segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

O Brasil sofre pressão socialista, mas colhe safra de 2029... em 2025!

Brasil colhe safra de 2029... em 2025!
Brasil colheu safra de 2029... em 2025! 
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






As safras de grãos 2024/25 no Brasil, poderão atingir marcas inéditas no caso da soja, aumento de 19% do milho; incremento de 7% do algodão, salto de 23% do sorgo e de 45% do amendoim. Recorde também em produtos florestais, pelo menos mais 11% do etanol, da cana-de-açúcar, e mais 10% do biodiesel.

A carne bovina 14,2% a mais que em 2023; alta de 2,4% do frango e de 1,2% na carne suína.

O suco, café, algodão e couros bateram recordes de exportação. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, é o volume que se aguardava para... 2028/29!

Tudo isto sem apoio governamental expressivo e grande esforço da iniciativa privada.

O aumento da produção do agronegócio deveria baratear os preços ao consumidor brasileiro e criar mais postos de trabalho, se não há interferências políticas.

Também porá imensos superávits a disposição para paliar a fome nos países mais necessitados.

E entre os melhores azeites de oliva extra virgem do mundo listados pelo guia Flos Olei 2025 há onze brasileiros: seis marcas do Rio Grande do Sul, quatro de São Paulo e uma de Minas Gerais.

Azeite brasileiro quebra recorde no guia Flos Olei.
Azeite brasileiro quebra recorde no guia Flos Olei.
O guia Flos Olei na sua 14ª edição analisou azeites de excelência de 56 países de 5 continentes.

O Koroneiki da marca Sabiá, eleito melhor do mundo na categoria “azeite médio frutado”, é feito em Santo Antônio do Pinhal, na Serra da Mantiqueira (SP) e já ganhou 160 prêmios internacionais em cinco safras.

O da Prosperato, de Caçapava do Sul/RS, em 2025 obteve idêntica pontuação.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Malgrado as crises produtos brasileiros ganharam muitos prêmios em 2025

Troféus de campeões do Cup of Excellence 2025
Troféus de campeões do Cup of Excellence 2025
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Em matéria de café, todos os pódios das três categorias da Cup of Excellence Brazil 2025, prestigiada premiação do setor, foram preenchidos por produtores mineiros.

Os cafés especiais de produção mineira monopolizaram a competência promovida pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) que atesta para todo o mundo a qualidade dos grãos do país.

Depois de ter tido destaque na seletiva nacional, Minas Gerais conquistou as três categorias (via úmida, nacional e experimental), na premiação realizada em São Paulo. 

Por sua vez, no Mundial do Queijo 2025, realizado em Tours, França, competiram 249 queijos brasileiros entre 1.900 de origem internacional.

Os 350 jurados outorgaram ao País 10 medalhas de ouro, 18 de prata e 30 de bronze.

Produtora brasileira no Mundial dos Queijos 2025
Produtora brasileira no Mundial dos Queijos 2025
Eles foram mais estritos nos quesitos principais: aparência, aromas, textura, sabores e harmonia geral, exigindo 80 pontos, ao invés de 60 pontos como anteriormente.

O queijo gruyère DOP suíço foi eleito melhor do mundo, mas o Brasil comemorou um sucesso global histórico, informou “O Estado de S.Paulo”. 

E ainda um vinho mineiro ganha maior nota histórica do Brasil.O vinho Isabela da vinícola mineira Maria recebeu 96 pontos de 100 possíveis da revista inglesa Decanter.

É a mais alta pontuação de um rótulo brasileiro por esta publicação de destaque no mundo do vinho.

Quando o cafeicultor Eduardo Nogueira, dono da vinícola, contou seu plano, seu amigo Júnio Milton Nascimento exclamou: “Eduardinho, você está doido! Vinho em Minas Gerais!”.

Daí ele prometer que se o projeto vingasse, a adega seria chamada Maria. E o vinho deu certo.

São poucos os ouros que o Brasil já recebeu nesta premiação, observou “O Estado de S.Paulo”. 

Até então, a nota mais alta obtida foi de 95 pontos, medalha de ouro, ao vinho Vista do Chá 2014, da paulista Guaspari em 2017, e ao Viognier 2022, da gaúcha Amitié, em 2023.

Vinho Isabela ganhou ouro da Decanter
Vinho Isabela ganhou ouro da Decanter
Atualmente, a produção varia entre 55 mil e 60 mil garrafas, em quatro vinhos, um branco, elaborado com a cepa Sauvignon blanc, um rosé e dois tintos, todos os três com a variedade Syrah.

O vinho Isabela, muda de nome todos os anos. “A primeira safra foram mulheres da nossa família que o nome começa com a letra ‘a’, a segunda ‘b’, e assim por diante”, conta Eduardo Nogueira Neto, responsável pela parte comercial da fazenda.

Isabela é uma homenagem à enóloga Isabela Peregrino.

Produz dois Syrahs: um com passagem em barricas de carvalho e outro elaborado apenas em tanque.

Em 2023, a produção foi recorde e foram engarrafadas 45 mil unidades do vinho.

Mas, agora o projeto, que começou com cinco hectares de vinhas, tem 21 hectares; e há mais 12 hectares que serão plantadas em breve.

Nesta mais recente avaliação, a Decanter outorgou um único ouro, precisamente ao ‘Isabela’, e outras 48 medalhas de prata e 96 bronzes.