quarta-feira, 27 de agosto de 2008

"Paz no Campo" faz apelo Supremo Tribunal Federal sobre a Revolução indigenista

Dia 27 de agosto o Supremo Tribunal Federal vai julgar a ação civil pública, impetrada pelo Governo do Estado de Roraima contra a demarcação continua das terras da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol. Da maneira como está sendo conduzida essa demarcação e a “desintrusão” dos não índios tem sido arbitrária, ilegal e inconstitucional.

Se você já está devidamente informado sobre o assunto, CLIQUE AQUI para assinar o Apelo
(http://www.fundadores.org.br/stf.asp)

Não é mais possível aceitar:

● a espetaculosa ação da Policia Federal, com seus agentes invadindo fazendas sem mandato judicial e declarando agir por ordem do Presidente da República. Já estamos num regime totalitário?;

● a prometida concentração de militantes do PT na porta do STF, com a expressa intenção de pressionar;

● o acampamento em Brasília que farão índios, dirigidos pelo CIMI (Conselho Indigenista Missionário), entidade ligada à CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), apoiados pelos movimentos políticos dito sociais como sem-terras do MST e congêneres, sem teto, quilombolas e outros , entre os dias 24 e 27 de agosto próximos, declaradamente para pressionar o STF;

● a truculenta ameaça dos índios de resistirem ao julgamento do Supremo Tribunal Federal, se a decisão lhes for desfavorável, feita pelo Cacique Edson Alves Macuxi: “Se o Supremo decidir contra os índios, vamos reunir cinco mil guerreiros e fazer a desocupação de nossa terra na marra”.

● a presença, como pressão, de ativistas dos Direitos Humanos da ONU, monitorando a esperada decisão do Supremo e suas conseqüências e preparando relatório a ser apreciado pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU em dezembro próximo;

● na previsão de uma decisão desfavorável, a pressa com que a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) editou seis Portarias que têm por objeto demarcar terras pretensamente indígenas no Mato Grosso do Sul, abrangendo 26 Municípios em uma área próxima a 12 milhões de hectares, fazendo pairar sobre a região sul do Estado, criando enorme insegurança jurídica nessas áreas que fazem fronteira com o Paraguai;

● a insidiosa proposta do Ministro chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi, aos assustados produtores de “diálogo, diálogo, diálogo e mais diálogo” quando se sabe que órgãos do governo são mestre no uso da dialética para iludir seus opositores e conduzir por etapas seu planos de coletivização do País. Desobedecem ordens judiciais e agem por vias administrativas, recorrendo a decretos, portarias e outras medidas, à revelia da Constituição, do Poder Judiciário e do Legislativo. Tanto quanto possível no maior silêncio para não despertar reações contrárias;

A grave ameaça da “Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas” da ONU

O Brasil já assinou a “Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas”, da ONU, dependendo apenas de sua aprovação pelo Congresso Nacional. Ela concede aos povos indígenas autonomia política e administrativa, impedindo que não-índios e até mesmo as Forças Armadas possam entrar em seu território. Uma distração de nossos legisladores pode levar qualquer resistência a ser infrutífera.

Quais são os privilégios constitucionais dos indígenas?

O Supremo já decidiu em última instância e por unanimidade que: “As regras definidoras dos domínios dos incisos I e XI (as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios) do artigo 20 da Constituição Federal não albergam terras que em passado remoto, foram ocupadas por indígenas”. (Acórdão RE Nº 219.983-3 DE 9-12-98)

A questão portando já está resolvida. Apesar disso, a FUNAI, órgão do Ministério da Justiça, cada vez que deseja estabelecer mais uma reserva ou apoderar-se de grandes propriedades, encarrega um de seus antropólogos de fazer “um estudo”, que ela intitula de “científico”. Desde o início se sabe que o estudo dirá que toda terra era dos índios, que estes foram expulsos e que se deve devolvê-la o quanto antes. A terra é então demarcada e os índios manipulados pelo CIMI, logo invadem, sem saber que estão condenados, por esses religiosos a viverem na barbárie e sem conhecer os rumos benditos da Civilização Cristã que nossos antepassados nos legaram.

Vamos fazer um apelo

Vamos apelar aos Ministros do Supremo para que não deixem essa subversão continuar. Submetidas ao mesmo processo de formação, ontem foi a da “Nação Yanomani, hoje, da Raposa Serra do Sol, amanhã, da “Nação Guarani”, no Mato Grosso do Sul, depois, do Oeste Catarinense, num processo sem fim.

Se deseja mais informações, clique no link abaixo:
http://www.fundadores.org.br/paznocampo/acao/210808/

Clique no link abaixo para assinar seu apelo
http://www.fundadores.org.br/stf.asp

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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

União do campo e da cidade derruba reforma agrária na Argentina

Manifestação contra confisco socialist, Rosario, Acontecendo na América Latina
A velocidade da derrocada psicológica do regime populista do “casal presidencial” argentino Kirchner torna velha qualquer informação.

A ambigüidade do peronismo ‒ que acoberta tendências nacionalistas junto com outras de esquerda e até extrema-esquerda ‒ voou pelos ares quando a presidente Cristina Kirchner decretou um conjunto de impostos sobre a agricultura que podiam chegar até o 95% da produção da soja, além dos demais tributos e obrigações. Sob o rótulo de “retenciones” jamais devolvidas, o governo procedia a um confisco quase total da produção.

O conjunto de medidas caracterizou uma verdadeira reforma agrária. De fato, a imprensa espanhola muito atenta a quanto se passa no país vizinho, não hesitou em aplicar o termo. Na Argentina, o termo era esquivado, pois tem uma conotação claramente pró-comunista.

Pelo campo, Rosario, Acontecendo na América LatinaNo Brasil, a imprensa abafou esta essência ideológica do caso argentino se limitando a considerações economicistas que fugiam do cerne do problema.

Era, porém, uma reforma agrária diferente da brasileira. Esta ataca mais diretamente à titularidade da propriedade seguindo um esquema de procedimentos acompanhados de invasões análogas à reforma agrária soviética.

A reforma agrária argentina começava por via tributária. Ela, de início, transformava os proprietários em uma espécie de servos da gleba nas mãos do governo. O confisco da produção provocava uma imediata queda da produtividade.

Uma vez esta queda constatada, numa segunda fase, o governo poderia aduzir falta de capacidade dos proprietários para produzir solidariamente e acabaria lhes tirando a propriedade. Assemelhava-se mais à reforma agrária de Mao-tse-tung, na China.

Panelaço frente à Casa Rosada, palácio presidencial, Buenos AiresA população das cidades identificou-se logo com a causa dos ruralistas. Contínuas manifestações espontâneas com panelazos, bocinazos e protestos diversos paralisaram incontáveis pontos de Buenos Aires, Córdoba e Rosário, as maiores cidades. Houve protestos análogos em quase todo o país.

A indignação nacional se fez sentir diretamente sobre deputados, senadores, prefeitos e governadores.

Ovos para casa de deputado kirchnerista, Tucumán, Acontecendo na América LatinaPopulares concentravam-se diante das residências dos mesmos e de seus parentes pedindo pelo bem do campo. Políticos e sindicalistas eram vaiados em bares e restaurantes, inclusive os mais caros que costumam freqüentar.

Na populosa província (Estado) de Tucumán, por exemplo, bares do centro da cidade afixaram a lista dos deputados federais qualificando-os de “pessoas não-gratas” no local.

O prefeito enviou então uma inspeção de saúde que, obviamente, fechou os locais. Porém, os clientes recusaram-se a sair. No fim, os agentes municipais, transformados em instrumentos de repressão, se afastaram envergonhados.

Ato governista contra os proprietarios agricolas. Buenos AiresA tentativa populista de atropelar a opinião pública platina teve um fim quando o governo convocou um manifestação para se contrapor simultanea-mente a uma manifestação em apoio do campo.

Na manifestação governista a presença era largamente paga com fundos governamentais. Entretanto, nela predominou o desânimo e a frustração.

Além dos agitadores piqueteiros peronistas, socialistas, guevaristas e marxistas, compareceram algumas famílias recrutadas à força ou seduzidas pelo dinheiro pago pelos sindicatos.

Foi notável a proporção de intelectuais, jornalistas, funcionários públicos e políticos profissionais. Porém, a soma total foi pífia.

Vendo a escassez do público arrebanhado, Nestor Kirchner ‒ agora presidente do Partido peronista, e principal orador do ato ‒ apressou o fim do mesmo, pronunciou um discurso prepotente e ameaçador, e ... desmaiou. A dispersão deu-se na decepção.

Multidão pelo campo, Buenos AiresEnquanto isso, as correntes de opinião argentina opostas ao socialismo populista do governo e à sua reforma agrária, reuniram um verdadeiro oceano de manifestantes nos enormes espaços dos jardins de Palermo, um dos bairros mais elegantes da capital.

A mídia brasileira exagerou desmedidamente a presença de populares no ato governista, atribuindo-lhe 90.000 participantes.

As equipes gráficas dos grandes jornais brasileiros fizeram prodígios técnicos para recortar as fotos que patenteavam imensas clareiras no ato das esquerdas governistas.

Os mesmos jornais reconheceram que a presença no ato pelo campo e o agronegócio compareceram “pelo menos 220.000” cifra comicamente baixa se considerada a multidão infindável pela propriedade agrícola ali reunida.

Manifestação em defesa da propriedade agrícola, Buenos AiresPouco depois, o Senado deu golpe de morte ao decreto socialista e confiscatório que o governo tentara transformar em lei. Na residência presidencial chegou-se a excogitar seriamente numa renúncia da presidente com a intenção de forjar um sobressalto nas esquerdas e reunir populares que pedissem para ficar. Mas logo ficou evidente que o “povo” não iria em quantidades apresentáveis. A solidão do governo atingiu então ponto dramático.

No início do ano, as pesquisas ‒ se é que alguém na Argentina ainda a-credita nas pesquisas ‒ davam a Cristina Kirchner quase 60% de popularidade. Cifra para competir com o presidente Lula. As mais recentes apontam menos de 20%, até 15%, sempre benevolentes em relação ao governo que é seu maior cliente.

Padroeira da Argentina no ato de Rosario. Acontecendo na America Latina“Desastre”, “catástrofe”, “fim de uma era”: a mídia argentina e internacional não poupou carregados qualificativos para definir a magnitude do revés esquerdista no país vizinho.

Desde então, o governo populista de Cristina Kirchner bate em retirada, demitindo ministros, silenciando projetos de impostos e medidas antipopulares. Retrocedendo o mínimo possível e procurando engabelar as forças sadias do país.

Nisto manifesta estar muito mal à vontade face à Argentina conservadora que se revelou vigorosamente nesta tentativa de reforma agrária.


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domingo, 3 de agosto de 2008

Clip com toda a verdade sobre a Roraima Raposa/Serra do Sol

O seguinte clip editado em Roraima por testemunhas mostra até que ponto a soberania nacional e a propriedade privada correm gravíssimo risco na nossa Pátria. As cenas dispensam comentários.



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Crescem as ameaças na fronteira Norte do Brasil

Na Casa Branca, o presidente Bush advertiu que a Venezuela é um vizinho “hostil” à Colômbia, “antiamericano”, que forjou uma aliança com Cuba, que colaborou com “líderes terroristas” das Farc, e proporcionou um santuário às próprias Farc.

No Brasil, o “czar” da segurança nacional dos EUA, Michael Chertoff, censurou os governos sul-americanos que opoiam as Farc. Segundo Chertoff há países sul-americanos ‒ obviamente deve se entender em primeiro lugar os que fazem fronteira com a Colômbia, como o Brasil ‒ que podem vir a albergar bases do grupo guerrilheiro nos seus territórios.

Por sua vez, o presidente Chávez fez confusas declarações em Moscou, logo desmentidas, no sentido que abriria o território venezuelano para uma base russa.

Em Washington, o general Norton Schwartz, já designado chefe do Estado-Maior da Força Aérea, afirmou que a Rússia “cruzaria a linha vermelha” se seus bombardeiros nucleares aterrissassem em Cuba. A notícia trouxe à lembrança a Crise dos Mísseis de 1962 que levou o mundo à beira da guerra mundial.

A continuação, a revista Cambio, a maior da Colômbia, publicou sensacionais revelações do computador do líder farquista Reyes, com emails que comprometem altas figuras do governo petista. O governo petista pretende que essas informações sejam "irrelevantes".

Neste cenário, quaisquer sejam os desdobramentos, garantir as fronteiras brasileiras é uma exigência do patriotismo. Para os católicos é um dever de consciência grave.

Mas, o que está sendo feito? Precisamente o contrário, por obra do CIMI-CIR, longa mão da CNBB e do PT, o partido engendrado pela esquerda católica.

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