segunda-feira, 8 de julho de 2019

Kirchnerismo tenta colar a imagen do Papa na chapa partidária

Papa Francisco e Cristina Kirchner com quadro de Eva Perón de fundo
Papa Francisco e Cristina Kirchner com quadro de Eva Perón de fundo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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diversos blogs







O presidente da Conferência Episcopal Argentina saiu a defender Papa Francisco das críticas que o apontam como apoiador da chapa presidencial esquerdista que postula Alberto Fernandez para presidente e Cristina Kirchner para vice, nas eleições de outubro de 2019 na Argentina.

“Eles quere apresentar o Papa como um torcedor de uma facção” disse monsenhor Oscar Ojea à agência Telam, citado por “Clarín”.

O bispo Ojea interveio após o programa “Jornalismo para Todos” da TV Canal 13. Nele foi reproduzido o grampo de uma conversa entre Eduardo Valdes, ex-embaixador kirchnerista no Vaticano e Juan Pablo Schiavi, preso pela Tragédia de Once, acidente ferroviário que causou a morte de 52 pessoas pela incúria kirchnerista na infraestrutura estatal.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

O Sínodo a serviço da agenda neopagã

Ex-frei Leonardo Boff colaborou na redação da Laudato si'. Sínodo Amazônico traz a Teologia de Libertação com cores de índio
Ex-frei Leonardo Boff colaborou na redação da Laudato si'.
Sínodo Amazônico traz a Teologia de Libertação com cores de índio
José Antonio Ureta
Membro fundador da “Fundación Roma”,Chile;
membro da “Société Française pour la Défense
de la Tradition, Famille et Propriété”;
colaborador do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
e autor do livro: “A mudança de paradigma
do Papa Francisco: continuidade ou ruptura
na missão da Igreja?
Relatório de cinco anos do seu pontificado”.







O jornalista Edward Pentin, do National Catholic Register, solicitou amavelmente minhas primeiras impressões sobre o Instrumentum laboris para a próxima Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos, divulgado ontem. Eu o faço com muito gosto, como editorial para este observatório.

Em minha opinião, o Instrumentum laboris representa a abertura de par em par das portas do Magistério à Teologia Indígena e à Ecoteologia, dois derivados latino-americanos da Teologia da Libertação, cujos corifeus, após o desmantelamento da URSS e do fracasso do “socialismo real”, atribuíram aos povos indígenas e à natureza o papel histórico de força revolucionária, em clave marxista.

Tal como a Teologia da Libertação, o Instrumentum laboris toma como base de suas elucubrações não a Revelação de Deus contida na Bíblia e na Tradição, mas a realidade da suposta “opressão” a que estaria sujeita a Amazônia, que de simples área geográfica e cultural passa a ser “interlocutor privilegiado”, “lugar teológico”, “lugar epifânico” e “fonte de revelação de Deus” (números 12, 18 e 19).

Do ponto de vista teológico, o Instrumentum laboris não só recomenda o ensino da Teologia Indígena “em todas as instituições educativas” com vistas a “uma melhor e maior compreensão da espiritualidade indígena” e para que “sejam tomados em consideração os mitos, tradições, símbolos, ritos e celebrações originais” (nº 98), como repete ao longo do documento todos os seus postulados.

Ou seja, que as “sementes do Verbo” não apenas estão presentes nas crenças ancestrais dos povos aborígenes, mas que já “cresceram e deram frutos” (nº 120), pelo que a Igreja, em lugar da evangelização tradicional que procura convertê-los, deve se limitar a “dialogar” com eles, uma vez que “o sujeito ativo da inculturação são os mesmos povos indígenas” (nº 122).

terça-feira, 18 de junho de 2019

Índios ampliam lavoura, desafiam controles asfixiantes e desmentem utopias comuno-missionárias

Índios paresis querem ampliar lavoura e dominam atualizada tecnologia.
Índios paresis querem ampliar lavoura e dominam atualizada tecnologia.
Luis Dufaur
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O povo paresi da terra indígena Utiariti saiu este ano para a colheita de perto de 4.000 hectares de milho que ele mesmo semeou com atualizada tecnologia.

Em fevereiro, suas modernas máquinas haviam colhido 9.000 hectares de soja, informou reportagem da “Folha de S.Paulo”, rica em informações.

Nove carretas estavam a postos em Campo Novo do Parecis (410 km ao noroeste de Cuiabá), cidade mais próxima, para transportar a produção de soja e vendê-la.

O exemplo é característico de uma feliz integração dos paresis na grande família brasileira.

Trata-se de mais uma amostra que contradiz as ideologias comuno-ecologistas que pretendem mantê-los presos à vida “selvagem” e miserável sonhada pelos teorizadores do missionarismo comunista.

Eles queriam fazer a colheita e a comercialização da safra apesar da oposição do Ministério Público Federal e da falta de licenciamento ambiental junto ao Ibama, noticiou ainda a “Folha”.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

“O diabo joga de local no Vaticano” diz jornal portenho

Representante e filho do líder esquerdista Hugo Moyano recebido pelo Papa Francisco
Representante e filho do líder esquerdista Hugo Moyano
recebido pelo Papa Francisco
Luis Dufaur
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O líder esquerdista Hugo Moyano, é apontado como um dos maiores “laranjas” do esquema de desvios de dinheiro e múltiplas ilegalidades econômicas durante os governos kirchneristas.

Seu filho Pablo, porém, foi convidado mais uma vez ao Vaticano, onde voltou a proferir um incendiário discurso contra o governo e a Justiça argentina.

Pablo Moyano foi pela terceira vez ao Vaticano neste pontificado, visitas essas documentadas com fotos, sorrisos e beijos, noticiou o jornal “Clarín” de Buenos Aires.

O primeiro aconteceu só dois meses após a eleição do arcebispo Bergoglio como Papa, em 29 de maio de 2013. Na ocasião, após um diálogo fugaz com o Papa na audiência pública na praça São Pedro, Pablo Moyano em tom de desafio garantiu que o novo Papa é “peronista e caminhoneiro”.

Em 8 de novembro de 2017, a segunda viagem teve um objetivo inequívoco: difundir uma mensagem crítica contra o governo.

O agitador dirigente sindical garantiu que o Papa quis saber da sorte de seu pai em mãos lençóis com a Justiça.

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Pode a Venezuela estar sujeita a poderes infernais?

O socialo-comunismo de Maduro não esconde que apela a ritos demoníacos para manter o controlada a população
O socialo-comunismo de Maduro não esconde que apela a ritos demoníacos
para manter o controlada a população
Luis Dufaur
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É difícil imaginar como o povo venezuelano pode suportar de modo tão passivo à degradação que lhe é imposta por uma tirania socialista-comunista.

Quase todo dia, as informações físicas ou virtuais nos transmitem degradações que ofendem à natureza humana.

Vídeos em Youtube nos apresentam o povo colhendo águas de esgotos que descem dos morros que contornam a capital para atender as suas necessidades mais básicas com água insalubres.

Outra cena desgarradora foi filmada por um jornalista estrangeiro: um magote de populares famintos tirando restos comida de um caminhão de lixo e devorando-a apressadamente na própria rua.

O jornal “Washington Post” informou também que a criminalidade comum – não a violentíssima das gangues mais ou menos ligadas ao governo e ao narcotráfico – mas os típicos “ladrões de galinha” praticamente desapareceram.

A razão é que não há mais o que roubar. As notas não valem nada: as pessoas não as usam mais, não as carregam consigo. Então, não serve assaltar agências bancárias.

Os bandidos não usam mais veículos, não podem pagar as balas e giram em bicicleta à procura de algo para furtar.

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Para bispo, os venezuelanos passam pior que num campo de extermínio nazista

Mons. Jaime Villarroel testemunha em Cidade do México
Mons. Jaime Villarroel testemunha em Cidade do México
Luis Dufaur
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A Venezuela sob o regime ditatorial socialista de Nicolás Maduro, “virou um campo de concentração onde estão sendo exterminados os próprios venezuelanos”, denunciou Mons. Jaime Villarroel, bispo de Carúpano, em conferência de imprensa na Cidade do México, noticiou a agencia católica ACIPrensa.

O bispo esclareceu: “entendo um campo de concentração como na Alemanha nazista onde os judeus eram levados a morrer em câmaras de gás”.

E aprofundou a comparação: “esse regime que hoje preside Nicolás Maduro está cometendo um extermínio, matando nosso povo de fome, por falta de medicamentos”.

“Está se praticando uma tragédia de dimensões inimagináveis, prosseguiu.

“Na Venezuela se tortura (...) hoje estão morrendo milhares de venezuelanos por falta de comida, de remédios, porque são violados permanentemente os direitos humanos”.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

“Ódio teológico” na apologia ambientalista dos “povos originários” de América

O presidente eco-comunista do México Andrés López Obrador quis ser investido em cerimônia de “povos mexicanos originários”.
O presidente eco-comunista do México Andrés López Obrador
quis ser investido em cerimônia de “povos mexicanos originários”.
Luis Dufaur
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O novo presidente do México Andrés Manuel López Obrador, alinhado os regimes socialo-comunistas da família Castro, de Maduro e de Ortega exigiu que a Espanha pedisse perdão pela evangelização e civilização do seu país, alegando crimes contra os “povos mexicanos originários”.

O ponto de partida da exigência é um velho sofisma desenvolvido pela Teologia da Libertação e que mais recentemente foi remoçado pelo missionarismo comuno tribal e seu sócio o ambientalismo radical.

Em síntese, o sofisma diz que a Cruz de Cristo e a Civilização Cristã arrancaram os indígenas, ou “povos originários”, de sua mística integração na natureza e extirparam suas crenças – idolátricas, sanguinárias e até canibais – produzindo um desgarramento na Mãe Terra, também chamada Pachamama ou Gaia.

Mas López Obrador não imaginou a vergonha que iria passar e o desnudamento de seus erros nas respostas que recebeu da Espanha.

No quotidiano “ABC” de Madri, o premiado escritor Juan Manuel del Prada pôs em evidência que a atual propaganda de uma mitificada vida tribal integrada no meio ambiente resulta apenas de um “ódio teológico”, voltado contra o cristianismo e a civilização.

A expressão “ódio teológico” é o nome dado ao furor e à ira gerados por controvérsias envolvendo teologia. A expressão também descreve disputas não-teológicas de natureza rancorosa. Cfr. Wikipédia, “Odium theologicum”.

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Venezuela será base para incursões militares russas?

Crise venezuelana evoca crise dos mísseis soviéticos em Cuba
Crise venezuelana evoca crise dos mísseis soviéticos em Cuba
Luis Dufaur
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Enquanto a ditadura comunista-chavista na Venezuela despencava mais um degrau, John Bolton, assessor de Segurança Nacional do presidente americano Donald Trump, confidenciou aos jornalistas que altas patentes da nomenklatura de Nicolas Maduro teriam negociado a saída do ditador, segundo “La Nación” de Buenos Aires.

Bolton pediu ao Exército venezuelano cooperar na saída pacífica do ditador.

Por sua vez, o Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse pela CNN que Maduro tinha um avião pronto para leva-lo a Havana.

E o influente senador republicano pela Florida Marco Rubio, comemorou o início da “fase final” da libertação da Venezuela.

Também o presidente Donald Trump pareceu achar que com certeza se efetivaria o arranjo previamente consertado.

Acreditando na palavra dos hierarcas da tirania, o presidente interino Juan Guaidó convocou o alzamiento das Forças Armadas que deu num fiasco.

Porém, a intervenção da Rússia teria dissuadido Maduro de pôr fim ao horror em que vivem os venezuelanos e o intimou a ficar.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Esquerdas cavando no fundo do buraco

Prof. Loris Zanatta: colegas de esquerda estão fazendo seu harkiri coletivo
Prof. Loris Zanatta: colegas de esquerda estão fazendo um harakiri coletivo
Luis Dufaur
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A esquerda latino-americana está praticando um haraquiri apoiando o monstruoso regime de Maduro, escreveu Loris Zanatta, professor de História na Universidade de Bolonha especializado nos problemas do continente, em matéria publicada pelo quotidiano “La Nación”.

Zanatta adverte que não adiante chorar pela vitória dos candidatos da “direita” até com votação massiva.

“Os únicos que deveriamos nos queixar somos nós mesmos: aqueles que não amamos nem a uns e nem a outros, que não acreditamos em Deus nem em soberania popular por cima de tudo”.

E o professor resume a extensa ladainha de defeitos e invectivas que jornalistas, comentaristas, sociólogos, filósofos, etc., etc., de esquerda escrevem na grande mídia para execrar os povos latino-americanos que não estão votando pelos representantes do circo midiático-intelectual-eclesial socialista.

Zanatta pelo menos olha de frente para algumas realidades básicas, e chapadamente. Por exemplo: “Liberté, egalité, fraternité: qual desses nobres princípios o regime chavista não pisoteou, humilhou, prostituiu?

“Miséria, violência, morte, tortura, êxodo, corrupção, narcotráfico: o que mais precisam para tirar a venda dos olhos?

segunda-feira, 25 de março de 2019

Ambiguidade do Papa Francisco soa a pro-comunismo

No tempo que a América Latina gemias sob ditaduras esquerdistas o Papa Francisco visitava os opressores e recebia presentes simbólicos deles
No tempo que a América Latina gemias sob ditaduras esquerdistas
o Papa Francisco visitava os opressores e recebia presentes simbólicos deles
Luis Dufaur
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O continente latino-americano foi manipulado para apresenta-lo como uma imensa base popular religiosa que exigia atitudes esquerdistas do Papa.

De fato, Francisco assumiu o Papado quando a maior parte do continente estava governado por regimes de esquerda.

O pontífice não lhes ocultava sua simpatia, como pelo lulopetismo no Brasil, país que visitou primeiro; pela ditadura de Maduro, sem falarmos de Cuba que Francisco batizou de “ilha do diálogo”.

Mas, o continente sul-americano não partilhava as ideais comuno-socialistas desses governantes. E em cinco anos, o mundo assistiu à queda, um a um de quase todos esses déspotas.

O “continente da esperança” deu um formidável desmentido aos devaneios comunizantes da esquerda católica. Francisco foi abandonado pelos países que dizia serem seus.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Base espacial chinesa na Patagônia tem fins “não civis”, diz exército dos EUA

Base chinesa na Patagonia não é só civil, diz exército dos EUA
Base chinesa na Patagonia não é só civil, diz exército dos EUA

Luis Dufaur
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A desproporcionada base espacial que o governo nacionalista-populista de Cristina Kirchner concedeu à China na Patagônia causa cada vez mais preocupação na Argentina e no mundo, como pode se ver em reportagem do jornal portenho “La Nación”.

Teme-se cada vez mais sobre sua verdadeira finalidade. Recentes fatos, como o pouso de uma nave chinesa no lado escuro da Lua multiplicaram os temores.

A base dirigida pelo Exército Vermelho comunista teria também um objetivo militar.

Durante milênios as guerras e as hegemonias imperiais tinham como objetivo supremo o domínio da superfície terrestre.

Em séculos recentes, os impérios coloniais como o inglês privilegiaram o controle dos mares, e dos estreitos que controlam a navegação

segunda-feira, 11 de março de 2019

Caracas: de shopping de superluxo a Babel do terror

Caracas: de shopping de superluxo a Babel do terror
Caracas: de shopping de superluxo a Babel do terror
Luis Dufaur
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Um prédio do tamanho de um morro se ergue numa área central de Caracas como um gigantesco caracol de cimento rodeado de favelas.

De forma helicoidal, na singularidade de sua forma e proporções alberga a mais sinistra prisão e centro de torturas e assassinatos gerido pela polícia política socialista da Venezuela, segundo se deduz de reportagem de “Clarín”.

“El Helicoide” é a sede do temido SEBIN, ou Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional. O edifico monumental encarna uma lição das mais perversas, mas paradoxalmente instrutiva, da história da Venezuela nas últimas décadas.

O tétrico prédio foi construído em volta do morro La Roca Tarpeya com 13 andares de concreto. O hoje círculo monstruoso de horrores de início foi imaginado como o primeiro shopping “drive through” da América Latina. Os clientes poderiam ir de loja em loja com seu carro.

A bonança petroleira permitia sonhos como esse, com ar de ciência ficção e sonho fantástico, como certos empreendimentos de emirados do Golfo Pérsico.

O design evoca a torre de Babel. Às 320 lojas repletas do melhor que a superabundância de petrodólares permitia trazer do mundo todo, se acrescentariam centros de exposição artística, ginásios, piscinas, kindergardens, centro “multicinema”, área com tudo para o carro e oficinas.

Haveria ascensores inclinados para percorrer os diferentes andares e o conjunto teria sua própria emissora de rádio: Radio Helicoide.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

“Exército privado” de Putin desce na América do Sul

Membros da milicia 'Wagner' ativos na Síria
Membros da milicia 'Wagner' ativos na Síria
Luis Dufaur
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Causou arrepio quando se tornou notório que por volta de 400 membros da “milícia Wagner” haviam desembarcado na Venezuela, oficialmente para garantir a segurança pessoal do ditador Nicolás Maduro, escreveu “La Nación”.

Maduro se gaba de estar rodeado de milhares de fanáticos chavistas armados até os dentes e prontos para dar a vida “contra o império”.

Também, os milhares de generais do exército venezuelano exuberantemente recobertos de condecorações fazem barulho jurando fidelidade ao ditador.

Porém, a História da América Latina fornece sobrados exemplos históricos para não confiar nessas bravatas.

O líder da milícia mercenária russa é o cossaco Yevgeny Shabayev. O Kremlin recruta e arma essas milícias dentro do exército russo, mas dispõe que os membros renunciem ao exército na hora de cumprir as missões sujas.

Muitos deles foram capturados na Ucrânia levando consigo os documentos que os acreditam como membros efetivos das forças armadas russas.

Veja também: Féretros de “soldados fantasmas” voltam a cemitérios russos

Shabayev disse que o contingente foi transladado a Venezuela quando começaram os grandes protestos democráticos populares. Primeiro passou por Cuba, onde endossaram roupas para enganação e seguiram para Caracas em algum dos raros voos civis que ainda pousam na Venezuela.

“Nosso pessoal está ali diretamente para sua proteção [de Maduro]”, esclareceu Shabayev.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Demagogos atacam ricos mas poupam críticas às riquezas da corrupção e do narcotráfico

Após missas, ministros kirchneristas almoçavam combinando falcatruas num convento.
Na foto, bispo presidente da Cáritas Argentina. Foto Policía Bonaerens
Luis Dufaur
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Entre outros aspectos funestos, na América do Sul o narcotráfico, frequentemente ligado com a corrupção de governos, movimenta formidáveis volumes de riquezas acumuladas com sua perversa organização criminosa.

Porém, metodicamente os demagogos de esquerda política ou eclesiástica, através da mídia ou dos microfones nas celebrações religiosas, fingem desconhecer essa espantosa realidade, com frequência ligada a ideologias também de esquerda.

Pelo contrário, carregam a nota contra os “ricos” trabalhadores, poupadores, que adquiriram honestamente sua casa, loja, empresa, sítio, pequeno, médio ou grande capital, num esforço continuado que lhes consumiu a vida toda, ou a de seus antepassados quando herdaram legitimamente.

Esses “ricos” são menosprezados como viciados no capitalismo que seria a fonte de todos os males, especialmente das desigualdades sociais.

Esses demagogos de jornal, TV, paróquia ou catedral, não fazem uma crítica proporcionada dos capitais – esses sim imoralmente acumulados e causadores de devastações sociais – que manipulam as gangues da droga.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

37 ex-chefes de Estado criticam silêncio do Vaticano ante “atrocidades” de Maduro e Ortega

Violência na Venezuela e na Nicarágua: crimes de transcendência internacional
Violência na Venezuela e na Nicarágua: crimes de transcendência internacional
Luis Dufaur
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A Iniciativa Democrática de Espanha e das Américas (IDEA), foro internacional não governamental integrado por 37 ex chefes de Estado e de Governo, emitiu uma declaração sobre Nicarágua e Venezuela considerando as violações graves, sistemáticas e generalizadas dos direitos humanos que sofrem os povos desses países.

Segundo os assinantes, os governos desses países, aliás afines com o lulopetismo, estão cometendo crimes de transcendência internacional que ofendem ao gênero humano.

Eles deploram especialmente a ruptura da ordem constitucional e do Estado de Direito na Venezuela.

Os 37 ex-chefes de Estado e Governo “expressamos nossa preocupação pelo silêncio, pela zelosa prudência, ou o comportamento de atores fundamentais da opinião mundial, como o Estado do Vaticano diante das atrocidades que acontecem na América Latina pela mão de governos abertamente ditatoriais”, reproduziu Panam Post. 

Papa Francisco abençoa ditador Maduro

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Monumentos de Kirchner execrados na Argentina e no Equador

Em Rosario, segunda maior cidade, o busto de Kirchner amanheceu de presidiário.
Em Rosario, segunda maior cidade, o busto de Kirchner amanheceu de presidiário.
Luis Dufaur
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As fátuas glórias dos ditadores esquerdistas acabam mal. Foi o caso das milhares de estátuas de Lenine, Staline e outros déspotas comunistas na Ucrânia, entre outros exemplos.

No Equador, a prefeitura da capital Quito tirou um busto do ex presidente socialista-bolivariano Néstor Kirchner de uma praça pública no norte da capital, alegando a fama de corrupção do arauto do esquerdismo peronista.

“Fiel aos princípios e valores que sempre defendem os quitenhos e para preservar a integridade do espaço público, a Prefeitura de Quito retirou dito monumento do ex governante argentino”, disse em comunicado noticiado pelo jornal “Clarín” de Buenos Aires.

O busto foi inaugurado em 2014 pelo então prefeito “chavista” Augusto Barrera, do governo do não menos esquerdista Rafael Correa. A ministra argentina de Desenvolvimento Social, Alicia Kirchner, viajou para a inauguração.

O execrado monumento foi mandado para as adegas municipais de onde poderá retira-lo a Embaixada argentina em Quito “para lhe dar um destino”, se quiser.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Base chinesa na Patagônia:
peão de ousada manobra do xadrez de Pequim

Estação de 50 milhões de dólares é dirigida por órgão das forças armadas chinesas
Estação de 50 milhões de dólares
é dirigida por órgão das forças armadas chinesas
Luis Dufaur
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Uma antena gigantesca de metal resplandecente surge isolada e misteriosa numa área desértica da Patagônia. Ela tem uma altura equivalente a um prédio de dezesseis andares.

O dispositivo central pesa 450 toneladas e serviria para controle de satélites e missões espaciais chinesas. Por isso mesmo o comando está nas mãos do Exército vermelho.

A enigmática base solitária é um dos símbolos mais impactantes da estratégia de Pequim desafiando os EUA na América Latina, escreveu o jornal “The New York Times”.

A estação é plenamente operacional desde março e a China alega estudar a Lua. As condições em que foi iniciada foram estritamente ilegais. Por fim o governo Kirchner arrancou uma aprovação do Congresso para abafar o escândalo.

O segredo da negociação, construção e finalidades suscitou debate na Argentina sobre os riscos do país ser arrastado à órbita de influencia do comunismo chinês.

Confira:

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Palácio de São Cristóvão: Declaração do Chefe da Casa Imperial do Brasil

O desastre simboliza a obra das ideologias que malsinam a chegada das naus com a Cruz de Cristo nosso litoral, trazendo com os missionários as bênçãos, as promessas e as riquezas espirituais e culturais da Civilização Cristã.
O desastre simboliza a obra das ideologias que malsinam
a chegada das naus com a Cruz de Cristo nosso litoral, trazendo com os missionários
as bênçãos, as promessas e as riquezas espirituais e culturais da Civilização Cristã.


O Domingo, dia 2 de setembro, ia declinando, quando o País foi surpreendido por um incêndio catastrófico que não colheu vidas, mas que incinerou, em suas chamas inclementes, memórias e documentos históricos, muitos deles preciosos e únicos.

As imagens do Paço de São Cristóvão, na beleza de seus traços arquitetônicos, envolvido pela luz avermelhada das chamas e da fumaça resultante dos preciosos objetos consumidos pelo fogo, era uma imagem simbólica.

Um símbolo acabado dessa imensa destruição que políticos, homens públicos, intelectuais e outros vêm empreendendo, há décadas, contra o edifício da brasilidade.

Naquele Palácio, há precisamente 196 anos, no dia 2 de setembro de 1822, a Imperatriz D. Leopoldina, reunido o Conselho de Estado, assinava como Regente o decreto de Independência do Brasil.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Naufrágio da Venezuela evoca a Rússia de Lenine

Venezuela PBI cai 48% e inflação atinge 1.000.000%. Fome causa fugas em massa.
Venezuela: PBI cai 48% e inflação atinge 1.000.000%.
Fome causa fugas em massa.
Luis Dufaur
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Milhares de trabalhadores estão fugindo da principal empresa da Venezuela, a petroleira nacional PDVSA, outrora uma das mais ricas do mundo.

Eles abandonam empregos que já foram cobiçados, mas que não pagam mais nada por causa da pior inflação do mundo, segundo longa reportagem do jornal “The New York Times”.

Muitos fogem para a Patagônia, onde a exploração crescente de gás e de petróleo não convencional requer mão-de-obra especializada. Em Buenos Aires, um bairro recebeu o apelativo de “Palermo Caracas”, escreveu “Clarín”.

Mas os petroleiros sem especialização caem no desespero. Repete-se a patética situação das fábricas na Rússia logo após a revolução leninista: os funcionários roubam equipamentos para revendê-los fora e garantir a sobrevivência da família. É o caso especialmente de veículos, bombas e cabos de cobre.

Dezenas de gerentes foram presos, inclusive o ex-presidente da empresa. Maduro instalou na direção da PDVSA o general da Guardia Nacional, Manuel Quevedo, que não tem experiência no setor.

A poderosa empresa está parando por causa da sangria de pessoal e de equipamento. E ela é a fonte quase única (mais de 90%) dos recursos do país!

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Papa Francisco salvando esquerdas marxistas sem oxigênio


José Antonio Ureta
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continuação do post anterior: Cinco anos de pontificado: Promoção da agenda neomarxista e altermundialista dos “movimentos sociais”



Aliança com os “Movimentos sociais” de inspiração marxista



Pondo na prática os postulados da Teologia da Libertação, o Papa Francisco tem usado o prestígio de seu cargo a serviço dos chamados “movimentos sociais”, que não escondem sua clara orientação marxista. 

Esse apoio vai notadamente para o Encontro Mundial de Movimentos Populares, “uma plataforma construída por diversos movimentos populares em torno ao convite de Francisco a que os pobres e os povos organizados não se resignem e sejam protagonistas do (processo) de mudança”[1].

Na realidade, dita plataforma foi o resultado prático de um seminário que a Academia Pontifícia de Ciências chefiada pelo arcebispo Marcelo Sánchez Sorondo organizou em Roma no dia 5 de dezembro de 2013 sobre a “A emergência das pessoas socialmente excluídas”, a cujo respeito nós trataremos mais amplamente nos capítulos seguintes. 

Para esse seminário foram convidados líderes confessadamente marxistas do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra do Brasil-MST (João Pedro Stédile), do Movimento dos Trabalhadores Excluídos da Argentina (Juan Grabois) e da organização internacional Via Campesina, os quais tiveram todas as despesas de viagem pagas pelo Vaticano.

Convém lembrar que se trata de movimentos para os quais “a estrada das mudanças pela via institucional parece decisivamente bloqueada” e que não hesitam em recorrer “à prática das ocupações de massa” — ou seja, à invasão sistemática de propriedades — a fim de abrir “outro espaço” de confrontação e fazer com que “a curva da luta de classes [seja] mundial” e entre numa nova “fase de ascensão” que faça a terra tremer[2]

Para tais movimentos, só quando a economia for “socializada e planificada”[3] é que se poderá realizar a “sociedade sem explorados nem exploradores”, o que implica “uma intervenção fortíssima do Estado”[4]

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Cinco anos de pontificado: Promoção da agenda neomarxista e altermundialista dos “movimentos sociais”

Na Bolívia, o ditador Evo Morales presenteia o Papa  uma foice e martelo sobre a qual o Santíssimo Redentor está crucificado
Na Bolívia, o ditador Evo Morales presenteia o Papa
uma foice e martelo sobre a qual o Santíssimo Redentor está crucificado
José Antonio Ureta
Membro fundador da “Fundación Roma”,Chile;
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e autor do livro: “A mudança de paradigma
do Papa Francisco: continuidade ou ruptura
na missão da Igreja?
Relatório de cinco anos do seu pontificado”.










Excerto do livro: “A mudança de paradigma do Papa Francisco: continuidade ou ruptura na missão da Igreja? Relatório de cinco anos do seu pontificado” Veja o texto completo no site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira



Para a doutrina católica, o comunismo é “intrinsecamente perverso”[1]. Porém, movimentos marxistas e regimes de esquerda do mundo inteiro veem no Papa Francisco um ponto de referência. 

O atual pontífice tem-se de fato mostrado muito próximo das reivindicações desses grupos ou governos. 

A despeito dos resultados desastrosos do “socialismo real” por exemplo, o martírio de muitos cristãos e a difusão da miséria e de seu caráter antinatural, Francisco tem afirmado várias vezes que o comunismo roubou a bandeira do Cristianismo na luta a favor dos pobres, dando a impressão de que se trata de uma ideia que, afinal de contas, é bem intencionada. 

E a geopolítica vaticana parece hoje cultivar um relacionamento privilegiado com regimes que da Venezuela até a China se inspiram mais ou menos diretamente no socialismo real, qualificado no pontificado de João Paulo II de “vergonha de nosso tempo” pelo então cardeal Joseph Ratzinger no célebre documento “Libertatis Nuntius”, o qual condenava a Teologia da Libertação. 

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Transposição do São Francisco tira 1 milhão do colapso em que bispo comuno-ecologista quase os jogou

Campina Grande recebe a água do São Francisco. Pesadelo acaba e esperança para gerações futuras renasce
Campina Grande recebe a água do São Francisco.
Pesadelo acaba e esperança para gerações futuras renasce
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Após seis anos de seca, o açude Boqueirão, única fonte de abastecimento de Campina Grande (PB), registrava apenas 2,9% de sua capacidade.

Foi o nível mais baixo desde a inauguração, em 1957, escreveu a “Folha de S.Paulo”.

“Só tinha água duas vezes por semana. Enchia uns bocados de baldinho, porque não podia comprar a caixa-d’água”, lembra a pensionista Teresinha Peres, 77, citada pelo quotidiano paulistano.

“E cheirava horrível, tinha um mau gosto”, acrescentou Teresinha.

À beira do abismo, em abril de 2017 a água do São Francisco começou a encher o Boqueirão. Não havia plano B, escreve o jornal.

“É quase impossível imaginar o atendimento de Campina Grande com carro-pipa”, diz Ronaldo Meneses, gerente regional da Cagepa (Companhia de Água e Esgotos da Paraíba).

“Teria sido o caos. A transposição chegou no momento do quase colapso”, acrescentou.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Colômbia: “processo de paz” rumo ao precipício

O balanço da 'paz' está se revelando catastrófico para a genuína paz.
O balanço da 'paz' está se revelando catastrófico para a genuína paz.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
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O Acordo de Paz com as FARC (Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia) propiciado pelo Papa Francisco, o então presidente Obama e a Cuba castrista se encontrava à beira do abismo.

Se é que não se precipitou já nele.

E apesar dos ingentes esforços do governo do presidente Juan Manuel Santos que não ousa se recandidatar com chances para a presidência.

Os esforços para ressuscitar um moribundo atingido por sucessivas desgraças — muitas delas previstas, e outras imprevisíveis —prometem um desfecho de grandes e infelizes proporções para as esquerdas colombianas e internacionais, leigas e eclesiásticas.

Zeuxis Pausias Hernández Solarte (vulgo Jesús Santrich), um dos principais dirigentes-guerrilheiros das FARC e protagonista das negociações realizadas em Cuba, foi preso recentemente em sua casa de Bogotá, acusado de estar negociando o envio de dez toneladas de cocaína para os EUA.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Partido das FARC interrompeu campanha diante da rejeição popular

Os apoios vaticanos aos "acordos de paz" não adiantaram de nada porque o povo colombiano não engoliu o iníquo embuste
Os apoios vaticanos aos "acordos de paz" não adiantaram de nada
porque o povo colombiano não engoliu o iníquo embuste
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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A velha guerrilha marxista colombiana FARC conservou a sua sigla, mas mudou o nome para Força Alternativa Revolucionária do Comum.

Este partido recolhe as vantagens desproporcionadas que lhe concederam arbitrariamente os “acordos de paz” assinados pelo governo do presidente Santos com o apoio das diplomacias cubana e vaticana.

Porém, o novo e espúrio partido anunciou suspendeu a campanha eleitoral, iniciada em função das próximas eleições legislativas colombianas de 11 de março e presidenciais de 27 de maio.

Os ex-guerrilheiros pré-candidatos ao Congresso e o pré-candidato à Presidência, Rodrigo “Timochenko” Londoño, haviam lançado sua campanha em 27 de janeiro de 2018.

Mas os resultados foram decepcionantes: nos comícios compareceu um público muito mais reduzido do que o esperado.

Eles também tentaram fazer uma caravana pelo interior do país. Mas foram acolhidos com gritos de “assassinos”, acusações muito verdadeiras e muito preocupantes para lobos disfarçados de ovelhas, informou a “Folha de S.Paulo”. 

segunda-feira, 5 de março de 2018

Brasil sendo desgarrado: a Panamazônia “místico-ecológica” se prepara para ver a luz

Papa Francisco em Puerto Maldonado: rumo a uma igreja panamazônica místico-ecológica desgarrada do Brasil.
Papa Francisco em Puerto Maldonado:
rumo a uma igreja panamazônica místico-ecológica
desgarrada do Brasil.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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política internacional,
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A Comissão Pastoral da Terra – CPT elaborou um censo acolhido entusiasticamente pelo comuno-progressismo do mundo inteiro e no Vaticano em particular: o “Atlas de Conflitos na Amazônia”.

Trata-se de números sobre vítimas de conflitos agrários no Brasil. Segundo a CPT, seriam 93.800 famílias envolvidas em 977 conflitos violentos pela terra apenas na região amazônica.


O Atlas volta ao ritornelo: fazer reforma agrária a nível nacional e punir os culpados da violência que obviamente não têm nada a ver com a CPT, livre de toda culpa.

Darlene Braga, representante da CPT carrega a demagogia: “as comunidades são massacradas, abusadas, oprimidas, despojadas de seus territórios; os habitantes estão proibidos de caçar, pescar, construir casas e canoas, perdem a soberania de seu território”.

Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB sublinha que a pesquisa poderá “acordar as pessoas sobre as verdades profundas da Amazônia”.

O “Atlas” saiu num contexto claramente político contra o governo federal que considerava abrir a Reserva Nacional de Cobre e Associados para a exploração mineira.

Dom Leonardo prometeu levar o “Atlas” ao Papa Francisco, que está muito interessado na Amazônia.