quarta-feira, 18 de março de 2009

Grito de Alerta! Estão querendo acabar com o País e com a produção agrícola nacional.Apelo ao Congresso Nacional

Grito de Alerta!
Estão querendo acabar com o País e com a produção agrícola nacional.
Apelo ao Congresso Nacional

Neste 18 de março o Supremo Tribunal Federal vai julgar em definitivo a ação civil pública, impetrada pelo Governo do Estado de Roraima contra a demarcação continua das terras da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol. Independente do resultado, o problema se insere num panorama mais amplo, que se configura em autêntico engessamento da produção rural, coletivização das terras, e completa desordem fundiária.

Esse é o tamanho que o Brasil teria que ter (por enquanto) ...

...se tiver que cumprir todas as demandas adicionais por terras pelas leis ambientalistas e para atender às exigências de sem-terra, índios e quilombolas se outros movimentos minoritários. Teríamos que acrescentar ao território nacional um Uruguai + Bolívia, Peru, Colômbia e Argentina.

É proibido produzir - O Brasil engessado e coletivizado

Nos últimas 15 anos, um número significativo de áreas rurais foram destinadas à preservação e proteção ambiental e ao uso territorial exclusivo, sob regime coletivizado, de minorias como sem-terra, índios e quilombolas. Corresponde a 76% do território nacional. O resto, como cidades, indústrias, o agronegócio, tem que caber nos restantes 24%.

O Brasil está se tornando inviável.

É a conclusão a que chega um estarrecedor estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite, responsável pelos dados acima, apresentados bioma por bioma, estado por estado, demanda por demanda, preparado pelo competente professor Evaristo de Miranda e sua equipe.

Mais um dado também extremamente preocupante - o caso do cerrado

A PEC 150/95 que tramita há mais de 10 anos na Câmara tem como autor o deputado Pedro Wilson (PT – GO) – define o cerrado como patrimônio nacional. Ora o cerrado não é um bioma pequeno. Veja sua extensão. Vem aí mais uma série de restrições à atividade agropecuária..



Cerrado
Fonte: ONG WWF

E tem mais. Essa PEC inclui também a Caatinga como patrimônio nacional.



Caatinga
Fonte: ONG WWF


Grito de Alerta

Vamos nos dirigir a nossos Congressistas, fazendo um apelo para que se movam o quanto antes, por todos os meios possíveis pela conservação do Brasil antes que seja tarde demais!


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segunda-feira, 16 de março de 2009

Indigenismo, quilombolas e ecologismo ameaçam inviabilizar a agricultura, adverte cientista

Indios frente ao STF pedem anular titulos de propriedade de fazendeiros de Caramuru-Paraguaçu, Bahia, ©Wilson Dias-ABr
O diretor de Monitoramento por Satélite da Embrapa, Evaristo Miranda, apresentou ao presidente Lula o resultado de estudo encomendado pelo próprio governo.

Nele constata-se que o 71% do País está legalmente destinado a minorias (como índios e quilombolas), ou a outras prioridades ‒ aliás, muito distorcidas pelo ecologismo radical ‒, como proteção e preservação ambiental.

O resultado, segundo o relatório, é que “em termos legais, só 29% do País seria passível de ocupação agrícola”.

O documento esclarece que ditas “medidas de proteção” ‒ aliás, promovidas pelo próprio presidente petista ‒ colocam na ilegalidade grande parte da produção de arroz gaúcho, paulista e maranhense.

Dom Balduíno lider da CPT, Marcello Casale Jr-ABrTambém a de café em São Paulo, Minas, Bahia e Paraná. De gado, no Pantanal.

De maçã e vinho, no Sul.

De búfalos, em quase todo o Norte. Em situações semelhantes estão a soja, a cana-de-açúcar, a citricultura e o tabaco.

O cientista Evaristo Miranda adverte: “a agricultura será proibida.”

Mas o fanatismo socialista não se incomoda com a sorte do Brasil, nem com a voz de alerta da ciência. Quer sua utopia igualitária a qualquer preço.


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segunda-feira, 2 de março de 2009

Cólera devasta um Zimbábue miserabilizado pela Reforma Agrária

Vítimas da cólera no Zimbabue
Após uma reforma agrária plena, o Zimbábue é dizimado pela fome e sofre uma inflação anual de 231 milhões por cento (sic).

A miséria geral propiciou terrível epidemia de cólera. O governo socialista nega, mas a Organização Mundial da Saúde (OMS), em inícios de fevereiro contabilizou 3.295 mortos e 64.701 contaminados.

Para a OMS, perto da metade dos 12 milhões de zimbabuanos são vítimas potenciais do bacilo da cólera, por causa das condições de insalubridade de vida no país.

Zimbabuanos querem fugir do pais e entrar na Africa do SulMilhões de zimbabuanos fugiram à vizinha África do Sul, levando a doença. Ali, já foram registrados mais de 2.600 casos e 31 mortes. A população sul-africana agride os imigrantes acusando-os também de lhes tirar os empregos.

Cenas de inferno, ou de pesadelo socialista.

O ditador Mugabe pretextou a necessidade de reparar os males da persistência do pensamento racista, interpretado segundo o realejo do igualitarismo socialista. Iniciou, então, “discriminações positivas” em prol dos “negros” contra os brancos, manipulando “movimentos sociais” compostos de ex-guerrilheiros.

Os crimes cometidos contra os brancos foram inúmeros e forçaram sua saída do país.

Reforma Agraria no Zimbabue, fazendeiros presosMugabe iniciou uma reforma agrária com financiamento britânico. Os fazendeiros ficaram tranqüilizados. Mas foi um golpe. Quando se percebeu que estas fazendas acabavam quase sempre nas mãos dos amigos políticos do próprio Mugabe a verba britânica secou, segundo explicou Peter Fry, antropólogo e professor da UFRJ.

Os fazendeiros ludibriados foram expulsos pela violência pelos “sem terra” locais. “A expulsão dos agricultores brancos foi um tiro racista no pé”, acrescentou Fry. Faltaram alimentos e insumos para a indústria. A inflação disparou.

Casa do ditador do Zimbabue Robert MugabeEnquanto isso, Mugabe, como bom ditador socialista, vive em luxos nababescos.

A “carta racial” foi o pretexto. O socialismo foi seu pensamento e seu objetivo. O drama atual é uma das conseqüências.

O apagamento da civilização e o retorno à barbárie estão ai. E não vai faltar ecologista extremado e missionário indigenista para comemorar.

No Zimbabue só Mugabe e seus amigos comemoram. Para sua festa de aniversário encomendou 2.000 garrafas de champagne, 8.000 lagostas, 100 quilos de camarão, 4.000 porções de caviar, 3.000 patos, 16.000 ovos, 3.000 doces de chocolate e baunilha e 8.000 caixas de bombons, segundo informou o diário “El País” de Madrid.

À festa foi convidada a nomenklatura socialista. Como nos tempos de Stalin, ou como na Rússia de Putin, ou tantas outras ditaduras marxistas ou socialistas.

Casa do ditador do Zimbabue Robert MugabePara um diplomático ocidental, referido pelo diário “The Times” de Londres, a festa é simplesmente “obscena”, na hora que o país afunda na ruína econômica, o sistema sanitário está em colapso e o desespero popular aumenta com a cólera, a malária e a AIDS.

O banco central eliminou 12 zeros da moeda, pois as máquinas de calcular não conseguiam funcionar: o dólar americano valia 250 trilhões (sic) de dólares zimbabuanos. 94% da população está desempregada.

Só falta a Datafolha ou o Ibope zimbabuanos nos informar que Mugabe tem 84% de popularidade, ou até mais...

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