Mostrando postagens com marcador narcotráfico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador narcotráfico. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

Tiros, droga em submarino: PCC, milícia e piratas nos rios na Amazônia

Cenas de guerra na luta contra o narcotráfico no Amazonas
Cenas de guerra na luta contra o narcotráfico no Amazonas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Piratas, milícias e facções disputam o controle de um “labirinto de rios” nos dois maiores estados da Amazônia para vender drogas e armas, em uma rota do rio Solimões (AM) ao Porto de Barcarena (PA), documentou reportagem da UOL.

O rio Solimões é a principal rota para o escoamento das drogas até o porto de Barcarena, no Pará. As condições geográficas do Amazonas facilitam a ação do narcotráfico pelas águas.

Nos 1.700 km de extensão do Solimões, Comando Vermelho, PCC, piratas e milícias promovem uma disputa em um “labirinto de rios” por drogas e armas. É o equivalente à distância por estrada entre São Paulo e a fronteira entre Brasil e Uruguai.

Os rios Javari, Japurá, Içá, Negro e Envira também têm sido usados para transportar drogas e armamentos até o porto de Barcarena.

De lá, as toneladas de drogas seguem para países europeus, africanos e asiáticos, indicam fontes no Ministério Público e na Polícia Civil.

As rotas do Javari e Japurá já são consideradas as mais importantes depois do trajeto pelo Solimões. Grupos brasileiros, peruanos, colombianos atuam nesses rios, indicam fontes na Polícia Civil e no Ministério Público.

Polícia captura 170 quilos de droga. E é apenas um carregamento a mais
Polícia captura 170 quilos de droga. E é apenas mais um carregamento...
Ditos rios estão cheios de igarapés e igapó, onde os grupos criminosos podem fugir mais facilmente, segundo explicou Igor Starling, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAEDO) do MP-AM.

“O Porto de Barcarena virou alvo de interesse do tráfico de drogas porque corta pela metade a distância para os países da Europa”, acrescentou Roberto Magno, pesquisador na área de Segurança Pública

UOL obteve vídeos da rotina de tiros e perseguição de quem combate ao crime organizado na Amazônia.

Numa delas num tiroteio à noite entre policiais e uma embarcação de piratas do crime no Amazonas acaba com os agentes apreendendo drogas e armas no rio.

Em outra ação, a Polícia Civil do Pará apreendeu um submarino de cerca de 20 metros de comprimento que seria usado em uma rota do tráfico internacional de drogas. A embarcação estava sendo construída em um estaleiro no rio Guajará-Mirim em dezembro de 2015.

Submarino que estava sendo construido pelo narcotráfico na Amazônia
Submarino que estava sendo construido pelo narcotráfico na Amazônia
A região de Breves (PA) conta com uma base composta por policiais civis, militares e bombeiros, que funciona 24 horas do dia.

Os demorados deslocamentos de barco por locais geograficamente isolados facilitam as ações de piratas. Antes, os grupos criminosos roubavam cargas com eletrônicos, passageiros e até alimentos, segundo a Polícia Civil paraense.

Mas agora o crime organizado trafica a droga. Em setembro 2023, foi apreendida no rio Tajapuru, uma tonelada de skunk, como é chamada a supermaconha.

O deslocamento fluvial entre Belém e Manaus é “estratégico” para o tráfico de drogas, muitas vezes

escondidas em cargas de peixe, açaí ou equipamentos eletrônicos para despistar.

“Em algumas apreensões, havia bandeiras do Peru ou Colômbia em pacotes com drogas, identificando a origem do material entorpecente.

“O material era escoltado por piratas com fuzis em lanchas rápidas que percorrem labirintos de rios com várias ramificações”, narrou Arthur Braga, delegado da Polícia Civil do Pará

Os piratas da Amazônia usam motos aquáticas potentes escoltando drogas para facções, e “normalmente ficam à espreita abastecidas com armas”, diz o promotor Igor Starling.

Amazonas está na rota do tráfico internacional de drogas
Amazonas está na rota do tráfico internacional de drogas
Nos confrontos, os corpos são lançados às águas e levados pela correnteza. Os piratas estrangeiros acabam “batizados” por facções brasileiras dentro de um sistema prisional.

Muitas vezes, os grupos enterram as drogas sob as águas e as armazenam em espaços soldados. Em outras, levam os sacos de drogas para a floresta.

Os maiores confrontos ocorrem entre PCC e Comando Vermelho. Manaus é o principal terreno da disputa, mas também há lutas em Coari, Tefé e Itacoatiara.

Há milícias formadas por policiais militares e ex-policiais militares suspeitos de formar grupos paramilitares que comerciam drogas e armas.

Assim informava a UOL
Assim informava a UOL
Após a morte do narcotraficante Jorge Rafaat, fuzilado em uma emboscada em junho de 2016 no Paraguai,

os grupos criminosos no Brasil passaram a participar no tráfico internacional de drogas.

Também houve exploração de madeira e garimpo ilegal que ampliou a atuação criminosa na região.


segunda-feira, 8 de maio de 2023

Lulo-chavismo reanima guerrilha marxista e narcotráfico

Narcossubmarino vinha da Colômbia com três toneladas de cocaína e foi pego na Espanha
Narcossubmarino vinha da Colômbia com três toneladas de cocaína e foi pego na Espanha
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A ascensão de governos continuadores do velho lulo-chavismo implicou numa reanimação dos piores carteis da droga e da guerrilha marxista.

As autoridades espanholas apreenderam um submarino construído unicamente para transportar cocaína entre a América do Sul e a Europa.

A nave caseira apareceu semissubmersa em Arousa, na Espanha, carregada de droga procedente do Brasil. Investigadores acharam “cobertores, roupas e comida brasileira” no interior da embarcação, informou “O Estado de S.Paulo”.

O narcossubmarino tem 23 metros de comprimento e é denominado Poseidon. Ele “por dentro é igual” à embarcação abandonada em frente ao município galego de Aldán em novembro de 2019 com mais de três toneladas de cocaína e cujos tripulantes foram presos.

Desta vez, no entanto, os traficantes conseguiram despachar a carga e não há vestígios deles, pois teriam fugido em duas lanchas localizadas em uma praia próxima.

A tecnologia é dos narcotraficantes colombianos que fizeram os primeiros e agora espanhóis e brasileiros tentam construir embarcações capazes de ir mais fundo que os semissubmersíveis — que vão quase ao nível da água.

Um desses novos modelos podia levar 750 quilos de cocaína, mas foi encontrado à deriva perto das Ilhas Cíes e o único tripulante e várias pessoas ligadas à sua fabricação foram presos.

O semissubmersível achado na Galícia coincide com a prisão pelas Forças Armadas da Colômbia de mais três recentemente, fato que destaca a multiplicação dessas embarcações nas mãos de produtores e comercializadores de drogas sul-americanos.

Mais um narcossubmarino interceptado perto de Galícia
Mais um narcossubmarino interceptado perto de Galícia
Os engenhos estão destinados a transportar entre quatro e seis toneladas de cloridrato de cocaína cada um.

Não há mistério sobre os autores destas embarcações: a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) que se julgavam quase extintas.

Essas que retomaram suas atividades criminosas com a instalação dos novos governos comunistoides, como o de Petro na Colômbia.

A Marinha da Colômbia também anunciou a interceptação de um minissubmarino à deriva nas águas do Oceano Pacífico com um carregamento de 2,6 toneladas de cloridrato de cocaína.

De acordo com os marinhos colombianos, esta outra embarcação tem cerca de 2,5 metros de largura e 15 de comprimento, mas sofria de infiltração de água.

Nela havia dois cadáveres e duas pessoas vivas em mau estado de saúde pelo vazamento de gases do combustível que intoxicaram os criminosos.

Segundo a Marinha a droga ia para a América Central e estava avaliada em US$ 87 milhões (R$ 460 milhões).

segunda-feira, 23 de maio de 2022

Narcoguerrilhas renascem na Colômbia

Narcoguerrilheiros apelidados 'Comandos' perto de seu acampamento
Narcoguerrilheiros apelidados 'Comandos' perto de seu acampamento
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O acordo de paz da Colômbia, assinado em 2016 pelo governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, ou FARC, com a bencao da Santa Sé e a cobertura do governo cubano deveria inaugurar uma era de tranquilidade após mais de cinco décadas de guerra.

Os rebeldes deporiam as armas, o governo inundaria as zonas de conflito com oportunidades de trabalho, aliviando os fatores que alimentaram a guerra.

Mas em muitas áreas rurais voltaram os assassinatos, deslocamentos e violência que são tão ruins ou piores do que antes do acordo, escreveu “The New York Times”.

Desde 2016, dispararam as massacres e assassinatos, segundo a ONU. 147.000 pessoas foram forçadas a fugir de suas casas só no ano passado, segundo o governo.

Novos grupos criaram um pântano criminoso em luta pelas emergentes economias ilícitas.

Armas no acampamento dos 'Comandos'
Armas no acampamento dos 'Comandos'
No ponto de partida estão os combatentes das FARC que rejeitaram o acordo de paz, as há também soldados e paramilitares que aderiram o crime organizado.

Os grupos combatentes novos enfrentam os antigos pelo controle do comércio de drogas.

Comandos de la Frontera é uma milícia entre os mais de 30 grupos armados que surgiram desde 2016.

As FARC foram fundadas na década de 1960 por líderes comunistas em rebelião contra o Estado e visando um regime de camponeses e pobres como pregava a Teologia da Libertação.

Após décadas de luta alimentada pela cocaína saiu um acordo de paz propiciado pelo Vaticano e pela Cuba de Fidel Castro.

O povo colombiano recusou esse acordo no qual via a obra da traição.

De fato, malgrado assustadoras concessões não adiantou e a coca continuou alimentado a luta e o crime.

Os camponeses locais ficaram entre um fogo mortal.

As FARC alegavam uma causa ideológica – a marxista-leninista – para justificar seu reinado de terror. Hoje o sofisma é lutar pelo “desenvolvimento, progresso e justiça social” dos pobres.

O negócio da droga é seu motor
O negócio da droga é seu motor
Mas as entrevistas do “The New York Times” não acharam nada disso: o objetivo é o dinheiro da droga.

Em toda a Colômbia, os confrontos atingiram o nível mais alto desde que foi assinado falaz o acordo de paz.

No ano passado, mais de 13.000 pessoas morreram, o número mais alto desde 2014.

“Parece difícil encontrar um cenário pior” do que o atual, disse Kyle Johnson, analista da Conflict Responses, uma organização sem fins lucrativos colombiana.

As FARC lutaram contra o Estado. Mas os atuais grupos guerrilheiros visam a anarquia, como o estão fazendo os novos governos que vem assumindo a direção de seus países como Chile e Peru.


terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Demagogos atacam ricos mas poupam críticas às riquezas da corrupção e do narcotráfico

Após missas, ministros kirchneristas almoçavam combinando falcatruas num convento.
Na foto, bispo presidente da Cáritas Argentina. Foto Policía Bonaerens
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs
Entre outros aspectos funestos, na América do Sul o narcotráfico, frequentemente ligado com a corrupção de governos, movimenta formidáveis volumes de riquezas acumuladas com sua perversa organização criminosa.

Porém, metodicamente os demagogos de esquerda política ou eclesiástica, através da mídia ou dos microfones nas celebrações religiosas, fingem desconhecer essa espantosa realidade, com frequência ligada a ideologias também de esquerda.

Pelo contrário, carregam a nota contra os “ricos” trabalhadores, poupadores, que adquiriram honestamente sua casa, loja, empresa, sítio, pequeno, médio ou grande capital, num esforço continuado que lhes consumiu a vida toda, ou a de seus antepassados quando herdaram legitimamente.

Esses “ricos” são menosprezados como viciados no capitalismo que seria a fonte de todos os males, especialmente das desigualdades sociais.

Esses demagogos de jornal, TV, paróquia ou catedral, não fazem uma crítica proporcionada dos capitais – esses sim imoralmente acumulados e causadores de devastações sociais – que manipulam as gangues da droga.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Farmácias vendedoras de maconha
na mira dos narcotraficantes

Farmacêuticos uruguaios na mira dos narcotraficantes.
Farmacêuticos uruguaios na mira dos narcotraficantes.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Cinquenta farmácias uruguaias manifestaram no mês de junho (2016) disposição de vender maconha em suas lojas.

Elas acompanharam a decisão libertária do governo do presidente bolivariano e ex-guerrilheiro José Mujica, aprovada em 2012 e ainda em vias de implementação.

Porém, dois anos e meio após a aprovação da lei de produção e comercialização legal da droga, essas farmácias verificaram terem-se metido em uma perigosa enrascada, segundo informou o jornal “Clarín” de Buenos Aires.

O pretexto da imoral lei foi combater o narcotráfico, considerado o principal agente do crescimento da violência e da insegurança. O sofisma aduziu que legalizando a droga se tiraria mercado aos narcotraficantes.

Pois, dizia, os drogados deixariam de frequentar locais onde se comercializa a maconha e outras drogas ainda mais perigosas, locais esses que são cenário habitual de crimes violentos.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Do “acordo de paz” às guerras civis latino-americanas? Seremos os primeiros?

Guerrilheiro das FARC num acampamento em Antioquia (Colômbia) PCC quer recrutá-los pela sua experiência em armas pesadas.
Guerrilheiro das FARC num acampamento em Antioquia (Colômbia).
PCC quer recrutá-los pela sua experiência em armas pesadas.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





O badalado “Acordo de Paz” da Colômbia poderá passar para a História como o ponto de partida da generalização das guerras civis no continente latino-americano.

Membros das Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colômbia (FARC) estão se espalhando pelo continente, oferecendo seus préstimos, experiência bélica e conhecimentos do narcotráfico a países vizinhos.

A maior organização criminosa do Brasil está recrutando, segundo o The Wall Street Journal, pessoal especializado em armas pesadas e técnicas guerrilheiras para expandir seu domínio do tráfico de drogas na América Latina, segundo investigadores colombianos e brasileiros.

Funcionários dos Ministérios de Defesa e Relações Exteriores do Brasil e da Colômbia trocaram informações em Manaus sobre a procura de guerrilheiros na Colômbia praticada pelo bando criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo.

“O PCC esta oferecendo empregos às FARC”, disse o ministro de Defesa colombiano, Luis Carlos Villegas.

O alistamento do PCC acontece num auge de produção de coca no país vizinho. A produção de cocaína teria crescido 46% entre 2014 e 2015, anos sobre os quais a ONU dispõe dos mais recentes dados.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Evo cocaleiro, Francisco, impeachment de Dilma
e crise continental das esquerdas

'Hermano Papa, se la recomiendo, así va aguantar toda la vida'. Evo Morales foi se queixar dos bispos que criticam o narcotráfico instalado no Estado
'Hermano Papa, se la recomiendo, así va aguantar toda la vida'.
Evo Morales foi se queixar dos bispos que criticam o narcotráfico instalado no Estado
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



Na rabeira de Raúl Castro e de Nicolás Maduro, o presidente da Bolívia, Evo Morales, fez ouvir sua voz em defesa de Dilma Rousseff, enquanto o impeachment não a tirar do Planalto.

Evo inaugurou sua conta oficial no Twitter e mostrou saber fazer uso dela enviando uma mensagem de apoio à presidente brasileira calcada no discurso petista:

“Não ao golpe congressal (sic!). Defendamos a democracia do Brasil, sua liderança regional e a estabilidade da América Latina”.

Segundo o jornal “La Nación”, de Buenos Aires, “o presidente aimará admitiu sentir ‘indignação’ pelas noticias que chegavam do Brasil e mostrou estar do lado do povo que, segundo ele, é quem tem a verdade”.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Chefe de segurança da Venezuela deserta
e denuncia narcotráfico chavista

Leamsy Salazar, ex guarda-costas de Chávez e Diosdado Cabello
Leamsy Salazar, ex guarda-costas de Chávez e Diosdado Cabello


A fuga para os EUA do “número 2” da segurança chavista proporcionou informação até então confidencial, porém racionalmente dedutível do noticiário, de certos segredos do regime filocomunista venezuelano.

Até dezembro de 2014, Leamsy Salazar era o chefe de segurança de Diosdado Cabello, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela. Esse órgão teoricamente deveria encarnar o Legislativo, mas na prática ecoava os solilóquios ditatoriais de Chávez como hoje ecoa os de Maduro.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Invasão do narcotráfico na Argentina atraiu onda de bruxos e crimes rituais

Droga apreendida na Argentina
Droga apreendida na Argentina
O narcotráfico colombiano está desenvolvendo intensamente sua rede na Argentina beneficiado pelas cumplicidades que encontra no regime esquerdizante de Cristina Kirchner.

Laboratórios de droga, lavado de dinheiro, sicários assassinos entraram no panorama argentino.

Mas, uma surpresa pior veio junto: a proliferação de bruxos, videntes, tarotistas e xamãs que invocam as potência infernais para “proteger” os traficantes, adivinhar os dias propícios para transportar as drogas e soltar malefícios contra as pessoas não gratas.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Exército colombiano abate principal chefe militar das FARCs


O “Mono Jojoy”, chefe militar das FARC, foi abatido pelo Exército colombiano em 21 de setembro (ver “El Tiempo”).

A mídia brasileira, sempre ávida de sensacionalismo, não gostou muito do fato; pelo menos informou pouco e tardiamente.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Farcs instalou bases no Brasil, diz guerrilheiro desertor

O ex-chefe das FARCs conhecido como “Carlos”', cuja identidade é mantida no anonimato, declarou que a base das FARCs desarticulada em Manaus, é só “uma ponta de uma extensa rede” no Brasil.

FARCs vêm sendo derrotadas e procuram bases em "países amigos"
Fazem parte dela dezenas de guerrilheiros infiltrados em cidades do norte do país disfarçados de estudantes, informou “El Nuevo Herald”.

Um dos objetivos dos infiltrados é apreender o português “e conhecer mais sobre o Estado e a sociedade brasileira”, disse. Obviamente visando alguma forma de ação neles.

Segundo “Carlos” as FARCs trocam drogas por armas com os narcotraficantes de São Paulo e Rio de Janeiro. A inteligência colombiana confirmou as informações. “Carlos” participou em negócios no Brasil por mais de cinco milhões de reais.

“Carlos” reafirmou que, acuadas pelo exército colombiano, as FARCs estabeleceram bases nos países vizinhos onde contam com “amigos” de sua mesma ideologia socialista.

Gostaria receber no meu email, gratuitamente, atualizações de 'O que está acontecendo na América Latina'

terça-feira, 31 de julho de 2007

Narcotráfico pode migrar da Colômbia para o Brasil


A luta contra o narcotráfico está exibindo resultados animadores na Colômbia. No fim do ano, naquele país não haverá mais plantações significativas de coca, segundo fontes oficiais de Washington. A Colômbia produzia 80% da cocaína da região. A guerrilha marxista fez esforços desesperados para impedir a erradicação dos cultivos. Porém, acuada, está mudando as plantações para países vizinhos. Este último fato é alarmante para o Brasil.
Em março, o exército colombiano destruiu uma refinaria de cocaína a 120 quilômetros da fronteira brasileira, à margem do rio Vaupés. Ela podia produzir cerca de uma tonelada de pó básico por semana. A droga era trocada por armas e munições levadas em vôos clandestinos do Brasil. Também os guerrilheiros colombianos pagaram com droga 50 fardas completas do Exército brasileiro, além de armas de fabricação russa, mas com marcas do exército líbio.