Mostrando postagens com marcador Grabois. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Grabois. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Assessor do Papa Francisco expulso da Colômbia como subversivo

Grabois desrespeitó funcionária de Migrações colombiana (imagem de vídeocamara)
Grabois desrespeitou funcionária de Migrações colombiana (imagem de vídeo)
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Foi legal e sumariamente expulso do território colombiano o argentino Juan Grabois, consultor do Pontifício Conselho Justiça e Paz.

Esse é um “ministério” vaticano para lidar com “migrações, necessitados, doentes, excluídos, marginalizados, vítimas dos conflitos armados e desastres naturais, presos, desempregados e vítimas de qualquer forma de escravidão e tortura”.

Grabois foi incluído no Anuário Pontifício de 2021, mas as autoridades colombianas temiam que fosse a cooperar com as destrutivas arruaças que danificam seriamente o país.

Grabois foi deportado como “uma ameaça para a segurança” segundo ele mesmo reconheceu em áudio mencionado por “La Nación”.

Ele procurou se escudar numa suposta agressão das autoridades da Colômbia. Mas vídeo colheu o momento em que ele destratava a funcionária colombiana das Migrações que lhe respondeu com dignidade e firmeza lhe mostrando a porta de saída do país.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Comuno-indigenismo sacrílego na Argentina

O sacrário profanado e Nossa Senhora pichada por 'movimento social' com apoios no governo e no Vaticano
O sacrário profanado e Nossa Senhora pichada
por 'movimento social' com apoios no governo e no Vaticano
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Autodeclarados “índios mapuches” depredaram sacrilegamente a paróquia de El Bolsón, no departamento argentino de Bariloche, estado de Rio Negro.

Eles prenderam e surraram o pároco durante uma hora, até saírem cantando na maior das impunidades, segundo noticiou “Clarín”.

Em número de 12 os “mapuches” escondiam seus rostos com máscaras e exibiam roupas esporte para esportes invernais. Eles tomaram a igreja consagrada à padroeira do país Nossa Senhora de Luján.

Picharam grosseiramente a imagem dEla, de Cristo e dos santos, quebraram a mobília sagrada, altares e imagens. Por fim violaram o sacrário e profanaram as hóstias.

O “movimento social” reclama a expulsão dos “brancos” da bela Villa Mascardi, estabelecida como local de feiras num aldeamento fundado pelo missionário jesuíta Nicolás Mascardi no século XVII junto a um lago do departamento de Bariloche.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Papa Francisco salvando esquerdas marxistas sem oxigênio


José Antonio Ureta
Membro fundador da “Fundación Roma”,Chile;
membro da “Société Française pour la Défense
de la Tradition, Famille et Propriété”;
colaborador do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
e autor do livro: “A mudança de paradigma
do Papa Francisco: continuidade ou ruptura
na missão da Igreja?
Relatório de cinco anos do seu pontificado”.















continuação do post anterior: Cinco anos de pontificado: Promoção da agenda neomarxista e altermundialista dos “movimentos sociais”



Aliança com os “Movimentos sociais” de inspiração marxista



Pondo na prática os postulados da Teologia da Libertação, o Papa Francisco tem usado o prestígio de seu cargo a serviço dos chamados “movimentos sociais”, que não escondem sua clara orientação marxista. 

Esse apoio vai notadamente para o Encontro Mundial de Movimentos Populares, “uma plataforma construída por diversos movimentos populares em torno ao convite de Francisco a que os pobres e os povos organizados não se resignem e sejam protagonistas do (processo) de mudança”[1].

Na realidade, dita plataforma foi o resultado prático de um seminário que a Academia Pontifícia de Ciências chefiada pelo arcebispo Marcelo Sánchez Sorondo organizou em Roma no dia 5 de dezembro de 2013 sobre a “A emergência das pessoas socialmente excluídas”, a cujo respeito nós trataremos mais amplamente nos capítulos seguintes. 

Para esse seminário foram convidados líderes confessadamente marxistas do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra do Brasil-MST (João Pedro Stédile), do Movimento dos Trabalhadores Excluídos da Argentina (Juan Grabois) e da organização internacional Via Campesina, os quais tiveram todas as despesas de viagem pagas pelo Vaticano.

Convém lembrar que se trata de movimentos para os quais “a estrada das mudanças pela via institucional parece decisivamente bloqueada” e que não hesitam em recorrer “à prática das ocupações de massa” — ou seja, à invasão sistemática de propriedades — a fim de abrir “outro espaço” de confrontação e fazer com que “a curva da luta de classes [seja] mundial” e entre numa nova “fase de ascensão” que faça a terra tremer[2]. 

Para tais movimentos, só quando a economia for “socializada e planificada”[3] é que se poderá realizar a “sociedade sem explorados nem exploradores”, o que implica “uma intervenção fortíssima do Estado”[4].