Mostrando postagens com marcador Palácio de São Cristóvão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Palácio de São Cristóvão. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Palácio de São Cristóvão: Declaração do Chefe da Casa Imperial do Brasil

O desastre simboliza a obra das ideologias que malsinam a chegada das naus com a Cruz de Cristo nosso litoral, trazendo com os missionários as bênçãos, as promessas e as riquezas espirituais e culturais da Civilização Cristã.
O desastre simboliza a obra das ideologias que malsinam
a chegada das naus com a Cruz de Cristo nosso litoral, trazendo com os missionários
as bênçãos, as promessas e as riquezas espirituais e culturais da Civilização Cristã.


O Domingo, dia 2 de setembro, ia declinando, quando o País foi surpreendido por um incêndio catastrófico que não colheu vidas, mas que incinerou, em suas chamas inclementes, memórias e documentos históricos, muitos deles preciosos e únicos.

As imagens do Paço de São Cristóvão, na beleza de seus traços arquitetônicos, envolvido pela luz avermelhada das chamas e da fumaça resultante dos preciosos objetos consumidos pelo fogo, era uma imagem simbólica.

Um símbolo acabado dessa imensa destruição que políticos, homens públicos, intelectuais e outros vêm empreendendo, há décadas, contra o edifício da brasilidade.

Naquele Palácio, há precisamente 196 anos, no dia 2 de setembro de 1822, a Imperatriz D. Leopoldina, reunido o Conselho de Estado, assinava como Regente o decreto de Independência do Brasil.