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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Pior do que antes na grande prisão de Fidel.
Obama e Vaticano olham otimistas

2015: o ano começou com mais repressões publicas
2015: o ano começou com mais prisões públicas


O anúncio da normalização das relações entre os EUA e Cuba, patrocinada pela diplomacia vaticana, está servindo de colete salva-vidas para a ditadura castrista.

No início do ano, José Díaz Silva, ex-preso político cubano e presidente do movimento “Opositores por una Nueva República”, denunciou em entrevista por telefone de Havana com a rede colombiana NTN24, que quatro dos 53 dissidentes recém libertados em Cuba foram novamente capturados e espancados por agentes do regime dos Castro.

Otto Reich, subsecretário de Estado dos EUA para a América Latina, confirmou a informação.

A repressão faz furor na ilha.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Argentina, Rússia (e Brasil):
afinidade ideológica dos presidentes
e desinformação dos povos

Cristina Kirchner abriu um espaço na sua torcida por Dilma Rousseff para aplaudir o seu colega ideológico Vladimir Putin
Cristina Kirchner abriu um espaço na sua torcida por Dilma Rousseff
para aplaudir o seu colega ideológico Vladimir Putin

Cristina Kirchner, presidente da Argentina, abriu um espaço na sua torcida pela reeleição de Dilma Rousseff para aplaudir o seu colega ideológico Vladimir Putin, presidente da Rússia.

Numa videoconferência na cidade de Santa Cruz, Patagônia, com o déspota da Rússia em Moscou, ela inaugurou a incorporação do canal russo Russia Today à rede estatal argentina de TV Televisión Digital Aberta.

“Estamos conseguindo comunicar os dois povos sem intermediários, para transmitir os valores de cada um. Estamos contentes de incorporar à TV Digital argentina, que transmite para todo o país, o sinal de notícias russas em espanhol”, afirmou Kirchner, segundo o jornal portenho “La Nación”.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Milicianos pró-russos viriam para América Latina

Milicianos espanhóis viriam para América Latina
Milicianos espanhóis viriam para América Latina
O jornal “El Mundo”, de Madrid, entrevistou dois milicianos espanhóis que lutam no “Batalhão Vostok”, no leste da Ucrânia, por causa das afinidades do grupo separatista com as crenças comunistas.

Ángel Arribas Mateo, 22, é de Cartagena e tem tatuada a imagem de Lenine no braço direito e a de Stalin no esquerdo.

Rafael Muñoz Pérez, 27, é das Astúrias. Os dois ingressaram como voluntários na milícia pró-russa mais violenta e sanguinária.

Eles receberam instrução militar no local e estão adquirindo experiência de combate. Ostentando a bandeira da II República espanhola da Guerra Civil 1936-1939, eles repetem a todos o slogan comunista “No pasarán”.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Bases russas na América Latina?

Sergei Shoigu, ministro russo da Defesa, já ameaçou
Sergei Shoigu, ministro russo da Defesa, já ameaçou

Parecia impossível – escreveu no “El Nuevo Herald” de Miami o acatado colunista Andrés Oppenheimer – quando o ministro de Defesa russo Sergei Shoigu anunciou que a Rússia negociava estabelecer bases militares na Venezuela, Nicarágua e Cuba.

Porém, após anexação russa da Crimeia e o retorno aos dias da Guerra Fria, o impossível virou assustadora realidade.

Pouco depois chegou a notícia de que o navio russo de espionagem Victor Leonov SSV-175 entrou sem anúncio prévio no porto de Havana, confirmando os negros prognósticos.

A agência de notícias russa RIA Novosti confirmou que, segundo o ministro de Defesa russo Sergei Shoigu, a Rússia “está planejando expandir sua presença militar permanente fora de suas fronteiras, abrindo bases militares em países estrangeiros”, inclusive na Venezuela, Nicarágua, Cuba, Vietnã e Singapura.

Pelo menos quatro navios de guerra russos visitaram a Venezuela em agosto, segundo o jornal “El Universal” de Caracas.

domingo, 23 de março de 2014

O sibilino cântico “cristão” de Putin
e os antigos estratagemas soviéticos

Desde os tempos em que a Rádio Moscou incitava a população russa a resistir à invasão nazista apelando para a Virgem de Fátima nunca se vira algo igual.

Apelando para essa tática stalinista, o presidente Vladimir Putin, durante seu discurso anual à Nação no fim de 2013, defendeu o “conservadorismo” de suas políticas e erigiu-se em paladino internacional dos “valores tradicionais”, informou a agência AsiaNews.

O “inimigo” é sempre o mesmo: o Ocidente. O palavreado é surpreendente, mas obedece às antigas astúcias da máquina de propaganda soviética.

O Kremlin visa usar o tema dos “valores cristãos tradicionais” para seduzir o número crescente de ocidentais desgostosos com governos laicistas e anticristãos.

Para Putin é útil assumir a defesa da vida e da família, bem como engajar-se contra “a propaganda homossexual” que agride o senso moral de incontáveis pessoas, escreveu a agência AsiaNews.

“Sabemos que um crescente número de pessoas no mundo apoia nossa posição sobre a necessidade de defender os valores tradicionais, que constituem os fundamentos de toda nação civilizada há milênios”, disse o chefe todo-poderoso da “nova-URSS”.