiosos locais.

“Em lugares onde o Estado não tem presença ou controle, sempre há comunidades de fé. Sempre há uma igreja ou outro lugar de adoração. Essa infraestrutura é um recurso que pode ser mobilizado em favor das florestas de uma forma mais consistente”, disse.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Falsos mitos da fome: o Brasil está alimentando mais de um bilhão de pessoas

A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante.
A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante.
Luis Dufaur
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A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante (dados finais de 2015), sendo que um resultado abaixo de 250 kg/pessoa/ano significa insegurança alimentar que conduz a importar alimentos.

Em 2014, um país altamente industrializado como a Coreia do Sul importou US$ 27 bilhões em alimentos, o Japão US$ 68,9 bilhões e a China US$ 105,2 bilhões.

Estes e outros dados impressionantes foram reunidos por Evaristo de Miranda, pesquisador e dirigente da EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), em artigo publicado  na “Revista Agro DBO”.

Eles desfazem os mitos catastrofistas e miserabilistas do movimento ambientalista-comunista sobre um falso esgotamento dos recursos do planeta, um fantasioso excesso de habitantes e uma pregação eclesiástica comunistoide pela redistribuição da terra e aos recursos naturais.

Já se pode definir a missão do Brasil como sendo a de saciar a fome do planeta, diz Evaristo de Miranda com os aplausos dos nutricionistas. A fome será um problema, mas não do Brasil.

Só a nossa produção de grãos é suficiente para alimentar quatro vezes a população brasileira ou mais de 850 milhões de pessoas.