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segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Falso indigenismo subverte Bariloche com apoio do governo

Posto incendiado da Gendarmería em Los Radales
Posto da Gendarmeria (policia de fronteiras) incendiado em Los Radales
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A violência subversiva do grupo indigenista que se diz “mapuche” e tem sua etnia contestada, prossegue na Argentina, ecoando a guerrilha mapuche muito agressiva no Chile.

O governo populista argentino pratica uma paralisia suspeita que favorece as invasões e depredações de propriedades e postos policiais na região de Villa Mascardi, perto de Bariloche, relatou “La Nación”.

A procuradora federal de Bariloche, María Cándida Etchepare, expôs por escrito detalhes abafados do grupo que se diz mapuche, invade e ataca na zona sendo acobertado por autoridades do governo.

No jornal local El Cordillerano, a procuradora Etchepare, mostra que o grupo que se autodenomina Lof Lafken Winkul Mapu “não se origina na ocupação tradicional e pública das terras” como diz provir.

Os mapuches formam muitas comunidades na região, reconhecidas oficialmente e assentadas pacificamente.

Mas os subversivos dizem agir inspirados “numa visão que teve em 2017 uma menina de 16 anos, que se autoproclamou autoridade espiritual do Povo Mapuche, ou machi”.

De nome Betiana Colhuan Nahuel, foi detida pela polícia. Ela está casada com Matías Santana, dito “o mapuche dos binoculares”, que acusou à Gendarmeria do assassinato de um aparente delinquente de nome Santiago Maldonado na província de Chubut até que a investigação do caso revelou ser uma falsa acusação.

Cerimônia inautêntica de 'mapuches' frente ao lago Mascard
Cerimônia inautêntica de 'mapuches' frente ao lago Mascard
Betiana diz desconhecer o Estado mas recebe cinco bolsas estatais diferentes.

O grupo não tem prova alguma de ser o que diz ser, jamais apelou às vias do que Estado de Direito estabelece e desconhece as tentativas da Justiça ressaltou a procuradora.

“Ao longo dos anos, juízes, procuradores, agentes judiciais, guarda-bosques, policiais de várias unidades, peritos, diretores de Parques Nacionais, membros da Secretaria dos Direitos Humanos e até a governadora foram diretamente atacados quando tentavam se aproximar das propriedades invadidas”.

O governo populista de Buenos Aires propõe “mesas de diálogo” a priori infrutíferas que prolongam o regime de atropelos violentos e incêndios de casas e bosques.

A prisão de quatro subversivas atraiu a cólera do governo populista da argentina.


segunda-feira, 16 de maio de 2022

Ministra chilena trata grande parte da Argentina como “territorio mapuche”

Ministra do Interior Izkia Siches inaugurou novo governo chileno criando grave atrito com a Argentina
Ministra do Interior Izkia Siches inaugurou novo governo chileno
criando grave atrito com a Argentina
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O novo governo chileno de extrema-esquerda iniciou sua política externa com inesperada provocação ao vizinho argentino.

A nova ministra do Interior e Segurança Pública do Chile, Izkia Siches, gerou uma comoção adotando um mito ancestral segundo o qual grande parte da Argentina pertence aos mapuches chilenos, noticiou a imprensa argentina.

O procedimento prenuncia uma época de atritos gratuitos sobre questões fronteiriças sensíveis que pareciam superadas.

A polêmica foi acessa no prelúdio da primeira viagem do presidente Gabriel Boric à Argentina e causou grande rebuliço no Chile e na Argentina.

A ministra, que é uma das mais importantes do novo governo, se retratou logo, mas ambiguamente.

Em Buenos Aires, diplomatas de carreira exigiram que a Chancelaria portenha solicitasse “esclarecimentos do Chile sobre as declarações feitas por seu Ministro do Interior e reiteradas por seu Ministro de Bens Nacionais”.

Eles consideraram se tratar de “reivindicações separatistas que violam a integridade territorial da Argentina e o Tratado de Fronteira”.

Wallmapu território reivindicado por subversivos mapuches
Wallmapu: território reivindicado por subversivos mapuches
A reivindicação incendiária inclui a cidade de Buenos Aires.

Líderes políticos da Patagônia, no governo e na oposição, rejeitaram “a reivindicação secessionista que o governo chileno de Boric está legitimando um pseudo-nação independente Mapuche”.

Siches visitou os territórios chilenos em que esses indígenas (ou supostos tais) praticaram atos terroristas, com feridos, mortos e destruição de bens.

Siches e sua comitiva foram recebidos com tiros ao ar e deram meia volta a toda presa.

“O governo, disse, tenta enfrentar os problemas (…) gritando para o céu quando se fala de Wallmapu. ... um território que será totalmente expropriado”.

Wallmapu é o nome do território reivindicado pelos ditos indígenas que abarca em maior parte a Argentina.

Siches postou em sua conta no Twitter uma foto tirada durante a turnê, que acompanhou com a frase: “Terminamos o dia em Wallmapu”, escreveu o jornal “Los Andes” do também ameaçado estado de Mendoza.

“Rejeito profundamente a afirmação secessionista conhecida como ‘Wallmapu’, que o governo chileno de Boric está legitimando. Trata-se de reconhecer grande parte do território argentino e chileno como uma nação pseudo-mapuche independente”, tuitou o deputado Miguel Ángel Pichetto.

Atentado incendiário em Bío Bío, Chile, foco do conflito mapuche
Atentado incendiário em Bío Bío, Chile, foco do conflito mapuche
Após a repercussão que tiveram as palavras, Siches se desculpou com a mensagem: “Não pretendo de forma alguma interferir no território de nossos irmãos transandinos. Quero deixar bem claro, o termo é focado em nosso território nacional.”

Ela também acrescentou que não era sua intenção “polarizar nosso país, mas sim falar com nossos povos nativos com grande respeito e nisso se eu causei desconforto em nível nacional ou transandino” .

O ex-ministro da Segurança da província patagônica argentina de Chubut, Federico Massoni, criticou a ministra pelo uso do termo polêmico.

O trabalho da ministra do governo subversivo foi continuado por uma série de ataques incendiários no conturbado sul do Chile, onde os “mapuches” atacam os bens do Estado, das grandes empresas florestais e proprietários particulares.

Uma casa de fazenda em Tirúa, um armazém e uma cabana em Cañete, região de Bío Bío a 500 quilômetros ao sul de Santiago, foram queimados em ataques que felizmente não deixaram feridos ou mortos, informou “Clarín”.

Subversão mapuche não teme derramar sangue
Subversão mapuche não teme derramar sangue
A Ministra Siches apresentou uma queixa e enviou a polícia, mas não se aguarda nada que dissuada novos ataques.

Os incendiários deixaram um documento exigindo a libertação dos presos ‘indígenas’ por crimes diversos, assinado pelo grupo radical Resistência Mapuche Lafkenche, disse uma rádio local.

No dia anterior, em dois outros atos de violência foram destruídos postos de controle, veículos de carga e caminhões, e houve até um confronto a tiros com policiais.

São frequentes os ataques incendiários a máquinas e propriedades, tiroteios fatais e greves de fome de presos ‘indígenas’.

O novo presidente esquerdista Gabriel Boric cessou a militarização da região e implantou uma estratégia de “diálogo” que soa a acobertamento dos grupos subversivos.


terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Indígenas bolivianas chibateiam abortistas que atacaram catedral

Mulher guarayo mostra o latego que ela usou nas aboristas sacrílegas
Mulher guarayo mostra o látego artesanal que ela usou nas abortistas sacrílegas
Luis Dufaur
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Agitadoras abortistas bolivianas do “coletivo Mujeres Creando” invadiram a catedral de Santa Cruz enquanto o arcebispo celebrava a missa.

Elas protestavam contra a Igreja Católica que impediu uma menina de 11 anos de interromper a gravidez. A mãe foi vítima de um estupro e sua família foi pressionada para aprovar o crime.

Porém, após a intervenção da igreja, mudaram de ideia, noticiou o jornal da cidade “El Deber”.

Os ativistas picharam sacrilegamente a fachada da Basílica Menor de San Lorenzo e criticaram a Igreja Católica em faixas e arengas. “Igreja hipócrita e mesquinha, você força uma menina a dar à luz”, insultava uma das faixas.

O arcebispo Dom Sergio Gualberti estava pregando que “a defesa da vida, a rejeição da pena de morte e a eutanásia são um mandato de Deus para a Igreja e para cada crente em Cristo”.

A pintura jogada na catedral foi removida e as funções religiosas continuaram normalmente nos dias seguintes.

A demagogia abortista costuma apresentar do “direito” à matança dos inocentes como uma necessidade das mulheres pobres e das minorias étnicas menos favorecidas.

Inicio da provocação sacrílega abortista contra a catedral
Inicio da provocação sacrílega abortista contra a catedral


Esse embuste ideológico foi desmentido por mulheres de Santa Cruz que armadas com chicotes de couro feito à mão usado nas áreas rurais da Bolívia para repreender crianças.

Um grupo de indígenas bolivianas do povo Guarayo, deu umas boas às feministas que perturbaram a missa. Não houve queixas de ferimentos nem de contusões, sendo o efeito sobretudo moral.

Elas vendiam artesanatos entre os quais um 'látego' usado levemente para corrigir crianças mal comportadas

O exemplo mostra que o feminismo é um movimento violento que não defende as mulheres pobres como diz, comentou PanamPost.

A realidade é o oposto: as mulheres latino-americanas defendem amorosamente seus filhos e sua família. As mulheres indígenas na necessidade de trabalhar, amarram os filhos nas costas e dão continuidade ao trabalho.

Eles são o exemplo fiel de que os filhos não são um obstáculo, mas sua maior força.

O feminismo, criado em centros intelectuais esquerdista em geral ricos, levanta a bandeira do aborto, para acabar com vidas inocentes antes do nascimento para poder se entregar imoralmente aos prazeres ilícitos.

As feministas de Santa Cruz demonstraram não advogar pelas mulheres, mas por uma causa política: o socialismo.

Na ocasião, elas se manifestaram publicamente a favor da libertação do ex-presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, líder do Fórum de São Paulo.

Momento do incidente em que abortista recebe um 'latigazo' usado levemente para as crianças mal comportadas.
Momento do incidente em que abortista recebe um 'latigazo'
usado levemente para as crianças mal comportadas.
O socialismo que retomou o poder na Bolívia, atacou particularmente o povo Guarayo, cujas mulheres enfrentaram as feministas que atentam contra o patrimônio religioso.

Na província de Guarayos de Santa Cruz existem grupos armados apoiados pelas esquerdas que tentam se instalar em terras comunitárias que têm legítimos proprietários indígenas.

Diante da resistência dos indígenas Guarayos, os grupos irregulares já fizeram vários feridos a balas e facões.

Diante da tentativa de profanação da catedral de Santa Cruz, as mulheres que enfrentaram as feministas também se manifestaram contra o governo pela irrupção de seus aliados esquerdistas em seu território ancestral.

Evo Morales, protetor das abortistas e de todas as formas de esquerda e narcotráfico diz ser vítima de racismo por ser indígena.

Mas nunca demonstrou falar qualquer língua indígena e permitiu a destruição de terras ancestrais de povos indígenas por grupos armados que visam rouba-los.

Guadalupe Cárdenas, uma indígena perseguida politicamente, embaixadora dos Direitos Humanos, representante da federação das esposas de polícias, destacou em entrevista ao PanamPost, a hipocrisia de Evo Morales.

Cárdenas garantiu que Morales “é o pior racista, como nunca na história”. Ele mandou queimar terras dos índios do leste, da Chiquitanía, e ameaçou os indígenas.

As mulheres Guarayo de Santa Cruz desmontaram esses mitos ao mesmo tempo defendendo a Igreja dos ataques das feministas pagas pelo líder lulobolivariano.


segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Carreata na Patagônia contra vandalismo indigenista

Justiça investiga incêndios mas moradores denunciam cumplicidades no governo
Justiça investiga incêndios, mas moradores denunciam cumplicidades no governo
Luis Dufaur
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Uma carreata de mais de 300 veículos de moradores da região do Parque Nacional Los Alerces, na província de Chubut, Patagônia, protestou contra os atos vandálicos e invasões de terras.

Esses são praticados em série por auto-declarados “indígenas” agressivamente anticristãos e inimigos das propriedades públicas e privadas.

Os agitadores, apoiados aliás por organismos do Estado, reforçados por militantes mapuches vindos do Chile.

Eles alegam até que os princípios defendidos pelo Papa Francisco no sínodo do Amazonia os fundamentam na região patagônica argentina e chilena.

O último ataque foi contra “uma cruz de madeira de um cemitério histórico, que eles arrancaram e queimaram na estrada”.

Carreata de moradores protestando contra vandalismo indigenista
Carreata de moradores protestando contra vandalismo indigenista

No local deixaram a pichação ‘Santiago Maldonado en Lucha’, em menção a um suspeito que morreu afogado enquanto era perseguido pela polícia acompanhado de cúmplices após um ato delitivo.

O guarda florestal Carlos Optiz descreveu o atentado à rádio Del Lago FM: “a cruz que queimaram está por volta de três quilômetros das terras ilegalmente invadidas. 

Os invasores são muito claros em seu ressentimento contra os sinais cristãos, do Estado e da Igreja Católica”. Cfr. “La Nación”.

O Diário de Río Negro informou que depois de 3 anos e 8 meses, um juiz substituto da Justiça Federal de Bariloche, Gustavo Zapata, enviou a julgamento 7 membros da comunidade Mapuche Lof Lafken Winkul Mapu.

Mapuches invasores e violentos ocupam Parque Nacional e residências particulares
Mapuches invasores e violentos ocupam Parque Nacional e residências particulares
Eles foram indiciados como co-autores do crime de invasão de duas propriedades de Villa Mascardi, bela região próxima de Bariloche.

Os participantes da carreata detalharam seus motivos pelas redes sociais: o vandalismo e a invasão.

Também solicitaram uma resposta do Estado que, em seu esquerdismo, é suspeitado de colaboração com os grupos subversivos.

Acrescentaram o temor pelos incêndios que esses estão provocando e até dificultando a tarefa de extingui-los.

Invocaram a lei que manda as autoridades expulsar os intrusos das propriedades.

Também deploraram a inutilidade da “mesa de diálogo” proposta pelo governo e que não dá em nada, a exceção de conversas infindas que garantem a impunidade dos malfeitores.

Alegaram também a legislação ambientalista para proteger os bosques incendiados.

Mas essas leis estão sendo completamente ignoradas até pelos que se dizem defensores do meio ambiente.


segunda-feira, 15 de março de 2021

‘Movimentos sociais’ fazem
guerrilha anti-agronegócio na Argentina

Atentado incendiário em Agustina, provincia de Buenos Aires
Atentado incendiário em Agustina, provincia de Buenos Aires
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O “movimento social” Resistência Ancestral Mapuche (RAM) provocou o incêndio de 60 hectares de restolho de trigo, plantações de soja e uma floresta de eucalipto na província de Buenos Aires, informou o jornal portenho “La Nación”.

Excetuadas incursões devastadoras em séculos passados, na região os únicos e remotos descendentes de índios mapuches vivem pacificamente assimilados e miscigenados com descendentes de povos latinos ou germânicos europeus.

Mas os crimes contra o agronegócio estão se multiplicando no pontificado do Papa Francisco. Esse pontificado estimula a agitação de grupos que se dizem populares ou indígenas, articulados em “movimentos sociais” ou afins que já foram acolhidos no Vaticano.

O governo esquerdista de Fernández reforçou o apoio às invasões e depredações de propriedades privadas no país em sintonia com o sopro que vem do pontífice argentino.

O grupo que reivindicou o atentado se identificou como um desconhecido Resistência Ancestral Mapuche (RAM). Sem nunca mostrar a cara, fato que poderia denunciar a montagem, transmitiu mensagens pela Internet e pelo site Indymedia Argentina que até o presente pontificado se diria desaparecido.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Comuno-indigenismo sacrílego na Argentina

O sacrário profanado e Nossa Senhora pichada por 'movimento social' com apoios no governo e no Vaticano
O sacrário profanado e Nossa Senhora pichada
por 'movimento social' com apoios no governo e no Vaticano
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Autodeclarados “índios mapuches” depredaram sacrilegamente a paróquia de El Bolsón, no departamento argentino de Bariloche, estado de Rio Negro.

Eles prenderam e surraram o pároco durante uma hora, até saírem cantando na maior das impunidades, segundo noticiou “Clarín”.

Em número de 12 os “mapuches” escondiam seus rostos com máscaras e exibiam roupas esporte para esportes invernais. Eles tomaram a igreja consagrada à padroeira do país Nossa Senhora de Luján.

Picharam grosseiramente a imagem dEla, de Cristo e dos santos, quebraram a mobília sagrada, altares e imagens. Por fim violaram o sacrário e profanaram as hóstias.

O “movimento social” reclama a expulsão dos “brancos” da bela Villa Mascardi, estabelecida como local de feiras num aldeamento fundado pelo missionário jesuíta Nicolás Mascardi no século XVII junto a um lago do departamento de Bariloche.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Amor pela música barroca no Chaco e Amazônia exorciza tribalismo comunista

Rumo ao ensaio de música barroca na Amazônia.
Rumo ao ensaio de música barroca na Amazônia.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Nas ruas e igrejas de San Ignacio, na região boliviana de Chiquitania na transição entre o Chaco e a Amazônia, a 200 kms do Brasil, soa um rumoroso desmentido à demagogia comuno-tribalista que eclodiu no Sínodo Pan-amazônico de 2018.

A população toda ela é descendente dos “povos originários” guaranis.

O comuno-tribalismo de missionários adeptos à “teologia da libertação” e ONGs herdeiras do utopismo comunista quereriam jogá-los de volta ao primitivismo precolombino.

Mas o que a população gosta é de Bach, Vivaldi e da música barroca. E a executa com tanta habilidade, bom gosto e paixão que deixou pasmo ao jornalista do “Le Figaro Magazine” de Paris que foi até essa região chaco-amazônica para fazer ampla reportagem. (dezembro de 2019, págs. 67 e ss.)

Félix, de 17 anos, apaixonado pela música barroca, mostrou à jornalista Manon Quérouil-Bruneel, o Stradivarius que ganhou como melhor aluno de orquestra municipal.

E com os olhos brilhando de emoção começou a executar uma fuga de Beethoven que os prédios coloniais da antiga missão jesuítica ecoavam naquela selvática região.

“Na Europa, os jovens acham isto cacete”, explicou o descendente de indígena à europeia. “É engraçado constatar que hoje são descendentes de índios que perpetuam esta herança longínqua”.

Nas restauradas capelas missionárias, descendentes dos 'povos originários', no caso guaranis, ensinam admiração pela música barroca.
Nas restauradas capelas missionárias, descendentes dos 'povos originários',
no caso guaranis, ensinam admiração pela música barroca.
Tudo começou em 1691 quando os missionários jesuítas fundaram a primeira “reducción” segundo o famoso – e injustamente denegrido – regime disciplinar dos missionários de Santo Inácio que converteu e civilizou imensas áreas de América.

Vários chefes tribais guaranis decidiram se tornar suseranos obedientes aos jesuítas que lhes ensinavam a doutrina do Evangelho.

E muito especialmente a música barroca. Era algo que eles não conheciam, mas logo admiraram, fizeram sua e passaram a executar com uma maestria surpreendente, nos instrumentos e no canto.

Essa passou a ser a “língua comum” de tribos e evangelizadores que se aprendia junto com a leitura, a escritura e o catecismo.

E não foi só Vivaldi e Rameau, entre outros, que passaram a ser ouvidos nas florestas. Eles próprios, guaranis, começaram a compor partituras de um talento inegável, com o selo europeu, mas com o charme do novo que nasce para a civilização.

Intrigas anticristãs nas cortes da Europa provocaram a expulsão dos jesuítas dos vice-reinados espanhóis em 1767 e o fechamento da Ordem nos países católicos (foi restaurada em 1814).

E aquela obra providencial nascente caiu em ruínas.

Até que o missionário franciscano alemão Walter Neuwirth, hoje muito idoso e doente, chegou à aldeia de Urubichá em plena Chiquitania.

Ele conta emocionado: “descobri uma dezena de músicos autodidatas que abateram uma árvore da aldeia para fabricar violinos com suas próprias mãos.

O Festival Internacional de Barroco Boliviano atrai a participação de artistas europeus.
O Festival Internacional de Barroco Boliviano
atrai a participação de artistas europeus.
“Eles tocavam maravilhosamente bem. Percebi logo que este povo tinha a música no sangue”.

Veio depois a restauração das igrejas barrocas das antigas missões, aliás admiráveis pela sua beleza na rusticidade.

Simultaneamente foi feito o incrível achado: milhares de partituras dos tempos jesuíticos, de composições europeias ou de ignotos autores locais, zelosamente custodiadas durante séculos pelas autoridades indígenas locais.

A chegada de Ruben Dario Suárez Arana, o primeiro mestre formado em Córdoba, Argentina, foi anunciada pelos sinos da igreja.

O missionário explicou aos fiéis convocados que tinha chegado um professor de música.

E os habitantes “embora – conta frei Walter – mal tinham para comer, decidiram todos participar financeiramente na criação de uma pequena orquestra”.

Uma corrente de transmissão de saber musical passou logo a se espraiar para outras cidades.

O que ensinava o jovem professor vindo de fora, era replicado em dezenas de orquestras municipais que se organizaram logo.

O conservatório começou com todas as carências, mas hoje todo ano acolhe mais vinte novos candidatos.

Aula no conservatório. Os recursos faltam, bispos não ajudam, autoridades chavistas tampouco, mas entusiasmo pela música barroca atrai novos candidatos.
Aula no conservatório. Os recursos faltam, bispos não ajudam, autoridades chavistas tampouco,
mas entusiasmo pela música barroca atrai novos candidatos.
Os primeiros jesuítas não teriam imaginado ouvir As Quatro Estações de Vivaldi ressonando na Chiquitania, mas a orquestra municipal de San Ignacio já fez giras pela Europa e pela América Latina. Seus vídeos estão em Youtube.

Organiza também cada dois anos um Festival Internacional de Música Barroca na cidade que atrai especialistas europeus.

Mauro Sorubi, 42 anos, preferiu se dedicar à confecção de violinos e violoncelos, os instrumentos preferidos dos jovens.

A seu ateliê a toda hora chegam rapazes e moças de bicicleta ou velhas motos para encomendar consertos em seus violinos, que querem ver os mais semelhantes possíveis ao mítico Stradivarius de Félix.

De quase toda choupana de San Ignacio saem notas: são os meninos ensaiando.

Os irmãos Jesus, 18 anos, e Luis, 14, ensaiam um concerto de Beethoven. A fim de contas eles já tem dois anos na orquestra municipal! “Nós temos a música nas veias. Mas não temos outra coisa”, diz seu pai.

A Fé e a Cultura Cristã progrediram de mãos dadas conduzidas pelos missionários tradicionais.
A Fé e a Cultura Cristã progrediram de mãos dadas
conduzidas pelos missionários tradicionais.
A população beira o nível de pobreza, e os jovens aprendizes devem trabalhar a terra, mas isso não é obstáculo para seus nobres anseios artísticos.

Dana Cristina, 12, vive com sua mãe e seus cinco irmãos na sede de um partido político habitualmente deserta quando não há eleição. “Não posso pagar um aluguel” diz a mãe, que é padeira.

Mas Dana Cristina exibe um talento extraordinário e lhe pressagiam um belo futuro.

Ela não tem violino e pede emprestado um durante a noite. Então ensaia a ponto de criar bolhas nos dedos.

A música barroca abre os horizontes mentais das crianças. As notas de Dana na escola subiram como uma flecha com a música.

Outras crianças no contato com as escalas e melodias aspiram ser arquitetos ou astrónomos, profissões que não existem na pobre cidade agrícola de 30.000 almas incluídas as redondezas.

O prefeito, porém, deplora a falta de colaboração da Conferência Episcopal influenciada pela pregação indigenista contrária à verdadeira cultura e que destrói o futuro dos índios.

E tampouco o faz o governo que escolheu a demolição chavista-populista de Evo Morales, aliás felizmente posto para fora pelos próprios bolivianos.

Uns e outros em pouco ou nada ajudam esse promissor progresso civilizatório de essência católica.

E não conseguem impedir o admirável crescimento cultural cristão e a propensão para a Cristandade daqueles que “Le Figaro Magazine” denomina “Os virtuosos da Amazônia”.


segunda-feira, 27 de maio de 2019

“Ódio teológico” na apologia ambientalista dos “povos originários” de América

O presidente eco-comunista do México Andrés López Obrador quis ser investido em cerimônia de “povos mexicanos originários”.
O presidente eco-comunista do México Andrés López Obrador
quis ser investido em cerimônia de “povos mexicanos originários”.
Luis Dufaur
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O novo presidente do México Andrés Manuel López Obrador, alinhado os regimes socialo-comunistas da família Castro, de Maduro e de Ortega exigiu que a Espanha pedisse perdão pela evangelização e civilização do seu país, alegando crimes contra os “povos mexicanos originários”.

O ponto de partida da exigência é um velho sofisma desenvolvido pela Teologia da Libertação e que mais recentemente foi remoçado pelo missionarismo comuno tribal e seu sócio o ambientalismo radical.

Em síntese, o sofisma diz que a Cruz de Cristo e a Civilização Cristã arrancaram os indígenas, ou “povos originários”, de sua mística integração na natureza e extirparam suas crenças – idolátricas, sanguinárias e até canibais – produzindo um desgarramento na Mãe Terra, também chamada Pachamama ou Gaia.

Mas López Obrador não imaginou a vergonha que iria passar e o desnudamento de seus erros nas respostas que recebeu da Espanha.

No quotidiano “ABC” de Madri, o premiado escritor Juan Manuel del Prada pôs em evidência que a atual propaganda de uma mitificada vida tribal integrada no meio ambiente resulta apenas de um “ódio teológico”, voltado contra o cristianismo e a civilização.

A expressão “ódio teológico” é o nome dado ao furor e à ira gerados por controvérsias envolvendo teologia. A expressão também descreve disputas não-teológicas de natureza rancorosa. Cfr. Wikipédia, “Odium theologicum”.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Religiosos e indígenas querem decidir na Noruega sobre as florestas brasileiras

Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas patrocinada pelo governo da Noruega e se imiscuindo na vida do Brasil
Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas
patrocinada pelo governo da Noruega e se imiscuindo na vida do Brasil
Luis Dufaur
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Uma Iniciativa Inter-religiosa da Floresta Tropical, promovida pelo Ministério do Clima e Ambiente da Noruega, reuniu em Oslo líderes de diversas crenças e povos, como os pigmeus africanos e etnias indígenas sul-americanas.

O inédito encontro se inseriu numa longa serie de ingerências de governos e ONGs internacionais no Brasil e em outros países.

O governo norueguês vai cortar em 2017 pelo menos 50% de suas doações ao Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES, aduzindo o aumento no desmatamento nos últimos dois anos.

O ministro norueguês do Meio Ambiente, Vidar Helgesen, agradeceu o apoio que essas ingerências encontram em líderes religiosos locais.

“Em lugares onde o Estado não tem presença ou controle, sempre há comunidades de fé. Sempre há uma igreja ou outro lugar de adoração. Essa infraestrutura é um recurso que pode ser mobilizado em favor das florestas de uma forma mais consistente”, disse.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Monumento a Colombo ou a índio
diante da Casa Rosada?

Monumento a Cristóvão Colombo em Buenos Aires
encolerizou Hugo Chávez:
“O que faz ali esse genocida? Ali temos que pôr um índio”
Luis Dufaur
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Nos jardins defronte a Casa Rosada brilhava um belo conjunto escultórico em mármore de Carrara, dedicado ao descobridor da América Cristóvão Colombo.

A artística obra, de 623 toneladas e 26 metros de altura, foi doada em 1921 pela comunidade italiana imigrante. Entalhada na Itália, foi montada em arquitetônica perspectiva entre o palácio presidencial e o Rio da Prata.

Porém, ao vê-la em 2011, o falecido ex-presidente Hugo Chávez exclamou encolerizado:

“O que faz ali esse genocida? Colombo foi o chefe de uma invasão que provocou não um morticínio, mas um genocídio. Ali temos que pôr um índio”, noticiou “Clarín”.

Chávez não disse nenhuma insolência nova. Apenas repetiu um chavão da Teologia da Libertação martelado insistentemente por grupos subversivos contrários às missões católicas e à civilização, como o CIMI brasileiro.

Então no poder, o casal Kirchner, sempre ufano de seu nacionalismo, caiu de joelhos diante da imposição ideológica do ditador comunistoide da Venezuela.

Foram procurar o índio e não o acharam. Escolheram então uma revolucionária que respondia pelo nome de Juana Azurduy de Padilla, para lhe dedicar uma estátua em substituição à de Colombo.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Stédile se une ao Papa Francisco na luta de classes da Mãe Terra contra a liberdade e a propriedade privada

João Pedro Stédile no Vaticano e a revolução mundial
João Pedro Stédile no Vaticano e a revolução mundial
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Encerrou ontem, 5/11, no Vaticano o 3º Encontro Mundial dos Movimentos Populares, desejado pelo papa sobre os temas que lhe são caros: Terra, Teto e Trabalho.

Como não poderia deixar de ser, João Pedro Stédile, do MST, esteve presente, tendo sido um dos principais organizadores.

Sobre a reunião vaticana, o jornal italiano comunista-anarquista Il Manifesto entrevistou Stédile.

Il Manifesto – Quais são as expectativas dos movimentos populares?

Stédile – Desde que Francisco assumiu o pontificado, ele manifestou de diferentes formas a vontade de construir uma ponte com os movimentos populares, os trabalhadores excluídos, os povos nativos, os indígenas, com as pessoas de todas as etnias e religiões para analisar os graves problemas da humanidade que afligem a maioria da população.

Assim, construímos um caminho permanente de diálogo. Realizamos um primeiro encontro em 2014, depois um encontro mais latino-americano e, em seguida, um encontro de massa na Bolívia, em agosto de 2015.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Produtores e indígenas vitimados
pela conduta subversiva do CIMI

Invasão de fazenda em Mato Grosso do Sul.
Invasão de fazenda em Mato Grosso do Sul.
Luis Dufaur
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Post publicado no blog "Verde: a cor nova do comunismo"


continuação do post anterior: Relatório final da “CPI do CIMI” desvenda estarrecedora subversão comuno-missionária pintada de verde ambientalista


Prossegue a conclusão da CPI do CIMI:

Mas, depois de analisar todos os depoimentos e provas do processo, sou forçado a concluir que também os indígenas foram prejudicados, igualmente de forma irreversível, pela conduta ilícita do CIMI.

Foram gerações de indígenas criadas com base no sentimento sectário, tendo incutido o ódio e o desrespeito às instituições, através de uma travestida defesa de seus interesses.

O CIMI não conseguiu trazer para o processo um único projeto realizado em prol da comunidade indígena, de educação, saúde, enfim, nada.

E, importante frisar, somente no ano de 2013 foram mais de R$ 7.000.000,00 recebidos de instituições estrangeiras.

Segundo dados de seus balanços, mais de R$ 4.000.000,00 seriam destinados ao pagamento de pessoal.

Ora, mas como se todos os integrantes e ex-integrantes do CIMI, inclusive o Sr. Cleber Buzato, informaram que prestavam trabalho praticamente voluntário?

Para onde vão esses recursos. De outro lado, verifica-se que há depoimento de indígenas afirmando categoricamente que Flávio Machado [página 211] forneceu recursos para a aquisição de armas no Paraguai para suportar invasões de propriedades privadas.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Eleições: o Brasil anseia por estabilidade e paz


É difícil governar um povo com base numa miragem! Ou seja, criando a ilusão da existência de um espírito progressista – ou esquerdista – nas camadas profundas da população, onde ele, na verdade, não existe.

É igualmente difícil governar um povo cordato cortejando minorias muitas vezes radicais, conclui a reflexão do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.

Se o mundo político não vencer a magia dos velhos mitos e insistir num reformismo festivo, rumo a um esquerdismo cada vez mais radical (baseado em vitórias eleitorais ilusórias), serão cada vez mais raros no público aqueles que os acompanharão.

Nesse caso, qualquer candidato que vier a ocupar o Palácio do Planalto dificilmente escapará ao vácuo terrível do qual o mundo político, já hoje, está custando a escapar.

* * *

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

A estranha omissão da CNBB

A estranha omissão da CNBB
Face aos rumos ameaçadores para os quais aponta o quadro eleitoral, é compreensível a perplexidade dos católicos, afirmou em comunicado o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira—IPCO, divulgado em São Paulo.

O IPCO observou também que essa perplexidade e apreensão é partilhada por muitos que não sendo católicos reconhecem o papel fundamental da Igreja Católica.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Na mídia: disputas pessoais.
Na realidade: metas análogas

Na mídia: disputas pessoais. <br />Na realidade: metas análogas

Forte radicalização poderá vir após a eleição do presidente.

Decreto dos Conselhos Populares

Antes de tudo, em decorrência do Decreto presidencial 8243, o qual constitui – como o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira teve oportunidade de alertar – um gravíssimo ataque às instituições vigentes, no que pode ser qualificada de uma tentativa de golpe de Estado incruento.


Esse Decreto, já comparado a um decreto bolivariano ou bolchevique, torna obsoletas as instituições do Estado de Direito e cria organismos informais através dos quais minorias militantes condicionarão a sociedade e o governo.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Atentado contra estátua de Hernán Cortés


Em Medellín (Badajoz, na Espanha), grosseiro atentado atingiu com tinta vermelha a estátua de Hernán Cortés, conquistador do México, nacido no castelo dessa cidade. Os vândalos jogaram tinta vermelha no monumento.

O atentado, de fato, se insere na lógica da propaganda comuno-tribalista contrária à conquista e evangelização de América.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Exército garante uma imensa região da Amazônia que parece fora do mapa

O Exército Nacional garante uma imensa região da Amazônia que parece estar fora do mapa. Veja este edificante vídeo que mostra uma realidade edificante tão contrária à propaganda comuno-tribalista e à pregação da esquerda católica. Visita a São Joaquim, Amazonas, fronteira com a Colômbia.

Veja vídeo
Vídeo: Exército garante
imensa região da Amazônia

Video: Exército garante Amazônia