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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Comércio de médicos escravos rende quase US$ 8 bi por ano a Cuba

Médicos cubanos chegam ao aeroporto de Monrovia, capital da Libéria.
Médicos cubanos chegam ao aeroporto de Monrovia, capital da Libéria.


Uma prática inumana suscita arroubos de indignação quando se trata da falar mal da era cristã e da Igreja Católica.

Mas “está tudo bem” quando é feita por comunistas e anticristãos. Essa prática está sendo operada em escala mundial pelo governo cubano, favorecido pelo governo americano e pela diplomacia vaticana.

Trata-se do comércio de escravos, sistemático e em grande escala. Ele é definido em acordos internacionais como uma atividade própria do “crime organizado, no qual seres humanos são tratados como objetos a serem comerciados e explorados”.

domingo, 8 de setembro de 2013

Drama dos médicos cubanos: praticam um “curandeirismo” escravos de paramilitares, diz doutor que fugiu a Miami


O cubano Gilberto Velazco Serrano, 32, aprendeu a ser médico com livros desatualizados, sem medicamentos nem equipamentos.

“É triste, mas eu diria que o que se pratica em Cuba é uma medicina quase de curandeirismo”, disse em entrevista a Aretha Yarak da “Veja” (31/08/2013).

Gilberto foi enviado à Bolívia em 2006 para uma “ação humanitária” e logo percebeu que estava em meio a uma manobra de pregação da ideologia comunista.

Velazco não aceitou o regime de servidão escravocrata e fugiu. De início pediu abrigo político no Brasil, mas obteve uma situação provisória.

Ele agora mora com a família em Miami, EUA e estuda para revalidar seu diploma.

Eis excertos de sua entrevista à “Veja”:

Como os médicos são selecionados para as missões?

Eles são obrigados a participar. Em Cuba, se é obrigado a tudo, o governo diz até o que você deve comer e o que estudar. As brigadas médicas são apenas uma extensão disso.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Trabalho escravo: presos são explorados em fábricas estatais de Cuba

Trabalho escravo nas prisões-empresas estatais cubanas
Trabalho escravo nas prisões-empresas estatais cubanas
A empresa estatal cubana Provari fabrica desde tijolos, colchões e objetos artesanais para turistas até inseticida.

Porém, a ampla maioria de seus operários é formada de “trabalhadores escravos”, segundo denunciaram dissidentes. Trata-se de detentos que trabalham sem proteção e recebem salários ínfimos ou nem mesmo são pagos.

O trabalho desses presos “não é bem conhecido”, disse Elizardo Sánchez, chefe da Comissão Cubana para os Direitos Humanos e a Reconciliação Nacional.