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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Eleições: o Brasil anseia por estabilidade e paz


É difícil governar um povo com base numa miragem! Ou seja, criando a ilusão da existência de um espírito progressista – ou esquerdista – nas camadas profundas da população, onde ele, na verdade, não existe.

É igualmente difícil governar um povo cordato cortejando minorias muitas vezes radicais, conclui a reflexão do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.

Se o mundo político não vencer a magia dos velhos mitos e insistir num reformismo festivo, rumo a um esquerdismo cada vez mais radical (baseado em vitórias eleitorais ilusórias), serão cada vez mais raros no público aqueles que os acompanharão.

Nesse caso, qualquer candidato que vier a ocupar o Palácio do Planalto dificilmente escapará ao vácuo terrível do qual o mundo político, já hoje, está custando a escapar.

* * *

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

A estranha omissão da CNBB

A estranha omissão da CNBB
Face aos rumos ameaçadores para os quais aponta o quadro eleitoral, é compreensível a perplexidade dos católicos, afirmou em comunicado o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira—IPCO, divulgado em São Paulo.

O IPCO observou também que essa perplexidade e apreensão é partilhada por muitos que não sendo católicos reconhecem o papel fundamental da Igreja Católica.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Na mídia: disputas pessoais.
Na realidade: metas análogas

Na mídia: disputas pessoais. <br />Na realidade: metas análogas

Forte radicalização poderá vir após a eleição do presidente.

Decreto dos Conselhos Populares

Antes de tudo, em decorrência do Decreto presidencial 8243, o qual constitui – como o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira teve oportunidade de alertar – um gravíssimo ataque às instituições vigentes, no que pode ser qualificada de uma tentativa de golpe de Estado incruento.


Esse Decreto, já comparado a um decreto bolivariano ou bolchevique, torna obsoletas as instituições do Estado de Direito e cria organismos informais através dos quais minorias militantes condicionarão a sociedade e o governo.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

O BRASIL ACABOU?



Paulistano, agrônomo, tem mestrado e doutorado em ecologia pela Universidade de Montpellier (França). Com centenas de trabalhos publicados no Brasil e exterior, é autor de 35 livros. Pesquisador da Embrapa, ele já implantou e dirigiu três centros nacionais de pesquisa. Atualmente, é o coordenador do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica – GITE da EMBRAPA.

Em 25 anos, o Governo federalizou quase 35% do território nacional destinando-o a unidades de conservação, terras indígenas, comunidades quilombolas e assentamentos de reforma agrária.

Sem planejamento estratégico adequado, esse conjunto de territórios resultou essencialmente da lógica e da pressão de diversos grupos sociais e políticos, nacionais e internacionais.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Indigenistas, ambientalismo e quilombolas impedem Brasil aproveitar melhor base de foguetes do mundo


O Brasil tem em Alcântara (MA), um dos melhores locais ‒ se não o melhor do mundo ‒ para lançamento de foguetes.

O Programa Espacial nacional precisa construir uma nova base para esse efeito. Mas, artifícios de cunho indigenista ou quilombola apoiados pelo governo petista parecem mandados fazer para sabotar esse grande progresso.

Por um lado, para constuir a nova base, a Funai exige um estudo de impacto ambiental e um levantamento socioeconômico. Por outro, grupos teleguiados de “quilombolas” impedem que esse seja realizado.

É uma dança que parece combina para o Brasil sair perdendo. Seguindo o velho esquema de militantes de ONGs como a CPT, o MST, ou o CIMI para revolucionar o País ‒ os famigerados “movimentos sociais” ‒, um Movimento dos Atingidos pela Base de Alcântara impede qualquer arranjo.

O líder do grupelho, entretanto, foi ao Fórum Social Mundial de Belém a vitoriar a Hugo Chávez, Lula y hermanos. Os quilombolas querem plantar mandioca, milho e feijão no terreno ideal para foguetes.

Como se nos 329.555 km2 de superfície do Maranhão não houvesse terra suficiente para esses plantios.

Parece brincadeira, mas não é. Se não se considera o intuito ideológico que anima essa confusão para inviabilizar o País, não se entende nada.

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domingo, 5 de outubro de 2008

Quatro Mapas impressionantes

Do site Paz no Campo

Quatro Mapas impressionantes

Quatro mapas mostram a dimensão da Revolução comuno-indigenista que toma conta do Brasil, especialmente em nossas fronteiras. Publicados separadamente não dão a dimensão para onde nos conduz a ação do CIMI (Conselho Missionário Indigenista), da CNBB, do Conselho Mundial das Igrejas, de diversos governos estrangeiros e milhares de ONGs internacionais e nacionais. É obra sobretudo dos governos FHC e Lula da Silva. Já toma conta de 13% do território nacional.Os mapas são reprodução e portanto não apresentam perfeita nitidez. Desculpamo-nos por esse aspecto junto a nossos leitores.

Mapa 1 - áreas indígenas no chamado Arco Norte, que envolve a Amazônia, várias delas junto a nossas fronteiras. Do outro lado vivem índios da mesma etnia, que certamente se unirão na demanda de formação de uma única “nação”.

Mapa 2 – Mato Grosso do Sul – área que se quer atribuir aos Guaranis-Kaiowás, engolindo 28 municípios nas áreas mais ricas e desenvolvidas do Estado. Observe-se a dimensão da área que vai ser demarcada, se essa loucura vingar.

Mapa 3 – A distribuição dos povos indígenas pelo Brasil. A vigorar a tendência de amplas áreas para poucos índios, o que restará do País?
Mapa de 1999

Mapa 4 –Depois das “Nações” Ianomâmi, Raposa-Serra do Sol e Guarani,
está sendo concebida uma nova nação – a Cué-Cué Marabitanas – pelo CIMI, pela FUNAI, governos, sociólogos e antropólogos de diversas partes do mundo.

No livro Outros 500Construindo uma nova história, publicado pelo CIMI (Editora Salesiana, São Paulo 2001) por ocasião das comemorações dos 500 anos da descoberta do Brasil, lê-se: “Os povos indígenas, os sem-terra, os sem-teto, os desempregados, os meninos e meninas de rua, os trabalhadores escravos, os aposentados desrespeitados em sua dignidade, toda a população marginalizada tem uma bandeira única para os Outros 500, que é a transformação desse sistema que nos oprime.

Nossos direitos e ideais fazem parte dos projetos de uma sociedade melhor para todos. Nós povos indígenas passaremos mais 500 anos, se preciso for, dizendo a todos os excluídos essa verdade, e quando todos nos estivermos unidos em torno dessa causa, os governantes não serão mais ninguém, apenas uma névoa que um dia manchou a história desta terra e o horizonte desta gente (grifo nosso). Nós oprimidos vamos corrigir essa história e construir um mundo melhor para os nossos filhos e também para os filhos de quem nos tem oprimido, uma sociedade justa para todos.

É uma nova face do comunismo e do anarquismo. O que está em jogo é a civilização brasileira: ou ela prossegue seu caminho trilhando os rumos benditos da Civilização Cristã, ou será entregue à barbárie a que os religiosos do CIMI querem reduzir os povos indígenas.

Será a vingança por Portugal ter descoberto do Brasil, trazendo para nós a civilização européia cristã. Essa é a longo prazo a perspectiva indigenista para nosso País.

Todas essas terras não são entregues aos índios. Como direito de propriedade. pertencem à União que concede aos índios somente a posse. Essa posse que o Governo vê como mansa, e coletivizada, estará logo posta em questão, se for aprovada pelo Congresso Nacional, o que não é difícil, a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, que o Brasil aprovou na ONU. Depois de liderar durante anos o grupo de países contrários a essa Declaração, o Brasil trocou de lado e votou a favor. A Declaração concede aos povos indígenas autonomia política e administrativa, impedindo que não-índios e até mesmo as Forças Armadas possam entrar em seu território sem consentimento dos silvícolas.

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