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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Stédile se une ao Papa Francisco na luta de classes da Mãe Terra contra a liberdade e a propriedade privada

João Pedro Stédile no Vaticano e a revolução mundial
João Pedro Stédile no Vaticano e a revolução mundial
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Encerrou ontem, 5/11, no Vaticano o 3º Encontro Mundial dos Movimentos Populares, desejado pelo papa sobre os temas que lhe são caros: Terra, Teto e Trabalho.

Como não poderia deixar de ser, João Pedro Stédile, do MST, esteve presente, tendo sido um dos principais organizadores.

Sobre a reunião vaticana, o jornal italiano comunista-anarquista Il Manifesto entrevistou Stédile.

Il Manifesto – Quais são as expectativas dos movimentos populares?

Stédile – Desde que Francisco assumiu o pontificado, ele manifestou de diferentes formas a vontade de construir uma ponte com os movimentos populares, os trabalhadores excluídos, os povos nativos, os indígenas, com as pessoas de todas as etnias e religiões para analisar os graves problemas da humanidade que afligem a maioria da população.

Assim, construímos um caminho permanente de diálogo. Realizamos um primeiro encontro em 2014, depois um encontro mais latino-americano e, em seguida, um encontro de massa na Bolívia, em agosto de 2015.

domingo, 22 de setembro de 2013

General Villas Bôas: Geopolítica e Defesa da Amazônia, conferência em São Paulo

O General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, Comandante Militar da Amazônia, explica os paradoxos da Amazônia em conferência promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, em São Paulo, 19 de setembro de 2013. Mais

Video: General Villas Bôas: Geopolítica e Defesa da Amazônia




Video: Gral. Villas Bôas: Perguntas e respostas -- Parte 2





segunda-feira, 16 de setembro de 2013

“Chuva sólida” pode tornar a seca um problema do passado

"Chuva sólida": mais um progresso tecnológico que esvazia alarmismo
"Chuva sólida": mais um progresso tecnológico que esvazia alarmismo

“Profetas” do apocalipse verde – ONU, ONGS e até Campanha da CNBB – martelam que a água doce está se tornando escassa e poderá acabar.

A culpa é sempre da civilização ocidental, de seus progressos e de seu “consumismo”.

Se chover torrencialmente e vales, cidades, países forem alagados, a culpa é do aquecimento global provocado pelo homem, e a civilização ocidental é a grande responsabilizada.

Também a irrigação sofre do mesmo apriorismo ideológico dos “verdes” e seus acólitos, pois tal recurso conduz – por culpa do homem ocidental ávido de consumo – a um desperdício de água que provocaria desequilíbrio no planeta.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

José Graziano apresenta projeto para homens se alimentarem com insetos em lugar de carne

José Graziano da Silva, diretor da FAO, elogiou proposta
A organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) propôs reformar a gastronomia mundial para reduzir a poluição.

Segundo a proposta tratar-se-ia de comer insetos como besouros. gafanhotos e formigas em vez de carne bovina e porcina, porque o gado é tido esdruxulamente de “aquecedor do planeta”.

Num relatório de 200 páginas divulgado em Roma, a FAO defendeu que comer insetos beneficia o meio ambiente enquanto o gado consome vegetais e ração demais.

O diretor do organismo, o brasileiro José Graziano da Silva, ex-ministro extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à Fome no gabinete do presidente Lula e ex-responsável do Programa Fome Zero, disse que para combater a fome no mundo grilos e formigas são “essenciais”.

domingo, 14 de outubro de 2012

Ambientalismo: imprensa brasileira bate recorde de desinformação e parcialidade, diz instituto francês

Em estudo elaborado pelo Institute of Physics (IOP) da França e reproduzido no seu órgão Environmental Research Letters, o público brasileiro aparece como o mais mal informado pela sua imprensa no tocante à polêmica ambiental, comparado com o público dos EUA, Grã-Bretanha, França, Índia, e até da ditatorial e hiper-censurada imprensa socialista chinesa.

O IOP estudou a atitude dos grandes jornais desses países durante dois períodos.

O primeiro foi em 2007, por ocasião da publicação do relatório do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change ou Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, da ONU) sobre a evolução do clima.

O segundo foi entre o fim de 2009 e início de 2010, durante o “climategate” que abalou a credibilidade de dito relatório e de muitos cientistas apóstolos do alarmismo climático.

No total, o IOP analisou perto de 3.300 artigos de imprensa.

O resultado foi considerado inapelável pelo diário parisiense “Le Monde”, ele próprio caixa de ressonância do alarmismo climático e que se saiu muito mal nesta prova.

34% dos artigos publicados pelos jornais americanos “The New York Times” e “The Wall Street Journal”, ao informar sobre fatos polêmicos como o “aquecimento global” e questões climáticas, em geral concediam espaço aos cientistas tratados não sem certo menosprezo de “céticos”.

Pior do que na China: unilateralismo do "Estado de S.Paulo" e da "Folha de S.Paulo"
nas informaçoes ambientais, supera o 97% dos artigos,
constatou o Institute of Physics - IOP da França
Dos 511 artigos estudados na imprensa britânica – jornais “The Guardian”, “The Observer”, “Daily Telegraph” e “Sunday Telegraph” – 19% concediam algum espaço aos “céticos”.

Já na imprensa altamente censurada da China, só 7% dos artigos publicados nos diários “People's Daily” e “Beijing Evening News” mencionaram os que denunciavam as estrepolias do catastrofismo ambientalista.

Na Índia, a porcentagem foi ainda pior: só 6% – “The Hindu” e “Times of India”.

A França ficou no baixíssimo patamar indiano. Jornais analisados: “Le Monde” e “Le Figaro”.

Mas a imprensa brasileira venceu o ranking: menos de 3%! É preciso esclarecer que o trabalho do IOP se limitou à “Folha de S.Paulo” e ao “Estado de S.Paulo” como representantes da mídia nacional.

James Painter e Teresa Ashe, pesquisadores do IOP e autores do estudo, destacaram a importância das páginas de Opinião nos EUA e na Grã-Bretanha, em que os contribuintes não são discriminados com tanto viés ideológico.

Nos países de língua inglesa, nas páginas de livre opinião, os comentários “céticos” representam 79%. Mas nos de língua francesa caem para o 21%.

“Os dois jornais escolhidos na França e nos três países em desenvolvimento concedem muito menos espaço aos ‘céticos’ se comparados com os jornais americanos e ingleses”, concluiu o estudo.

O trabalho do IOP confirma uma realidade que estamos experimentando há vários anos.

O público brasileiro precisa ser informado equilibradamente, e não de modo enviesado, a respeito de “aquecimento global”, mudanças climáticas, etc.

Esses temas atingem de cheio a vida nacional – por exemplo, a propósito do desmatamento e do Código Florestal.


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Desequilíbrio “verde”: poluição chinesa impede ver a Terra, mas ONGs condenam empresa brasileira!

Norte da China desaparece sob poluição em 10/01/2012.
Foto: Earth Observatory/NASA
A NASA publicou uma imagem da névoa de poluição que impede qualquer visibilidade sobre a imensa planície do norte da China. A poluição é tão grave que pode ser verificada a milhares de quilômetros no espaço, noticiou “Il Corriere della Sera”.

A visibilidade na superfície ficou limitada a 200 metros, impedindo a partida normal dos voos no aeroporto da capital chinesa.

O fato se repete com frequência. As nuvens de poluição na imensa área são geradas por centrais térmicas arquiprimitivas que funcionam queimando carvão.

A ditadura comunista já fez saber à comunidade internacional que enquanto seu desenvolvimento o exigir, nada fará para corrigir a intoxicação que prejudica seus cidadãos-escravos e o ar do planeta.

domingo, 11 de março de 2012

Ambientalismo esfrega as mãos com projeto de Código Florestal. Perigo para os brasileiros.

Dom Bertrand, de "Paz no Campo"
O "Canal do Boi" foi até São Paulo para entrevistar Dom Bertrand de Orleans e Bragança, príncipe imperial do Brasil, bisneto da Princesa Isabel, e animador de Paz no Campo.

Veja vídeo
'Canal do Boi' em SP
entrevista D. Bertrand
Dom Bertrand apontou os graves e múltiplos perigos que o projeto de reforma do Código Florestal traz sorrateiramente para o País.

O líder de "Paz no Campo" mostra como as mudanças introduzidas no projeto pelo Senado pioram muito a produção agropecuária, atentam contra o agronegócio, e, literalmente, perseguem ao proprietário rural.

Se passa o projeto mais de 90% dos agricultores brasileiros poderão ser enquadrados em "Crime ambiental".

De essa forma, o que o extremismo "verde" visa obter o que não conseguiu nem nos tempos das reformas de estrutura "vermelhas".

A seguir o bloco 1 da entrevista para o "Canal do Boi":

quarta-feira, 7 de março de 2012

Ambientalismo + novo Código Florestal = Brasil país na miséria

Índio brasileiro banido da Raposa Serra do Sol
cata lixo para sobreviver em Boa Vista.
Este não pode ser o futuro do Brasil
PERIGO À VISTA, denuncia o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira -- IPCO: 85 milhões de hectares poderão ser CONGELADOS para a Agricultura no Brasil.

Em nome do ambientalismo o Basil pode ser jogado na miséria como sonhavam os velhos comunistas.

De fato, as utopias verdes por fora e vermelhas por dentro estão inseridas matreiramente nesse projeto.

O IPCO pede regair imediatamente contra o Projeto de Reforma do Código Florestal, participando da Campanha Paz no Campo. Clique aqui e veja no final da mensagem como impedir esse absurdo fazendo se ouvir pelos Deputados.

Abaixo o Editorial do Grupo Bandeirantes mostrando as consequências para o Brasil caso seja aprovado essa Reforma. O Brasil, país do futuro, poderá se tornar o país da miséria.

Video: Joelmir Beting na Band mostra a extensão do estrago que esse projeto vai fazer



segunda-feira, 20 de junho de 2011

Não é a Camboja comunista dos anos 70, mas o Brasil de 2011

Quatro novas favelas brotaram na periferia de Boa Vista, Roraima, nos últimos dois anos, como consequência da demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, segundo informou “Veja”.

Naquele território de extensão contínua, correspondente a 7,5% de Roraima, viviam 340 famílias de brancos e mestiços.

Elas eram em sua maioria constituídas por arrozeiros, pecuaristas e pequenos comerciantes, que respondiam por 6% da economia do estado. Alguns possuíam títulos de terra emitidos havia mais de 100 anos pelo governo federal, do qual haviam comprado as propriedades.