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Hospital em Cuba. Fotos divulgadas
por emigrados cubanos ilustram este post.
O respeito pela dignidade humana nos levou a não publicá-las.
Porém, os riscos que corre o Brasil
agora nos levam a fazê-lo.
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§ Helio Dias Viana (*)
De volta ao candente tema da importação de médicos cubanos, começo retificando um lapso sobre o custo aproximado deles para o contribuinte: não será de 250 milhões de reais, mas de dólares, uma vez que, além do salário de 10 mil reais, haverá um auxílio para moradia e refeição, sem falar dos gastos com passagens aéreas e outros eventuais.
Mais grave, contudo, é em primeiro lugar o fato de o governo — tão pressuroso em combater o suposto trabalho escravo no Brasil —, coadjuvá-lo de modo despudorado e ilegal recebendo escravos cujo salário será pago ao regime opressor, não lhes restando senão uma pequena quantia.
Depois há o fato de que sobre esses cubanos pesa a fundada suspeita de que não passam de agentes do regime comunista, como o são seus pares que atuam na Venezuela e na Bolívia.
Sua presença aqui neste momento coincide com os ingentes esforços da esquerda católica para relançar as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) sob a batuta de Frei Betto.
Além do mais, o dinheiro a ser repassado pelo Brasil aos ditadores cubanos só servirá para perpetuar o regime de escravidão que eles exercem sobre os habitantes da Ilha-prisão, cuja miséria não advém do embargo econômico norte-americano, mas do regime socialista ali vigente, contrário à livre iniciativa e à propriedade privada.