segunda-feira, 20 de abril de 2009

Xinguara hoje, você amanhã?



Vídeo da Associated Press mostra cenas da tentativa de invasão das casas dos funcionários da fazenda Xinguara no Pará, 792 km de Belém. O MST pretextou procurar madeira para fazer barracos.

As cenas, entretanto, patenteiam a intenção predadora como no carro popular destruído sem nenhuma madeira a tirar dele.

A fazenda Espírito Santo já estava invadida e pertence ao grupo Opportunity.

Os seguranças reagiram em defesa própria segundo Brenda Santis, advogada da Agropecuária Santa Bárbara, do grupo proprietário. "Nós só reagimos”, afirmou o segurança Sérgio Miranda, 24, segundo a Folha de S.Paulo.

Os sem-terra ainda ousaram dizer que eles “apenas fecharam a PA-150 em protestos pela liberação de três trabalhadores rurais detidos pelos seguranças”.

Por certo, seus instrutores da CPT pouco se importaram em lhe ensinar o Mandamento da Lei de Deus que preceitua “Não mentirás”...

Já nem ensinam o “Não roubarás”, mas o anti-mandamento marxista “roubarás a propriedade do dono legítimo”!!!

É alarmante a violência que se segue a essas pregações da esquerda católica.

Tais violências não teriam lugar se não fosse a pregação subversiva da reforma agrária socialista e confiscatória, feita em pé de guerra contra o Direito de Propriedade fundado em dois Mandamentos da Lei de Deus.

Essa violência ameaça todo produtor e todo proprietário brasileiro.

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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Dados do TSE mostram brasileiros cada vez mais descrentes nos partidos políticos


Os números fornecidos pelos partidos políticos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) patenteiam o ovante desinteresse dos brasileiros pelas agrupações partidárias. 91,6% deles não pertencem a nenhum partido, isto é, 119,7 milhões dos 130,6 milhões de eleitores.

Quem está menos pior é o PMDB que se saiu muito bem nas eleições municipais, e tinha muito cargo para aderentes. O PP, segundo maior partido em filiados, também encolheu. O PT, no 4º lugar, caiu de 1,15 milhão para 1,01 milhão.

A descrença dos brasileiros nas agrupações partidárias cresce em todos os Estados da Federação.

Em Alagoas, 94,6% da massa eleitoral nem quer saber de partido. No Distrito Federal, o nível de não-filiados subiu de 93,43% para 94,3%.

Em São Paulo 92,66% não se ligam a nenhuma legenda, com uma desistência de 805 mil eleitores no último ano. O PT paulista decresceu de 292 mil para 250 mil.

Em Minas Gerais, segundo maior eleitorado do Brasil, a debandada foi grande e os que não querem saber de partido nem em troca de vantagens pessoais são 91,43%. No Rio de Janeiro, 93,1% está fora.

Os dirigentes partidários aduzem que após as eleições sempre desaba o número de aderentes. O comentário faz pensar que dentro da exígua margem de inscritos, seja muito grande a proporção de interesseiros que aspiram a cargos ou benesses públicas por via de favorecimento partidário.

Há um espantoso e perigoso vazio em torno da vida política. A imensa maioria dos brasileiros não se sente bem representada. A atividade partidária está desconectada da vida e dos anelos dos cidadãos. Embora dela dependa o rumo do País, ela se afigura como uma espécie de OVNI voando a anos luz do que quer o eleitorado. Nela, só certa mídia ‒ aliás, cada vez menos lida e acatada ‒ finge acreditar.

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