segunda-feira, 16 de maio de 2022

Ministra chilena trata grande parte da Argentina como “territorio mapuche”

Ministra do Interior Izkia Siches inaugurou novo governo chileno criando grave atrito com a Argentina
Ministra do Interior Izkia Siches inaugurou novo governo chileno
criando grave atrito com a Argentina
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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O novo governo chileno de extrema-esquerda iniciou sua política externa com inesperada provocação ao vizinho argentino.

A nova ministra do Interior e Segurança Pública do Chile, Izkia Siches, gerou uma comoção adotando um mito ancestral segundo o qual grande parte da Argentina pertence aos mapuches chilenos, noticiou a imprensa argentina.

O procedimento prenuncia uma época de atritos gratuitos sobre questões fronteiriças sensíveis que pareciam superadas.

A polêmica foi acessa no prelúdio da primeira viagem do presidente Gabriel Boric à Argentina e causou grande rebuliço no Chile e na Argentina.

A ministra, que é uma das mais importantes do novo governo, se retratou logo, mas ambiguamente.

Em Buenos Aires, diplomatas de carreira exigiram que a Chancelaria portenha solicitasse “esclarecimentos do Chile sobre as declarações feitas por seu Ministro do Interior e reiteradas por seu Ministro de Bens Nacionais”.

Eles consideraram se tratar de “reivindicações separatistas que violam a integridade territorial da Argentina e o Tratado de Fronteira”.

Wallmapu território reivindicado por subversivos mapuches
Wallmapu: território reivindicado por subversivos mapuches
A reivindicação incendiária inclui a cidade de Buenos Aires.

Líderes políticos da Patagônia, no governo e na oposição, rejeitaram “a reivindicação secessionista que o governo chileno de Boric está legitimando um pseudo-nação independente Mapuche”.

Siches visitou os territórios chilenos em que esses indígenas (ou supostos tais) praticaram atos terroristas, com feridos, mortos e destruição de bens.

Siches e sua comitiva foram recebidos com tiros ao ar e deram meia volta a toda presa.

“O governo, disse, tenta enfrentar os problemas (…) gritando para o céu quando se fala de Wallmapu. ... um território que será totalmente expropriado”.

Wallmapu é o nome do território reivindicado pelos ditos indígenas que abarca em maior parte a Argentina.

Siches postou em sua conta no Twitter uma foto tirada durante a turnê, que acompanhou com a frase: “Terminamos o dia em Wallmapu”, escreveu o jornal “Los Andes” do também ameaçado estado de Mendoza.

“Rejeito profundamente a afirmação secessionista conhecida como ‘Wallmapu’, que o governo chileno de Boric está legitimando. Trata-se de reconhecer grande parte do território argentino e chileno como uma nação pseudo-mapuche independente”, tuitou o deputado Miguel Ángel Pichetto.

Atentado incendiário em Bío Bío, Chile, foco do conflito mapuche
Atentado incendiário em Bío Bío, Chile, foco do conflito mapuche
Após a repercussão que tiveram as palavras, Siches se desculpou com a mensagem: “Não pretendo de forma alguma interferir no território de nossos irmãos transandinos. Quero deixar bem claro, o termo é focado em nosso território nacional.”

Ela também acrescentou que não era sua intenção “polarizar nosso país, mas sim falar com nossos povos nativos com grande respeito e nisso se eu causei desconforto em nível nacional ou transandino” .

O ex-ministro da Segurança da província patagônica argentina de Chubut, Federico Massoni, criticou a ministra pelo uso do termo polêmico.

O trabalho da ministra do governo subversivo foi continuado por uma série de ataques incendiários no conturbado sul do Chile, onde os “mapuches” atacam os bens do Estado, das grandes empresas florestais e proprietários particulares.

Uma casa de fazenda em Tirúa, um armazém e uma cabana em Cañete, região de Bío Bío a 500 quilômetros ao sul de Santiago, foram queimados em ataques que felizmente não deixaram feridos ou mortos, informou “Clarín”.

Subversão mapuche não teme derramar sangue
Subversão mapuche não teme derramar sangue
A Ministra Siches apresentou uma queixa e enviou a polícia, mas não se aguarda nada que dissuada novos ataques.

Os incendiários deixaram um documento exigindo a libertação dos presos ‘indígenas’ por crimes diversos, assinado pelo grupo radical Resistência Mapuche Lafkenche, disse uma rádio local.

No dia anterior, em dois outros atos de violência foram destruídos postos de controle, veículos de carga e caminhões, e houve até um confronto a tiros com policiais.

São frequentes os ataques incendiários a máquinas e propriedades, tiroteios fatais e greves de fome de presos ‘indígenas’.

O novo presidente esquerdista Gabriel Boric cessou a militarização da região e implantou uma estratégia de “diálogo” que soa a acobertamento dos grupos subversivos.


segunda-feira, 9 de maio de 2022

Com Papa Francisco ultra-esquerda colombiana tem resultado recorde

Papa Francisco como que teria abençoado a candidatura do extremista Gustavo Petro
Papa Francisco como que teria abençoado a candidatura do extremista Gustavo Petro
Luis Dufaur
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Após uma soada recepção no Vaticano pelo Papa Francisco, o candidato da ultra-esquerda conquistou seu melhor desempenho em uma eleição legislativa da Colômbia.

Com 99% dos votos apurados, a coalizão Pacto Histórico, do ex-guerrilheiro Gustavo Petro, obteve 16 das 108 cadeiras no Senado.

A quantidade a faz a maior força da Casa, ao lado do Partido Conservador — outra força tradicional, o Partido Liberal terá 15 cadeiras. Centro Democrático, mais à direita, e a aliança centrista Centro Esperanza terão 14 assentos cada um.

Na Câmara dos Deputados, a aliança apoiada pelo Pontífice conquistou 25 das 188 vagas, empatando com os conservadores. Liberais foram escolhidos para 32 cadeiras.

Foi o melhor resultado da esquerda no Congresso bicameral do país desde 2006. A votação também definiu os três candidatos principais para o pleito presidencial de 29 de maio, segundo os números da “Folha de S. Paulo”.

Petro tomou parte na luta armada até que pela magia de um tratado foi admitido na política convencional em 1990.

Ultra-esquerdista ingressa no Vaticano com presentes para Papa Francisco
Ultra-esquerdista ingressa no Vaticano com presentes para Papa Francisco
A coligação Equipo por Colômbia, à direita, com forte apoio dos eleitores mais jovens, soma 10% das intenções de voto.

Petro garantiu é grande apoiador do acordo de paz do Estado com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) recusado em plebiscito pelo povo colombiano mas que as esquerdas eclesiásticas e leigas querem impô-lo de qualquer jeito, pouco se importando com a democracia.

Em 2019, um terço dos guerrilheiros marxistas leninistas se achando defraudados porque suas exigências (assembleia nacional constituinte; reforma fiscal; reforma Agrária e desprivatização de instituições públicas concedidas à iniciativa privada). não tinham sido aceitas, já tinha voltado a usar as armas, segundo a “Folha”.

O acordo repudiado em referendo há quatro anos era um esqueleto seco, mas Petro e Havana e a Santa Sé queriam ressuscitá-lo segundo disse o ex-lider guerrilheiro Rodrigo Londoño, “Timochenko”, terrorista durante 40 anos, acusado de muitos crimes e procurado pelos EUA, mas negociador do acordo, que comemorou a vitória de Petro. Cfr. /.

segunda-feira, 25 de abril de 2022

Ultra-esquerda torna o Peru ingovernável

Pedro Castillo
Pedro Castillo
Luis Dufaur
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O presidente ultra-esquerdista do Peru Pedro Castillo tornou ingovernável seu país e enfrenta violências populares, uma enésima moção de destituição, ou impeachment, em sete meses, além de 30 trocas ministeriais, segundo noticia a “Folha de S.Paulo”.

O Congresso é dominado por partidos à direita e o acusa de 20 infrações constitucionais e atos de corrupção. A paralisia administrativa é a regra. 

Castillo assumiu com uma plataforma extremista comparável com a do novo presidente no Chile, Gabriel Boric, que reúne todas as minorias ativistas anarquista, indigenista, ecologista e LGBT.

No momento da eleição num momento de muita confusão, essas plataformas de esquerda descabelada podem ludibriar os eleitores sulamericanos fartos dos maus políticos e fazer eleger candidatos extremistas.

Mas, de um modo como que irreversível acabam em breve tempo polarizando a indignação popular e empurrando seus países para uma anarquia muito perigosa.


segunda-feira, 11 de abril de 2022

Colombianos não entendem qual é a religião do Papa Francisco

De guerrilheiro e da Teologia da Libertação, perverso carcereiro, a candidato preferido do Papa Francisco
De guerrilheiro e da Teologia da Libertação, perverso carcereiro,
a candidato preferido do Papa Francisco
Luis Dufaur
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Em que Deus e em que religião acredita o candidato presidencial de extrema esquerda Gustavo Petro, foi a grande interrogação dos colombianos adotada pelo maior jornal da Colômbia “El Tiempo”.

O candidato diz ser católico, embora não assista regularmente à missa mas foi recebido em plena campanha presidencial pelo Papa Francisco I em ato que, de si, deveria propulsar sua candidatura.

O gesto, porém, resultou um tiro pela culatra segundo inúmeros testemunhos do povo católico colombiano que começou a se perguntar afinal qual é a religião do Papa Francisco.

O candidato presidencial pelo Pacto Histórico, Gustavo Petro, surpreendeu muitos nessa semana ao incluir o “Jesus dos pobres” em seu discurso.

Além disso, o senador conta com o apoio do pastor Alfredo Saade, que prometeu mais de 2 milhões de votos que teria em 400 igrejas no Litoral.

Como contou à revista 'Semana', Petro teve formação católica e é orientado pela teologia da libertação.

Porém, deixou claro despectivamente que não é “rezadeiro” nem vai à missa, considerando que a prática religiosa não é senão “aparência”" e que o que vale é sua militância de esquerda, ou “compromisso”.

“Na teologia da libertação, o que importa não é a forma, o rito, mas o compromisso, já vi católicos se ajoelharem e votarem em Uribe para matar meninos. Não acredito nesses rituais, mas sim no compromisso”, destacou.

Papa Francisco recebeu ao candidato de extrema esquerda Gustavo Petro
Papa Francisco recebeu ao candidato de extrema esquerda Gustavo Petro
Gustavo Petro foi recebido pelo Papa Francisco durante 45 minutos oficialmente para falar de meio ambiente e a crescente onda de violência no país, informou o jornal “El Tiempo” de Bogotá.

Foi um evento inédito na agenda do Sumo Pontífice, porque o chefe da Igreja Católica só se reune com líderes em exercício, e não com candidatos que disputam a presidência.

E a reunião foi considerada de grande importância para Petro. Ele já havia se reunido em 2015 no Vaticano com o pontífice enquanto prefeito de Bogotá, durante um colóquio sobre 'Escravidão Moderna e Mudanças Climáticas', em que os prefeitos participantes, selecionados nas esquerdas, assinaram uma declaração junto com o Papa Francisco.

Petro obteve o encontro pelo seu excelente relacionamento pessoal com o Núncio Apostólico em Bogotá quem se destaca pela procura de um acordo com os guerrilheiros do ELN.

Para Yann Basset, doutor em Ciências Políticas pelo Instituto de Estudos Superiores da América Latina da Universidade de Paris III - Sorbonne a reunião obedeceu à estratégia de Gustavo Petro “para aplacar ou resistir a certos setores da opinião pública” receosos de seu ousado esquerdismo.

O analista Andrés Segura achou que Petro quis “apoiar a ideia da inevitabilidade da sua vitória” diante dos eleitores colombianos porque considera que “a Igreja é a chave para reforçar sua campanha”.


segunda-feira, 21 de março de 2022

Cuba produz açúcar como em 1905

Usinas de açúcar cubanas caem aos pedazos
Usinas de açúcar cubanas caem aos pedazos
Luis Dufaur
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No Granma, jornal oficial do Partido Comunista Cubano, o diretor da estatal AZCUBA, Tomas Aquino, afirmou que a safra de açúcar não cumpriu 30% previsto para janeiro.

Ele culpabilizou às “más condições de infraestrutura e organização” do país socialista. A nota oficial pretende dissimular os fatos reais.

O país sofre há décadas de carência de insumos e peças de reposição, e desconhece ou desrespeita a boa organização e o planejamento. Os trabalhos se fazem com maquinarias escassas e vetustas de muitas décadas, quando não é no trabalho manual e a tração animal, escreveu em Miami o “Diário de las Américas”.

As autoridades deploram que não há baterias, pneus, partes e peças das máquinas e culpam os responsáveis das empresas agrícolas por não conseguir “emprestadas” essas peças.

A verdade é que nos últimos anos, segundo informa a BBC News desde 2010 pelo menos, a produção de açúcar, a maior de Cuba antes do socialismo, atingiu os níveis de 1905.

Informa o “Diário de Cuba” que seis entidades canavieiras estão fora de serviço em Ciego de Ávila e três não têm baterias para seus periclitantes veículos.

O vice-primeiro-ministro, Jorge Luis Tapia Fonseca, acha que se poderia resolver o caso solicitando as peças “em empréstimo aos ministério dos Recursos Hidráulicos, da Construção, ou até mesmo da Agricultura”. Do contrário a colheita não será colhida nos volumes desejados pelo Partido Comunista.

Estatal do açúcar chora para conseguir 'emprestada' peças para sua maquinária
Estatal do açúcar chora para conseguir 'emprestada' peças para sua maquinaria
O ministro acrescentou que sem essas máquinas não haverá açúcar nem para os moradores e produtores da província”.

Dos antiquados caminhões que deveriam estar disponíveis, 28 estão parados, e sete com problemas nas baterias.

O corte da cana naufraga na dispersão pela área e não há sistema que agilize a colheita. Falta água e os trens não funcionam.

O corte manual tem baixos rendimentos pela invasão do capim e nem a tração animal supre a falta de maquinaria.

Há muito há mau preparo do solo, e só pouco mais da metade da terra foi preparado.

A precariedade que sofrem os camponeses é tamanha que reclamam ao vice-primeiro-ministro cubano Jorge Luis Tapia Fonseca calçados e roupas para o trabalho agrícola.

A maior usina de açúcar do país, em Ciego de Ávila, iniciou a safra com uma dívida equivalente a mais de três milhões de dólares ao câmbio oficial, uma fortuna no país.

O governo marxista excerce um monopólio radical batizado com o sintomático nome de “Acopio”. Os agricultores devem vender-lhe grande parte de suas colheitas a preços impostos pelo Estado.

Até as próprias autoridades criticam com frequência a ineficiência de “Acopio”, que é uma das entidades mais impopulares da ilha. E tal vez das mais corruptas, se isso for possível

Não só falta açúcar, mas o país sofre a pior crise alimentar até agora vista em um século, com grave escassez de bens de primeira necessidade, especialmente alimentos e remédios.

Um dos 47 novos agromercados onde não há nada à venda, La Habana
Um dos 47 novos agromercados onde não há nada à venda, La Habana
Para acalmar os protestos o Governo anunciou a abertura de novos agro-mercados em Havana, informou o “Diário de Cuba”.

A reação popular ficou sintetizada na expressão: “é coisa de ficção científica”, pois os tais “agromercados” não passam de banquinhas com grandes cartazes, totalmente vazias e sem atendentes.

Para explicar o desastre crônico, já em 2010 o jornal comunista Granma reconhecia que “desde 1905 o país não tem uma campanha açucareira tão pobre”, segundo cita a BBC News.

Cuba foi capaz de produzir mais de 8 milhões de toneladas, com 150 engenhos de açúcar que eram a principal fonte de trabalho e renda do país. Porém, o produto ia sobre tudo para a União Soviética.

A meta de 2022 foi estabelecida pelo PC em 10 milhões, cifra que dificilmente será atingida.

Quando essa caiu, Fidel Castro fechou mais da metade das usinas e os canaviais foram substituídos pelo cultivo premente de alimentos e dezenas de milhares de trabalhadores foram “reeducados”.

A indústria estatal cubana de açúcar ficou semi-destruída e os canaviais invadidos pelo capim.

Com essa miserabilização, certamente nunca veremos por Cuba progressistas de igreja, ecologistas ou esquerdistas que entre nós são acérrimos críticos do agronegócio dos produtores privados e que dão de comer à humanidade


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Terrorismo islámico e Teologia da Libertação se abraçam na Nicarágua

Mohsen Rezai, vicepresidente doe Irã procurado por atentadso cna Argentina
Mohsen Rezai, vice-presidente doe Irã procurado por atentados na Argentina
Luis Dufaur
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A posse como presidente pela 5ª vez de Daniel Ortega, não só confirmou a ditadura do ex-guerrilheiro sandinista à desditada Nicarágua. Ela revelou para além das aparências o esforço de reconstituição das esquerdas que tentam abalar o mundo ex-cristão.

A pedra de toque foi a presença do vice-presidente de Assuntos Econômicos da República Islâmica do Irã, Mohsen Rezai. Ele compareceu como chefe da delegação enviada pelo presidente Ebrahim Raisi, líder religioso “conservador” outrora encarregado das execuções no país e hoje procurado internacionalmente, segundo informou “Clarín”.

Ele é um dos líderes iranianos acusados de autores intelectuais do ataque terrorista à Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA) em Buenos Aires, que causou a morte de 85 pessoas e feriu centenas nas ruas e vizinhanças em julho de 1994.

O terrorista islâmico procurado pela Interpol deu grande abraço a Daniel Ortega o combatente apoiado pela Teologia da Libertação.

Os extremismos xiita (que se diz fiel ao Corão no ódio ao cristianismo) e o cristão de esquerda não só mostraram sua afinidade profunda mas convidaram entre outros ao ditador de Cuba marxista Miguel Díaz-Canel.

Na festa fraternal representava o governo argentino, seu embaixador em Manágua Daniel Capitanich.

O governo de Fernández, como também o movimento peronista que o sustenta pretende ser nacionalista e pôr os interesses de seu país e seus habitantes por cima de tudo.

Mas a Argentina foi gravemente atingida por dois ferozes atentados assassinos encomendados e praticados por terroristas iranianos.

Ministro iraniano Mohsen Rezai indiciado por atentados assassinos, Nicolás Maduro e o cubano Miguel Díaz-Canel apoiando o ditador guerrilheiro Daniel Ortega
Ministro iraniano Mohsen Rezai indiciado por atentados assassinos,
Nicolás Maduro e o cubano Miguel Díaz-Canel apoiando o ditador guerrilheiro Daniel Ortega
E esses crimes foram sempre acobertados pelo mesmo governo nacionalista-peronista durante as investigações do crime. Mais uma contradição ovante do nacionalismo populista argentino.

Também se exibiu o ditador marxista-chavista Nicolás Maduro que jogou seu país em atroz miséria com a bênção do Papa Francisco.

O pontífice diz dar prioridade aos pobres, e outrora disse deplorar a massacre feita pelos iranianos em Buenos Aires onde era bispo.

Rezai foi Comandante da espécie de SS xiita, o Corpo dos Guardiões da Revolução-Pasdaran entre 1993 e 1994.

Rezai tem como cúmplice principal do massacre da AMIA a Ahmad Vahidi, que também tem mandado de prisão internacional da Interpol, e é ministro do Interior do Irã.

Durante o governo de Cristina Kirchner, Vahidi fez várias viagens à Bolívia e à Venezuela sem ser preso.

Para assistir ao evento Mohsen Rezai fez uma extensa viagem driblando os espaços aéreos dos países que o procuram, em complicados desvios desde Teerã e escalas na Mauritânia e em Caracas.

Assim descreveu o diretor da Fundação para a Defesa da Democracia (FDD) Emanuele Ottolenghi, também experto em antiterrorismo, informou “La Nación”.

Não faltaram delegações da China e de “países bandidos” como a Coreia do Norte. De acordo com a agência AFP, se exibiram representantes da Rússia, do Vietnã, de Laos, de Camboja, da Turquia e da Bielorrússia.

O vicepresidente iraniano fez combinações com o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, na Nicarágua
O vicepresidente iraniano fez combinações
com o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, na Nicarágua
A aparente salada de fatores de caos, esquerdismo e anticristianismo, patenteou a existência de uma organização subterrânea que os une no objetivo de destruir os restos de Cristandade.

Nem os EUA, nem a OEA nem a União Europeia reconhecem as eleições de fachada que deram continuidade a Ortega com 76% dos votos.

Ortega ganhou após prender no cárcere aos candidatos rivais pela presidência e sufocar todas as instituições democráticas. Os únicos candidatos “rivais” eram seus aliados.

No discurso de posse, Ortega voltou ao vetusto realejo antiamericano quase ecoando certos pronunciamentos do Papa Francisco. “Não vamos mais deixar que levem nossas riquezas e vamos buscar juntos projetos comuns para combater a pobreza de nossos povos. O exemplo da Venezuela é um exemplo de força e resistência contra os EUA.”

Mas, o povo venezuelano geme em horrível pobreza criada pelo regime do “socialismo do século XXI”, escreveu a “Folha de S.Paulo”.

Ortega também justificou a matança de mais de 300 oposicionistas durante protestos em 2018, dizendo que foi uma “luta contra o terrorismo interno”.

Os EUA e a União Europeia ampliaram sanções econômicas e diplomáticas contra Ortega e 116 de seus homens instalados no Exército, no Ministério da Defesa e na petrolífera estatal do país.

Prefeitos e outros políticos, promotores de Justiça e autoridades ligadas à polícia não poderão mais entrar em território americano.

A Polícia Nacional foi indiciada por praticar “torturas físicas e psicológicas, aos que se opuseram ao regime de Ortega”.

O presidente dos EUA, Joe Biden, havia qualificado as eleições da Nicarágua de farsa. E prometeu “ferramentas diplomáticas e econômicas”. O mesmo fez a União Europeia, repetindo ambos as mesmas inocuidades.

O pontificado de Francisco I vem acolhendo com agrado há anos os teólogos que estão por trás da ditadura assassina de Ortega e não teve nada a dizer contra o cenáculo subversivo manchado de sangue.


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Argentina em crise presenteia centenas de milhões de dólares a Rússia

Alberto Fernández sonharia ser o 'gauleiter' (chefe de distrito da Alemanha nacional-socialista) de Putin para América do Sul
Alberto Fernández visaria ser o 'gauleiter' (chefe de distrito da Alemanha nacional-socialista)
de Putin para América do Sul
Luis Dufaur
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A Argentina nacional-peronista se debate em contínuos desequilíbrios fiscais, em desarranjos monetários do governo, em despesas oficiais irracionais ou suspeitas, e em discussões com o FMI.

Sobre tudo o governo se aplica multiplicar os impostos e travas aos cidadãos e empresas que trabalham em todas as especialidades para sair do buraco aberto pelos políticos.

Qualquer pretexto serve ao governo esquerdista para espoliar os cidadãos. Mas quando está em jogo o esquerdismo nacional ou internacional o dinheiro parece sobrar.

Com a Rússia e a China, por exemplo. Em dezembro o governo populista-esquerdista amigo de Maduro e Lula comprou comboios elétricos de fabricação russa por 850 milhões de dólares para um ramal que não possui eletricidade!!!

Mas poucos dias antes da irracional compra o governo anulou um empréstimo combinado há quatro anos com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para eletrificar a linha para a qual são destinados os mencionados comboios.

O governo, comentou “La Nación” pagou centenas de milhões por ovos russos e matou a galinha, leia-se lesou uma quantidade incalculável de cidadãos que ficarão sem galinha e sem ovos, condenados a um transporte decadente.

Centenas de milhões de dólares por trens elétricos russos para llinhas não eletrificadas
Centenas de milhões de dólares por trens elétricos russos para linhas não eletrificadas
O empréstimo foi assinado e ampliado para “conseguir a melhoria integral dos serviços da Ferrovia San Martín, em sua linha principal por 54,44 quilômetros”.

Mas o BID caiu fora após movimentos obscuros do próprio governo com a China Railway International Group sem fornecer informações compreensíveis.

As centenas de milhões de dólares do BID não virão, mas o dobro sairá para a Rússia.

A obra prometida por Cristina Kirchner para ser concluída em 2014, durante vários anos não exibirá nem mesmo uma tomada para os sofridos usuários.

É o progresso das esquerdas anticapitalistas sul-americanas que estão subindo nos governos e empobrecendo os povos.


segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Chile: “mapuches” disparam fuzis em proclama revolucionária

Mapuches disparam armas na leitura de um manifesto (Twitter)
Mapuches disparam armas na leitura de um manifesto (Twitter)
Luis Dufaur
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Violentos conflitos têm epicentro na Araucânia chilena e na Patagônia argentina provocados por “indígenas” mapuches.

Num vídeo viralizado no Chile, a organização mapuche Weichan Auka Mapu exibe armas e ameaça usá-las caso o exército seja enviado a restaurar a ordem e cessar com os ataques predatórios desses “indígenas”, segundo documentou “La Nación”.

O vídeo parece uma mera repetição de exibição de forca dos guerrilheiros das FARCs.

O líder fala com o rosto coberto e ameaça ao presidente Piñera que está entregando o cargo. E numa outra mensagem recrudesce as ameaças de violência caso seja eleito presidente o candidato das direitas.

O porta-voz guerrilheiro afirma: “diante do fortalecimento de uma direita golpista, (...) nossos ancestrais apoiaram a guerra contra os invasores espanhóis e do Estado chileno, instamos estes cães de guarda dos ricos a abandonar nosso território, porque serão derrotados pela força dos Mapuches gente em armas”, ameaçou.

E justifica o uso de armas, mas ali sem o folclore forjado, mas em termos de luta de classe marxista-leninista com pinceladas ecologistas:

Atentado mapuche descarrila e incendeia trem no sul do Chile
Atentado mapuche descarrila e incendeia trem no sul do Chile
“Reafirmamos nosso compromisso revolucionário em ações de sabotagem dos interesses capitalistas que destroem e assolam a Mãe Terra, bem como em ações armadas contra nossas comunidades, verdadeiras proprietárias da legitimidade territorial”.


No final da gravação, várias dezenas de membros da organização, com os rostos cobertos, erguem as armas, gritam “vamos vencer” disparam para o céu seus fuzis automáticos.

Numa suposta retomada de “terras ancestrais” baderneiros encapuzados invadiram a turística cidade de El Bolsón, perto de Bariloche, na Argentina e iniciaram a depredação de moradias e lojas.

Seus porta-vozes diziam pertencer a uma Comissão de Direitos Humanos da periferia de Buenos Aires, afiliada ao movimento de Cristina Kirchner e, reforçados por “mapuches” chilenos destruíam com total omissão das autoridades e da polícia local.

Ignaros das realidades agrícolas atacaram e feriram um cavalo de um gaucho argentino que estava celebrando o rodeio do Dia da Tradição com um bom churrasco popular regado a vinho.

Os gauchos presentes não suportaram

Montaram seus cavalos e puseram em fuga às chicotadas o grupo de manifestantes encapuzados que destruíam o centro da cidade.

Gauchos correram depredadores 'mapuches' na Argentina
Gauchos correram depredadores 'mapuches' na Argentina
“É preciso dar uma boa surra nessas pessoas”, explicou Victor, um dos gauchos que participou do rodeio em entrevista a uma rádio local citada por “La Nación”.

Víctor vive em El Bolsón há mais de 15 anos e explicou a briga:

“Estávamos em uma festa depois de muito tempo trancados [pelo coronavírus], e essas pessoas vêm se apropriar de tudo. Você cansa porque as pessoas não sabem o que fazer, ninguém nos defende”, disse.

“Não são gente daqui, também não são mapuches. Eles quebram a praça, os negócios. Saímos do nada porque estamos cansados deles cortando a estrada e muitas outras coisas”, acrescentou.

Quando o jornalista lhe perguntou se a luta contra os manifestantes pró-mapuche se faz com “os rebencazos”, Víctor respondeu: “Sim, sim, venha o que vier, porque você tem que dar uma boa surra nessa gente, eles não merecem reclamar de quebrando tudo. Se quiser reivindicar, mas reivindique bem, sem quebrar nada ”.

O jornalista perguntou se assim não “piorava as coisas”, o entrevistado respondeu que “essas pessoas andam carregando facas. Ninguém faz nada, e quem nos ouve? As crianças não podem sair à rua, quem eles pensam que são?

“Clarín”, os gauchos enquanto dispersavam os desordeiros gritavam “Viva la Patria”. O rodeio continuou numa área contigua.

A porta-voz Soraya Maicoño, de um grupo mapuche que promove um conflito territorial que já resultou em mortes, disse que ante o acontecido levantaram o assentamento e foram embora.

Mas acusou os gauchos de “gente a cavalo muito bêbada batendo em todo mundo”.

“Vocês estavam bêbados?”, perguntou o jornalista ao gaucho Victor. “Estávamos em uma festa, não vamos contar que estávamos bebendo refrigerante, mas eles também não estavam lúcidos. Nós estávamos com a família”, respondeu.

“Saímos para defender o que é nosso. Estamos cansados deles cortando a estrada e ninguém fazer nada”.

No final do diálogo, Víctor encerrou: “quando eles voltarem, nós também iremos dar-lhes umas ‘correadas’”.

A reação popular na Argentina toda foi de entusiasmado aplauso aos genuínos homens do campo.



Manifesto terrorista mapuche




segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

94,5% dos venezuelanos na mais crua pobreza

Populares comem lixo na rua
Populares comem lixo na rua
Luis Dufaur
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Nova Pesquisa das Condições de Vida, apresentada em Caracas pela Universidade Católica Andrés Bello revelou que 94,5% dos venezuelanos caíram abaixo do nível de pobreza, sendo que 76,6% deles estão abaixo da linha de pobreza extrema, informou “El País”, edição para o Brasil.

Nem os envios de petróleo de Teerã (Irã) para Caracas impediram a paralisação quase total do país provocada pela escassez de combustível se agravando a recessão.

As medidas do Governo contra a Covid-19 catapultaram a crise. As crianças ficaram um ano e meio sem aulas, e ficou paralisado o setor produtivo.

O desemprego afeta 8,1 milhões de venezuelanos. Os que ainda têm trabalham são 7,6 milhões, mas grande parte com uma jornada de quatro horas.

Entre os inativos há 3,6 milhões que deixaram de procurar emprego.

1,5 milhão de mulheres com filhos está sem recursos. Apenas um terço das venezuelanas tem ocupação regular.

Entre 2014 e 2021, o emprego formal perdeu 4,4 milhões de postos de trabalho, 70% dos quais no setor público, e o restante na iniciativa privada.

Temos fome diz cartaz
Temos fome diz cartaz
No setor privado, 58% estão em condição de pobreza extrema, enquanto no setor público são 75%.

A precariedade do emprego no setor público foi mencionada até pela Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos dirigida pela esquerdista Michelle Bachelet em seu último relatório sobre a Venezuela.

Um funcionário pode ganhar apenas 12 dólares por mês, ao passo que um empregado do setor privado recebe em média 38 dólares por mês, e os autônomos têm renda média de 32 dólares.

Segundo um dos autores do relatório, o sociólogo Luis Pedro España, o maior problema é a abissal redução na entrada de divisas, de 90 bilhões de dólares em 2012 para 5 bilhões em 2020, a maior parte procedente das exportações não petroleiras privadas.

“Se distribuíssemos toda a renda equitativamente entre as famílias, a média per capita seria de 30 dólares por venezuelano por mês, ou seja, um dólar por pessoa por dia, um cenário em que todos estaríamos na pobreza extrema”, acrescentou.

O “socialismo do século XXI” de Nicolás Maduro multiplicou as “Bolsas” e “Auxílios” para as famílias miseráveis que chegam no máximo a 36 dólares por mês, e torna esse contingente miserável totalmente depende totalmente do Estado.

Migrantes venezuelanos na Rodoviária de Anápolis
Migrantes venezuelanos na Rodoviária de Anápolis
A pesquisa foi feita com mais de 17.000 entrevistas domiciliares de mais de 800 perguntas durante os últimos sete anos.

Ainda segundo ela, pelo menos 340.000 crianças deixaram de nascer em cinco anos e o aumento da mortalidade infantil, chegou a 25,7 por cada 1.000 nascidos vivos alterando a pirâmide populacional do país.

As gerações nascidas entre 2015 e 2020 terão três anos menos de vida que as que precederam à crise, apontou Anitza Freites, coordenadora do estudo.

A população diminuiu 1,1% na última meia década, caindo para 28,7 milhões.

Mais de quatro milhões, sendo 90% deles na faixa dos 15 a 49 anos, emigraram nos últimos cinco anos ganhando as dimensões de um êxodo.

O comissário da Organização dos Estados Americanos (OEA) para a crise migratória venezuelana, David Smolansky, considera que logo haverá mais migrantes e refugiados venezuelanos que de qualquer outro país, incluídos países em guerra como a Síria, reportou “Clarin”.

Em 2022 poderá ser a maior do mundo por causa da crise econômica e da repressão. 

A oposição venezuelana fala de por volta de sete milhões, enquanto fontes da ONU e outras organizações especulam em volta de seis milhões, segundo a mesma fonte.

A educação remota ficou quase inviável e em 78% dos lares as mães assumiram as tarefas educacionais.


quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

Feliz Natal 2021 e Bom Ano Novo!




Vídeo Natal 2021. Comentários de Plinio Corrêa de Oliveira:
Jesus se faz pequenino para nós podermos adorá-lo

Clique na foto para ver:


Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Indígenas bolivianas chibateiam abortistas que atacaram catedral

Mulher guarayo mostra o latego que ela usou nas aboristas sacrílegas
Mulher guarayo mostra o látego artesanal que ela usou nas abortistas sacrílegas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Agitadoras abortistas bolivianas do “coletivo Mujeres Creando” invadiram a catedral de Santa Cruz enquanto o arcebispo celebrava a missa.

Elas protestavam contra a Igreja Católica que impediu uma menina de 11 anos de interromper a gravidez. A mãe foi vítima de um estupro e sua família foi pressionada para aprovar o crime.

Porém, após a intervenção da igreja, mudaram de ideia, noticiou o jornal da cidade “El Deber”.

Os ativistas picharam sacrilegamente a fachada da Basílica Menor de San Lorenzo e criticaram a Igreja Católica em faixas e arengas. “Igreja hipócrita e mesquinha, você força uma menina a dar à luz”, insultava uma das faixas.

O arcebispo Dom Sergio Gualberti estava pregando que “a defesa da vida, a rejeição da pena de morte e a eutanásia são um mandato de Deus para a Igreja e para cada crente em Cristo”.

A pintura jogada na catedral foi removida e as funções religiosas continuaram normalmente nos dias seguintes.

A demagogia abortista costuma apresentar do “direito” à matança dos inocentes como uma necessidade das mulheres pobres e das minorias étnicas menos favorecidas.

Inicio da provocação sacrílega abortista contra a catedral
Inicio da provocação sacrílega abortista contra a catedral


Esse embuste ideológico foi desmentido por mulheres de Santa Cruz que armadas com chicotes de couro feito à mão usado nas áreas rurais da Bolívia para repreender crianças.

Um grupo de indígenas bolivianas do povo Guarayo, deu umas boas às feministas que perturbaram a missa. Não houve queixas de ferimentos nem de contusões, sendo o efeito sobretudo moral.

Elas vendiam artesanatos entre os quais um 'látego' usado levemente para corrigir crianças mal comportadas

O exemplo mostra que o feminismo é um movimento violento que não defende as mulheres pobres como diz, comentou PanamPost.

A realidade é o oposto: as mulheres latino-americanas defendem amorosamente seus filhos e sua família. As mulheres indígenas na necessidade de trabalhar, amarram os filhos nas costas e dão continuidade ao trabalho.

Eles são o exemplo fiel de que os filhos não são um obstáculo, mas sua maior força.

O feminismo, criado em centros intelectuais esquerdista em geral ricos, levanta a bandeira do aborto, para acabar com vidas inocentes antes do nascimento para poder se entregar imoralmente aos prazeres ilícitos.

As feministas de Santa Cruz demonstraram não advogar pelas mulheres, mas por uma causa política: o socialismo.

Na ocasião, elas se manifestaram publicamente a favor da libertação do ex-presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, líder do Fórum de São Paulo.

Momento do incidente em que abortista recebe um 'latigazo' usado levemente para as crianças mal comportadas.
Momento do incidente em que abortista recebe um 'latigazo'
usado levemente para as crianças mal comportadas.
O socialismo que retomou o poder na Bolívia, atacou particularmente o povo Guarayo, cujas mulheres enfrentaram as feministas que atentam contra o patrimônio religioso.

Na província de Guarayos de Santa Cruz existem grupos armados apoiados pelas esquerdas que tentam se instalar em terras comunitárias que têm legítimos proprietários indígenas.

Diante da resistência dos indígenas Guarayos, os grupos irregulares já fizeram vários feridos a balas e facões.

Diante da tentativa de profanação da catedral de Santa Cruz, as mulheres que enfrentaram as feministas também se manifestaram contra o governo pela irrupção de seus aliados esquerdistas em seu território ancestral.

Evo Morales, protetor das abortistas e de todas as formas de esquerda e narcotráfico diz ser vítima de racismo por ser indígena.

Mas nunca demonstrou falar qualquer língua indígena e permitiu a destruição de terras ancestrais de povos indígenas por grupos armados que visam rouba-los.

Guadalupe Cárdenas, uma indígena perseguida politicamente, embaixadora dos Direitos Humanos, representante da federação das esposas de polícias, destacou em entrevista ao PanamPost, a hipocrisia de Evo Morales.

Cárdenas garantiu que Morales “é o pior racista, como nunca na história”. Ele mandou queimar terras dos índios do leste, da Chiquitanía, e ameaçou os indígenas.

As mulheres Guarayo de Santa Cruz desmontaram esses mitos ao mesmo tempo defendendo a Igreja dos ataques das feministas pagas pelo líder lulobolivariano.


terça-feira, 16 de novembro de 2021

Catástrofe eleitoral da esquerda na Argentina

Oposição argentina comemora vitória arrasadora
Oposição argentina comemora vitória arrasadora
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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As eleições legislativas parciais nacionais e estaduais acabaram num desastre eleitoral para a esquerda no poder no mais pleno senso do termo.

O governo peronista, em tudo afim com o lulochavismo continental, perdeu quase tudo o que disputou com uma proporção global de 70% a 30% a nível nacional.

Perdeu a maioria das duas Câmaras legislativas – Deputados e Senado – e muitos legislativos estaduais que se renovavam em quase todo o país.

Antevendo a deprimente derrota, a líder socialista-nacionalista Cristina Kirchner anunciou que não compareceria ao bunker eleitoral da aliança peronista onde seus seguidores mais ardidos aguardavam festejar a vitória partidária.

No grande feudo eleitoral do esquerdismo peronista da periferia operária do Grande Buenos Aires, simbolizado pelo bairro La Matanza, o povo marchou multitudinariamente, pouco se importando com a veda eleitoral, contra o governo que havia votado na anterior eleição .

Protestos nas ruas contra o peronismo afim com o lulochavismo na véspera da votação
Protestos nas ruas contra o peronismo afim com o lulochavismo na véspera da votação
A polícia tentou fazer muros para segurar a multidão que avançava contra as delegacias e sedes de governo local, indignada pelos assassinatos e insegurança que o peronismo, coirmão do lulismo, causou pela libertação dos presos com o pretexto do Covid-19 e pela cumplicidade das autoridades com organizações criminosas.

O governo chegou a convocar o festejo da “vitória” de não ter sido tão esmagado como se esperava na província (estado) de Buenos Aires, de longe o maior eleitorado do país onde perdeu.

Em Córdoba, segundo eleitorado, o governo não chegou a tirar 11%. No terceiro, Santa Fé, conseguiu o 31%. Em Santa Cruz, província de onde saíram os Kirchner e favoreceram até com imensas falcatruas, o kirchnerismo amargou outra deblace.

Para desviar as atenções o presidente Alberto Fernánndez convocou uma manifestação para comemorar a derrota que ele qualificou de “triunfo”.

Em bairro operário, massiva protesta contra a moleza da polícia e do governo
Em bairro operário, massiva protesta contra a moleza da polícia e do governo
O conselheiro eleitoral equatoriano Jaime Durán Barba ficou pasmo: “é a primeira vez que alguém comemora um triunfo porque perdeu”.

Em verdade, comentou, as esquerdas deliram porque deixaram de “contactar com a realidade.

O fato real é que a ampla maioria rechaçou o que está fazendo este governo”, e o presidente parece “ausente da realidade”.

De fato, as maiores preocupações do governo, previas ao pleito eleitoral, fizeram lembrar os momentos finais das piores ditaduras.

Os principais personagens de esquerda esqueciam da realidade porque estavam engajados em ferozes intrigas para remover os juízes que devem se pronunciar nos múltiplos processos de corrupção e atentados islâmicos que pendem sobre suas cabeças e que podem vir a condená-los.

Uma imagem lamentável reveladora da crise que corrói as esquerdas latino-americanas.


terça-feira, 26 de outubro de 2021

Ecossocialismo causa catástrofe ambiental na Venezuela

Maravilhas do ecosocialismo o maior lago da América do Sul perece por abandono das instalações petrolíferas
Maravilhas do ecossocialismo o maior lago da América do Sul
perece por abandono das instalações petrolíferas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O regime venezuelano bem engajado com todas as causas das esquerdas é o responsável pela tragédia ecológica no Lago de Maracaibo no noroeste do país com partes na Colômbia, explicou Sharon Gómez, especialista em comercio marítimo internacional.

O lago é o maior de água doce da América do Sul e repousa sobre uma das maiores jazidas de petróleo do mundo, mas se está contaminando espantosamente pela dissidia dos regimes de Chávez e Maduro.

Está em curso a eliminação da flora e da fauna silvestres, a deterioração do ecossistema subaquático e o crescimento excessivo de fatores epidêmicos que causam graves prejuízos aos habitantes da área.

Os regimes socialistas do século XXI anunciaram com espalhafato planos e políticas públicas ambientais que ao mesmo tempo manteriam a infraestrutura petrolífera que extrai petróleo do lago.

De fato, o Socialismo do Século XXI, de Chávez e depois de Maduro não só levou à falência o aparelho produtivo do país, notadamente da companhia nacional de petróleo (PDVSA), mas colapsou a infraestrutura física do petróleo no Lago Maracaibo.

O estado de abandono em que foi jogada dita infraestrutura produtora de petróleo não só derrubou a Venezuela do topo dos exportadores aos mais baixos níveis históricos.

Estado da água no Lago Maracaibo
Estado da água no Lago Maracaibo
Mas, deixou as costas do Lago Maracaibo totalmente cobertas de óleo pela ausência de manutenção de dutos, destilarias e portos.

Sharon Gómez foi até o Lago de Maracaibo e ficou espantada pela viscosidade das águas contaminadas, o cheiro penetrante que empesta o ar.

Os pescadores da região lhe me contaram que o lago está devastado por um vazamento constante de óleo alimentado por dutos e poços sem manutenção.

A contaminação das águas é mais do que visível em todos os lugares. A água apresenta uma cor verde neon com grande número de estrias de óleo multicolorido e a orla está estragada com poças pretas e pastosas típicas do petróleo.

A entidade oficial de cuidar do desastre é o Instituto de Controle e Conservação da Bacia Hidrográfica do Lago de Maracaibo (ICLAM).

É um órgão autônomo, vinculado ao Ministério do Poder Popular para o Ecossocialismo para a gestão sustentável e racional dos recursos naturais da Bacia do Lago.

Essa tarefa do ICLAM não aparece. Há 20 anos age sob os preceitos do “Ecossocialismo”. Socialismo sim existe entre os burocratas pagos pelo regime.

Peixes morrem, algas desaparecem, pescadores tentam sobreviver
Peixes morrem, algas desaparecem, pescadores tentam sobreviver
Mas a alusão à ecologia é uma palhaçada. Sem manutenção a imensa malha de dutos e poços tem anos sem conserto e apodrece enferrujada nos fundos da água. O petróleo emerge e alimenta uma imensa vegetação superficial que impede a passagem do sol.

O resultado é que os peixes não têm como respirar e as algas que são seu alimento natural no fundo do lago, sem sol desaparecem.

A tóxica massa verde superficial encheu o Lago, no estado de Zulia, e deságua no Mar do Caribe para intoxicar as águas e as praias e se tornar uma emergência internacional, conclui a especialista Sharon Gómez.

Socialismo vermelho e ecologismo “verde” mais uma vez convergem na destruição da civilização e da própria natureza.