segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Estados esquerdistas americanos limitam mais as liberdades individuais


Estudo publicado pelo Mercatus Center da Universidade George Mason os Estados americanos mais esquerdistas (“liberals”, etiqueta que inclui social-democratas e socialistas moderados) são os piores em matéria de liberdades individuais e econômicas.

Por sua vez os Estados mais conservadores enchem os primeiros dez lugares em matéria de liberdades.

A lista foi elaborada medindo o nível das liberdades pessoais e econômicas, o custo para o cidadão da administração pública, as normas educacionais, o grau de liberdade religiosa, e o nível de interferência do governo na vida quotidiana.

No ponto mais baixo está o Estado de New York e poucos nova-iorquinos ficam surpresos com a classificação. New York cobra os mais altos impostos do país, especialmente sobre a propriedade e a renda. O custo dos serviços sociais está bem acima da media nacional.

Também a quantidade de empregados públicos supera o nível nacional. A dívida pública estadual só é superada pelo Estado de Massachusetts em termos percentuais. As leis de desarmamento são extremamente restritivas, mas a maconha está facilitada.

Os motoristas são pesadamente controlados, mas a jogatina dos mais variados tipos é permitida. As restrições ao homeschooling são esmagadoras. Os controles governamentais sobre os planos de saúde batem recordes danosos, junto com os do Estado de Vermont.

O Estado limita a possibilidade de os cidadãos se organizarem para entrar na política, mas não controla os sindicatos.

Esses Estados esquerdistas fornecem a principal base de apoio para o presidente Obama.

Eles sinalizam quais tendências o presidente Obama favorece na América Latina.

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