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Tudo valeu para trucar nas eleições, mas recusa foi demais e chavismo sofreu catástrofe eleitoral. |
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2015 foi um “annus horribilis” do socialismo bolivariano, cujo naufrágio na Venezuela tornou-se patente já nos primeiros meses.
À insatisfação causada pela carência de produtos básicos — alimentares, hospitalares, de higiene pessoal, e muitos outros — o governo reagia prendendo executivos das respectivas redes distribuidoras ou os próprios fabricantes.
A mídia estava quase toda nacionalizada e o governo se irritava com a atuação de jornalistas estrangeiros.
Altas patentes das Forças Armadas foram presas por “conspiração”, enquanto o presidente do Legislativo, Diosdado Cabello, foi apontado como chefe de uma rede de generais que controla a exportação de droga.