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segunda-feira, 23 de março de 2026

Cuba em queda libre no precipício socialista

Cuba colapsa
Cuba colapsa
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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Da usina elétrica que fornecia energia aos bairros pobres de Havana só fica uma carcaça enferrujada e o os apagões duram 14 ou 15 horas por dia.

As fábricas pararam.

“A comida — quando há —estraga”. Os vizinhos cozinham na rua queimando lenha ou lixo, cota “Clarín”. 

“Os cartões de racionamento são inúteis, pois não há comida e a importada tem preços exorbitantes.

A pensão mensal é de menos de R$ 35, mas uma caixa de 30 ovos custa R$ 40.

Para comprar gasolina, é preciso agendar três semanas antes e fazer intérminas filas para conseguir uma quantidade mínima.

Sem coleta de lixo, multiplicam-se as doenças. Remédios só se vindos do exterior.

O turismo se esfumou e 2,75 milhões de cubanos deixaram o país desde 2020.



segunda-feira, 21 de outubro de 2024

Cuba diminui a ração de pão e troca a farinha por gesso

Filas por todo lado para conseguiir o pão racionado e 'engessado'.
Filas em toda padaria para conseguir o pão racionado e 'engessado'.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A miséria em que o comunismo jogou o povo cubano cada dia bate um recorde in-imaginado. Agora, o governo cubano ordenou a redução do peso do pão incluído na cesta básica alegando a falta de farinha de trigo no país, noticiou “Poder 360”.

A medida, corta 1/4 do peso do pão que era de 80 gramas para 60 gramas. A disponibilidade desse pãozinho à população também deve ser afetada.

Acresce que a mesma ditadura ordenou a substituição do trigo por gesso deixando a proporção à discrição das padarias do Estado que o fabricam. Os pãozinhos assim chegam a ser quase tão duros como uma pedra.

A decisão da ditadura de Havana acontece num contexto crônico de escassez de ingredientes essenciais no país, mais especialmente daqueles que tem uma produção doméstica insuficiente, o que quer dizer quase todos.

O governo cubano, fez soar como sempre o ritornelo do embargo comercial dos EUA, culpando-o da falta de farinha e de dificultar as transações financeiras internacionais de Cuba.

Pão racionado é misturado com qualquer coisa para fazer volume
Pão racionado é misturado com qualquer coisa para fazer volume
A situação veio a se somar à falta de inúmeros produtos, notadamente dos combustíveis e dos medicamentos.

Moradores de Cuba declararam sua insatisfação à agência Reuters, queixosos pela “nova” política, que na realidade é aplicada há décadas em toda espécie de gêneros.

Mas a população ficou forçada a se resignar. Um protesto mais sonoro pode lhes custar a repressão e a prisão. “Temos que aceitar, o que mais podemos fazer? Não há escolha”, declarou uma moradora do país.

Foi mais uma restrição de um produto essencial acontecida em 2024.

Resignação fatalista à carência de tudo
Resignação fatalista à carência de tudo
Em março, o governo de Havana anunciou o racionamento de energia para evitar um colapso na ilha por conta da falta de combustível e da apodrecida rede de transmissão.

Cuba é o modelo de anti-consumismo aplaudido pelo comuno-progressismo católico que tende para uma miséria de tipo tribal, aplaudido pelas esquerdas latino-americanas.


segunda-feira, 21 de março de 2022

Cuba produz açúcar como em 1905

Usinas de açúcar cubanas caem aos pedazos
Usinas de açúcar cubanas caem aos pedazos
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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No Granma, jornal oficial do Partido Comunista Cubano, o diretor da estatal AZCUBA, Tomas Aquino, afirmou que a safra de açúcar não cumpriu 30% previsto para janeiro.

Ele culpabilizou às “más condições de infraestrutura e organização” do país socialista. A nota oficial pretende dissimular os fatos reais.

O país sofre há décadas de carência de insumos e peças de reposição, e desconhece ou desrespeita a boa organização e o planejamento. Os trabalhos se fazem com maquinarias escassas e vetustas de muitas décadas, quando não é no trabalho manual e a tração animal, escreveu em Miami o “Diário de las Américas”.

As autoridades deploram que não há baterias, pneus, partes e peças das máquinas e culpam os responsáveis das empresas agrícolas por não conseguir “emprestadas” essas peças.

A verdade é que nos últimos anos, segundo informa a BBC News desde 2010 pelo menos, a produção de açúcar, a maior de Cuba antes do socialismo, atingiu os níveis de 1905.

Informa o “Diário de Cuba” que seis entidades canavieiras estão fora de serviço em Ciego de Ávila e três não têm baterias para seus periclitantes veículos.

O vice-primeiro-ministro, Jorge Luis Tapia Fonseca, acha que se poderia resolver o caso solicitando as peças “em empréstimo aos ministério dos Recursos Hidráulicos, da Construção, ou até mesmo da Agricultura”. Do contrário a colheita não será colhida nos volumes desejados pelo Partido Comunista.

Estatal do açúcar chora para conseguir 'emprestada' peças para sua maquinária
Estatal do açúcar chora para conseguir 'emprestada' peças para sua maquinaria
O ministro acrescentou que sem essas máquinas não haverá açúcar nem para os moradores e produtores da província”.

Dos antiquados caminhões que deveriam estar disponíveis, 28 estão parados, e sete com problemas nas baterias.

O corte da cana naufraga na dispersão pela área e não há sistema que agilize a colheita. Falta água e os trens não funcionam.

O corte manual tem baixos rendimentos pela invasão do capim e nem a tração animal supre a falta de maquinaria.

Há muito há mau preparo do solo, e só pouco mais da metade da terra foi preparado.

A precariedade que sofrem os camponeses é tamanha que reclamam ao vice-primeiro-ministro cubano Jorge Luis Tapia Fonseca calçados e roupas para o trabalho agrícola.

A maior usina de açúcar do país, em Ciego de Ávila, iniciou a safra com uma dívida equivalente a mais de três milhões de dólares ao câmbio oficial, uma fortuna no país.

O governo marxista excerce um monopólio radical batizado com o sintomático nome de “Acopio”. Os agricultores devem vender-lhe grande parte de suas colheitas a preços impostos pelo Estado.

Até as próprias autoridades criticam com frequência a ineficiência de “Acopio”, que é uma das entidades mais impopulares da ilha. E tal vez das mais corruptas, se isso for possível

Não só falta açúcar, mas o país sofre a pior crise alimentar até agora vista em um século, com grave escassez de bens de primeira necessidade, especialmente alimentos e remédios.

Um dos 47 novos agromercados onde não há nada à venda, La Habana
Um dos 47 novos agromercados onde não há nada à venda, La Habana
Para acalmar os protestos o Governo anunciou a abertura de novos agro-mercados em Havana, informou o “Diário de Cuba”.

A reação popular ficou sintetizada na expressão: “é coisa de ficção científica”, pois os tais “agromercados” não passam de banquinhas com grandes cartazes, totalmente vazias e sem atendentes.

Para explicar o desastre crônico, já em 2010 o jornal comunista Granma reconhecia que “desde 1905 o país não tem uma campanha açucareira tão pobre”, segundo cita a BBC News.

Cuba foi capaz de produzir mais de 8 milhões de toneladas, com 150 engenhos de açúcar que eram a principal fonte de trabalho e renda do país. Porém, o produto ia sobre tudo para a União Soviética.

A meta de 2022 foi estabelecida pelo PC em 10 milhões, cifra que dificilmente será atingida.

Quando essa caiu, Fidel Castro fechou mais da metade das usinas e os canaviais foram substituídos pelo cultivo premente de alimentos e dezenas de milhares de trabalhadores foram “reeducados”.

A indústria estatal cubana de açúcar ficou semi-destruída e os canaviais invadidos pelo capim.

Com essa miserabilização, certamente nunca veremos por Cuba progressistas de igreja, ecologistas ou esquerdistas que entre nós são acérrimos críticos do agronegócio dos produtores privados e que dão de comer à humanidade


terça-feira, 26 de outubro de 2021

Ecossocialismo causa catástrofe ambiental na Venezuela

Maravilhas do ecosocialismo o maior lago da América do Sul perece por abandono das instalações petrolíferas
Maravilhas do ecossocialismo o maior lago da América do Sul
perece por abandono das instalações petrolíferas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O regime venezuelano bem engajado com todas as causas das esquerdas é o responsável pela tragédia ecológica no Lago de Maracaibo no noroeste do país com partes na Colômbia, explicou Sharon Gómez, especialista em comercio marítimo internacional.

O lago é o maior de água doce da América do Sul e repousa sobre uma das maiores jazidas de petróleo do mundo, mas se está contaminando espantosamente pela dissidia dos regimes de Chávez e Maduro.

Está em curso a eliminação da flora e da fauna silvestres, a deterioração do ecossistema subaquático e o crescimento excessivo de fatores epidêmicos que causam graves prejuízos aos habitantes da área.

Os regimes socialistas do século XXI anunciaram com espalhafato planos e políticas públicas ambientais que ao mesmo tempo manteriam a infraestrutura petrolífera que extrai petróleo do lago.

De fato, o Socialismo do Século XXI, de Chávez e depois de Maduro não só levou à falência o aparelho produtivo do país, notadamente da companhia nacional de petróleo (PDVSA), mas colapsou a infraestrutura física do petróleo no Lago Maracaibo.

O estado de abandono em que foi jogada dita infraestrutura produtora de petróleo não só derrubou a Venezuela do topo dos exportadores aos mais baixos níveis históricos.

Estado da água no Lago Maracaibo
Estado da água no Lago Maracaibo
Mas, deixou as costas do Lago Maracaibo totalmente cobertas de óleo pela ausência de manutenção de dutos, destilarias e portos.

Sharon Gómez foi até o Lago de Maracaibo e ficou espantada pela viscosidade das águas contaminadas, o cheiro penetrante que empesta o ar.

Os pescadores da região lhe me contaram que o lago está devastado por um vazamento constante de óleo alimentado por dutos e poços sem manutenção.

A contaminação das águas é mais do que visível em todos os lugares. A água apresenta uma cor verde neon com grande número de estrias de óleo multicolorido e a orla está estragada com poças pretas e pastosas típicas do petróleo.

A entidade oficial de cuidar do desastre é o Instituto de Controle e Conservação da Bacia Hidrográfica do Lago de Maracaibo (ICLAM).

É um órgão autônomo, vinculado ao Ministério do Poder Popular para o Ecossocialismo para a gestão sustentável e racional dos recursos naturais da Bacia do Lago.

Essa tarefa do ICLAM não aparece. Há 20 anos age sob os preceitos do “Ecossocialismo”. Socialismo sim existe entre os burocratas pagos pelo regime.

Peixes morrem, algas desaparecem, pescadores tentam sobreviver
Peixes morrem, algas desaparecem, pescadores tentam sobreviver
Mas a alusão à ecologia é uma palhaçada. Sem manutenção a imensa malha de dutos e poços tem anos sem conserto e apodrece enferrujada nos fundos da água. O petróleo emerge e alimenta uma imensa vegetação superficial que impede a passagem do sol.

O resultado é que os peixes não têm como respirar e as algas que são seu alimento natural no fundo do lago, sem sol desaparecem.

A tóxica massa verde superficial encheu o Lago, no estado de Zulia, e deságua no Mar do Caribe para intoxicar as águas e as praias e se tornar uma emergência internacional, conclui a especialista Sharon Gómez.

Socialismo vermelho e ecologismo “verde” mais uma vez convergem na destruição da civilização e da própria natureza.


terça-feira, 31 de agosto de 2021

Município elimina 109 taxas e enche as arcas

Capitán Sarmiento: o município que encheu o erário eliminando 109 taxas
Capitán Sarmiento: o município argentino que encheu o erário eliminando 109 taxas
Luis Dufaur
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O pequeno município de Capitán Sarmiento, na Argentina, com quase 20.000 habitantes a 145 quilômetros de Buenos Aires, gemia sob o peso do dirigismo estatista que flagela até países inteiros.

A Prefeitura colhia 48 “direitos de escritório” que deviam ser pagos, pelo menos em tese, até pelos falidos e mais de 25 tributos vinculados a “serviços sanitários” mal conhecidos.

Havia taxas para toda espécie de habilitações incluso “licenças não especificadas”.

Os moradores tinham que pagar o Diário Oficial, que não liam, para conhecer a legislação municipal. Outro “serviço municipal” cobrava para remover galhos podados de árvores, mas o lixo acabava em terrenos baldios.

Soa ridículo, mas a mesma Prefeitura cobrava um imposto criado há 200 anos para a defesa contra bandidos, índios e quatreiros.

Por outro imposto, se uma dona de casa oferecia à venda aos vizinhos um macarrão que estava preparando, tinha que ir até a janela da Prefeitura e depositar uma quantia em dinheiro, segundo reportagem de “La Nación”.

Os cidadãos inadimplentes deviam US $ 80 milhões à Prefeitura que estava falida.

O novo prefeito eleito, Javier Iguacel, encontrou 130 impostos obrigatórios gerando diversos problemas para a população e que a Prefeitura não cumpria com o serviço a que se destinavam, às vezes porque impossível de cumprir como a de perseguir índios ladrões de séculos passados.

Decidiu então eliminar 109 impostos municipais de uma canetada só. Em dois anos o vermelho fiscal da Prefeitura foi revertido.

A arrecadação aumentou quase 75% “e foram viabilizados 100 novos empreendimentos, o que é muito”, para a cidadinha. Descontada a inflação o aumento real da arrecadação foi de 40%.

O novo prefeito também exonerou o pagamento das contas da luz, varrido e limpeza até o fim do ano como estímulo.

Como foi isso possível e em tempo de pandemia?

Abolindo pirâmide de tributos o município interiorano adquiriu um dinamismo inesperado em plena pandêmia
Abolindo pirâmide de tributos o município interiorano
adquiriu dinamismo inesperado em plena pandemia
Suprimido o enforcamento tributário, 300 famílias se estabeleceram no município durante a quarentena. Muitos jovens vieram das cidades grandes para montar suas iniciativas, rejuvenescendo a cidade, trabalhando por via virtual.

Novas lojas e pequenas indústrias surgiram em 2020 tão novas que ainda não tiveram tempo de fixar seus cartazes em portas e vitrines.

Com preços acessíveis, o turismo explodiu em Capitán Sarmiento como o caso da canoagem que obrigou a Raúl Sosa Silva a comprar uma frota própria de 25 caiaques, sem ter que aluga-los em cidades vizinhas.

Natalia Ferrara abriu uma casa de chá, bolo, pudim e muffin em uma das principais avenidas e montou cinco ou seis mesas na calçada aliviada por não ter que pagar taxas múltiplas.

Os inspetores não acham infrações e tributos de difícil cumprimento para multar, em troca dos quais recebiam subornos. Tudo dependia da assinatura do prefeito que era o centro da corrupção, e isso acabou.

Iguacel eliminou cabides de emprego: das 28 secretarias e diretorias ficaram 16, com diminuição da massa salarial. Rescindiu contratos com serviços terceirizados. Os antigos beneficiários foram montar lojas ou fontes de sustento e apareceram iniciativas de toda espécie.

O pagamento dos impostos restantes foi simplificado embora deixando zangados aos contadores que resolviam a Babel de declarações e papelada de impostos, taxas e contribuições para seus clientes.

Vendo a prefeitura cumprir suas obrigações os munícipes passaram a pagar bem as taxas e diretamente!

Os cofres municipais encheram, a população cresce a ritmo veloz, lojas e empresas abrem todo dia.


segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Enorme petroleiro símbolo do socialismo afunda enferrujado

Luis Dufaur
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Um enorme navio petroleiro vazando e escorado perto da costa venezuelana gera temores de um derramamento de proporções históricas, escreveu “Clarín”.

Após anos de abandono, o FSO Nabarima, um monstro enferrujado da petroleira venezuelana PDVSA carrega mais de um milhão de barris de petróleo pesado, e está adernando em perigoso estado de abandono.

A extensão dos danos é desconhecida, mas se não for reparado em breve poderá afundar poluindo as águas azul-turquesa ao longo da costa venezuelana e de vários países vizinhos do Caribe, afirmam especialistas marítimos.

Para exacerbar as preocupações, o regime chavista silencia sobre seus planos para o navio. E só enviou navios para inspecionar a área.

A situação do cargueiro Nabarima não é nova, mas o risco de seu naufrágio aumenta em quanto se submerge mais um pouco dia a dia.

segunda-feira, 22 de junho de 2020

“Infectadura”: denúncia de 300 cientistas argentinos

Malgrado quarentena, panelazos soaram por toda Argentina contra a 'infectadura'.
Malgrado quarentena, panelazos soaram por toda Argentina contra a 'infectadura'.
Luis Dufaur
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Trezentos cientistas, intelectuais e jornalistas denunciaram a manipulação governamental argentina da quarentena obrigatória para criar uma “Infectadura”, ou ditadura socialista dissimulada de luta contra a epidemia, noticiou a imprensa portenha.

Os cientistas líderes procedem do CONICET (Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas) – o maior instituto científico oficial do país platino. https://www.conicet.gov.ar/

O principal indiciado é o presidente Alberto Fernández, de tendências chavistas mal dissimuladas. A extensão da quarentena com base em critérios políticos e o modo como está sendo aplicada fornecem a base da acusação.

Para o texto completo e a lista dos assinantes

A carta aberta intitula-se “A democracia está em perigo” e diz, entre outras coisas: “Nenhum país estava preparado para a pandemia, mas a primeira reação do Estado argentino foi negar a existência do problema, apesar das advertências de um setor independente da comunidade científica e política”.

Vicentin quarta maior exportadora do agronegócio expropriada pela 'infectadura'.
Vicentin quarta maior exportadora do agronegócio expropriada pela 'infectadura'.
Aliás — comentamos —, reação semelhante à do ditador chinês Xi Jinping diante do início da pandemia em Wuhan.

A denúncia ainda afirma que “o presidente Fernández anunciou ter iniciado ‘a hora do Estado’. A frase (...) descreve um fenomenal avanço na concentração do poder para eludir qualquer tipo de controle institucional”.

“Em nome da saúde pública, uma versão aggiornata da ‘segurança nacional’, o governo achou na ‘infectadura’ um relato legitimado por especialistas (...) ignorantes das consequências sociais de suas decisões” — acrescenta o documento.

“Nestes dois meses, houve dezenas de milhares de presos e milhões de punidos em nome de sua própria saúde. (...)

“Estados e cidades que se fecharam como condados medievais. Aulas suspensas, doentes que não podem continuar com seus tratamentos, famílias separadas, mortos sem funerais e, agora, a militarização dos bairros populares”.

“O desdém pelo mundo produtivo não tem precedente com a consequente perda de empregos, o fechamento do pequeno comércio, de empresas e o aumento da pobreza.

“Os créditos (...) e a assistência das pequenas e médias empresas foram táticas publicitárias”, advertem.

Presidente Fernández nega, mas ninguém acredita ele vai no rumo ao precipício de Maduro.
Presidente Fernández nega, mas ninguém acredita ele vai no rumo ao precipício de Maduro.
O documento conclui que “a democracia está em perigo. Possivelmente como nunca, desde 1983 [golpe militar].

“O equilíbrio dos poderes foi desmantelado. O Congresso funciona sem continuidade e a Justiça (...) autoexcluiu-se da conjuntura do país”.

Como cientistas, acadêmicos, profissionais e agentes culturais, os signatários manifestam preocupação e apelam para grupos e organizações da sociedade civil, partidos políticos, sindicatos, formadores de opinião e meios de comunicação independentes a fim de redobrar a atitude crítica e vigilante em relação ao poder governamental.

No texto, eles exigem um plano para sair dessa situação anormal. E concluem que a sociedade argentina se mostrou responsável na hora de enfrentar a ameaça da pandemia, cumpriu com as normas, os conselhos sanitários e foi respeitosa da lei e de seus representantes.

É hora de o presidente fazer o mesmo — conclui.


terça-feira, 13 de agosto de 2019

Malefício socialista jogou São Tomé e Príncipe na miséria extrema
Brasil: abre os olhos!

Aqui houve uma majestosa avenida, explica Willy guia de turistas
Aqui houve uma majestosa avenida, explica Willy guia de turistas
Luis Dufaur
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As pequenas ilhas de São Tomé e Príncipe, no Atlântico mais perto da África, constituíram no século XX sob bandeira portuguesa um oásis da riqueza, simpatia e vida distendida, segundo reportagem da agência AFP.

Os habitantes, em grande parte descendentes de migrantes do continente que vieram procurar o bom nível de vida, evocam uma época faustosa que durou meio século desde o fim do XIX até metade do XX.

A bonança tinha seu cerne uma trintena de fazendas portuguesas repartidas nas duas ilhas principais do minúsculo estado: São Tomé e Príncipe. Elas produziam o cacau melhor cotado do mundo e também bom café.

Agida Lucia, 89 anos, sentada sobre uma outrora majestosa estrada empedrada de uma antiga fazenda colonial abandonada, conta: “havia pessoas e atividade. Lá tinha uma cantina, acima o escritório do capataz, mais para cima uma casa grande. Havia costureiras, hospital, cinema, tudo estava bom”.

Em 1913, o arquipélago era o maior exportador mundial de cacau do mundo.

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Pode a Venezuela estar sujeita a poderes infernais?

O socialo-comunismo de Maduro não esconde que apela a ritos demoníacos para manter o controlada a população
O socialo-comunismo de Maduro não esconde que apela a ritos demoníacos
para manter o controlada a população
Luis Dufaur
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É difícil imaginar como o povo venezuelano pode suportar de modo tão passivo à degradação que lhe é imposta por uma tirania socialista-comunista.

Quase todo dia, as informações físicas ou virtuais nos transmitem degradações que ofendem à natureza humana.

Vídeos em Youtube nos apresentam o povo colhendo águas de esgotos que descem dos morros que contornam a capital para atender as suas necessidades mais básicas com água insalubres.

Outra cena desgarradora foi filmada por um jornalista estrangeiro: um magote de populares famintos tirando restos comida de um caminhão de lixo e devorando-a apressadamente na própria rua.

O jornal “Washington Post” informou também que a criminalidade comum – não a violentíssima das gangues mais ou menos ligadas ao governo e ao narcotráfico – mas os típicos “ladrões de galinha” praticamente desapareceram.

A razão é que não há mais o que roubar. As notas não valem nada: as pessoas não as usam mais, não as carregam consigo. Então, não serve assaltar agências bancárias.

Os bandidos não usam mais veículos, não podem pagar as balas e giram em bicicleta à procura de algo para furtar.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Volta o embargo numa Cuba que cai de podre

O panorama de Havana desde o Manzana é de um imenso cortiço sem esgotos.
O panorama de Havana desde o Manzana: um imenso cortiço sem esgotos.
Luis Dufaur
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Na praça central de Havana há belos bancos de pedra e elegantes palmeiras. Não são da era comunista, mas da anterior. Não se sabe por que desleixo comunista eles não foram demolidos ou derrubados.

No local, reúnem-se carruagens puxadas por cavalos e longas fileiras de vetustos carros coloridos, modelos dos anos 50, um dos poucos atrativos resgatáveis no infortúnio geral.

Equipes de operários dirigidos por engenheiros estrangeiros procuram recuperar hotéis de luxo pomposos, mas abandonados, que o socialismo reduziu a cortiços.

Cuba precisa de dinheiro para não agonizar de vez e quer os dólares dos turistas americanos.

A contração de sua economia, reconhecida pela primeira vez em 2016, acentuou a pressa.

Mas há obstáculos em demasia, observou reportagem do “The New York Times”. Não basta restaurar os imensos hotéis. É que não há redes públicas que funcionem, ou que tenham um mínimo de confiabilidade.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Desesperados por alimentos, ignorados pelos “defensores dos pobres”

Até o pão falta na outrora opulenta Caracas
Até o pão falta na outrora opulenta Caracas
Luis Dufaur
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A descida aos infernos da miséria cubana parece inevitável na Venezuela. O governo socialista vem atribuindo a culpa a inimigos fantasmagóricos em discursos histéricos e irreais: o “império”, a “guerra econômica” promovida por não se sabe bem quem, os emigrantes; a falta de alimentos como se fosse um ente que age por si mesmo; a ausência de medicamentos provocada por todos esses fantasmas.

Mas a aguda carência de quase tudo é uma experiência cotidiana dolorosa, humilhante e muito real. O vírus Zika passou a ser mais um pretexto pelos abusos do regime. Mas os mosquitos se multiplicam assustadoramente e a população não encontra repelentes para evitar o contágio nem antivirais e/ou analgésicos para cortar a febre de qualquer doente, segundo “La Nación”.

Em Acarigua, estado Portuguesa, uma avalanche de desesperados derrubou os obstáculos que lhe impediam ingressar num supermercado atingido pelo racionamento.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Lição da Argentina: só na propriedade privada há futuro para as empresas

Maior fábrica das colheitadeiras da Argentina risca a falência por maus negócios com a Venezuela.
Maior fábrica das colheitadeiras da Argentina risca a falência
por maus negócios com a Venezuela.



A instalação do novo governo argentino presidido por Maurício Macri veio destampar um poço como que sem fundo de desordens ideológicas e econômicas no Estado argentino, aberto pelo derrotado esquema nacionalista kirchnerista.

Entre as empresas quase falidas deixadas pela administração bolivariana-socialista está a Vassalli Fabril, que ainda pode dizer que é a maior fábrica nacional de colheitadeiras, segundo noticiou “La Nación” de Buenos Aires.

Por manobras estatistas, ela obteve um contrato para fornecer 245 colheitadeiras para a Venezuela de Nicolás Maduro, em 2014.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

O Partido Socialista morreu, diz analista das esquerdas francesas

O PS tem tudo: dinheiro e poder. Só faltam militantes, ideias e eleitorado.
O PS tem tudo: dinheiro e poder. Só faltam militantes, ideias e eleitorado.



Laurent Bouvet, pensador socialista e diretor do Observatoire de la Vie Politique (Ovipol) da Fondation Jean-Jaurès, pintou um deprimente quadro do Partido Socialista francês (PS), hoje no poder e praticamente a única opção viável para as esquerdas francesas.

Bouvet resumiu o seu balanço com uma frase lapidar: “O PS está moribundo, o partido de Épinay [Épinay-sur-Seine, localidade onde foi fundado] está morto”, registrou o jornal parisiense Le Figaro.

O tema interessa na América Latina pois o PS francês foi e continua sendo um grande patrocinador das esquerdas tupiniquins, intensamente unido ao lulopetismo e ao Foro de São Paulo.

Bouvet apontou como causas do desastre o desinteresse e a desconfiança do público em relação aos partidos políticos e aos jogos de lideranças partidárias, bem como a fraqueza dos militantes socialistas em se mobilizarem.

A própria estruturação do partido, que é o farol das esquerdas francesas, está em profunda crise. Ele deveria se renovar, mas todos brigam internamente pelo controle do aparelho partidário que se desfaz.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Até onde leva a reforma agrária socialista:
o exemplo do Zimbabwe

Velho discurso marxista guiou a reforma agrária e jogou o riquíssimo pais na miséria
Velho discurso marxista guiou a reforma agrária e jogou o riquíssimo pais na miséria



A reforma agrária no Zimbabwe jogou o país na miséria e na ditadura comunista. Porém, diante da fome, o regime marxista teve que dar astutos passos atrás.

Agora, o ministro do Interior, Joel Biggie Matiza, em discurso público a líderes agrícolas “assentados”, prometeu que a “corrupção” em decorrência da qual 10% das propriedades foram alugadas a diplomatas, a veteranos de guerra e outros capazes de produzir, iria acabar para não prejudicar mais a igualdade prometida pelo programa de reforma agrária, informou o “Zimbabwe News Day”.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Socialismo sueco em ruínas

Fredrik Reinfeldt, lider coalizão vitoriosa de centro-direita

O socialismo sueco, versão enganosa do socialismo real, parece já não atrair mais à própria Suécia.

Desde os longínquos anos trinta do século passado, o “modelo sueco” de um pais invejável com altos níveis de vida, mas com impostos confiscatórios do capital e dos ordenados enganou gerações ingênuas.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Horizontes negros para o socialismo europeu

O "socialismo do século XXI" em suas diversas declinações nacionais vai ficando a única esperança do socialismo internacional no Ocidente, além do presidente Obama.

Os graves reveses eleitorais do socialismo na Europa adensam escuras nuvens no horizonte de essa corrente, registrou o diário “Le Monde”. A catástrofe desse movimento intrinsecamente incompatível com o catolicismo nas eleições gerais alemãs (só 23% dos votos, pior resultado da história) somou-se à perda da maioria absoluta dos socialistas portugueses.

Para Alain Bergounioux, diretor de “La Revue socialiste”, “o conjunto do socialismo europeu não consegue renovar seus homens nem suas estruturas”.

Para o Prof. Laurent Bouvet, da Universidade de Nice, “o projeto social-democrata está historicamente acabado” e agoniza face às direitas mais dinâmicas e articuladas.

O festejado filósofo socialista francês Bernard-Henri Lévy interrogado se acreditava que seu partido estava moribundo, respondeu: “Não, ele já está morto. Ninguém se atreve a dizê-lo, mas todos sabem”.


O Partido Trabalhista britânico passa pior, observou o diário portenho “La Nación”. Nas enquetes aparece num envergonhado terceiro lugar nas intenções de voto. Uma queda comparável aguarda aos socialistas espanhóis se houver eleições. 61% dos espanhóis desaprova as medidas do premiê Zapatero.

A exceção veio da Grécia, onde os socialistas venceram largamente as eleições legislativas antecipadas. Porém, uma andorinha não faz verão.

Em julho, as esquerdas levaram uma surra de dimensão continental nas eleições para o Parlamento Europeu, sem falar da contundente derrota da candidata socialista francesa Ségolène Royal à presidência no ano anterior.

“Mais grave ainda: onde os socialistas perderam o poder eles se mostram cada vez mais divididos e sem nenhuma representatividade, como é o caso da França, Itália e agora Alemanha”, acrescentou o diário de Buenos Aires.


O grave é que o socialismo se fantasiou de centrismo para tentar ganhar votos. Ele “pouco a pouco abandonou os dogmas do progresso social, se desproletarizoue se transformou no partido da classe média alta”, comentou o teórico britânico Stuart Thomson.

Porém, a cosmética não só de nada adiantou, se não que desanimou os antigos entusiastas e encheu o partido de interesseiros cheios de vontade de ganhos fáceis em cargos públicos. Na França, o Partido Socialista deixou de ser um partido operário ‒ os operários propendem para a extrema direita ‒ e virou o representante dos chamados “bo-bo” (“bourgeois bohèmes”, burgueses boêmios).

“A direita européia foi capaz de se adaptar à modernidade”, comenta o historiador francês Michel Winock. Mas, os socialistas não conseguem apresentar opções. Se não conseguirem, conclui Winock, “sua inevitável derrocada será uma muito má notícia para o futuro da democracia continental”. Leia-se ‘para o futuro da Revolução universal’.

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

“Por la paz en el campo”: romaria de proprietários rurais até Nossa Senhora de Luján empolga Argentina


Já está no terceiro dia a peregrinação de fazendeiros e pequenos proprietários argentinos até o santuário da Virgen de Luján, padroeira do vizinho país.

O ato religioso visa pedir à padroeira da Argentina interceda para encontrar uma solução de fundo para a grave crise que vive a agropecuária argentina, e com ela o país inteiro.

A peregrinação a pé começou em General Villegas, província de Buenos Aires, que fica a 420 quilômetros do santuário.


Os organizadores ‒ Francisco José Balbiani, 57, de uma família de tradicionais proprietários de fazenda; e Horacio Pugnaloni, 37, chacareiro ‒ explicaram que “como todas as portas procuradas para a solução do conflito não foram abertas e todos os argentinos sabemos que Nossa Senhora de Luján, padroeira da Argentina, sempre atende, nos atrevemos a ir até Ela a pé como humildes peregrinos que suplicam e confiam em seu auxílio, rogando ao Sagrado Coração de Jesus sua proteção nesta marcha”.

Os promotores dizem que não têm delegação para “representar todo o campo argentino, nem a todos os cidadãos não ligados ao campo que desejam fervorosamente o fim do problema”.

Porém, a onda de apoios à simpática e piedosa iniciativa parece dizer o contrário.

Os grandes jornais argentinos e algumas agências de imprensa internacionais interpretaram a iniciativa individual como genuína expressão do que sente a Argentina profunda.

Con una marcha a pie de 420 km, el campo protesta de otra manera” noticiou o grande diário “Clarín” de Buenos Aires; “El reclamo ruralista cambia de forma -- Peregrinarán 12 días para reclamar "paz para el campo"” titulou o muito lido “La Nación”.

Dirigentes ruralistas das grandes associações engajadas numa queda de braço com o governo e pouco manifestativos em relação ao sentimento católico do povo argentino, logo compareceram ao início da peregrinação.

Os jornalistas concentraram suas câmaras neles e não nos participantes efetivos do corajoso e sofrido gesto de devoção a Nossa Senhora. Políticos de diversas agrupações anunciaram adesão à peregrinação.


Assim agindo, entretanto, esses grandes figurantes da política argentina deixaram transparecer quantas simpatias e adesões morais está atraindo a iniciativa. Eles perceberam que não poderiam ficar atrás.

Os organizadores marcham levando uma imagem de Nossa Senhora de Luján, um estandarte com as cores nacionais e o símbolo do Sagrado Coração de Jesus. A romaria leva o nome “Por la paz del campo ‒ Sagrado Corazón de Jesús - El campo em Vos confia”.

Centenas de pessoas despediram os romeiros em General Villegas, e outras centenas estão aderindo de várias maneiras inclusive se somando ao grupo no caminho.

Parentes e amigos montaram um site (Por la paz del Campo) onde pode se acompanhar o percurso, ver no mapa a posição estimada dos peregrinos, aderir moralmente ou se inscrever para engrossar a romaria em algum ponto do percurso.



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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Populismo esquerdista sofre derrota eleitoral na Argentina e tenta agora distrair a opinião pública


O populismo esquerdista do casal Kirchner sofreu esmagadora derrota nas eleições que renovaram a metade dos deputados e um terço dos senadores, observou “The Washington Times”.

Do "The Economist" (traduzido)

O casal adiantou o pleito para evitar um resultado pior [foto]. Tres quartas partes do eleitorado votou pela oposição, infringido ao regime a pior derrota de sua história, noticiou o diário portenho “La Nación”.

“O Globo”, em sua edição de 30 de junho, registrou que o regime populista “condenou-se à derrota no dia em que declarou guerra perpétua aos ruralistas” com suas tentativas sorrateiras de Reforma Agrária por via tributária.

O casal nacionalista foi derrotado em todos os grandes distritos eleitorais ‒ e até na sua própria província ‒ e perdeu o controle do Legislativo.

Desânimo tomou conta logo do quartel general Kirchner durante a apuração dos votosO presidente Cristina Kirchner anunciou ter recebido 31% dos votos, mas as cifras oficiais finais apontaram só 26,5%.

Desânimo tomou conta logo do quartel general dos Kirchner durante a apuração dos votos

Na realidade, as esquerdas progridem no nosso continente por falta de articulação de suas vítimas.

Bastou que estas reagissem, ainda que em parca medida, na Argentina para que o regime esquerdista sofresse espantoso revés.

Agora, o governo veicula mais estatísticas distorcidas, desde vez sobre a gripe A. A manobra visa que os argentinos tirem menos conseqüências da mudança formidável acontecida na eleição e fiquem absorvidos pela crise sanitária.

Porém, a operação distrativa está tendo mal resultado. A Argentina não compreende o fabuloso desleixo oficial face à doença. Por toda, parte apalpa-se um clima de fim de reinado... ou de ditadura disfarçada.

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