quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Até que em fim, Zelaya liberou nossa espezinhada embaixada!


Assumiu o novo presidente de Honduras Porfírio Lobo e o ex-candidato a ditador Manuel Zelaya, perdeu qualquer chance de retornar ao poder.
Zelaya deixa a Embaixada do Brasil em Honduras

Ele deixou a Embaixada do Brasil em Tegucigalpa rumo a República Dominicana. Fracassou nos vários intentos de impor uma ditadura acobertada pelos seus parceiros de Caracas, Planalto e Havana.Esqueceu até o chapéu fantasia, a julgar pelas fotos.

A lista de perdedores foi além de Zelaya, observou a Folha online.

O Brasil recuperou sua humilhada embaixada, e no balanço da “Folha” foi um dos grandes derrotados. O Itamaraty demonstrou uma surpreendente incapacidade de mediação, que contrariou a admirável reputação ganha com inteligência, habilidade e esforço desde os tempos do Brasil Império.

Ficou na equipe de Hugo Chávez, para a qual de nada valeu o desrespeito das boas normas da diplomacia e da linguagem prudente.

Nos tempos do achincalhe

Mais um recorde de inépcia foi batido pela mediação tendenciosa da OEA (Organização dos Estados Americanos) sob a direção do socialista chileno José Miguel Insulza. Em Washington já se cogita numa recauchutagem do organismo inter-americano agora em estado desastrado.

No lado dos ganhadores, a Folha colocou o presidente interino, Roberto Micheletti, que foi ponta do iceberg da heróica resistência da pequenina Honduras à arrogância das esquerdas internacionais.

Até os Estados Unidos figuram entre os vencedores, por conta de sua reviravolta abandonando as posições esquerdistas iniciais de Obama e adotando a linha proposta pelos conservadores americanos.


Zelaya partiu para a República Dominicana esperneando contra “a direita dos EUA e da América Latina que não permitiram meu retorno” segundo confidenciou ao diário “El Tiempo” de Bogotá.

Parabéns para Honduras!

Porém, as coisas analisadas não pelo prisma da mídia, e sim pelo prisma da realidade, o Brasil verdadeiro saiu beneficiado.

Pois se as injunções lulo-chavistas tivessem instalado o ditador Zelaya no palácio presidencial de Tegucigalpa, as esquerdas nacionais teriam tomado novo fôlego para causar mais estragos ao País. Por exemplo dando mais desinibida expansão à sua natureza invasiva e totalitária, aliás bem patenteada no PNDH-3.

Agora a elas fica a tarefa de secar as lágrimas do chavista hondurenho, se é que terão essa mínima amabilidade para com ele.

Parabéns para Honduras! Parabéns para o Brasil brasileiro, para o Brasil conservador!

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