segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Comícios sob violências de milícias para impor a ditadura ilimitada de Chávez

Imagem de Nossa Senhora na Plaza Altamira, decapitada, Caracas
Cada vez mais antipatizado pelo país, o presidente-ditador da Venezuela recorreu a milícias armadas para atemorizar os opositores. Mas, esconde a mão astutamente, fingindo brigar com os bandos de desordeiros que alimenta e que trabalham pela a República soviética bolivariana.

Assim, nem a polícia nem a Guarda Nacional podem entrar no feudo da milícia “La Piedrita”, em Caracas, a poucas centenas de metros do palácio do governo. “Como disse nosso comandante Hugo Chávez, estamos armados e dispostos a defender esta revolução por via das armas”, explica Valentín Santana, líder do grupo.

Outros grupos de milicianos chavistas operam engajados com o governo: a Coordenadoria Simón Bolívar, o grupo Carapaica, o Montaraz, os Tupamaros, Alexis Vive e o partido Unidade Popular Venezuelana.

Santana se gaba de ter lançado as bombas de gás lacrimogêneo que atingiram a sede do Vaticano em Caracas e a casa do diretor da televisão privada RCTV. Para, “La Piedrita” esses são “alvos militares”. Obviamente, da guerra de classe marxista disfarçada de chavismo.

— Eles estão conspirando de maneira aberta contra a revolução bolivariana — tentou justificar.

Carteiras de eleitor identicas com muitos nomes diversos, plebiscito 2009Hugo Chávez chega a chamá-los “terroristas”, mas fica no puro jogo verbal. Com freqüência os saúda como se fossem “grupos sociais” que trabalham pela eleição indefinida dele.

Santana é claro: “Quando falo de matar alguém, falo do inimigo (leia-se a burguesia “branca” de classe-média). Eles nos obrigam a agir assim”. Ele é um instrumento pago.

Chávez é ambíguo, mas é o grande beneficiado.

Nesse ambiente de violência e intimidação, qual é a autenticidade democrática dos comícios que o ditador-bolivariano realiza?

Entrementes, o presidente Lula telefonou o ditador caribenho para se congratularem pela vitória da "re-eleição ilimitada" no último referendo.

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Indigenistas, ambientalismo e quilombolas impedem Brasil aproveitar melhor base de foguetes do mundo


O Brasil tem em Alcântara (MA), um dos melhores locais ‒ se não o melhor do mundo ‒ para lançamento de foguetes.

O Programa Espacial nacional precisa construir uma nova base para esse efeito. Mas, artifícios de cunho indigenista ou quilombola apoiados pelo governo petista parecem mandados fazer para sabotar esse grande progresso.

Por um lado, para constuir a nova base, a Funai exige um estudo de impacto ambiental e um levantamento socioeconômico. Por outro, grupos teleguiados de “quilombolas” impedem que esse seja realizado.

É uma dança que parece combina para o Brasil sair perdendo. Seguindo o velho esquema de militantes de ONGs como a CPT, o MST, ou o CIMI para revolucionar o País ‒ os famigerados “movimentos sociais” ‒, um Movimento dos Atingidos pela Base de Alcântara impede qualquer arranjo.

O líder do grupelho, entretanto, foi ao Fórum Social Mundial de Belém a vitoriar a Hugo Chávez, Lula y hermanos. Os quilombolas querem plantar mandioca, milho e feijão no terreno ideal para foguetes.

Como se nos 329.555 km2 de superfície do Maranhão não houvesse terra suficiente para esses plantios.

Parece brincadeira, mas não é. Se não se considera o intuito ideológico que anima essa confusão para inviabilizar o País, não se entende nada.

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Após 50 anos de castrismo, cubanos gemem na miséria e querem fugir


O 50º aniversário da revolução castrista exibiu uma Cuba desfeita, esfomeada, doente, miserável e escravizada.

Para comemorar o triste aniversário, a Argentina doou carne à miserável ilha. Essa carne foi moída na hora e distribuída nos açougues do Estado, únicos locais onde a população pode receber os racionamentos oficiais.

Neles havia pelo menos duas décadas que não se via carne de boi e ninguém sabia quando haveria de novo, explicou um açougueiro de Havana.

60% dos açougues não têm freezer ou não funciona. Um açougueiro consertou o do local em que trabalha: um aparelho americano com mais de 50 anos de uso que só pode ser ligado poucas horas diárias.

Diante do consulado espanhol milhares de cubanos faziam fila para tentar obter a cidadania espanhola e fugir do país.

Raúl Castro anunciou mais sacrifícios à população. Enquanto Fidel anda desaparecido após que sua saúde fora ainda mais abalada pela "maravilhosa" medicina cubana.

Esse é o rosto do país que a Teologia da Libertação e o petismo admiram como Meca e apontam como ideal para o Brasil e a América Latina!



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