segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O Brasil aflito e chocado pergunta-se: Honduras hoje, amanhã nós?

Preocupado e contundido, o Brasil acompanha o surpreendente engajamento presidencial na crise de Honduras.

Sem dúvida Honduras inspira compaixão se tratando de um país sem forças proporcionadas para se defender em face de uma investida internacional massacrante.

Porém, o que angustia, e em profundidade, é o que pode advir ao Brasil em decorrência da virada na linha de conduta oficial patenteada no caso do país centroamericano.

Com efeito, nos últimos anos, o presidente Lula tentou passar uma imagem de moderação. Ele passou a evitar o populismo agressivo e o mal velado comunismo do coronel venezuelano. E até fugiu de se fotografar perto dele nos encontros internacionais.

Desta maneira, o look “Lula-2009” ficou quase nas antípodas do “Lula-1979”, para citarmos uma data. A imagem de Lenine nacional foi sendo substituída pela de um político de esquerda instalado no poder, pouco ávido de renunciar aos benesses que ele traz.

Sem dúvida, o Lula “versão 2009” não rompera interiormente com a “versão Lula-Lenine” de 1979.

Ele próprio deixava-o transparecer com clareza em gestos de amizade e apoio àqueles que outrora deveriam ter engrossado sua “vanguarda do proletariado”, e que hoje se agitam, ou vegetam, em movimentos sociais e CEBs. Estes, entretanto, hoje se dizem zangados e desanimados.

A decepção veio porque eles acharam que as reformas radicais prometidas pela “versão Lula-Lenine” se concretizariam com a entrada do líder no Planalto.

Porém, no fim de dois mandatos ditas reformas não se realizaram, ao menos com a radicalidade sonhada.

Acresce que o líder tampouco fez a demolição do vituperado capitalismo privado representado por instituições econômicas particulares e - ponto mais sensível ainda - pelas poupanças das classes médias.

Antes bem, a “versão Lula-2009” presidiu um equilíbrio ‒ é o que parece para os não-especialistas em economia ‒ de contas, inflação e juros que favoreceu ‒ ou pelo menos não depredou ‒ as economias particulares. Estas continuaram, mal que mal, trabalhando e até prosperando.

Assim o “Lula-2009”, encarnando o mal menor, caminhava para seu ultimo ano de mandato sem apoios entusiásticos e sem oposições dinâmicas.

A eleição de 2010 seria outros quinhentos...

Mas, eis que irrompe o caso de Honduras. E subitamente o “Lula-2009” como que volta no tempo e mostra seu lado “Lula-Lenine”.

Escreveu-se muito sobre a constitucionalidade da ação de Zelaya; sobre o intervencionismo arrogante de Hugo Chávez; falseamento das posições num sentido ou num outro. Não acrescentaremos nada ao já conhecido.
Afinal de muitas mexidas parecia que a encrenca de Honduras caminhava para uma superação pacífica. Essencialmente haveria eleições gerais e o povo escolheria democraticamente um novo presidente. Este seria o “jeito” de encerrar a briga. Nesse caso, a cordura e o bom senso teria prevalecido e o pesadelo teria sido afastado.

Mas, o bom senso era o que no poderia prevalecer na ótica do coronel venezuelano, sucessor de Fidel Castro na promoção do socialo-comunismo nas Américas.

Chávez tentou tudo o que seu engenho perturbador conseguiu aprontar. Mas a pequenina Honduras reagiu dignamente às injunções do tiranete socialista estrangeiro.

Além do mais, em diversos episódios ficou claro que Zelaya não tem base suficiente na população que o leve de volta e o sustente na presidência.

Chávez precisava de alguém.

O presidente Obama, a União Européia, a OEA, a ONU, os vizinhos sul-americanos que condenaram o “golpe” tiveram suficiente esperteza para deixar correr as coisas até a solução eleitoral pacífica.

Mas, essa solução não era desejada por Chávez. Ele e Zelaya percebiam que não iriam convencer a opinião pública da pobre, mas corajosa Honduras.

Era preciso dar um pontapé na mesa, violentar a situação, quebrar o país que cometia a heresia de querer ser ele próprio na ordem e na paz sem ingerências subversivas.

Foi nessas circunstâncias que o presidente destituído pela Corte Constitucional “se materializou” na embaixada brasileira em Tegucigalpa junto com algumas centenas de militantes.

Expressiva matéria da revista "Veja", de 30/09/2009

Apenas instalado na embaixada, Zelaya pregou a “desobediência civil”.
Seus seguidores vestidos com camisetas e gorrinhos vermelhos chavistas sabiam o que isso significava. E começaram os saques, depredações e atentados à propriedade de cidadãos inocentes.

Afinal a tentativa não deu certo e as diminutas forças da ordem hondurenhas restabeleceram o império da lei. Mas Zelaya desde a embaixada brasileira continua incitando à confusão e à derrocada do governo.

Ninguém hesita em manifestar pelo menos estranheza diante das facilidades concedidas pelo Brasil a Zelaya e seus capangas.

Ainda menos se duvida da intervenção ilegal de Hugo Chávez.


Presidentes Lula e Chávez na Ilha Margarita, 26/09/2009. Foto Ricardo Stuckert-PR


De início o verborrágico líder socialista, desde Caracas, atribui-se a si próprio o comando na embaixada brasileira e dos fatos revolucionários em Honduras. Depois de urgentes telefonemas, dobrou a língua e ficou em silêncio.

Com o microfone ficou só o presidente Lula.

A embaixada brasileira virou comitê político articulando uma revolução ao serviço da arrogância de Chávez. “Na contramão da tradição diplomática nacional, o Brasil se intromete na política interna de outro país e o faz da pior maneira possível como coadjuvante de Hugo Chávez”, escreveu “Veja” (30/09/2009).

“Não cabe ao Brasil se imiscuir nos meios e modos internos de outro país” comentou Dora Kramer (“O Estado de S.Paulo”, 23/09/2009).


Presidentes Lula e Chavez na Ilha Margarita, 27/09/2009. Foto Ricardo Stuckert-PR

“Estamos reféns das ambições eleitorais de Zelaya” observou o embaixador Marcos Azambuja, vice-presidente do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri).

“Isto provavelmente vai se arrastar e pode se tornar violento. É difícil ver uma situação de vitória”, observou Rubens Barbosa, ex-embaixador brasileiro em Washington.

“Compramos uma briga que não é nossa e agora o risco é ser pego no fogo cruzado. É uma batata quente” e “se é difícil ver algum ganho para o Brasil, é fácil esperar um sério arranhão em nossa credibilidade”, acrescentou ele (“O Estado de S.Paulo”, 24/09/2009)

Com danoso efeito para a respeitabilidade do País, na mídia internacional, os comentários se afastavam do Brasil e da sua ingerência no caso, vendo na ocorrência um tropeço que lanha a reputação de Itamaraty e destrói anos de progresso diplomático.

A manobra avessa de Zelaya “é muito singular, não tem precedentes”, disse Francisco Rezek, ex-ministro das Relações Exteriores e juiz da Corte Internacional de Haia (“O Estado de S.Paulo”, 23/09/2009).

Celso Lafer, também ex-ministro das Relações Exteriores, lembrou que Convenção Interamericana de Caracas, de 1954, exige que o Estado que conceder asilo não permita ao asilado “praticar atos contrários à tranquilidade pública nem intervir na política interna” (“O Estado de S.Paulo”, 24/09/2009).

Mas, perturbar a tranquilidade pública e impedir as eleições parece ser o objetivo da manobra de Zelaya com o apoio rumoroso da “versão Lula-Lenine” e com grande regozijo do líder do “socialismo do século XXI”.

Zelaya deveria “ser impedido de servir-se do espaço brasileiro como um palanque”, comentou editorial da “Folha de S.Paulo” (24/09/2009). Mas ele não está sendo impedido senão acobertado. Por isso, procede se dizer que “o Brasil está no meio do furacão” (Folha de S.Paulo, 22/09/2009).

“Zelaya está fazendo um comício dentro da embaixada brasileira” disse o senador Heráclito Fortes e, segundo comentou a agência Reuters, o “papel do Brasil em Honduras pode ser tiro pela culatra”.

Nos mesmos dias, a “versão Lula-Lenine” deu outros sinais inquietantes. Ele convidou o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad para visitar o País em novembro, e anunciou que retribuiria a visita.

O anúncio ocorreu em Nova Iorque, onde o iraniano tempesteou contra Israel diante de um plenário abandonado pelos representantes de grande parte das nações e onde a legação brasileira constituiu um dos poucos presentes.

Presidente Lula com presidente iraniano Ahmadinejad na ONU, 23/09/2009. Foto Ricardo Stuckert-PR

Ahmadinejad aumentou a tensão pondo em andamento nova usina de enriquecimento de urânio para uso militar.

A tensão está crescendo tanto que o dialogante presidente Obama retomou a hipótese de utilizar a força contra o plano nuclear iraniano.

Nesse contexto, a “versão Lula-Lenine” que parecia adormecida pôs em pé de igualdade os direitos do Brasil e do Irã a desenvolverem seus planos nucleares.


Com esse artifício verbal posicionou o País de modo perigoso caso saia atrito militar no Meio Oriente.

Após a reunião da ONU, onde não obteve a condena de Honduras nos termos que desejava, a “versão Lula-Lenine” fez frente comum com Chávez e Gadaffi contra a própria ONU, por ocasião da segunda Cúpula de América do Sul-África, na Venezuela (”La Jornada”).


Presidente Lula com ditador islâmico da Líbia Muhamad Gadaffi, Ilha Margarita, Venezuela, 27/09/2009. Foto Ricardo Stuckert-PR


“O Conselho de Segurança da ONU perdeu importância” disse ele, perto do líder líbio cujos destemperos o respeito pela razão humana impede reproduzir (id. ibid., cfr. também “O Estado de S.Paulo” 24/09/2009).

Dom Tomás Balduíno passa revista no acampamento Chico Mendes


É, portanto, compreensível que o Brasil, e os países que olham com simpatia o País, se sintam profundamente preocupados.

Pois, se a “versão Lula-Lenine” estender sua projeção para a política nacional, para quais abismos o País não poderá ser empurrado?


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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Índios pedem independência na Argentina e içam “bandeira do Império Inca”

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Como que seguindo a surrada cartilha do CIMI e da FUNAI, grupos indígenas da Argentina exigem 15 milhões de hectares em todo o país.

É o equivalente a metade da província de Buenos Aires, centro da riqueza agrícola do pais vizinho, noticiou o diário portenho “La Nación”.

Bandeira Tawantinsuyu 'importada' da Bolivia, ou da Sorbonne de Paris?

Em locais onde as culturas indígenas nunca tiveram contato entre si como em Jujuy (fronteira com a Bolívia) ou na Patagônia vê-se a mesma bandeira do Tawantinsuyu (Império Inca), invenção moderna que lembra a bandeira arco-íris dos homossexuais.

Ressurgidas dos manuais comuno-missionários estruturalistas comunidades diaguitas, collas e mapuches declaram pertencer a uma “nação” distinta da Argentina.

Elas invadem fazendas amparadas numa cerebrina interpretação da Constituição e em declarações da ONU sobre os povos indígenas e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Na Argentina, as reivindicações são ouvidas com hilaridade, mas as “comunidades” estão apoiadas por ONGs do exterior bem treinadas, ricas e ideologicamente radicalizadas.

Em Villa Pehuenia, proximidades de Bariloche, uma comunidade mapuche invadiu o hotel de luxo Piedra Pintada (foto). O proprietário teve que abandonar o local.

A Justiça emitiu reintegração de posse em seu favor, mas não se efetiva porque os índios são bem protegidos pelo governo populista dos Kirchner e pela esquerda católica.

Proprietários pedem segurança jurídica, em Aluminé, província de Neuquén, Patagonia.

Por sua parte, a Confederação Mapuche Neuquina, anunciou planos para fundar uma “universidade intercultural” em convênio com as “Madres de Plaza de Mayo”.
Só falta estas octogenárias ativistas aparecerem com seu mentor Fidel Castro usando cocares e outros apetrechos “indígenas”.

É o velho comunismo guerrilheiro agora trocando de bandeira: deixam a vermelha de Lenine e carregam a verde de Cohn-Bendit, Marina Silva e do (ex-frei) Boff.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Sindicatos alugam manifestantes para qualquer causa em Brasília

Segundo o site Consultor Jurídico, sindicalistas de Brasília montam manifestações com “ativistas profissionais”.

Caricatura de Consultor Jurídico

Pagando por volta de R$ 40 por cabeça pode-se reunir até duas mil pessoas na Esplanada dos Ministérios, para defender ou atacar qualquer coisa ou qualquer pessoa.

O site jurídico menciona entre as “empresas” especializadas nos atos postiços, a Nova Central Sindical ‒ que diz representar 7 confederações, 136 federações, 3.000 sindicatos e quase 12 milhões de trabalhadores ‒ e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh).

Desempregado, sem-teto, sem-terra, índio, quilombola, “fora Sarney” ou “fica Sarney” é uma questão de preço.

É um lamentável subproduto da inautenticidade da vida política que deixa aberto o terreno para qualquer abusador ou aventureiro.

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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Impostos brasileiros pesam o dobro para pobres e não-proprietários


No Brasil, quem ganha até 2 salários mínimos deve sacrificar 197 dias de seu trabalho, cada ano, para pagar tributos e contribuições.

Entre os que recebem mais de 30 salários mínimos, são 106 dias. O que equivale a dizer que os mais pobres trabalham o dobro para pagar impostos.

Os dados foram apresentados pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e resulta de um trabalho conjunto com a Receita Federal.

Segundo o estudo, esses 197 dias de trabalho equivalem a 53,9% da renda dos mais pobres.

Desta maneira, quem ganha menos no Brasil sofre maior peso tributário. “Os não-proprietários têm uma carga tributária bruta 78,1% superior à dos proprietários”, explicou o presidente do Ipea, Marcio Pochmann.

O estudo concluiu também que a injustiça tributária no País aumentou no governo Lula.

O socialismo não dá o que promete, e tira o que a gente tem, ainda quando é muito pouco.

Comunicado do IPEA na integra

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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Helicópteros russos caem em série na Venezuela


“El Universal”, diário de Caracas, apresentou catastrófico balanço do armamento comprado na Rússia pelo presidente Hugo Chávez.

Em apenas 11 meses caíram quatro helicópteros russos: três Mi-17 adquiridos em 2005 e um Mi-26.

Chávez revista helicóptero russo, Yaracuy, Venezuela

Num dos acidentes pereceram 17 pessoas, no estado de Táchira. Numa outra dessas ocorrências, quase morreram o chefe do exército Carlos Mata Figueroa e nove militares.

No momento da compra, os aparelhos foram muito elogiados pela imprensa internacional.

O exército alegou más condições climáticas, mas admite que houve acidentes demais, e que é preciso esclarecer o que anda mal nos perigosos helicópteros do “camarada” Putin.

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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Máquina chavista tenta afogar últimas vozes livres na Venezuela

A perseguição contra as últimas vozes da imprensa que podem veicular opiniões livres está fechando o cerco.

Chávez anunciou o eventual fechamento de 240 emissoras de rádio e TV, e efetivou o silenciamento de 34 delas.

Lina Ron, líder dos invasores da TV. Na foto, em ato junto com o vice-presidente da Venezuela, Jorge Rodríguez Gómez.

A única rede importante de TV independente, a Globovisión, está sob inúmeros processos movidos pelo regime visando extinguí-la.

No dia 3 de agosto, uma banda armada de militantes chavistas invadiu a sede de Globovisión a mão armada e jogando granadas lacrimogêneas contra jornalistas e funcionários.

O grupo agressor é uma célula de agitação análoga aos “movimentos sociais” que operam no Brasil, ou aos “piqueteros” argentinos.

É dirigido pela ativista Lina Ron que é comparada ao “piquetero” preferido do casal Kirchner. No Brasil vários emessetistas disputariam um lugar na comparação.

Lina Ron, com seus militantes subversivos já tinha invadido o Palácio Arcebispal de Caracas de modo “pacífico”, isto é, no sentir geral ,de maneira violenta, intimidante e agressiva. Ela exortou os bispos a não apresentarem mais obstáculos – aliás, muitíssimo tíbios – à Revolução Bolivariana do coronel golpista, seu patrão.

O movimento de Lina Ron obedece à consigna “Con Chávez todo, sin Chávez plomo”: Com Chávez tudo, sem Chávez chumbo.

O presidente finge não poder controlá-lo e até estar contra ele, mas muito poucos ‒ e muito ilusos ‒ acreditam na comédia. O grupo tem todas as garantias de impunidade e estímulo oficial por baixo do pano. Aliás, um pano muito transparente e pouco limpo...

Agora invadiu a sede de Globovisión com armas e granadas como pode se ver nas imagens do clip embaixo, difundido por “La Nación” de Buenos Aires.

Obviamente o presidente Lula, a presidente da Argentina, Obama, a OEA, a ONU e outros “campeões da democracia” estão muito preocupados com Honduras que resiste constitucionalmente à tentativa de Chávez de se apossar do governo por meio de um de seus figurinos, Zelaya. E, por isso, não sabem de nada.

Sorrateiramente, esses presidentes esquerdistas, cada um com seus jeitos, prepara o estrangulamento das liberdades no seu respectivo país.



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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Miséria socialista agrava-se em Cuba

Cuba: mais miséria no campo e nas cidades
A crise econômica internacional foi mais uma ocasião para evidenciar o abismo de miséria em que o socialismo afundou Cuba.

Segundo o diário oficial “Juventud Rebelde”, da União de Jovens Comunistas a Unidade Empresarial Base de la Goma de Havana, que fornece pneus aos ministérios, paralisou as atividades há quatro meses.

O pretexto foi o aumento das commodities no mercado internacional. Em nenhum país do mundo em crise ouviu-se falar de tão drástica medida. Em verdade, o regime está sofrendo pela diminuição da entrada de divisas trazidas pelo turismo.

A razão é que os odiados capitalistas americanos e europeus estão gastando menos nas férias.

Cuba sem energiaO governo implementou um “rigoroso plano de arroxo energético”: as empresas que não o cumpram ficarão sem energia.

O problema é que o socialismo há décadas deixou a ilha sem fontes de energia.

Por sua vez, o presidente-ditador Chávez, que vinha salvando a situação, agora não têm recursos nem para alimentar a Venezuela que sofre crescentes carências de produtos básicos.

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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Populismo esquerdista sofre derrota eleitoral na Argentina e tenta agora distrair a opinião pública


O populismo esquerdista do casal Kirchner sofreu esmagadora derrota nas eleições que renovaram a metade dos deputados e um terço dos senadores, observou “The Washington Times”.

Do "The Economist" (traduzido)

O casal adiantou o pleito para evitar um resultado pior [foto]. Tres quartas partes do eleitorado votou pela oposição, infringido ao regime a pior derrota de sua história, noticiou o diário portenho “La Nación”.

“O Globo”, em sua edição de 30 de junho, registrou que o regime populista “condenou-se à derrota no dia em que declarou guerra perpétua aos ruralistas” com suas tentativas sorrateiras de Reforma Agrária por via tributária.

O casal nacionalista foi derrotado em todos os grandes distritos eleitorais ‒ e até na sua própria província ‒ e perdeu o controle do Legislativo.

Desânimo tomou conta logo do quartel general Kirchner durante a apuração dos votosO presidente Cristina Kirchner anunciou ter recebido 31% dos votos, mas as cifras oficiais finais apontaram só 26,5%.

Desânimo tomou conta logo do quartel general dos Kirchner durante a apuração dos votos

Na realidade, as esquerdas progridem no nosso continente por falta de articulação de suas vítimas.

Bastou que estas reagissem, ainda que em parca medida, na Argentina para que o regime esquerdista sofresse espantoso revés.

Agora, o governo veicula mais estatísticas distorcidas, desde vez sobre a gripe A. A manobra visa que os argentinos tirem menos conseqüências da mudança formidável acontecida na eleição e fiquem absorvidos pela crise sanitária.

Porém, a operação distrativa está tendo mal resultado. A Argentina não compreende o fabuloso desleixo oficial face à doença. Por toda, parte apalpa-se um clima de fim de reinado... ou de ditadura disfarçada.

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quarta-feira, 8 de julho de 2009

O tridente Obama-Lula-Chávez ameaça a pequena e corajosa Honduras


Se acotovelando com o ditador da Líbia, Muhammad Khadafi, o presidente Lula exortou os países africanos a condenarem o “golpe” anti-democrático em Honduras.

Lula com Khadafi na cúpula da União Africana, Foto Ricardo Stuckert/PR

Falando na abertura da Cúpula da União Africana, em Sirte, Líbia, Lula começou seu discurso tratando o mentor de múltiplos atentados terroristas Khadafi de “Meu amigo, meu irmão e líder”, informou O Estado de S.Paulo.

Os líderes internacionais de países livres cancelaram suas participações. Também diversos líderes africanos manifestaram seu incomodo com a reunião continental. A causa? A presença de ditadores denunciados por genocídio e crimes atrozes, como os ditadores do Sudão e do Zimbábue.

Na coleção de ditadores não esteve o presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad, embora convidado. Tal vez estivesse muito atarefado reprimindo os protestos pela fraudulenta eleição que lhe deu mais um mandato.

Lula negou se sentir mal à vontade em meio a esse séquito de tiranos.

Os seus temores e mal-estares todos estavam voltados contra a decisão constitucional da Suprema Corte de Honduras declarando que o presidente “chavista” Manuel Zelaya tinha perdido seu posto de acordo com o estipulado em cláusula pétrea da Lei Fundamental do país.

Lula não foi o único presidente que se sentiu como que atingido pelos fatos na pequena Honduras.

O presidente-ditador Hugo Chávez foi o primeiro a trombetear seu espírito “democrático” contrário a todo golpe que não é dado por ele. Afinal, o prejudicado era sua “longa manus” que se aprontava para desrespeitar a Constituição hondurenha e aplicar o esquema para se apoderar do poder já utilizado na Bolívia e no Equador.

Também entrou no coro “democrático” o casal Kirchner que vinha de receber formidável surra eleitoral após inúmeros abusos contra as leis, instituições, Igreja, Forças Armadas e classes produtoras da Argentina.

Conta-se na mesma Argentina que um delegado entrando num “pulpero” (boteco) foi surpreso por um cliente que pulou gritando “yo no robé el chancho!”. Problemas de consciência...

Problemas de consciência desses parecem ter animado a formidável orquestração de protestos “democráticos” de líderes latino-americanos, da OEA e até da ONU. Sem falar do berreiro da mídia...

Como se um medo secreto de que fenômenos análogos aconteçam nos povos cada vez mais descontentes com os regimes populistas de esquerda.

O que aconteceu em Honduras?

O berreiro parecia feito para desconcertar o simples cidadão e impedir-lhe de formar um juízo sereno.

Porém, um advogado e ex-assessor do governo hondurenho, Octavio Sánchez, publicou luzidia matéria no Christian Science Monitor explicando o caso jurídico constitucional. O artigo leva o título “Golpe em Honduras. Um absurdo”. Ele foi reproduzido pelo O Estado de S.Paulo sob o desbotado título “Golpe em Honduras? Que golpe?”

No referido artigo diz:
“Às vezes, o mundo todo prefere uma mentira à verdade. A Casa Branca, a ONU, a Organização dos Estados Americanos (OEA), e grande parte da mídia condenaram a deposição do presidente hondurenho Manuel Zelaya, no domingo, como um golpe de Estado.

“Isso é um absurdo. Na realidade, o que aconteceu aqui é simplesmente o triunfo da lei. (...)

“Segundo nossa Constituição, o que aconteceu em Honduras no domingo? Os soldados prenderam e mandaram para fora do país um cidadão hondurenho que, no dia anterior, por seus próprios atos perdera a presidência. (...)

“Segundo o Artigo 239: “Nenhum cidadão que já tenha ocupado o cargo de chefe do Executivo poderá ser presidente ou vice-presidente. Quem violar esta lei ou propuser sua reforma, bem como quem apoiar direta ou indiretamente tal violação, cessará imediatamente de desempenhar suas funções e estará impossibilitado de ocupar qualquer cargo público por um período de dez anos.

“Observe-se que o artigo fala em intento e também diz “imediatamente” — ou “no mesmo instante”, ou “sem necessidade de abertura de processo”, ou de “impeachment”.

“A Suprema Corte e o ministro da Justiça ordenaram a prisão de Zelaya, pois ele desobedeceu a várias ordens do tribunal, obrigando-o a obedecer à Constituição. (...) A decisão foi tomada por 123 (dos 128) membros do Congresso presentes naquele dia.

Não acreditem no mito do golpe. Os militares hondurenhos agiram inteiramente dentro da Constituição. Eles nada ganharam, senão o respeito da nação por seus atos.

“Estou extremamente orgulhoso de meus compatriotas. Finalmente, decidimos nos levantar e nos tornar um país de leis, e não de homens. A partir deste momento, aqui em Honduras, ninguém estará acima da lei.”




Se ainda dúvida houvesse eis a declaração conjunta da Conferência Episcopal de Honduras:
“Ante la situación de los últimos días, nos remitimos a la información que hemos buscado en las instancias competentes del Estado y muchas organizaciones de la sociedad civil. Todos y cada uno de los documentos que han llegado a nuestras manos, demuestran que las instituciones del Estado democrático hondureño, están en vigencia y que sus ejecutorias en materia jurídico-legal han sido apegadas a derecho. Los tres poderes del Estado, Ejecutivo, Legislativo y Judicial, están en vigor legal y democrático de acuerdo a la Constitución de la República de Honduras”.



Constituição, lei, democracia, soberania? Nada disso parece ser respeitável quando o povo soberano vai em sentido oposto do que querem as esquerdas.

O futuro da América Latina ‒ liberdade ou ditadura ‒ : eis o que está em jogo em Honduras.

Sentem as esquerdas latino-americanas que é preciso esmagar a vontade popular hondurenha, como a ex-URSS sentia urgência em silenciar as vozes dos dissidentes.

Formidável pressão foi montada com a ativa participação do presidente Obama.

Apareceu assim um singular tridente. Tem uma ponta radical e espalhafatosa: o coronel golpista venezuelano. Na outra ponta o democrata Obama. E, bem no meio o “moderado” presidente Lula.

No velho estilo das revoluções planejadas outrora em Moscou e Havana repetiu-se em Tegucigalpa a manobra que tantas vezes deu certo ao comunismo: o “povo” ‒ e na ponta mais exaltada ativistas chavistas e nicaragüenses ‒ marcharam sobre o aeroporto para receber o constitucionalmente destituído Zelaya.

No aeroporto ‒ sempre segundo a velha cartilha da revolução soviética ‒ deveria sair algum “mártir”, isto é, um manifestante cuja morte seria atribuída à repressão. A populaça agitada partiria por cima dos soldados. Algum oficial ou tropa “confraternizaria” com os piquetes revoltosos.

Zelaya desceria do avião venezuelano em meio a ovação da chusma socialista e marcharia para ocupar o palácio presidencial. No vizinho El Salvador, os presidentes de Argentina, Equador e Paraguai, aguardavam para aparecer e coonestar o “golpe” democrático. O seu mentor chegaria de Caracas posando como herói.

O bom senso prevaleceu. A opinião pública hondurenha mostrou-se corajosa na resistência à imposição brutal de um ditador disfarçado de democrata. Os magotes de desordeiros foram pífios e a manobra fracassou.

Cristina Kirchner voltou às pressas a Argentina, onde sondagem do “La Nación” mostrava que 90% da opinião argentina desaprovava suas andanças revolucionárias pela América Central.

O estridente presidente venezuelano nessas alturas guardava profundo silêncio. Antes ameaçou guerra a Honduras, depois empurrou os outros para a aventura e na hora decisiva escondeu-se em casa, onde não está nada seguro.

Por sua vez, após silêncio passageiro o “moderado” presidente Lula voltou à carga contra Honduras em favor do agente fiel de Chávez.

O principal da iniciativa, entretanto, ficou com o presidente Obama, a terceira ponta do tridente. Batalhas diplomáticas vão se travar em Washington.

A Costa-Rica aceitou fazer uma mediação. Sobre ela concentrar-se-ão as pressões do tridente.


Honduras merece nosso apoio pela coragem com que está resistindo à prepotência esquerdista sul e norte-americana, com fé e patriotismo.

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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Cuba, Venezuela e agora Irã: política externa lulista causa apreensões no mundo livre

Lula cumprimenta líder do Irã, Seyed Mohammed Khatami, Caracas, Ricardo Stuckert-PR
“O Brasil está sob fogo, de modo crescente, por seu vergonhoso apoio a ditaduras ao redor do mundo”, avaliou o colunista Andrés Oppenheimer, do Miami Herald.

Lula cumprimenta líder do Irã, Seyed Mohammed Khatami, Caracas, Ricardo Stuckert-PR

O artigo do renomeado articulista merece a maior atenção. Eis alguns tópicos principais do artigo “O Brasil merece críticas por sua horrível política externa”:

“É difícil existir um ditador — ou um governo repressor — de que o Brasil não goste, afirmam os grupos de defesa dos direitos humanos.

“Na semana passada, quando o Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva se dirigiu ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, foi saudado com um coro de reclamações sobre sua política externa pela Anistia Internacional, pela Human Rights Watch e outros dos principais grupos de defesa dos direitos humanos.

“O apoio do Brasil a governos autoritários está minando o desempenho do Conselho de Direitos Humanos,” declarou a 15 de junho Julie de Rivero, diretora de advocacia do Human Rights Watch.

“O presidente Lula está levando sua política de não se envolver em contendas com outros países muito longe, dizem os críticos.

Lula com Chávez no eeroporto Simón Bolívar, Caracas. Ana Nascimento-ABR“No ano passado, depois que o Presidente venezuelano Hugo Chávez fechou a maior estação de televisão independente de seu país, a RCTV, Lula declarou à revista alemã Der Spiegel que “Chávez é sem dúvida o melhor presidente da Venezuela nos últimos 100 anos.

Lula com Chávez no eeroporto Simón Bolívar, Caracas. Ana Nascimento-ABR

“De modo semelhante, após se encontrar com o semi-aposentado ditador Fidel Castro durante uma visita a Cuba em janeiro de 2008, Lula afirmou esperar que Castro logo retornasse para assumir seu “papel histórico,” e louvou sua “incrível lucidez”.

Registro de votações

“Mais recentemente, os votos do Brasil no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas têm se alinhado mais freqüentemente com países totalitários do que com as democracias de centro-esquerda da América Latina, como Argentina, Uruguai e o Chile. Alguns exemplos recentes:

■ Em maio, o Brasil se absteve em uma votação de resolução patrocinada por Cuba que visava fazer com que o Conselho parasse de monitorar as violações de direitos humanos no Sri Lanka, onde o mais alto comissário de direitos humanos das Nações Unidas, denunciou a generalização de crimes de guerra. Em comparação, Argentina, Chile, México e a Comunidade Européia votaram pela manutenção do inquérito.

Lula e Putin no Itamaraty, Ricardo Stuckert-ABrLula e Putin no Itamaraty, Ricardo Stuckert-PR

■ Em março, o Brasil se absteve em uma votação similar sobre as Nações Unidas continuarem ou não a monitorar os direitos humanos na Coréia do Norte, onde os supervisores da ONU estavam examinando relatórios sobre execuções e campos de concentração. Em comparação, países europeus, Argentina, Chile e Uruguai votaram a favor do prosseguimento da missão.

■ Também em março, o Brasil se absteve em uma votação proposta pela União Européia para barrar uma proposta africana destinada a debilitar a obtenção de provas pelas Nações Unidas de abusos cometidos na República do Congo. Em comparação, Argentina, Chile, Uruguai e até a esquerdista linha-dura Nicarágua votaram a favor de continuar as sindicâncias.

■ Em fevereiro, durante a revisão da situação de direitos humanos em Cuba, promovida pelo conselho, o Brasil afirmou “dar as boas-vindas”‘ à “posição construtiva” de Cuba no sistema dos direitos humanos das Nações Unidas e não mencionou os prisioneiros políticos do país, ou a ausência de liberdade de imprensa e de outros direitos fundamentais.

Lula, Kirchner, Morales e Chávez, Puerto Iguazú, Ricardo Stuckert-PRLula, Kirchner, Morales e Chávez, Puerto Iguazú, Ricardo Stuckert-PR

“O Brasil considera os direitos humanos como um obstáculo para as suas metas estratégicas”, disse-me em uma entrevista telefônica José Miguel Vivanco, Diretor para as Américas do Human Rights Watch.

“O Brasil devia ser fiel a seus compromissos assumidos em tratados internacionais para defender universalmente os direitos humanos e os princípios democráticos, e parar de aplaudir ditadores. Se Lula continuar a fazer vista grossa para abusos de direitos humanos ao redor do mundo, estará abrindo um precedente para que futuros governos suprimam direitos humanos em seu próprio país”.

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Soberania brasileira ameaçada com beneplácito das esquerdas petistas e “católicas”

O príncipe Charles, herdeiro da coroa inglesa, propôs no Itamaraty que os países desenvolvidos assumam a conservação das florestas tropicais brasileiras emitindo títulos a serem comprados por investidores privados, fundos de pensão e seguradoras.

Os proprietários desses títulos garantiriam recursos e impediriam que as matas sejam aproveitadas para cultivo por parte da população brasileira.

Na prática virariam “padrinhos” particulares de enormes extensões do solo nacional com a intenção de impedir os brasileiros que explorem seus recursos. Com essa proposta, a soberania nacional sobre as florestas ficaria condicionada, isto é, seria atingida a fundo. Porque a soberania tem de característico que é plena ou não é soberania.

O príncipe de Gales soltou este despropósito ante empresários nacionais e estrangeiros. Entre eles estava o próprio presidente do BNDES, Luciano Coutinho que engoliu o despautério, a julgar pelo silêncio da imprensa.

2008-09-23, Índios frente ao STF, ato pela anulação de títulos de propriedade de fazendeiros de Caramuru-Paraguaçu, Bahia, ©Wilson Dias-ABrUma equipe britânica voltará ao Brasil para combinar com o governo petista a implementação do plano.

Charles admitiu que, pelo Direito, a Amazônia faz parte do “território soberano” do Brasil. Porém, insistiu na idéia de que o Banco Mundial, ONGs e governos estrangeiros se imiscuírem na gestão das florestas brasileiras a título de financiamento ecológico. Ele mencionou um projeto de sua organização: o The Prince’s Rainforests Project.

Na favela Nova Holanda, no Rio, o príncipe assistiu a uma encenação “para inglês ver”, incluindo o cacique Raoni, mais lembrado no exterior do que no País. A ofensiva comuno-missonária para tirar os brasileiros “brancos” de imensas áreas do território nacional converge objetivamente com planos ecologistas do gênero concebidos no exterior.

A manobra parece se beneficiar do pleno beneplácito do PT e da CNBB e dos planos mais radicais do comuno-progressismo...

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segunda-feira, 11 de maio de 2009

Videojogos incitando a crimes hediondos circulam impunes em São Paulo

Vende-se em bancas de camelôs nas ruas de São Paulo, DVDs piratas com o videojogo Rapelay. Ele incita com simulações a praticar estupros, pedofilia e aborto, entre outros crimes.

Os jogadores, jovens ou adolescentes em geral, são estimulados a molestar mulheres no metrô, estuprá-las num trem ou na praça da cidade, obrigá-las a abortar, e outras perversidades que horrorizam o senso da humanidade e a moral católica.

Esse e outros jogos igualmente corruptores podem facilmente ser baixados pela Internet. O Rapelay foi ideado pela empresa japonesa Ilusion mas foi banido na maioria dos países. Pasma a paralisia das autoridades judiciárias e do MPF devidamente informadas desta iniciação da juventude em crimes hediondos.

Logo da empresa japonesa fabricante do jogo perversoO procurador da República Sérgio Suiama alega que é difícil abrir uma investigação criminal porque a legislação brasileira não tipifica o abuso sexual simulado de crianças, adolescentes e adultos.

Também aduz que a venda ocorre ilegalmente e que só agiria com certeza se os DVDs fossem vendidos em lojas regulares.

É um argumento análogo ao usado para deixar impune o MST: como esse movimento não existe legalmente, logo seus crimes ficam sem repressão ou pena.

Se se aguarda que o crime seja cometido em ambientes “legais” para reprimi-lo, seria preciso dizer que cessou a luta contra os malfeitores que agem na ilegalidade.

Isto é, o crime mais genúnino ficará livre.

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segunda-feira, 20 de abril de 2009

Xinguara hoje, você amanhã?



Vídeo da Associated Press mostra cenas da tentativa de invasão das casas dos funcionários da fazenda Xinguara no Pará, 792 km de Belém. O MST pretextou procurar madeira para fazer barracos.

As cenas, entretanto, patenteiam a intenção predadora como no carro popular destruído sem nenhuma madeira a tirar dele.

A fazenda Espírito Santo já estava invadida e pertence ao grupo Opportunity.

Os seguranças reagiram em defesa própria segundo Brenda Santis, advogada da Agropecuária Santa Bárbara, do grupo proprietário. "Nós só reagimos”, afirmou o segurança Sérgio Miranda, 24, segundo a Folha de S.Paulo.

Os sem-terra ainda ousaram dizer que eles “apenas fecharam a PA-150 em protestos pela liberação de três trabalhadores rurais detidos pelos seguranças”.

Por certo, seus instrutores da CPT pouco se importaram em lhe ensinar o Mandamento da Lei de Deus que preceitua “Não mentirás”...

Já nem ensinam o “Não roubarás”, mas o anti-mandamento marxista “roubarás a propriedade do dono legítimo”!!!

É alarmante a violência que se segue a essas pregações da esquerda católica.

Tais violências não teriam lugar se não fosse a pregação subversiva da reforma agrária socialista e confiscatória, feita em pé de guerra contra o Direito de Propriedade fundado em dois Mandamentos da Lei de Deus.

Essa violência ameaça todo produtor e todo proprietário brasileiro.

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segunda-feira, 2 de março de 2009

Cólera devasta um Zimbábue miserabilizado pela Reforma Agrária

Vítimas da cólera no Zimbabue
Após uma reforma agrária plena, o Zimbábue é dizimado pela fome e sofre uma inflação anual de 231 milhões por cento (sic).

A miséria geral propiciou terrível epidemia de cólera. O governo socialista nega, mas a Organização Mundial da Saúde (OMS), em inícios de fevereiro contabilizou 3.295 mortos e 64.701 contaminados.

Para a OMS, perto da metade dos 12 milhões de zimbabuanos são vítimas potenciais do bacilo da cólera, por causa das condições de insalubridade de vida no país.

Zimbabuanos querem fugir do pais e entrar na Africa do SulMilhões de zimbabuanos fugiram à vizinha África do Sul, levando a doença. Ali, já foram registrados mais de 2.600 casos e 31 mortes. A população sul-africana agride os imigrantes acusando-os também de lhes tirar os empregos.

Cenas de inferno, ou de pesadelo socialista.

O ditador Mugabe pretextou a necessidade de reparar os males da persistência do pensamento racista, interpretado segundo o realejo do igualitarismo socialista. Iniciou, então, “discriminações positivas” em prol dos “negros” contra os brancos, manipulando “movimentos sociais” compostos de ex-guerrilheiros.

Os crimes cometidos contra os brancos foram inúmeros e forçaram sua saída do país.

Reforma Agraria no Zimbabue, fazendeiros presosMugabe iniciou uma reforma agrária com financiamento britânico. Os fazendeiros ficaram tranqüilizados. Mas foi um golpe. Quando se percebeu que estas fazendas acabavam quase sempre nas mãos dos amigos políticos do próprio Mugabe a verba britânica secou, segundo explicou Peter Fry, antropólogo e professor da UFRJ.

Os fazendeiros ludibriados foram expulsos pela violência pelos “sem terra” locais. “A expulsão dos agricultores brancos foi um tiro racista no pé”, acrescentou Fry. Faltaram alimentos e insumos para a indústria. A inflação disparou.

Casa do ditador do Zimbabue Robert MugabeEnquanto isso, Mugabe, como bom ditador socialista, vive em luxos nababescos.

A “carta racial” foi o pretexto. O socialismo foi seu pensamento e seu objetivo. O drama atual é uma das conseqüências.

O apagamento da civilização e o retorno à barbárie estão ai. E não vai faltar ecologista extremado e missionário indigenista para comemorar.

No Zimbabue só Mugabe e seus amigos comemoram. Para sua festa de aniversário encomendou 2.000 garrafas de champagne, 8.000 lagostas, 100 quilos de camarão, 4.000 porções de caviar, 3.000 patos, 16.000 ovos, 3.000 doces de chocolate e baunilha e 8.000 caixas de bombons, segundo informou o diário “El País” de Madrid.

À festa foi convidada a nomenklatura socialista. Como nos tempos de Stalin, ou como na Rússia de Putin, ou tantas outras ditaduras marxistas ou socialistas.

Casa do ditador do Zimbabue Robert MugabePara um diplomático ocidental, referido pelo diário “The Times” de Londres, a festa é simplesmente “obscena”, na hora que o país afunda na ruína econômica, o sistema sanitário está em colapso e o desespero popular aumenta com a cólera, a malária e a AIDS.

O banco central eliminou 12 zeros da moeda, pois as máquinas de calcular não conseguiam funcionar: o dólar americano valia 250 trilhões (sic) de dólares zimbabuanos. 94% da população está desempregada.

Só falta a Datafolha ou o Ibope zimbabuanos nos informar que Mugabe tem 84% de popularidade, ou até mais...

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Indigenistas, ambientalismo e quilombolas impedem Brasil aproveitar melhor base de foguetes do mundo


O Brasil tem em Alcântara (MA), um dos melhores locais ‒ se não o melhor do mundo ‒ para lançamento de foguetes.

O Programa Espacial nacional precisa construir uma nova base para esse efeito. Mas, artifícios de cunho indigenista ou quilombola apoiados pelo governo petista parecem mandados fazer para sabotar esse grande progresso.

Por um lado, para constuir a nova base, a Funai exige um estudo de impacto ambiental e um levantamento socioeconômico. Por outro, grupos teleguiados de “quilombolas” impedem que esse seja realizado.

É uma dança que parece combina para o Brasil sair perdendo. Seguindo o velho esquema de militantes de ONGs como a CPT, o MST, ou o CIMI para revolucionar o País ‒ os famigerados “movimentos sociais” ‒, um Movimento dos Atingidos pela Base de Alcântara impede qualquer arranjo.

O líder do grupelho, entretanto, foi ao Fórum Social Mundial de Belém a vitoriar a Hugo Chávez, Lula y hermanos. Os quilombolas querem plantar mandioca, milho e feijão no terreno ideal para foguetes.

Como se nos 329.555 km2 de superfície do Maranhão não houvesse terra suficiente para esses plantios.

Parece brincadeira, mas não é. Se não se considera o intuito ideológico que anima essa confusão para inviabilizar o País, não se entende nada.

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domingo, 5 de outubro de 2008

Quatro Mapas impressionantes

Do site Paz no Campo

Quatro Mapas impressionantes

Quatro mapas mostram a dimensão da Revolução comuno-indigenista que toma conta do Brasil, especialmente em nossas fronteiras. Publicados separadamente não dão a dimensão para onde nos conduz a ação do CIMI (Conselho Missionário Indigenista), da CNBB, do Conselho Mundial das Igrejas, de diversos governos estrangeiros e milhares de ONGs internacionais e nacionais. É obra sobretudo dos governos FHC e Lula da Silva. Já toma conta de 13% do território nacional.Os mapas são reprodução e portanto não apresentam perfeita nitidez. Desculpamo-nos por esse aspecto junto a nossos leitores.

Mapa 1 - áreas indígenas no chamado Arco Norte, que envolve a Amazônia, várias delas junto a nossas fronteiras. Do outro lado vivem índios da mesma etnia, que certamente se unirão na demanda de formação de uma única “nação”.

Mapa 2 – Mato Grosso do Sul – área que se quer atribuir aos Guaranis-Kaiowás, engolindo 28 municípios nas áreas mais ricas e desenvolvidas do Estado. Observe-se a dimensão da área que vai ser demarcada, se essa loucura vingar.

Mapa 3 – A distribuição dos povos indígenas pelo Brasil. A vigorar a tendência de amplas áreas para poucos índios, o que restará do País?
Mapa de 1999

Mapa 4 –Depois das “Nações” Ianomâmi, Raposa-Serra do Sol e Guarani,
está sendo concebida uma nova nação – a Cué-Cué Marabitanas – pelo CIMI, pela FUNAI, governos, sociólogos e antropólogos de diversas partes do mundo.

No livro Outros 500Construindo uma nova história, publicado pelo CIMI (Editora Salesiana, São Paulo 2001) por ocasião das comemorações dos 500 anos da descoberta do Brasil, lê-se: “Os povos indígenas, os sem-terra, os sem-teto, os desempregados, os meninos e meninas de rua, os trabalhadores escravos, os aposentados desrespeitados em sua dignidade, toda a população marginalizada tem uma bandeira única para os Outros 500, que é a transformação desse sistema que nos oprime.

Nossos direitos e ideais fazem parte dos projetos de uma sociedade melhor para todos. Nós povos indígenas passaremos mais 500 anos, se preciso for, dizendo a todos os excluídos essa verdade, e quando todos nos estivermos unidos em torno dessa causa, os governantes não serão mais ninguém, apenas uma névoa que um dia manchou a história desta terra e o horizonte desta gente (grifo nosso). Nós oprimidos vamos corrigir essa história e construir um mundo melhor para os nossos filhos e também para os filhos de quem nos tem oprimido, uma sociedade justa para todos.

É uma nova face do comunismo e do anarquismo. O que está em jogo é a civilização brasileira: ou ela prossegue seu caminho trilhando os rumos benditos da Civilização Cristã, ou será entregue à barbárie a que os religiosos do CIMI querem reduzir os povos indígenas.

Será a vingança por Portugal ter descoberto do Brasil, trazendo para nós a civilização européia cristã. Essa é a longo prazo a perspectiva indigenista para nosso País.

Todas essas terras não são entregues aos índios. Como direito de propriedade. pertencem à União que concede aos índios somente a posse. Essa posse que o Governo vê como mansa, e coletivizada, estará logo posta em questão, se for aprovada pelo Congresso Nacional, o que não é difícil, a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, que o Brasil aprovou na ONU. Depois de liderar durante anos o grupo de países contrários a essa Declaração, o Brasil trocou de lado e votou a favor. A Declaração concede aos povos indígenas autonomia política e administrativa, impedindo que não-índios e até mesmo as Forças Armadas possam entrar em seu território sem consentimento dos silvícolas.

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