domingo, 14 de setembro de 2008

Chávez cutuca EUA com apoio russo e atrai “nova guerra fria” para a América do Sul

Oficiais sovieticos junto a Blackjack
Na escalada de provocações chavistas aos EUA, dois bombardeiros russos Tupolev Tu-160, Blackjack, concebidos para portar bombas atômicas pousaram no aeroporto militar venezuelano de Libertador.

O objetivo oficial é vôos "de treinamento" no Caribe, segundo o ministério russo de Defesa. O presidente-ditador Hugo Chávez acrescentou a respeito fanfarronadas anti-EUA.

O Tupolev Tu-160 é um bombardeiro supersônico já vetusto pois foi criado nos anos 80 pela União Soviética. Nunca foi testado em combate. Chávez, tal vez para tranqüilizar seus seguidores, disse estar disposto a tripular um deles. Não há notícias de que o tenha feito.

Em princípio os bombardeiros não levaram engenhos nucleares. Eles fizeram um vôo de treino, não sendo acompanhados por jatos venezuelanos. Devem voltar à Rússia na segunda-feira 15 de setembro.

Classe Kirov inclui cruzador nuclear Pedro o GrandeChávez também anunciou manobras navais conjuntas no Caribe com a armada russa. Para esses efeitos, zarpou para a Venezuela, segundo “El Universal”, maior jornal de Caracas, o cruzador nuclear “Pedro o Grande” da classe Kirov.

O Pentágono ironizou o fato, pois mostraria que a sucateada marinha russa está em condições de fazer a viagem.

Segundo informou o “El Universal”, o “Yuri Andropov”, agora rebatizado “Pedro o Grande”, pertence à Frota do Norte e já sofreu sucessivos sérios problemas resultantes de defeitos de construção. Na viagem inaugural um acidente matou quatro marinheiros.

Em 2004, o chefe da Marinha Russa, Vladimir Kuroyédov, chegou a anunciar que o navio explodiria “a qualquer momento”. Ele participou no famoso exercício em que o submarino Kursk-141 afundou sem que se pudesse salvar tripulante algum.

Tupolev Tu 160Porém, não se cutuca onça com vara curta e não se brinca com fogo. É o que Chávez está fazendo conscientemente com relação aos EUA.

E a Rússia, haja vista a invasão da Geórgia, quer recuperar a área de influência da antiga URSS, inclusive em Cuba e no Caribe.

Dessa maneira, parece disposta a estender ao continente sul-americano a já batizada “nova guerra fria”.

O incêndio pode atingir as fronteiras do Brasil, se não o País e o continente, postas as simpatias petistas e kirchneristas com o ditador bolivariano.

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