domingo, 3 de agosto de 2008

Crescem as ameaças na fronteira Norte do Brasil

Na Casa Branca, o presidente Bush advertiu que a Venezuela é um vizinho “hostil” à Colômbia, “antiamericano”, que forjou uma aliança com Cuba, que colaborou com “líderes terroristas” das Farc, e proporcionou um santuário às próprias Farc.

No Brasil, o “czar” da segurança nacional dos EUA, Michael Chertoff, censurou os governos sul-americanos que opoiam as Farc. Segundo Chertoff há países sul-americanos ‒ obviamente deve se entender em primeiro lugar os que fazem fronteira com a Colômbia, como o Brasil ‒ que podem vir a albergar bases do grupo guerrilheiro nos seus territórios.

Por sua vez, o presidente Chávez fez confusas declarações em Moscou, logo desmentidas, no sentido que abriria o território venezuelano para uma base russa.

Em Washington, o general Norton Schwartz, já designado chefe do Estado-Maior da Força Aérea, afirmou que a Rússia “cruzaria a linha vermelha” se seus bombardeiros nucleares aterrissassem em Cuba. A notícia trouxe à lembrança a Crise dos Mísseis de 1962 que levou o mundo à beira da guerra mundial.

A continuação, a revista Cambio, a maior da Colômbia, publicou sensacionais revelações do computador do líder farquista Reyes, com emails que comprometem altas figuras do governo petista. O governo petista pretende que essas informações sejam "irrelevantes".

Neste cenário, quaisquer sejam os desdobramentos, garantir as fronteiras brasileiras é uma exigência do patriotismo. Para os católicos é um dever de consciência grave.

Mas, o que está sendo feito? Precisamente o contrário, por obra do CIMI-CIR, longa mão da CNBB e do PT, o partido engendrado pela esquerda católica.

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