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domingo, 15 de julho de 2012

TFP paraguaia: MERCOSUL-UNASUL abre as portas da América Latina a um neo-totalitarismo de esquerda

A SOCIEDADE PARAGUAIA DE DEFESA DA TRADIÇÃO, FAMÍLIA E PROPRIEDADE (TFP), uma vez desfeita a poeira levantada pela arbitrária sanção imposta ao Paraguai pelos governos sul-americanos, alerta para o abismo que este inusitado fato pressagia e o precedente que estabelece.

Por um “crime” que não houve o Mercosul e a Unasul aplicaram uma pena que não existe. Não houve [crime] porque tudo foi estritamente legal. Não existe [a pena], porque o texto que a prescreve estabelece em seu art. 11: “somente se aplicam aos Estados que o tenham ratificado”, e Paraguai não o ratificou. Portanto, o que houve foi um ato de prepotência contra um país-membro, uma efetiva execução daquilo mesmo de que nos acusa, assim como um golpe de força contra o Paraguai e a própria institucionalidade do Mercosul. Foi uma coordenada intromissão estrangeira nos assuntos internos paraguaios.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

MERCOSUL-UNASUL: “dupla aliança” chavista-castrista contra o Paraguai


Por uma ironia da História, o julgamento sumário e o consequente Golpe Internacional de Estado contra o Paraguai padeceram exatamente dos vícios que se alegam contra o Poder Legislativo paraguaio. 

Armando Valladares  (*)
Miami (FL), 30 de junho de 2012 

Na sexta-feira, 29 de junho, a Dupla Aliança Mercosul-Unasul promoveu um virtual Golpe Internacional de Estado contra o Paraguai, suspendendo-o como país-membro. Mercosul e Unasul reeditaram assim, no plano político, a chamada Tríplice Aliança, um pacto militar articulado no século XIX por dois países gigantes limítrofes contra esse pequeno país sul-americano.

A escusa para esse novo golpe dos governos sul-americanos contra o pequeno Paraguai foi a de que a destituição do ex-presidente Lugo pelo Poder Legislativo teria violado as regras de jogo democráticas e que o mandatário não teria tido todo o tempo necessário para se defender devido à celeridade do processo de destituição.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Relato confidencial do acontecido no Paraguai

Curuguaty: local da emboscada.
Círculos indicam posicionamento dos assassinos
Um amigo deste blog residente em Assunção, Paraguai, enviou-nos um relato sobre a destituição constitucional do hoje ex-presidente, além de ex-bispo, Fernando Lugo.

Como ele testemunha fatos e realidades psicológicas que a grande imprensa não veicula, apresentamos o essencial do relato a nossos leitores.

A faísca da discórdia foi o massacre acontecido durante um despejo de invasores de fazenda.

O despejo obedecia a mandato judicial. Os comandantes do operativo policial tentaram falar com os invasores para resolver o caso pacificamente. A tropa ficou atrás.

Subitamente, atiradores surgiram da mata e mataram os oficiais com certeiros tiros na cabeça. Seis foram mortos e oito feridos. A tropa respondeu ao ataque e no fim morreram 12 agitadores, entre os quais alguns dos atiradores.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Democracia (se não é de esquerda) é ‘golpe’! Golpe (se é de esquerda) é ‘democracia’! Uma lição do Paraguai

María Liz García, ministra de Defesa do Paraguai
A ministra de Defesa do Paraguai, María Liz García, entregou à imprensa vídeo feito por câmaras de segurança mostrando reunião do chanceler da Venezuela, Nicolás Maduro, com comandantes militares paraguaios, enquanto o Senado se aprontava para votar a destituição do então presidente populista Fernando Lugo.

O encontro do chanceler venezuelano com comandantes das três Armas teria sido convocado pelo chefe do gabinete militar de Lugo, o general Ángel Vallovera, e aconteceu no próprio Palácio de Governo da capital.

A matéria foi difundida pela agência EFE desde Assunção e o vídeo foi postado em Youtube.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Esquerdas argentinas acéfalas, e latinoamericanas na corda bamba, após a morte de Nestor Kirchner

A inesperada morte do ex-presidente e deputado argentino Nestor Kirchner criou um vazio no cerne da máquina política que conduzia o país vizinho pelas sendas do populismo esquerdista.

“Até o último momento ele se encarregou de tornar evidente que era ele que exercia realmente o poder e não sua esposa, a presidente Cristina Kirchner.