quarta-feira, 30 de junho de 2010

Fiasco das “cotas raciais” na UERJ

Pesquisa feita pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), pioneira em a aderir ao sistema de cotas raciais, comprovou que das 2.396 vagas abertas no vestibular para cotistas, só 1.384 foram preenchidas, pois os candidatos não tiraram a nota mínima: 2, observou “O Globo”.

Havia um candidato cotista para cada vaga, porém havia 11 candidatos não cotistas disputando cada vaga “normal”.

O inquérito comprovou que em lugar de corrigir injustiças, as cotas impedem a entrada no ensino superior de pessoas mais bem preparadas e com justos méritos, criando injustiças e desigualdades chocantes.

O reitor da UERJ, Ricardo Vieiralves de Castro, embora partidário das cotas, admitiu para o “Jornal Nacional” que ficam de fora estudantes mais bem preparados.

O absurdo comprova não haver fundamento no País para impor essas cotas que dividem os brasileiros pela sua raça. O único fundamento para elas é uma metafísica igualitária desligada da realidade.

Por sua vez, o Senado acabou aprovando o controvertido e irreal Estatuto da Igualdade Racial, porém, sem incluir as cotas, noticiou a imprensa.

Os senadores bem perceberam a improcedência da iniciativa marcada por um espírito de luta de raças.

Entretanto, o texto deixa ao Executivo a liberdade de aplicar essas cotas. Agirá ele com a necessária sensatez, ou deixar-se-á guiar pela cegueira ideológica socialista?


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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Alegria dos reféns resgatados pelo exército na Colômbia

Sargento Arbey Delgado abraçado por familiar, aeroporto de Catam.
Alegria dos reféns resgatados pelo exército na Colômbia. A Colômbia é um país católico que estava refém da guerrilha FARC marxista-leninista visceralmente anti-cristã.

Porém, a corajosa reação do povo e de suas forças armadas se encomendando ao Sagrado Coração de Jesus antes de cada ação está reduzindo esses inimigos do país e da Igreja à uma proporção cada vez menor. E até acentuadamente menor.

O filme mostra a cena do resgate de quatro oficiais e suboficiais, entre os quais o general Luis Mendieta, o coronel Enrique Murillo, coronel William Donato e sargento Arbey Argote que passaram 12 anos em cruel cativeiro.

No vídeo podem-se ver as longas correntes com que os inumanos guerrilheiros socialistas impediam que os homens tentassem sequer a fuga.

Mais esta heróica operação bem sucedida suscitou forte desgosto nos “grupos humanitários” falsos, nos “irmãos socialistas” da guerrilha marxista na América Latina, notadamente em Caracas, Havana e Brasília, e nos adeptos da semi-falida Teologia da Libertação.

Um ambiente inteiramente oposto tomou conta das FARCs. Segundo informou o comandante do Exército colombiano, general Oscar González, em conferência de imprensa, o chefe militar das FARC, Jorge Briceño, Mono Jojoy, ordenou o fuzilamento de aproximadamente 40 guerrilheiros responsáveis pelo cativeiro dos prisioneiros.

Chefe das Farc mandou fuzilar 40 guerrilheiros em castigo pelo resgate
A informação foi obtida interceptando as comunicações dos sediciosos. “É fato, disse o general, referem-se a eles em termos supremamente vulgares, obscenos e dão a ordem de assassiná-los”, noticiou a agência suíça Swissinfo.

É com esta gente que grupos de “direitos humanos” civis e eclesiásticos acham que é possível um “diálogo” honesto e sincero!

A vitória esmagadora ‒ por volta de 70% ‒ do ex-ministro de Defensa Juan Manuel Santos no segundo turno das presidenciais, confirmou o apoio massivo dos colombianos à política de combate rijo à guerrilha narco-socialista.

Agradeçamos a Nossa Senhora de Chiquinquirá, padroeira da Colômbia, por esta ajuda providencial num momento tão crítico para o país e o "continente da esperança".

Vídeo documentário do resgate dos reféns pelo Exército colombiano
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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Mais de 1.500 médicos cubanos fogem da Venezuela

Médicos cubanos vivem e trabalham espionados e controlados

Mais de 1.500 médicos cubanos que trabalhavam na Venezuela conseguiram emigrar para os EUA, revelou “El País”, de Madri.

Os médicos cubanos na Venezuela moram em grupos de quatro em cubículos de 30 metros quadrados.

Ali dormem, cozinham, tomam banho. Um dos quatro acostuma ser um informante ou um agente do sistema represivo castrista.

Eles trabalham num programa de saúde ‒ o “Barrio Adentro” ‒ concebido em 2003 por Fidel Castro para salvar a declinante popularidade de Hugo Chávez.

Cada cubano deve volver a “casa” antes das dezoito horas. Para dar uma voltinha deve pedir licença com semanas de antecipação num documento onde explica o destino e duração de sua movimentação.

Médicos cubanos: manobra de Fidel para sustentar a Chávez
Há 30.000 cubanos trabalhando na Venezuela.

Todos eles estão proibidos de contatar oposicionistas ou jornalistas.

Eles dependem também da Sociedade Venezuelana de Medicina Bolivariana. Esta elaborou uma lista extraoficial de 1.500 médicos cubanos desertores sobre um total de 15.000 ativos no país.

Eles conseguiram furar o controle do serviço secreto castrista e fugir para outro país.

Médicos cubanos vão à Venezuela para fugir de Cuba
“Quando algum médico foge, o gobierno finge que foram trasladados”, diz um dos afiliados à Sociedade Venezuelana de Medicina Bolivariana que pediu não ser identificado, segundo “El País”.
Por trás da demagogia palpita a tragédia de povos oprimidos

Malgrado essas penosas condições de supervivência, eles preferem ir à Venezuela.

Lá eles têm uma possibilidade de fugir da ditadura castrista, e sem balsa, passar para a Colômbia e, depois, para os EUA.

Por isso eles aguardam até um ano nas listas de voluntários para viajar a Caracas.

Em 12 de abril de 2010, o Ministério do Poder Popular para a Saúde venezuelano inaugurou uma placa dedicada a 68 médicos cubanos falecidos na Venezuela nos sete anos que dura o programa “Barrio Adentro”.

Segundo a versão oficial, foram vitimados pela doença, acidentes, ou pelo crime organizado.

Entretanto, suspeitas envolvem esta exagerada quantidade de decessos.

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