segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Desafeição popular abala esquerdas no mundo todo

A esquerda está em crise na Europa toda, deplorou “Le Monde” de Paris. Dos 27 países da União Européia, 19 estão com a direita, e os governos de esquerda estão em maus lençóis.

O Partido Democrata Italiano (ex-comunista) desapareceu do Parlamento. A extrema-direita agigantou-se nas legislativas de setembro na Áustria.

O Partido Socialista Francês perdeu três presidenciais em série e é devorado por inculpações internas.

Dom Thomas Balduino, Encontro Nacional dos Povos do Campo, Marcello Casal Jr-ABr, 2006-07-23No Brasil, o professor de filosofia Paulo Arantes, porta voz de um marxismo que cheira a formol, afirmou na USP (Universidade de São Paulo) que a esquerda brasileira está fazendo “uma confissão tácita de que não temos futuro”.

Arantes defendeu como “única opção disponível” a dos “direitos humanos”.

Para isso pode contar, é claro, com a mídia, a CNBB e seus braços como o CIMI, a CPT, o MST, etc. (foto)

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terça-feira, 14 de outubro de 2008

Crise financeira: secretos anseios dos populistas latinoamericanos

Cienfuegos, loja oficial
Faltam desesperadamente alimentos em Cuba. E os mais básicos. A “tábua da salvação” é o mercado negro! Obviamente para quem tem dinheiro válido...

O governo ‒ que conserva todos as características tirânicas do tempo de Fidel Castro ‒ arranjou um “bode expiatório”: o furacão Ike.

É verdade que o furacão fez muito estrago, mas é verdade também que a ilha está favelizada até o último ponto.

Cayo Largo, Cárdenas, antes do IkeEla já estava em ruínas antes da catástrofe e o que fica em pé não tem muito como resistir.

E que, com a reforma agrária, já antes do tufão não tinha com o que produzir para matar a fome.

Dá pena citar o seguinte relato de uma cubana sobre um aspecto de sua miserável vida num cortiço oficial.

E não é o pior que há em Cuba, por certo. Pois tem até elevador. Porém um elevador que funciona à la comunista.

A alegria dela é que um novo elevador russo ‒ o anterior era soviético, esperemos que haja diferença ‒ chegou para o prédio.

O sonhado elevadorEis o que ela conta:

“Mais de vinte anos remedando o elevador soviético e fazendo esporte pelas escadas vão terminar.

“Dois elevadores russos acabam de chegar a meu prédio para substituir a obsoleta tecnologia socialista. Tivemos que aguardar que o vetusto artefato atingira seu atual estado de “perigo de vida”.

“Estou feliz porque Reinaldo no terá que empregar tanto tempo consertando o pré-histórico elevador da Armênia.

“Há vinte anos foi expulso de sua profissão, por isso, os habitantes de 144 departamentos usufruímos de um ex-jornalista que virou mecânico e que, morando no 14º andar teve muito interesse em consertar o elevador.

Habana abril 2008“Só com o engajamento dos condôminos que foi possível estender a vida útil de algo que há muitos anos devia ter sido substituído.

“Estes jeitinhos são apresentados como “sucessos do sistema”, quando deveriam se registrar como desesperado esperneio pela supervivência.

“Passamos uma década canibalizando um dos elevadores. A montagem do novo demorará quatro meses. Durante esse tempo deixarei muitas calorias nos 232 degraus que me separam da rua.

“Já subi os 14 andares carregando nas costas minha bicicleta, meu colchão, e inúmeras vezes, meu filho nos braços.

“Seguirei fazendo-o, porém com o estímulo de termos em breve elevadores que não são soviéticos, como aqueles de tão má qualidade, mas – eis a grande diferencia ‒ apenas “russos”.”

Azar do socialismo? Ideologia? Utopia?

HabanaPara além da piada política ou das bolastrocas verbais que divertem companheiros e oposicionistas, o então candidato petista Lula reproduziu fielmente o pensamento da esquerda católica, fazendo rasgado elogio da miséria cubana no Encerramento do Encontro sobre Teologia da Libertação (24/1/89, igreja de São Domingos, São Paulo):

“No nosso continente há um único país, de 110 mil quilômetros quadrados e onze milhões de pessoas, que não tem criança passando fome, que não tem desemprego, que não tem mendigo jogado na calçada, que não tem velho pedindo esmola. É verdade que não tem pessoas com duas televisões a cores, é verdade que não tem dois carros na garagem, é verdade que não pode ter espremedor de laranja, liquidificador, não pode ter geladeira, um fogão, não pode!”
De lá para cá, quanto o presidente Lula teve que mudar a imagem para se equilibrar na presidência! Mas os companheiros de estrada da esquerda católica estão ai.

Cuba, transporte públicoA utopia miserabilista segue intoxicando. Ela ficou como um ideal a realizar, percorrendo inclusive às vias mais tortuosas, assim que for possível. Ela está viva na esquerda católica.

Compreende-se que esfreguem as mãos e torçam intensamente vendo a crise que abala as grandes economias privadas do mundo!

Quem sabe, nessa crise encontrem pretexto para empurrar o Brasil para a utopia miserabilista cubana.

Que Nossa Senhora Aparecida proteja o País, mas nós estejamos atentos como patriotas brasileiros!

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domingo, 5 de outubro de 2008

Quatro Mapas impressionantes

Do site Paz no Campo

Quatro Mapas impressionantes

Quatro mapas mostram a dimensão da Revolução comuno-indigenista que toma conta do Brasil, especialmente em nossas fronteiras. Publicados separadamente não dão a dimensão para onde nos conduz a ação do CIMI (Conselho Missionário Indigenista), da CNBB, do Conselho Mundial das Igrejas, de diversos governos estrangeiros e milhares de ONGs internacionais e nacionais. É obra sobretudo dos governos FHC e Lula da Silva. Já toma conta de 13% do território nacional.Os mapas são reprodução e portanto não apresentam perfeita nitidez. Desculpamo-nos por esse aspecto junto a nossos leitores.

Mapa 1 - áreas indígenas no chamado Arco Norte, que envolve a Amazônia, várias delas junto a nossas fronteiras. Do outro lado vivem índios da mesma etnia, que certamente se unirão na demanda de formação de uma única “nação”.

Mapa 2 – Mato Grosso do Sul – área que se quer atribuir aos Guaranis-Kaiowás, engolindo 28 municípios nas áreas mais ricas e desenvolvidas do Estado. Observe-se a dimensão da área que vai ser demarcada, se essa loucura vingar.

Mapa 3 – A distribuição dos povos indígenas pelo Brasil. A vigorar a tendência de amplas áreas para poucos índios, o que restará do País?
Mapa de 1999

Mapa 4 –Depois das “Nações” Ianomâmi, Raposa-Serra do Sol e Guarani,
está sendo concebida uma nova nação – a Cué-Cué Marabitanas – pelo CIMI, pela FUNAI, governos, sociólogos e antropólogos de diversas partes do mundo.

No livro Outros 500Construindo uma nova história, publicado pelo CIMI (Editora Salesiana, São Paulo 2001) por ocasião das comemorações dos 500 anos da descoberta do Brasil, lê-se: “Os povos indígenas, os sem-terra, os sem-teto, os desempregados, os meninos e meninas de rua, os trabalhadores escravos, os aposentados desrespeitados em sua dignidade, toda a população marginalizada tem uma bandeira única para os Outros 500, que é a transformação desse sistema que nos oprime.

Nossos direitos e ideais fazem parte dos projetos de uma sociedade melhor para todos. Nós povos indígenas passaremos mais 500 anos, se preciso for, dizendo a todos os excluídos essa verdade, e quando todos nos estivermos unidos em torno dessa causa, os governantes não serão mais ninguém, apenas uma névoa que um dia manchou a história desta terra e o horizonte desta gente (grifo nosso). Nós oprimidos vamos corrigir essa história e construir um mundo melhor para os nossos filhos e também para os filhos de quem nos tem oprimido, uma sociedade justa para todos.

É uma nova face do comunismo e do anarquismo. O que está em jogo é a civilização brasileira: ou ela prossegue seu caminho trilhando os rumos benditos da Civilização Cristã, ou será entregue à barbárie a que os religiosos do CIMI querem reduzir os povos indígenas.

Será a vingança por Portugal ter descoberto do Brasil, trazendo para nós a civilização européia cristã. Essa é a longo prazo a perspectiva indigenista para nosso País.

Todas essas terras não são entregues aos índios. Como direito de propriedade. pertencem à União que concede aos índios somente a posse. Essa posse que o Governo vê como mansa, e coletivizada, estará logo posta em questão, se for aprovada pelo Congresso Nacional, o que não é difícil, a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, que o Brasil aprovou na ONU. Depois de liderar durante anos o grupo de países contrários a essa Declaração, o Brasil trocou de lado e votou a favor. A Declaração concede aos povos indígenas autonomia política e administrativa, impedindo que não-índios e até mesmo as Forças Armadas possam entrar em seu território sem consentimento dos silvícolas.

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