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segunda-feira, 5 de março de 2018

Brasil sendo desgarrado: a Panamazônia “místico-ecológica” se prepara para ver a luz

Papa Francisco em Puerto Maldonado: rumo a uma igreja panamazônica místico-ecológica desgarrada do Brasil.
Papa Francisco em Puerto Maldonado:
rumo a uma igreja panamazônica místico-ecológica
desgarrada do Brasil.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A Comissão Pastoral da Terra – CPT elaborou um censo acolhido entusiasticamente pelo comuno-progressismo do mundo inteiro e no Vaticano em particular: o “Atlas de Conflitos na Amazônia”.

Trata-se de números sobre vítimas de conflitos agrários no Brasil. Segundo a CPT, seriam 93.800 famílias envolvidas em 977 conflitos violentos pela terra apenas na região amazônica.


O Atlas volta ao ritornelo: fazer reforma agrária a nível nacional e punir os culpados da violência que obviamente não têm nada a ver com a CPT, livre de toda culpa.

Darlene Braga, representante da CPT carrega a demagogia: “as comunidades são massacradas, abusadas, oprimidas, despojadas de seus territórios; os habitantes estão proibidos de caçar, pescar, construir casas e canoas, perdem a soberania de seu território”.

Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB sublinha que a pesquisa poderá “acordar as pessoas sobre as verdades profundas da Amazônia”.

O “Atlas” saiu num contexto claramente político contra o governo federal que considerava abrir a Reserva Nacional de Cobre e Associados para a exploração mineira.

Dom Leonardo prometeu levar o “Atlas” ao Papa Francisco, que está muito interessado na Amazônia.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Uma Igreja tribal, ecológica, “autóctone”
e pós-comunista na Amazônia?

O Papa Francisco quer uma igreja autóctone na Amazônia, segundo Cardeal Hummes.
Foto: na JMJ Rio de Janeiro julho 2013
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Muito próximo do Papa Francisco, o vaticanista Marco Tosatti, colunista do “La Stampa” de Turim e de seu site religioso “Vatican insider”, revelou em sua página pessoal o que vinha sendo comentado “a boca chiusa” em Roma: o Papa prepara em silêncio um sínodo sobre a Amazônia.

O Sínodo não seria brasileiro, mas transnacional, incluindo todas as dioceses da região amazônica vista como uma realidade superior às nove nações que exercem sua soberania sobre partes dela.

O tema central anunciado é a ecologia. Mas não se trata de cristianizar a realidade ecológica da Amazônia, mas de “ecologizar” a Igreja Católica, dissociando-a de seu passado missionário e modelando-a segundo o modelo comuno-tribal excogitado pelo ambientalismo mais radical.

O instrumento escolhido para preparar o evento é o cardeal brasileiro D. Claudio Hummes, 82 anos, arcebispo emérito de São Paulo e ex-prefeito da Congregação para o Clero.

Ele está trabalhando intensamente há alguns anos no projeto pontifício. Já visitou 22 das 38 dioceses da Amazônia e o Papa lhe teria dito para apressar mais a agenda.

Muitos se lembram da destacada presença de Dom Cláudio na loggia de São Pedro quando Francisco I nela se apresentou logo após sua eleição.

O agitado Sínodo da Família, ainda fortemente controvertido, e seguido da não menos controvertida exortação sinodal Amoris Laetitia, atrasou o Sínodo de uma sonhada igreja comuno-tribal na maior floresta úmida da Terra.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Responsabilidade civil da CNBB
na ação do CIMI contra o Estado de Direito

Dom Leonardo Ulrich, secretário geral da CNBB e Tito Vilhalva, da etnia Guarani Kaiowá. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.
Dom Leonardo Ulrich, secretário geral da CNBB
e Tito Vilhalva, da etnia Guarani Kaiowá.
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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Post publicado no blog "Verde: a cor nova do comunismo"




continuação do post anterior: Produtores e indígenas vitimados pela conduta ilícita do CIMI



Prossegue a conclusão da CPI do CIMI:

Todavia, ainda se tratando de responsabilidade civil, é de se considerar quem mais poderá responder pelos prejuízos causados pelo CIMI, além da própria entidade.

O CIMI inegavelmente é vinculado à Igreja Católica.

Consta expressamente em seu site que se trata de uma instituição ligada à Confederação Nacional dos Bispos Brasileiros que, por via de consequência, é vinculada à Igreja Católica.

No sitio eletrônico da CNBB é possível encontrar, no tópico que trata das missões ou finalidades do órgão que: [página 217]

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Produtores e indígenas vitimados
pela conduta subversiva do CIMI

Invasão de fazenda em Mato Grosso do Sul.
Invasão de fazenda em Mato Grosso do Sul.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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sócio do IPCO,
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Post publicado no blog "Verde: a cor nova do comunismo"


continuação do post anterior: Relatório final da “CPI do CIMI” desvenda estarrecedora subversão comuno-missionária pintada de verde ambientalista


Prossegue a conclusão da CPI do CIMI:

Mas, depois de analisar todos os depoimentos e provas do processo, sou forçado a concluir que também os indígenas foram prejudicados, igualmente de forma irreversível, pela conduta ilícita do CIMI.

Foram gerações de indígenas criadas com base no sentimento sectário, tendo incutido o ódio e o desrespeito às instituições, através de uma travestida defesa de seus interesses.

O CIMI não conseguiu trazer para o processo um único projeto realizado em prol da comunidade indígena, de educação, saúde, enfim, nada.

E, importante frisar, somente no ano de 2013 foram mais de R$ 7.000.000,00 recebidos de instituições estrangeiras.

Segundo dados de seus balanços, mais de R$ 4.000.000,00 seriam destinados ao pagamento de pessoal.

Ora, mas como se todos os integrantes e ex-integrantes do CIMI, inclusive o Sr. Cleber Buzato, informaram que prestavam trabalho praticamente voluntário?

Para onde vão esses recursos. De outro lado, verifica-se que há depoimento de indígenas afirmando categoricamente que Flávio Machado [página 211] forneceu recursos para a aquisição de armas no Paraguai para suportar invasões de propriedades privadas.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Relatório final da “CPI do CIMI” desvenda
estarrecedora subversão comuno-missionária
pintada de verde ambientalista

Fazenda Buriti invadida e incendiada por índios, em Sidrolândia (MS)
Fazenda Buriti invadida e incendiada por índios, em Sidrolândia (MS)
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Post publicado no blog "Verde: a cor nova do comunismo"


O verde a nova cor do comunismo? Isso não é muito exagero? – comenta por vezes algum objetante – Pode ser que alguns tresloucados fale ou façam coisas amalucadas a propósito de ecologia e meio-ambiente, mas sempre será algo colateral e episódico!

Não! – pode acrescentar um leitor logrado – não se pode achar que por trás do ambientalismo radical possa haver uma ideologia de tipo comunista, um marxismo travestido após a debacle da URSS!

Tampouco pode se supor uma organização com milionário financiamento internacional, uma articulação que usa a fraude e a malícia para introduzir uma nova religião afim com o marxismo, e que para isso manipula as causas da natureza e das tribos indígenas para subverter o Brasil e o mundo!

terça-feira, 22 de julho de 2014

Míssil que mata, mas esclarece!
América Latina e a Rússia de Putin

A História jamais compreenderá como a ilusão de um 'Putin cristão pôde ganhar pé
A História jamais compreenderá
como a ilusão de um 'Putin cristão pôde ganhar pé

A criminosa derrubada de um avião comercial da Malaysia Airlines teve o efeito de um raio: matou infelizmente a muitos, mas — precisamente como fazem os raios — iluminou com uma claridade terrível um panorama então coberto de trevas.

Densas trevas, sim, que há anos vêm toldando progressivamente os horizontes de política internacional, com óbvios reflexos sobre a política interna dos países onde ainda há liberdade.

Convém que a realidade assim posta em evidência com o fulgor irresistível, mas tão transitório, de um raio, não seja esquecida pela opinião pública.

Bem ao certo, o que houve? Ainda se discutem pormenores. Mas, o fato essencial está aí: um país agressor já tinha invadido e anexado uma região de um país vizinho: a Rússia se assenhorou ilegalmente e pela violência da Criméia.

Porém, o invasor queria mais. E, para isso, vinha atiçando uma guerra subversiva com pretextos culturais e étnicos contra a Ucrânia.

Nós conhecemos fenômenos análogos na América Latina alimentados desde Cuba. Alguns crepitam semeando destruição e morte, como as FARC na Colômbia.

No Brasil, “movimentos sociais” como o MST, o CIMI, apoiados por ONGs e simpatizantes internacionais de esquerda trabalham para criar espécies de secessões, ou áreas onde não mais vigoram plenamente as leis que cimentam a unidade do Brasil.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Verdes que são vermelhos e índios que não são índios mas verdes e vermelhos

Pode queimar em nome do indigenismo aliado do ambientalismo
Post publicado pelo blog "Verde: cor nova do comunismo"

Ouvimos com frequência que antigos socialistas, comunistas, ou teólogos da libertação se tornaram radicais ambientalistas.

Neste blog há muitos testemunhos e confissões.

Ainda com maior frequência ouvimos também que “indígenas” envolvidos em lultuosos incidentes até recentemente não são tais.

Ou que nem mesmo são brasileiros, mas trazidos de países vizinhos, sem sequer falarem rudimentos de português.

E eis que alguns desses se imiscuem ousadamente em questões meio-ambientais brasileiras, relativas às florestas, deflorestação, demarcação de reservas, proteção de espécies, etc.

E até circulam com fortes apoios de partidos, do CIMI, Funai, etc.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Índios pedem independência na Argentina e içam “bandeira do Império Inca”

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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política internacional,
sócio do IPCO,
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Como que seguindo a surrada cartilha do CIMI e da FUNAI, grupos indígenas da Argentina exigem 15 milhões de hectares em todo o país.

É o equivalente a metade da província de Buenos Aires, centro da riqueza agrícola do pais vizinho, noticiou o diário portenho “La Nación”.

Bandeira Tawantinsuyu 'importada' da Bolivia, ou da Sorbonne de Paris?

Em locais onde as culturas indígenas nunca tiveram contato entre si como em Jujuy (fronteira com a Bolívia) ou na Patagônia vê-se a mesma bandeira do Tawantinsuyu (Império Inca), invenção moderna que lembra a bandeira arco-íris dos homossexuais.

Ressurgidas dos manuais comuno-missionários estruturalistas comunidades diaguitas, collas e mapuches declaram pertencer a uma “nação” distinta da Argentina.

Elas invadem fazendas amparadas numa cerebrina interpretação da Constituição e em declarações da ONU sobre os povos indígenas e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Na Argentina, as reivindicações são ouvidas com hilaridade, mas as “comunidades” estão apoiadas por ONGs do exterior bem treinadas, ricas e ideologicamente radicalizadas.

Em Villa Pehuenia, proximidades de Bariloche, uma comunidade mapuche invadiu o hotel de luxo Piedra Pintada (foto). O proprietário teve que abandonar o local.

A Justiça emitiu reintegração de posse em seu favor, mas não se efetiva porque os índios são bem protegidos pelo governo populista dos Kirchner e pela esquerda católica.

Proprietários pedem segurança jurídica, em Aluminé, província de Neuquén, Patagonia.

Por sua parte, a Confederação Mapuche Neuquina, anunciou planos para fundar uma “universidade intercultural” em convênio com as “Madres de Plaza de Mayo”.
Só falta estas octogenárias ativistas aparecerem com seu mentor Fidel Castro usando cocares e outros apetrechos “indígenas”.

É o velho comunismo guerrilheiro agora trocando de bandeira: deixam a vermelha de Lenine e carregam a verde de Cohn-Bendit, Marina Silva e do (ex-frei) Boff.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Indigenistas, ambientalismo e quilombolas impedem Brasil aproveitar melhor base de foguetes do mundo


O Brasil tem em Alcântara (MA), um dos melhores locais ‒ se não o melhor do mundo ‒ para lançamento de foguetes.

O Programa Espacial nacional precisa construir uma nova base para esse efeito. Mas, artifícios de cunho indigenista ou quilombola apoiados pelo governo petista parecem mandados fazer para sabotar esse grande progresso.

Por um lado, para constuir a nova base, a Funai exige um estudo de impacto ambiental e um levantamento socioeconômico. Por outro, grupos teleguiados de “quilombolas” impedem que esse seja realizado.

É uma dança que parece combina para o Brasil sair perdendo. Seguindo o velho esquema de militantes de ONGs como a CPT, o MST, ou o CIMI para revolucionar o País ‒ os famigerados “movimentos sociais” ‒, um Movimento dos Atingidos pela Base de Alcântara impede qualquer arranjo.

O líder do grupelho, entretanto, foi ao Fórum Social Mundial de Belém a vitoriar a Hugo Chávez, Lula y hermanos. Os quilombolas querem plantar mandioca, milho e feijão no terreno ideal para foguetes.

Como se nos 329.555 km2 de superfície do Maranhão não houvesse terra suficiente para esses plantios.

Parece brincadeira, mas não é. Se não se considera o intuito ideológico que anima essa confusão para inviabilizar o País, não se entende nada.

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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

A Revolução Comuno-Indigenista substitui a arcaica luta de classes pela nova luta de raças

CAMARA DOS DEPUTADOS, Índios Pataxó fazem ato pela anulação dos títulos de propriedade dos fazendeiros de Caramuru-Paraguaçu, Bahia, 23-9-2008 ©José Cruz-ABr
Está em curso no Brasil uma Revolução Comuno-Indigenista, conduzida por missionários abrigados pelo CIMI – Conselho Indigenista Missionário) entidade vinculada à CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), unidos a órgãos públicos como a FUNAI (Fundação Nacional do Índio), dependente do Ministério da Justiça, a alguns membros do Ministério Público e a milhares de ONGs representando interesses de vários países do Primeiro Mundo.

Uma forte pressão da ONU, hoje dominada por ativistas socialistas, também se faz presente.

Substituição da luta de classes pela luta de raças

PF prende trabalhadores em Roraima, Roosewelt Pinheiro-ABrCom foi possível que o Brasil – tão propenso à harmonia entre as classes e as raças –
e onde durante séculos perdurou a concórdia e a miscigenação entre eles, se tornasse palco de uma confrontação odiosa e violenta, ameaçando degenerar em sério conflito em diversas partes do território nacional?

Esse é um processo insuflado de longa data, há mais de 30 anos, visando a transformação gradual dos pacíficos indígenas em massa de manobra revolucionária com o fim de abalar profundamente o Brasil tradicional e cristão e estabelecer tumores socialistas dispersos pelo território nacional, com um regime de vida coletivista e comuno-tribal.

CAMARA DOS DEPUTADOS, Índios Pataxó fazem ato pela anulação dos títulos de propriedade dos fazendeiros de Caramuru-Paraguaçu (Bahia) 23-9-2008 ©José Cruz-ABr.jpgEm outra etapa, seriam constituídos em grandes nações, como a Yanomane (na fronteira entre Venezuela e Brasil e e a Guarani entre o Brasil e o Paraguai.

No livro Outros 500 – Construindo uma nova história, publicado pelo CIMI (Editora Salesiana, São Paulo 2001) por ocasião das comemorações dos 500 anos da descoberta do Brasil, lê-se:

“Os povos indígenas, os sem-terra, os sem-teto, os desempregados, os meninos e meninas de rua, os trabalhadores escravos, os aposentados desrespeitados em sua dignidade, toda a população marginalizada tem uma bandeira única para os Outros 500, que é a transformação desse sistema que nos oprime. Nossos direitos e ideais fazem parte dos projetos de uma sociedade melhor para todos. Nós povos indígenas passaremos mais 500 anos, se preciso for, dizendo a todos os excluídos essa verdade, e quando todos nos estivermos unidos em torno dessa causa, os governantes não serão mais ninguém, apenas uma névoa que um dia manchou a história desta terra e o horizonte desta gente (grifo nosso). Nós oprimidos vamos corrigir essa história e construir um mundo melhor para os nossos filhos e também para os filhos de quem nos tem oprimido, uma sociedade justa para todos."

Presidente Lula conversa com cacique Raoni, Planalto, José Cruz-ABrÉ uma nova face do comunismo. O que está em jogo é a civilização brasileira: ou ela prossegue seu caminho trilhando os rumos benditos da Civilização Cristã, ou será entregue à barbárie a que os religiosos do CIMI querem reduzir os povos indígenas.

Será a vingança por Portugal ter descoberto do Brasil, trazendo para nós a civilização européia cristã. Essa é a longo prazo a perspectiva indigenista para nosso País.

Todas essas terras não são entregues aos índios com direito de propriedade. Elas pertencem à União que concede aos índios somente a posse.

Essa posse que o Governo vê como mansa, e coletivizada, estará logo posta em questão, se for aprovada pelo Congresso Nacional, o que não é difícil, a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, que o Brasil aprovou na ONU.

Revistinha para coletar fundos para a Revolução Quilombola vendida em igrejas da Alemanha, foto de 19-02-2008Depois de liderar durante anos o grupo de países contrários a essa Declaração, o Brasil trocou de lado e votou a favor.

A Declaração concede aos povos indígenas autonomia política e administrativa, impedindo que não-índios e até mesmo as Forças Armadas possam entrar em seu território sem consentimento dos silvícolas.

Máteria publicada pelo site da CAMPANHA PAZ NO CAMPO

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