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segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Brasil recebe e Argentina recusa patrulheiro EUA contra a pesca ilegal chinesa

Patrulheiro EUA navegará vários meses no Atlântico Sul
Patrulheiro EUA USCGC Stone enviado ao Atlântico Sul
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Os EUA ofereceram um navio guarda-costas de mais de 4.000 toneladas para patrulhar águas profundas no Atlântico Sul em cooperação com o Brasil, a Argentina, a Guiana e o Portugal, informou o “Clarín”.

Trata-se do navio patrulha USCGC Stone (Cortador da Guarda Costeira dos Estados Unidos) que chegou ao Rio de Janeiro em 18 de janeiro para exercícios conjuntos com a Marinha nacional.

Depois prossegue para o porto de Mar del Plata para uma recepção meramente protocolar posto que os exercícios combinados com o governo Macri foram suspensos pela atual administração esquerdista argentina.

Agora com Joseph Biden em Washington e Alberto Fernández na Casa Rosada, o ponteiro ideológico se inverteu para a esquerda no país vizinho.

A grande beneficiada no caso foi a China e os grandes prejudicados são os países sul-americanos que estão tendo seus recursos pesqueiros continua e ilegalmente depredados.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Base espacial chinesa na Patagônia tem fins “não civis”, diz exército dos EUA

Base chinesa na Patagonia não é só civil, diz exército dos EUA
Base chinesa na Patagonia não é só civil, diz exército dos EUA

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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A desproporcionada base espacial que o governo nacionalista-populista de Cristina Kirchner concedeu à China na Patagônia causa cada vez mais preocupação na Argentina e no mundo, como pode se ver em reportagem do jornal portenho “La Nación”.

Teme-se cada vez mais sobre sua verdadeira finalidade. Recentes fatos, como o pouso de uma nave chinesa no lado escuro da Lua multiplicaram os temores.

A base dirigida pelo Exército Vermelho comunista teria também um objetivo militar.

Durante milênios as guerras e as hegemonias imperiais tinham como objetivo supremo o domínio da superfície terrestre.

Em séculos recentes, os impérios coloniais como o inglês privilegiaram o controle dos mares, e dos estreitos que controlam a navegação

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Guerra Fria prossegue em Cuba com “doenças” esquisitas

Embaixada dos EUA em Havana
Embaixada dos EUA em Havana
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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Os EUA pediram ao governo cubano licença para a saída de dois de seus diplomáticos, atingidos em 2016por estranha doença, noticiou a mídia mundial.

Vários funcionários da embaixada manifestaram uma inexplicável perda auditiva. O Canadá também confirmou que alguns de seus diplomatas na ilha haviam sofrido um “ataque acústico” similar, acrescentou “Clarín”.

Após uma investigação de meses, os EUA concluíram que os diplomatas foram atacados por meio de uma avançada arma sonora que funciona fora de alcance audível e está instalada perto de suas residências.

Segundo Ottawa, pelo menos um de seus diplomatas em Cuba foi tratado num hospital com “sintomas pouco comuns” ligados à audição. Também seus familiares foram atingidos.

“The Washington Post”, citando o Departamento de Estado, informou que “pelo menos 16 americanos trabalhando para a embaixada EUA em Cuba sofreram dito mal de perda de audição enquanto serviam em Havana”.

Este tipo de ataque não é coisa nova, pois era comum no tempo da União Soviética. Mas caiu como um balde d’água fria sobre a crença ingênua de que a Guerra Fria morreu.

Como nos tempos soviéticos, o governo cubano reagiu em termos que transparecem suspeitas de insinceridade: “Cuba jamais permitiu nem permitirá que seu território seja utilizado para qualquer ação contra funcionários diplomáticos acreditados ou seus familiares, sem exceção”.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Bases russas na América Latina?

Sergei Shoigu, ministro russo da Defesa, já ameaçou
Sergei Shoigu, ministro russo da Defesa, já ameaçou

Parecia impossível – escreveu no “El Nuevo Herald” de Miami o acatado colunista Andrés Oppenheimer – quando o ministro de Defesa russo Sergei Shoigu anunciou que a Rússia negociava estabelecer bases militares na Venezuela, Nicarágua e Cuba.

Porém, após anexação russa da Crimeia e o retorno aos dias da Guerra Fria, o impossível virou assustadora realidade.

Pouco depois chegou a notícia de que o navio russo de espionagem Victor Leonov SSV-175 entrou sem anúncio prévio no porto de Havana, confirmando os negros prognósticos.

A agência de notícias russa RIA Novosti confirmou que, segundo o ministro de Defesa russo Sergei Shoigu, a Rússia “está planejando expandir sua presença militar permanente fora de suas fronteiras, abrindo bases militares em países estrangeiros”, inclusive na Venezuela, Nicarágua, Cuba, Vietnã e Singapura.

Pelo menos quatro navios de guerra russos visitaram a Venezuela em agosto, segundo o jornal “El Universal” de Caracas.