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| Cuba colapsa |
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Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
Da usina elétrica que fornecia energia aos bairros pobres de Havana só fica uma carcaça enferrujada e o os apagões duram 14 ou 15 horas por dia.
As fábricas pararam.
“A comida — quando há —estraga”. Os vizinhos cozinham na rua queimando lenha ou lixo, cota “Clarín”.
“Os cartões de racionamento são inúteis, pois não há comida e a importada tem preços exorbitantes.
A pensão mensal é de menos de R$ 35, mas uma caixa de 30 ovos custa R$ 40.
Para comprar gasolina, é preciso agendar três semanas antes e fazer intérminas filas para conseguir uma quantidade mínima.
Sem coleta de lixo, multiplicam-se as doenças. Remédios só se vindos do exterior.
O turismo se esfumou e 2,75 milhões de cubanos deixaram o país desde 2020.


