segunda-feira, 25 de maio de 2009

Lulismo comemora simplificações do acordo ortográfico, mas portugueses rejeitam


A maioria dos portugueses está contra a reforma ortográfica, informou a BBC Brasil. Eles dizem que não vão utilizar as novas normas que depreciam a língua de Camões.

Sondagem realizada pela empresa Aximage, sob encomenda do jornal “Correio da Manhã”, mostrou que 57,3% a população lusitana é contra as novas regras e apenas 30,1% a favor.

A reação mais forte provém dos jovens de entre 18 e 29 anos, que representam a esperança do futuro da cultura portuguesa: 65% deles não quer mudar a forma de escrever. Os mais favoráveis estão na faixa acima de 60: só 49,2% têm posição contrária ao acordo. Eles pertencem a uma geração intoxicada pelo mito da “modernidade” hoje posto de lado.

Circulam na Internet três abaixo-assinados contra o amesquinhante acordo. O principal é liderado por figuras conhecidas e tinha coletado 101.784 assinaturas até o 12 de março. Um outro foi apoiado por 12.067 portugueses, e um terceiro recebeu 6.268 assinaturas.

Apenas três jornais lusitanos utilizam as novas normas. Mas só um tem circulação nacional, e ainda por cima é esportivo.


No Brasil, titulares anfibológicos em grandes jornais nacionais suscitam riso, causam confusão e diminuem o já exíguo número de leitores da mídia impressa.

Mas o lulismo rejubila com este rebaixamento da língua.

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segunda-feira, 11 de maio de 2009

Videojogos incitando a crimes hediondos circulam impunes em São Paulo

Vende-se em bancas de camelôs nas ruas de São Paulo, DVDs piratas com o videojogo Rapelay. Ele incita com simulações a praticar estupros, pedofilia e aborto, entre outros crimes.

Os jogadores, jovens ou adolescentes em geral, são estimulados a molestar mulheres no metrô, estuprá-las num trem ou na praça da cidade, obrigá-las a abortar, e outras perversidades que horrorizam o senso da humanidade e a moral católica.

Esse e outros jogos igualmente corruptores podem facilmente ser baixados pela Internet. O Rapelay foi ideado pela empresa japonesa Ilusion mas foi banido na maioria dos países. Pasma a paralisia das autoridades judiciárias e do MPF devidamente informadas desta iniciação da juventude em crimes hediondos.

Logo da empresa japonesa fabricante do jogo perversoO procurador da República Sérgio Suiama alega que é difícil abrir uma investigação criminal porque a legislação brasileira não tipifica o abuso sexual simulado de crianças, adolescentes e adultos.

Também aduz que a venda ocorre ilegalmente e que só agiria com certeza se os DVDs fossem vendidos em lojas regulares.

É um argumento análogo ao usado para deixar impune o MST: como esse movimento não existe legalmente, logo seus crimes ficam sem repressão ou pena.

Se se aguarda que o crime seja cometido em ambientes “legais” para reprimi-lo, seria preciso dizer que cessou a luta contra os malfeitores que agem na ilegalidade.

Isto é, o crime mais genúnino ficará livre.

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