segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Nobel da Paz: Lula está se unindo a governos criminosos

A iraniana Shirin Ebadi, Prêmio Nobel da Paz (foto), advertiu que “Lula não deveria se unir a governos criminosos”.

Ela falava do estreitamento de relações entre o governo lulista e a tirania fundamentalista dos aiatolás, representada pelo presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad.

Referindo-se à violenta repressão aos protestos contra as fraudes eleitorais na última eleição presidencial iraniana, e à condenação à morte de dois jovens iranianos que participaram dos protestos, indagou:

“Será que Lula não vê o que está acontecendo nas ruas de Teerã? Como pode fazer amizade com um governo que mata seus jovens e estudantes, sua gente?”.

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Drama gerado pela reforma agrária socialista e confiscatória


Sem Medo da VerdadeBoletim Eletrônico de Atualidades - N° 107 - 04/02/2010
www.paznocampo.org.br
linhagrossa

Caso não esteja visualizando o texto deste boletim, acesse através do endereço:
http://www.paznocampo.org.br/boletim

Arbitrariedades do INCRA

Acampados do MST e da CUT instalados dentro de propriedade rural não deixam proprietário entrar, causando ao mesmo grandes prejuízos. Na denúncia que Antonio Aversa Netofaz ao Paz no Campo, que abaixo publicamos, percebe-se o modo de atuar doINCRA, que com a FUNAI e o IBAMA fazem parte do tridente do diabo que aterroriza o campo brasileiro. Sua ação dá-sesobretudo sobre os pequenos proprietários que não têm meios para se defender.

Eis a denúncia:

Bauru, 01 de fevereiro de 2010.

Eu Antonio Aversa Neto, nascido em 1963, tenho 46 anos, casado, tenhoduas filhas, sou produtor rural nato por gosto e aptidão.

Em 21 de setembro de 1988, com muito esforço, comprei uma propriedade: oSitio Santa Marina com 31 hectares (13 alqueires), localizado a 5 km da cidadede Bauru. No dia 26 de setembro de 1988 (seis dias depois) a escritura estavaregistrada no cartório do oficial de registros de Pederneiras- SP  matricula nº 4150.

Faz, portanto, 22 anos que tenho a propriedade, tiro leite e criobezerros de corte para vender, cumpro função social. Toda minha  vida tive funcionários devidamenteregistrados.

Agora, a cerca de dois anos a área em torno de minha propriedade, por decretodo Lula  foi destinada à Reforma Agrária.Minha propriedade está invadida por integrantes do MST e da CUT desde 06/08/2009.Destruíram as cercas, armaram barracas.  Vaifazer 6 messes que estou impossibilitado de produzir e até ir a propriedade,pois me cercaram as 2 estradas de acesso. Vendi 100 cabeças de gado às pressase barato, deixei de criar pelo menos 60 bezerros em 06 meses, com um prejuízode R$42.000,00, fora o que estou gastando com advogados

A minha área está no meio do assentamento Aimorés sob coordenação doINCRA. O INCRA mandou invadir e não me considera proprietário, vizinho ou coisaparecida. quer me fazer passar por grileiro. Mesmo tendo escritura registrada,o INCRA quer que eu prove cadeia dominial até 1850.

Funcionário do INCRA por nome de Cinesio, disse que eu é que sou oinvasor. Outro funcionário do INCRA por nome de João Paulo mandou invadir.

Estou no coração do estado de São Paulo, estão querendo me arrancar apropriedade, uma vez que não podem desapropriar. Sou cadastrado no INCRA comopequena propriedade produtiva (CCIR).

Ao redor do sitio existem 354 lotes de assentados que não sabem o que éproduzir.  A miséria é visível Vivem àcusta de cestas básicas que o INCRA fornece. Estão cortando e roubando eucaliptosdo antigo arrendatário VCP -Votorantin Celulose e Papel, sob ordem ecoordenação dos técnicos do INCRA que supervisionam o local. 

Entrei em contato com a Votorantin, disseram-me que ainda não foramindenizados pela madeira, mas com certeza a União pagará caro futuramente. Issodeve ser motivo para uma CPI.

O assentamento Aimorés não tem licenciamento ambiental. A CPFL CompanhiaPaulista de Força e Luz, está também instalando energia sem licenciamentoambiental. Os assentados fazem fornos, carvão e  furam poços sem licença ambiental.

Como  e quando vão acabar essasarbitrariedades?

                                             *  *   *
O proprietário anexou à sua denúncia umrelatório de 4 páginas preparado por seus advogados contando a luta judicial emque está envolvido por causa dessas arbitrariedades que está sofrendo. É assimque o governo deste País trata aqueles que querem trabalhar honestamente. Nestecaso um pequeno proprietário rural sobre quem o INCRA jogou os jagunços  do MST, sem dó nem piedade. Esse relatórioestá à  disposição dos interessados.  


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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Chávez substitui nome com conotação católica por outro indígena


A queda d’água mais alta do mundo fica na Venezuela e leva o nobre nome de “Salto del Angel” [foto].

O nome deve-se ao descobridor, mas adquiriu uma conotação religiosa ligada a beleza simbólica natural da cachoeira.

Por esta razão, o presidente Chávez trocou o nome oficial da cachoeira pela palavra indígena Churun Merú, noticiou “El Tiempo” de Bogotá.

“Que ninguém fale mais ‘Salto Angel!’” exigiu irado o ditador.

Um assessor observou que esse era o nome de uma outra cachoeira e Chávez teve que adotar outro: 'Kerepakupai Merú'. “Isso é nosso. Isso é propriedade indígena, nossa, aborigem. Estou falando só a verdade!” completou o líder socialista.

Hoje, demagogia, socialismo, indigenismo e anti-cristianismo formam um todo só.

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Ex-líder das FARC denuncia cumplicidade da esquerda católica e ONGs


O ex-segundo chefe da Frente nº5 das FARC, Daniel Sierra Martinez, “Samir”, rendeu-se às autoridades colombianas em dezembro de 2008 e denunciou a cumplicidade de ONGs “pacifistas”, instituições eclesiásticas e mídia para sustentar a guerrilha. O depoimento foi noticiado pelo “Wall Street Jornal”.

Daniel Sierra Martinez (camisa cinza), Nelly Avila Moreno e Nicolas Montoya, ex-membros das FARC


Segundo “Samir” as FARC produziam cocaína explorando civis reduzidos à escravidão graças ao apoio de ONGs e “comunidades de paz” ligadas à esquerda católica.

Estas tinham papel fundamental bloqueando as iniciativas do exército quando este ameaçava os santuários da narcoguerrilha.

A cidade de San José de Apartado, no ‘território’ da Frente nº5, era “protegida” por uma “comunidade de paz” que agia segundo plano proposto pela diocese católica local. 

A falácia consistia em criar áreas onde os civis inteiramente desarmados conviveriam com paramilitares e guerrilhas.

A associação “Justicia y Paz” participava do plano junto com as ONGs Amnesty International e Brigadas de Paz Internacional.

Segundo “Samir” “Justicia y Paz” nada tinha de neutral e mantinha estreitas relações com os chefes guerrilheiros desde tempos remotos.

Dessa maneira a região era um porto seguro para os guerrilheiros atenderem seus feridos, estocar material e se reunir com outros terroristas.

A “comunidade de paz” auxiliava às FARC apresentando o governo como um violador dos direitos humanos.

O próprio “Samir” fornecia “testemunhas” que não eram senão membros das próprias FARC e que depunham segundo a conveniência dos guerrilheiros e de “Justicia y Paz”.

Edward Lancheros, membro do conselho da “comunidade de paz”, o Pe Javier Giraldo SJ (foto) e a prefeita de esquerda Gloria Cuartas (foto), insistiam em que a “paz” exigia a saída do Exército colombiano da área. 


A “comunidade de paz” tinha um papel fundamental para pôr a culpa de qualquer atrito no governo.

“Samir” criticou os negócios escuros do narcotráfico e a escravização de civis.

Por isso foi acusado de ser um infiltrado dos militares e teria sido condenado secretamente a morte, mas conseguiu fugir.

Entrementes, as ONGs do gênero “comunidades de paz” continuam seu trabalho de “quinta coluna” em favor da guerrilha marxista-leninista.

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