segunda-feira, 16 de março de 2009

Indigenismo, quilombolas e ecologismo ameaçam inviabilizar a agricultura, adverte cientista

Indios frente ao STF pedem anular titulos de propriedade de fazendeiros de Caramuru-Paraguaçu, Bahia, ©Wilson Dias-ABr
O diretor de Monitoramento por Satélite da Embrapa, Evaristo Miranda, apresentou ao presidente Lula o resultado de estudo encomendado pelo próprio governo.

Nele constata-se que o 71% do País está legalmente destinado a minorias (como índios e quilombolas), ou a outras prioridades ‒ aliás, muito distorcidas pelo ecologismo radical ‒, como proteção e preservação ambiental.

O resultado, segundo o relatório, é que “em termos legais, só 29% do País seria passível de ocupação agrícola”.

O documento esclarece que ditas “medidas de proteção” ‒ aliás, promovidas pelo próprio presidente petista ‒ colocam na ilegalidade grande parte da produção de arroz gaúcho, paulista e maranhense.

Dom Balduíno lider da CPT, Marcello Casale Jr-ABrTambém a de café em São Paulo, Minas, Bahia e Paraná. De gado, no Pantanal.

De maçã e vinho, no Sul.

De búfalos, em quase todo o Norte. Em situações semelhantes estão a soja, a cana-de-açúcar, a citricultura e o tabaco.

O cientista Evaristo Miranda adverte: “a agricultura será proibida.”

Mas o fanatismo socialista não se incomoda com a sorte do Brasil, nem com a voz de alerta da ciência. Quer sua utopia igualitária a qualquer preço.


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