segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Rússia tenta envolver o Brasil e América do Sul numa frente anti-EUA


A aproximação em matéria nuclear civil entre o Brasil do presidente Lula e a Rússia do onipotente Putin será um dos maiores fatores de preocupação da nova administração americana, escreveu o site Nuclear Power Daily.

A Rússia possui tecnologias – alias, bastante obsoletas, mas perigosas – e grandes reservas de urânio, mas está interessada nas reservas brasileiras.

A visita do presidente da estatal Rosatom, Sergei Kiriyenko, a Rio de Janeiro com o pretexto de participar de uns “Dias da Rússia na América Latina” criou suspeitas.

A Rússia ofereceu tecnologia nuclear aos presidentes proto-comunistas Hugo Chávez da Venezuela e Rafael Correa do Equador.

Mas, os verdadeiros intuitos russos seriam de implicar a América do Sul numa frente anti-EUA, como parte de um esforço mundial para restaurar o poder da antiga URSS.

E esses presidentes esquerdistas estariam se prestando ao jogo russo.



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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Apelo ao Supremo Tribunal Federalsobre a Revolução indigenista

Dia 10 de dezembro próximo o Supremo Tribunal Federal vai julgar a ação civil pública, impetrada pelo Governo do Estado de Roraima contra a demarcação continua das terras da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol. Da maneira como está sendo conduzida essa demarcação e a “desintrusão” dos não índios tem sido arbitrária, ilegal e inconstitucional.



A questão já foi julgada pelo STF e a FUNAI age como se nada houvesse

O Supremo Tribunal Federal julgou o assunto em última instância, com decisão unânime, através do acórdão RE Nº 219.983-3, de 9-12-98, que diz:

As regras definidoras dos domínios dos incisos I e XI (as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios) do artigo 20 da Constituição Federal não albergam terras que em passado remoto foram ocupadas por indígenas”.

Passando por cima dessa decisão, a FUNAI, órgão do Ministério da Justiça, cada vez que deseja estabelecer mais uma reserva ou apoderar-se de grandes propriedades, encarrega um de seus antropólogos de fazer “um estudo”, que dela recebe o qualificativo de “científico”.

Desde o início se sabe que o estudo concluirá que toda a terra pertencia aos índios; que estes foram dela expulsos; e que se deve devolvê-la o quanto antes. A terra é então demarcada, e os índios manipulados pelo CIMI logo a invadem, sem perceber que assim estarão condenados a viver na barbárie, sem usufruir os benefícios da civilização cristã que nossos antepassados nos legaram. Esse é o processo utilizado.

As “nações indígenas” e a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas

Ontem foi a instituição da “Nação Yanomâmi; hoje, a Raposa Serra do Sol; amanhã, a “Nação Guarani”, no Mato Grosso do Sul; depois será o oeste catarinense, já se fala de outra, a Cué-Cué Marabitanas , fazendo fronteira com a Yanomami e com a Venezuela. E assim por diante, num processo sem fim.

O Brasil está prestes a cair em outra armadilha. O País assinou a “Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas” da ONU, e agora depende apenas sua aprovação pelo Congresso Nacional, para que seja concedido aos povos indígenas autonomia política e administrativa Eles poderão inclusive proibir que não-índios e até mesmo as Forças Armadas entrem em seu território, o que de fato transformará tais reservas em enclaves dentro do território nacional, tomando quase todas nossas fronteiras.

Truculência

Bem mostra o ânimo dos indígenas a truculenta ameaça de resistirem ao julgamento do Supremo Tribunal Federal se a decisão lhes for desfavorável, feita pelo cacique Edson Alves Macuxi: “Se o Supremo decidir contra os índios, vamos reunir cinco mil guerreiros e fazer a desocupação de nossa terra na marra”. Foram Nossos índios, mentirosamente, induzidos a pensar que a terra é deles.

Reforça essa idéia de truculência contra o Direito, a espetaculosa e injustificável ação da Polícia Federal na reserva indígena Raposa Serra do Sol, com seus agentes invadindo fazendas sem mandato judicial, e declarando agir por ordem do Presidente da República.

Tentando enganar

A edição, nesse contexto, pela FUNAI (Fundação Nacional do Índio), de seis portarias que têm por objeto demarcar terras pretensamente indígenas no Mato Grosso do Sul, com área aproximada de 12 milhões de hectares, abrangendo 28 municípios, faz pairar enorme insegurança jurídica na região sul daquele Estado, especialmente delicada por fazer fronteira com o Paraguai.

Foi insidiosa a ação do ministro chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi, propondo aos assustados produtores “diálogo, diálogo, diálogo e mais diálogo”, e não tomando nenhuma providência. Sabe-se que órgãos do governo costumam fazer uso da dialética para iludir seus opositores e conduzir por etapas seu planos de coletivização do País. Desobedecem ordens judiciais e agem por vias administrativas, recorrendo a decretos, portarias e outras medidas, à revelia da Constituição, do Poder Judiciário e do Legislativo;

A fragmentação social e política de nossa Pátria

Diante de tantas e tão graves ameaças, não poderemos nos calar, porquanto o que está em jogo no julgamento da Questão Terra Indígena Raposa/Serra do Sol é o embate de duas civilizações: uma querendo manter o País nos rumos que a civilização cristã nos legou; outra visando a volta à barbárie anterior ao descobrimento.

Como se vê, as manifestações acima são meros pretextos para situações a serem arbitrariamente impingidas à nação brasileira, em prejuízo de sua soberania, do Estado de Direito e da convivência miscigenada de todas as suas etnias, que é vista por todo o mundo como exemplar. É uma ofensiva radical para levar à fragmentação social e política da nação.

Um apelo aos Ministros do STF

Vamos apelar aos Ministros do Supremo para que não deixem essa subversão continuar.

Se deseja mais informações, clique no link abaixo:
http://www.fundadores.org.br/paznocampo/acao/210808/

Clique no link abaixo para assinar seu apelo
http://www.fundadores.org.br/stf.asp

Se necessário copie e cole a URL no seu browser

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sábado, 22 de novembro de 2008

Se existisse alguma dúvida a respeito da formação das nações indígenas multinacionais...

Veja a nota distribuída pelo ISA-Instituto sócioambiental. A organização das nações indígenas, juntando tribos de um e outro lado da fronteira, já está muito mais avançada do que poderíamos acreditar. Tire as dúvidas você mesmo...

“Defesa e proteção do povo e da terra Yanomami é tema da Assembléia geral da Hutukara

A Associação Yanomami Hutukara (HAY) realiza de 22 a 30 de novembro sua terceira assembléia geral na comunidade do Ajarani, em Caracaraí (RR). São esperados cerca de 200 participantes representando os Yanomami do Brasil e da Venezuela. Além de debater a defesa e proteção de suas terras e gentes, os Yanomami vão eleger a nova diretoria da HAY.”

Juntando “povos” de um e outro lado da fronteira.

“Duzentos representantes de comunidades Yanomami vindos do Amazonas, de várias partes de Roraima e das regiões venezuelanas de Koyowë e Orinoco reúnem-se a partir do próximo sábado, 22/11, na terceira Assembléia Geral da Hutukara (HAY), na comunidade do Ajarani (RR) para debater a organização, defesa e proteção da terra e do povo Yanomami. Também estarão presentes representantes do povo Ye’kuana do Brasil - que habitam a região de Auaris na TI Yanomami - e da Venezuela, por meio de sua organização Cuyuhani, formada por comunidades da Bacia do Rio Caura, (Estado Bolívar) , além da Associação Yanomami do Rio Cauaburis (Ayrca), localizada no noroeste amazônico, próximo ao Pico da Neblina. O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Meira, deve participar do evento.

Muita terra para tão pouco índio

Considerada a maior etnia em condições de isolamento em floresta tropical do planeta, os Yanomami, somam hoje cerca de 30 mil pessoas - 15 mil no Brasil, que vivem em 290 aldeias aproximadamente e 15 mil em 140 aldeias na Venezuela”.

Eles já tratam os problemas como se fossem governantes de uma nação independente.

“Entre as questões a serem debatidas pelas lideranças Yanomami estão o Projeto de Lei de Mineração em Terras Indígenas, Saúde Indígena, o Estatuto do Índio e o crescimento do garimpo em terras Yanomami. A questão dos fazendeiros que ocupam ilegalmente áreas na região do Ajarani também será discutida. A atual gestão da Hutukara, presidida por Davi Yanomami, vai apresentar contas e também os planos previstos para a próxima gestão. Além disso, os representantes indígenas irão eleger a nova diretoria da associação.”

Quem estará organizando e financiando tudo isso? Não será um ensaio de formação de um povo independente do Brasil e dependente das ONGs e do CIMI? Quem viver verá...

Matéria original publicada por
www.paznocampo.org.br

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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Desafeição popular abala esquerdas no mundo todo

A esquerda está em crise na Europa toda, deplorou “Le Monde” de Paris. Dos 27 países da União Européia, 19 estão com a direita, e os governos de esquerda estão em maus lençóis.

O Partido Democrata Italiano (ex-comunista) desapareceu do Parlamento. A extrema-direita agigantou-se nas legislativas de setembro na Áustria.

O Partido Socialista Francês perdeu três presidenciais em série e é devorado por inculpações internas.

Dom Thomas Balduino, Encontro Nacional dos Povos do Campo, Marcello Casal Jr-ABr, 2006-07-23No Brasil, o professor de filosofia Paulo Arantes, porta voz de um marxismo que cheira a formol, afirmou na USP (Universidade de São Paulo) que a esquerda brasileira está fazendo “uma confissão tácita de que não temos futuro”.

Arantes defendeu como “única opção disponível” a dos “direitos humanos”.

Para isso pode contar, é claro, com a mídia, a CNBB e seus braços como o CIMI, a CPT, o MST, etc. (foto)

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terça-feira, 14 de outubro de 2008

Crise financeira: secretos anseios dos populistas latinoamericanos

Cienfuegos, loja oficial
Faltam desesperadamente alimentos em Cuba. E os mais básicos. A “tábua da salvação” é o mercado negro! Obviamente para quem tem dinheiro válido...

O governo ‒ que conserva todos as características tirânicas do tempo de Fidel Castro ‒ arranjou um “bode expiatório”: o furacão Ike.

É verdade que o furacão fez muito estrago, mas é verdade também que a ilha está favelizada até o último ponto.

Cayo Largo, Cárdenas, antes do IkeEla já estava em ruínas antes da catástrofe e o que fica em pé não tem muito como resistir.

E que, com a reforma agrária, já antes do tufão não tinha com o que produzir para matar a fome.

Dá pena citar o seguinte relato de uma cubana sobre um aspecto de sua miserável vida num cortiço oficial.

E não é o pior que há em Cuba, por certo. Pois tem até elevador. Porém um elevador que funciona à la comunista.

A alegria dela é que um novo elevador russo ‒ o anterior era soviético, esperemos que haja diferença ‒ chegou para o prédio.

O sonhado elevadorEis o que ela conta:

“Mais de vinte anos remedando o elevador soviético e fazendo esporte pelas escadas vão terminar.

“Dois elevadores russos acabam de chegar a meu prédio para substituir a obsoleta tecnologia socialista. Tivemos que aguardar que o vetusto artefato atingira seu atual estado de “perigo de vida”.

“Estou feliz porque Reinaldo no terá que empregar tanto tempo consertando o pré-histórico elevador da Armênia.

“Há vinte anos foi expulso de sua profissão, por isso, os habitantes de 144 departamentos usufruímos de um ex-jornalista que virou mecânico e que, morando no 14º andar teve muito interesse em consertar o elevador.

Habana abril 2008“Só com o engajamento dos condôminos que foi possível estender a vida útil de algo que há muitos anos devia ter sido substituído.

“Estes jeitinhos são apresentados como “sucessos do sistema”, quando deveriam se registrar como desesperado esperneio pela supervivência.

“Passamos uma década canibalizando um dos elevadores. A montagem do novo demorará quatro meses. Durante esse tempo deixarei muitas calorias nos 232 degraus que me separam da rua.

“Já subi os 14 andares carregando nas costas minha bicicleta, meu colchão, e inúmeras vezes, meu filho nos braços.

“Seguirei fazendo-o, porém com o estímulo de termos em breve elevadores que não são soviéticos, como aqueles de tão má qualidade, mas – eis a grande diferencia ‒ apenas “russos”.”

Azar do socialismo? Ideologia? Utopia?

HabanaPara além da piada política ou das bolastrocas verbais que divertem companheiros e oposicionistas, o então candidato petista Lula reproduziu fielmente o pensamento da esquerda católica, fazendo rasgado elogio da miséria cubana no Encerramento do Encontro sobre Teologia da Libertação (24/1/89, igreja de São Domingos, São Paulo):

“No nosso continente há um único país, de 110 mil quilômetros quadrados e onze milhões de pessoas, que não tem criança passando fome, que não tem desemprego, que não tem mendigo jogado na calçada, que não tem velho pedindo esmola. É verdade que não tem pessoas com duas televisões a cores, é verdade que não tem dois carros na garagem, é verdade que não pode ter espremedor de laranja, liquidificador, não pode ter geladeira, um fogão, não pode!”
De lá para cá, quanto o presidente Lula teve que mudar a imagem para se equilibrar na presidência! Mas os companheiros de estrada da esquerda católica estão ai.

Cuba, transporte públicoA utopia miserabilista segue intoxicando. Ela ficou como um ideal a realizar, percorrendo inclusive às vias mais tortuosas, assim que for possível. Ela está viva na esquerda católica.

Compreende-se que esfreguem as mãos e torçam intensamente vendo a crise que abala as grandes economias privadas do mundo!

Quem sabe, nessa crise encontrem pretexto para empurrar o Brasil para a utopia miserabilista cubana.

Que Nossa Senhora Aparecida proteja o País, mas nós estejamos atentos como patriotas brasileiros!

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domingo, 5 de outubro de 2008

Quatro Mapas impressionantes

Do site Paz no Campo

Quatro Mapas impressionantes

Quatro mapas mostram a dimensão da Revolução comuno-indigenista que toma conta do Brasil, especialmente em nossas fronteiras. Publicados separadamente não dão a dimensão para onde nos conduz a ação do CIMI (Conselho Missionário Indigenista), da CNBB, do Conselho Mundial das Igrejas, de diversos governos estrangeiros e milhares de ONGs internacionais e nacionais. É obra sobretudo dos governos FHC e Lula da Silva. Já toma conta de 13% do território nacional.Os mapas são reprodução e portanto não apresentam perfeita nitidez. Desculpamo-nos por esse aspecto junto a nossos leitores.

Mapa 1 - áreas indígenas no chamado Arco Norte, que envolve a Amazônia, várias delas junto a nossas fronteiras. Do outro lado vivem índios da mesma etnia, que certamente se unirão na demanda de formação de uma única “nação”.

Mapa 2 – Mato Grosso do Sul – área que se quer atribuir aos Guaranis-Kaiowás, engolindo 28 municípios nas áreas mais ricas e desenvolvidas do Estado. Observe-se a dimensão da área que vai ser demarcada, se essa loucura vingar.

Mapa 3 – A distribuição dos povos indígenas pelo Brasil. A vigorar a tendência de amplas áreas para poucos índios, o que restará do País?
Mapa de 1999

Mapa 4 –Depois das “Nações” Ianomâmi, Raposa-Serra do Sol e Guarani,
está sendo concebida uma nova nação – a Cué-Cué Marabitanas – pelo CIMI, pela FUNAI, governos, sociólogos e antropólogos de diversas partes do mundo.

No livro Outros 500Construindo uma nova história, publicado pelo CIMI (Editora Salesiana, São Paulo 2001) por ocasião das comemorações dos 500 anos da descoberta do Brasil, lê-se: “Os povos indígenas, os sem-terra, os sem-teto, os desempregados, os meninos e meninas de rua, os trabalhadores escravos, os aposentados desrespeitados em sua dignidade, toda a população marginalizada tem uma bandeira única para os Outros 500, que é a transformação desse sistema que nos oprime.

Nossos direitos e ideais fazem parte dos projetos de uma sociedade melhor para todos. Nós povos indígenas passaremos mais 500 anos, se preciso for, dizendo a todos os excluídos essa verdade, e quando todos nos estivermos unidos em torno dessa causa, os governantes não serão mais ninguém, apenas uma névoa que um dia manchou a história desta terra e o horizonte desta gente (grifo nosso). Nós oprimidos vamos corrigir essa história e construir um mundo melhor para os nossos filhos e também para os filhos de quem nos tem oprimido, uma sociedade justa para todos.

É uma nova face do comunismo e do anarquismo. O que está em jogo é a civilização brasileira: ou ela prossegue seu caminho trilhando os rumos benditos da Civilização Cristã, ou será entregue à barbárie a que os religiosos do CIMI querem reduzir os povos indígenas.

Será a vingança por Portugal ter descoberto do Brasil, trazendo para nós a civilização européia cristã. Essa é a longo prazo a perspectiva indigenista para nosso País.

Todas essas terras não são entregues aos índios. Como direito de propriedade. pertencem à União que concede aos índios somente a posse. Essa posse que o Governo vê como mansa, e coletivizada, estará logo posta em questão, se for aprovada pelo Congresso Nacional, o que não é difícil, a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, que o Brasil aprovou na ONU. Depois de liderar durante anos o grupo de países contrários a essa Declaração, o Brasil trocou de lado e votou a favor. A Declaração concede aos povos indígenas autonomia política e administrativa, impedindo que não-índios e até mesmo as Forças Armadas possam entrar em seu território sem consentimento dos silvícolas.

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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

A Revolução Comuno-Indigenista substitui a arcaica luta de classes pela nova luta de raças

CAMARA DOS DEPUTADOS, Índios Pataxó fazem ato pela anulação dos títulos de propriedade dos fazendeiros de Caramuru-Paraguaçu, Bahia, 23-9-2008 ©José Cruz-ABr
Está em curso no Brasil uma Revolução Comuno-Indigenista, conduzida por missionários abrigados pelo CIMI – Conselho Indigenista Missionário) entidade vinculada à CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), unidos a órgãos públicos como a FUNAI (Fundação Nacional do Índio), dependente do Ministério da Justiça, a alguns membros do Ministério Público e a milhares de ONGs representando interesses de vários países do Primeiro Mundo.

Uma forte pressão da ONU, hoje dominada por ativistas socialistas, também se faz presente.

Substituição da luta de classes pela luta de raças

PF prende trabalhadores em Roraima, Roosewelt Pinheiro-ABrCom foi possível que o Brasil – tão propenso à harmonia entre as classes e as raças –
e onde durante séculos perdurou a concórdia e a miscigenação entre eles, se tornasse palco de uma confrontação odiosa e violenta, ameaçando degenerar em sério conflito em diversas partes do território nacional?

Esse é um processo insuflado de longa data, há mais de 30 anos, visando a transformação gradual dos pacíficos indígenas em massa de manobra revolucionária com o fim de abalar profundamente o Brasil tradicional e cristão e estabelecer tumores socialistas dispersos pelo território nacional, com um regime de vida coletivista e comuno-tribal.

CAMARA DOS DEPUTADOS, Índios Pataxó fazem ato pela anulação dos títulos de propriedade dos fazendeiros de Caramuru-Paraguaçu (Bahia) 23-9-2008 ©José Cruz-ABr.jpgEm outra etapa, seriam constituídos em grandes nações, como a Yanomane (na fronteira entre Venezuela e Brasil e e a Guarani entre o Brasil e o Paraguai.

No livro Outros 500 – Construindo uma nova história, publicado pelo CIMI (Editora Salesiana, São Paulo 2001) por ocasião das comemorações dos 500 anos da descoberta do Brasil, lê-se:

“Os povos indígenas, os sem-terra, os sem-teto, os desempregados, os meninos e meninas de rua, os trabalhadores escravos, os aposentados desrespeitados em sua dignidade, toda a população marginalizada tem uma bandeira única para os Outros 500, que é a transformação desse sistema que nos oprime. Nossos direitos e ideais fazem parte dos projetos de uma sociedade melhor para todos. Nós povos indígenas passaremos mais 500 anos, se preciso for, dizendo a todos os excluídos essa verdade, e quando todos nos estivermos unidos em torno dessa causa, os governantes não serão mais ninguém, apenas uma névoa que um dia manchou a história desta terra e o horizonte desta gente (grifo nosso). Nós oprimidos vamos corrigir essa história e construir um mundo melhor para os nossos filhos e também para os filhos de quem nos tem oprimido, uma sociedade justa para todos."

Presidente Lula conversa com cacique Raoni, Planalto, José Cruz-ABrÉ uma nova face do comunismo. O que está em jogo é a civilização brasileira: ou ela prossegue seu caminho trilhando os rumos benditos da Civilização Cristã, ou será entregue à barbárie a que os religiosos do CIMI querem reduzir os povos indígenas.

Será a vingança por Portugal ter descoberto do Brasil, trazendo para nós a civilização européia cristã. Essa é a longo prazo a perspectiva indigenista para nosso País.

Todas essas terras não são entregues aos índios com direito de propriedade. Elas pertencem à União que concede aos índios somente a posse.

Essa posse que o Governo vê como mansa, e coletivizada, estará logo posta em questão, se for aprovada pelo Congresso Nacional, o que não é difícil, a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, que o Brasil aprovou na ONU.

Revistinha para coletar fundos para a Revolução Quilombola vendida em igrejas da Alemanha, foto de 19-02-2008Depois de liderar durante anos o grupo de países contrários a essa Declaração, o Brasil trocou de lado e votou a favor.

A Declaração concede aos povos indígenas autonomia política e administrativa, impedindo que não-índios e até mesmo as Forças Armadas possam entrar em seu território sem consentimento dos silvícolas.

Máteria publicada pelo site da CAMPANHA PAZ NO CAMPO

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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Fantasmagórica Unasul e a Rússia de Putin coonestam repressão ditatorial de Evo Morales

Exército da Bolivia tomou Cobija, reduto oposicionista
A Unasul – entidade sem existência legal, e que não foi além de uma carta de intenção ‒ reuniu-se em Santiago do Chile.

A presença do presidente Lula era indispensável para que os líderes de esquerdismo espalhafatoso ‒ Chávez, Morales e Kirchner ‒ não impusessem seu tom e assim revelassem o verdadeiro e radical objetivo da reunião.

A declaração final da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) ratificou a censura dos presentes a toda ingerência externa nos assuntos bolivianos e confirmou o apoio a Evo Morales que chegou em avião venezuelano. A declaração foi assinada pelo presidente-ditador Hugo Chávez que prometera intervir militarmente na Bolívia se Evo caia.

Os milhões de dólares distribuídos sem dissimulo pela embaixada venezuelana aos partidários de Evo seguiam correndo largamente. “A intromissão venezuelana em nosso país é uma vergonha que estamos denunciando há muito tempo”, afirmou o presidente do Parlamento Crucenho, Carlos Pablo Klinsky, em Santa Cruz. “Chávez é o chefe de Evo porque é ele quem dá ao nosso presidente montanhas de dinheiro de Caracas.” (OESP, 16/9/08)

As Forças Armadas da Bolívia tinham manifestado sua “indignacão” pelas reiteradas e “desafortunadas” críticas de Chávez (“El Univeersal”, Caracas, 18/9/08). Mas Chávez na Unasul bancou o democrata e todos fingiram acreditar.

Exército da Bolivia tomou Cobija, reduto oposicionistaCom as costas quentes, Evo (ou o seu mandante) agiu rapidamente. Mandou o Exercito prender um governador e pelo menos mais 10 líderes da oposição em flagrante violação dos procedimentos legais, como nos tempos das famigeradas ditaduras militares.

A seguir armou os “movimentos sociais” (os oposicionistas não são “movimento social” mas “golpe civil” na jerga singular do Unasul) e os mandou cercar Santa Cruz de La Sierra, principal reduto da oposiçao democrática (“golpe civil” em “Unasulês”).

Em coro com os dirigentes da Unasul, também a “democrática” Rússia fez saber que “está observando detalhadamente o desenvolvimento dos eventos na Bolívia. Preocupa-nos o brusco agravamento da situação nos últimos dias” (EFE, 17/9/08). Puro amor à "democracia", é claro.

O presidente Lula muito zeloso por não intervir nos assuntos da soberana Bolívia se disse disposto a enviar ajudas de tipo militar para sustentar Evo. E mencionou “caminhões”, “ônibus” e uma não especificada ação da PF na área de fronteira.

Repressão militar ordenada por Evo, La Estrella de OrienteNesse clima de intimidação, Evo começou um “diálogo” com os oposicionistas, respondendo ao desejo do presidente Lula.

Muito menos ativo foi o presidente argentino. O incêndio em casa vai longe. As revelações da mala de dólares enviados por Chávez para a eleição “soberana” e “democrática” da presidente argentina estão pondo a nu uma manobra internacional do mais baixo nível.

Muito “democrático” anda também o coronel golpista Hugo Chávez. A organização Human Rights Watch elaborou um trabalho de centenas de páginas documentando que na Venezuela esses direitos humanos já não tem quem os garanta.

O Judiciário perdeu toda independência, estando ocupado por simples partidários do onipotente e vulcânico chefe de Estado.

Em poucas horas, muito democraticamente o diretor para as Américas do Human Rights Watch (HRW), José Miguel Vivanco foi expulso do país.

Estripulias esquerdistas quase caricatas como estas de Hugo Chávez e colegas causariam espanto e provocariam reações internacionais muito fortes.

061113, Lula e Hugo Chávez, inauguração ponte sobre Rio Orinoco, Wilson Dias-ABrMas no bailado político sul-americano Chávez se exibe à esquerda e tendo à sua direita (à direita, é preciso sublinhar à direita, sobre tudo para americano ver) o presidente Lula.

Aquela mídia sempre perspicaz para favorecer à esquerda faz notar então o efeito “moderador” do fato do presidente brasileiro se posicionar à direita do ardido presidente-ditador e companheiro venezuelano.

O efeito anestesiante deste bailado, de momento tem funcionado. Mas, até quando?


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domingo, 14 de setembro de 2008

Chávez cutuca EUA com apoio russo e atrai “nova guerra fria” para a América do Sul

Oficiais sovieticos junto a Blackjack
Na escalada de provocações chavistas aos EUA, dois bombardeiros russos Tupolev Tu-160, Blackjack, concebidos para portar bombas atômicas pousaram no aeroporto militar venezuelano de Libertador.

O objetivo oficial é vôos "de treinamento" no Caribe, segundo o ministério russo de Defesa. O presidente-ditador Hugo Chávez acrescentou a respeito fanfarronadas anti-EUA.

O Tupolev Tu-160 é um bombardeiro supersônico já vetusto pois foi criado nos anos 80 pela União Soviética. Nunca foi testado em combate. Chávez, tal vez para tranqüilizar seus seguidores, disse estar disposto a tripular um deles. Não há notícias de que o tenha feito.

Em princípio os bombardeiros não levaram engenhos nucleares. Eles fizeram um vôo de treino, não sendo acompanhados por jatos venezuelanos. Devem voltar à Rússia na segunda-feira 15 de setembro.

Classe Kirov inclui cruzador nuclear Pedro o GrandeChávez também anunciou manobras navais conjuntas no Caribe com a armada russa. Para esses efeitos, zarpou para a Venezuela, segundo “El Universal”, maior jornal de Caracas, o cruzador nuclear “Pedro o Grande” da classe Kirov.

O Pentágono ironizou o fato, pois mostraria que a sucateada marinha russa está em condições de fazer a viagem.

Segundo informou o “El Universal”, o “Yuri Andropov”, agora rebatizado “Pedro o Grande”, pertence à Frota do Norte e já sofreu sucessivos sérios problemas resultantes de defeitos de construção. Na viagem inaugural um acidente matou quatro marinheiros.

Em 2004, o chefe da Marinha Russa, Vladimir Kuroyédov, chegou a anunciar que o navio explodiria “a qualquer momento”. Ele participou no famoso exercício em que o submarino Kursk-141 afundou sem que se pudesse salvar tripulante algum.

Tupolev Tu 160Porém, não se cutuca onça com vara curta e não se brinca com fogo. É o que Chávez está fazendo conscientemente com relação aos EUA.

E a Rússia, haja vista a invasão da Geórgia, quer recuperar a área de influência da antiga URSS, inclusive em Cuba e no Caribe.

Dessa maneira, parece disposta a estender ao continente sul-americano a já batizada “nova guerra fria”.

O incêndio pode atingir as fronteiras do Brasil, se não o País e o continente, postas as simpatias petistas e kirchneristas com o ditador bolivariano.

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quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Oposição quer o socialismo e o comunismo fora da Bolívia. Agentes cubanos e venezuelanos devem sair, diz

Grafitti contra Evo, centro Santa Cruz
Numa data que reaviva “Traumas de um outro 11/9” [queda de Salvador Allende em 1973] segundo “O Globo” (11/9/08) fontes de Itamaraty habitualmente bem informadas do que se passa no miolo do governo boliviano julgam que “a situação está preta” para Evo. (O Estado de S. Paulo, 11/9/08).

Para as mesmas fontes as forças armadas bolivianas “não obedecem a Evo”, como ficou patente na desproteção do gasoduto que exporta gás para o Brasil.

O fornecimento de gás está interrompido em proporções incertas. Cada fonte avança a percentagem que mais lhe serve. Para o Itamaraty “as Forças Armadas estão, na prática, insubordinadas”.

Protestos anti-socialismo, Santa CruzSegundo a “Folha de S. Paulo” (11/9/08) o presidente Lula está muito preocupado com a sorte do seu colega boliviano. O governo oficialmente manifestou que se solidariza com o presidente boliviano

Para o assessor internacional da Presidência, Marco Aurélio Garcia, que muitas vezes antecipa as posições do presidente Morales, a situação é “grave”.

Evo Morales num gesto de exagero que evoca os últimos dias de Salvador Allende expulsou o embaixador americano. Marco Aurélio, como acostuma o petismo diante de gestos do gênero, achou que esse gesto era “um problema interno” desviou o assunto para o jogo Brasil x Bolívia. (O Estado de S. Paulo, 11/9/08). O 0-0 trouxe certo alivio para o governo de La Paz.

Chávez e socialismoNa Venezuela, o presidente Chávez voltou com seu realejo obsessivo sobre “golpes” americanos ou capitalistas. Em “solidariedade” com o seu pupilo Evo Morales expulsou o embaixador americano na Venezuela (“La Nación”, 11/9/08).

O jornal “Los Tiempos”, de Cochabamba, (8/9/08) informou que os opositores anunciaram a expulsão dos funcionários cubanos e venezuelanos trazidos por Morales. Neste contexto também foram fechadas as fronteiras e alfândegas com Brasil, e ocupados os escritórios de migração, como se temessem que de países vizinhos chegassem ativistas ou subversivos.

Os oposicionistas bloquearam estradas nas regiões de Santa Cruz, Beni, Tarija e Pando. Em revide, partidários de Morales anunciaram que bloqueariam o acesso de alimentos a Santa Cruz.

Oposicionistas em Santa CruzEm Beni, região amazônica, os oposicionistas interditaram entradas e saídas do Brasil.

El presidente da oposicionista Unión Juvenil Cruceñista, David Sejas, disse que foi dado um prazo de três dias aos médicos e pedagogos cubanos e venezuelanos para abandonarem os departamentos de Beni, Pando, Tarija y Santa Cruz para que estes fiquem “territórios livres do comunismo”. A exigência inclui os funcionários consulares.

O dirigente da Unión Juvenil Beniana (UJB) José Luis Peña confirmou que em Trinidad, capital de Beni, já “começou o rastreio” dos cubanos e venezuelanos que estão no departamento com serviços que têm “intenção dupla”. Na Radio Panamericana, Peña acrescentou que esses estrangeiros “têm mentalidade comunista” (“Los Tiempos”, 8/9/08).

Desde Caracas, Chávez bravateou estar disposto a ir defender Morales e acusou os EUA de tramar um golpe contra ele e contra Evo.

Para “Los Tiempos” “o tempo se esgota” e “é urgente frear a acelerada marcha do país para iminentes cenários de gravíssima confrontação interna”.

Oposicionistas de TarijaPara “El Deber” de Santa Cruz de la Sierra (9/9/08) é improcedente falar de “complô”, “golpe civil”, “movimento subversivo” ou outra teoria conspiratória. O que acontece, comenta, é que no cone sul-americano, as forças socialistas estão “tumultuosas e descontroladas. (…) Socialismo y socialistas aparelharam os regimes de governo e os dissidentes estão sendo escorraçados (...) Desse socialismo entronizado no cone sul-americano e mais um pouco ainda, o chefe do governo boliviano, Evo Morales, é o filho mimado, o figurino de filme. Os governantes de países vizinhos que sintonizam na mesma onda vêm no seu colega Evo um enviado providencial, um articulador da grande pátria socialista que na velha Europa teve uma existência rumorosa e esmagadora, mas no fim, efêmera.”

Desfile tipo sovietico, Riberalta, Lula-Evo-ChavezO “Correo del Sur” de Sucre (11/9/08) apresenta um longo e pormenorizado panorama do descontentamento que incendeia dois terços da Bolívia. Já se fala em 8 mortos e dezenas de feridos.

“O povo crucenho é contra a imposição de forma ditatorial de um regime socialista com tendências comunistas”, afirmou Richard Romero, empresário, que participava de uma das manifestações em Santa Cruz de La Sierra, informou “O Estado de S. Paulo” (11/9/08).



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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Evo quase não tem onde pousar na Bolívia, mas para imprensa é líder sul-americano

Protesto opositor, Evo fugiu para o Brasil
O presidente Evo Morales teve que pousar no Brasil de emergência.

Nos Estados bolivianos onde seu avião tentou descer a aversão popular o aguardava com paus e pedras.

Afinal, sem gasolina, pediu socorro ao País e aterrissou perto de Guajará-Mirim aonde um avião militar boliviano foi resgatá-lo.

Dois terços do país estão em “resistência” ativa contra o governante esquerdista, amigo e financiado por Hugo Chávez

Há algumas semanas os presidentes da Venezuela e da Argentina tiveram que suspender reunião com Evo em Tarija, por causa dos indignados protestos da população local no aeroporto.

Anti-Evo bloqueiam aeroporto de TarijaEm dezembro, oposicionistas apedrejaram avião militar venezuelano que posou em Riberalta (Beni, na fronteira do Acre e Rondônia) suspeito de transportar armas e materiais comprometedores.

Onde Evo conseguiu pousar pacificamente e foi recebido com honrarias foi em Teerã.

A ler a imprensa tem-se a sensação de que a Bolívia é uma potência da política internacional e que Evo foi no Irã (que está na mira dos EUA e de Israel), representando a América Latina.

Mas quantos na Bolívia sabem onde fica Teerã e quem é ao certo Ahmadinejad? E no Irã quantos sabem onde fica a Bolívia?

Evo recebido por Ahmadinejad em TeerãO que tinha Evo para oferecer ao Irã, salvo bases para o terrorista Hezbollah?

Quem investiu Evo, ou Chávez, como representantes globais da América Latina?

A mídia está montando bleffes que é demais.

Em alemão tem um ditado engraçado, mas muito real: “er lügt wie eine Zeitung” (“mente como um jornal”).

Enquanto isso, a exportação do gás, sustentáculo econômico do governo corre risco de ser cortada. Oposicionistas em múltiplas localidades ameçam interromper o transporte.

A diplomacia petista está engajada em salvar o aliado ideológico.



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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Bispos sul-africanos querem "importar" métodos da CPT e do MST

Fazendeiro Duncan Cook ferido por seguidores de Mugabe
A fome devasta Zimbabwe como resultado da reforma agrária socialista e confiscatória. Falta para uma espécie de papa que o plato básico dos mais pobres. Até a Coca Cola fechou.

E "ex-guerrilheiros" que formam as milícias do ditador Mugabe -- vagamente comparáveis a alguns "movimentos sociais" -- atacam as últimas fazendas dirigidas por brancos.

O ditador Robert Mugabe assassinou opositores, queimou vivas suas mulheres e fraudou as eleições. A Rússia e a China garantiram a impunidade dele na ONU.

O regime lançou uma nota de 100 bilhões de dólares zimbabuanos [foto] e logo mandou tirar 10 zeros. A China arma o ditador.

Mas a inflação atingiu o inversossímil 600.000.000%, o que equivale ao fim do papel moeda.

Nota 100 bilhoes dolares zimbabuanosEntretanto, representantes dos bispos católicos sul-africanos vieram a Brasília para “importar” os métodos da CPT, órgão da CNBB, e da sua criatura o MST para fazer análoga revolução no campo.

Reformas agrárias como a brasileira ou a zimbabuana, só se explicam por um fanatismo igualitário religioso e metafísico. O resto é pretexto sentimental ou demagógico.


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segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Na Bolívia: Lula-Morales-Chávez no lugar de Marx-Engels-Lenine

Desfile soviético, Moscou, Lenine, Stalin, Marx Desfile tipo soviético, Riberalta, Lula-Evo-Chavez
Recente encontro entre os presidentes Lula, Evo Morales e Hugo Chávez em Riberalta, Bolívia, na opinião do jornal “Zero Hora” de Porto Alegre, evocou o "culto à personalidade" típico do império soviético [fotos].

Tropas desfilaram precedendo bandeiras com as imagens dos três presidentes. As fotos dos três líderes enchiam um enorme cartaz semelhante às enormes pinturas de Marx, Engels e Lenine ‒ fundadores do comunismo russo ‒ que presidiam os desfiles do Exército soviético na Praça Vermelha de Moscou.

“Trocando-se Lula, Morales e Chávez por Marx, Engels e Lenine ‒ e substituindo-se o calor amazônico pelo outono russo ‒, a solenidade de Riveralta e o Dia do Trabalho moscovita guardam semelhanças”, concluiu “Zero Hora”.

É para lá que esses presidentes sonham com levar seus países.

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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

"Paz no Campo" faz apelo Supremo Tribunal Federal sobre a Revolução indigenista

Dia 27 de agosto o Supremo Tribunal Federal vai julgar a ação civil pública, impetrada pelo Governo do Estado de Roraima contra a demarcação continua das terras da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol. Da maneira como está sendo conduzida essa demarcação e a “desintrusão” dos não índios tem sido arbitrária, ilegal e inconstitucional.

Se você já está devidamente informado sobre o assunto, CLIQUE AQUI para assinar o Apelo
(http://www.fundadores.org.br/stf.asp)

Não é mais possível aceitar:

● a espetaculosa ação da Policia Federal, com seus agentes invadindo fazendas sem mandato judicial e declarando agir por ordem do Presidente da República. Já estamos num regime totalitário?;

● a prometida concentração de militantes do PT na porta do STF, com a expressa intenção de pressionar;

● o acampamento em Brasília que farão índios, dirigidos pelo CIMI (Conselho Indigenista Missionário), entidade ligada à CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), apoiados pelos movimentos políticos dito sociais como sem-terras do MST e congêneres, sem teto, quilombolas e outros , entre os dias 24 e 27 de agosto próximos, declaradamente para pressionar o STF;

● a truculenta ameaça dos índios de resistirem ao julgamento do Supremo Tribunal Federal, se a decisão lhes for desfavorável, feita pelo Cacique Edson Alves Macuxi: “Se o Supremo decidir contra os índios, vamos reunir cinco mil guerreiros e fazer a desocupação de nossa terra na marra”.

● a presença, como pressão, de ativistas dos Direitos Humanos da ONU, monitorando a esperada decisão do Supremo e suas conseqüências e preparando relatório a ser apreciado pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU em dezembro próximo;

● na previsão de uma decisão desfavorável, a pressa com que a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) editou seis Portarias que têm por objeto demarcar terras pretensamente indígenas no Mato Grosso do Sul, abrangendo 26 Municípios em uma área próxima a 12 milhões de hectares, fazendo pairar sobre a região sul do Estado, criando enorme insegurança jurídica nessas áreas que fazem fronteira com o Paraguai;

● a insidiosa proposta do Ministro chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi, aos assustados produtores de “diálogo, diálogo, diálogo e mais diálogo” quando se sabe que órgãos do governo são mestre no uso da dialética para iludir seus opositores e conduzir por etapas seu planos de coletivização do País. Desobedecem ordens judiciais e agem por vias administrativas, recorrendo a decretos, portarias e outras medidas, à revelia da Constituição, do Poder Judiciário e do Legislativo. Tanto quanto possível no maior silêncio para não despertar reações contrárias;

A grave ameaça da “Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas” da ONU

O Brasil já assinou a “Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas”, da ONU, dependendo apenas de sua aprovação pelo Congresso Nacional. Ela concede aos povos indígenas autonomia política e administrativa, impedindo que não-índios e até mesmo as Forças Armadas possam entrar em seu território. Uma distração de nossos legisladores pode levar qualquer resistência a ser infrutífera.

Quais são os privilégios constitucionais dos indígenas?

O Supremo já decidiu em última instância e por unanimidade que: “As regras definidoras dos domínios dos incisos I e XI (as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios) do artigo 20 da Constituição Federal não albergam terras que em passado remoto, foram ocupadas por indígenas”. (Acórdão RE Nº 219.983-3 DE 9-12-98)

A questão portando já está resolvida. Apesar disso, a FUNAI, órgão do Ministério da Justiça, cada vez que deseja estabelecer mais uma reserva ou apoderar-se de grandes propriedades, encarrega um de seus antropólogos de fazer “um estudo”, que ela intitula de “científico”. Desde o início se sabe que o estudo dirá que toda terra era dos índios, que estes foram expulsos e que se deve devolvê-la o quanto antes. A terra é então demarcada e os índios manipulados pelo CIMI, logo invadem, sem saber que estão condenados, por esses religiosos a viverem na barbárie e sem conhecer os rumos benditos da Civilização Cristã que nossos antepassados nos legaram.

Vamos fazer um apelo

Vamos apelar aos Ministros do Supremo para que não deixem essa subversão continuar. Submetidas ao mesmo processo de formação, ontem foi a da “Nação Yanomani, hoje, da Raposa Serra do Sol, amanhã, da “Nação Guarani”, no Mato Grosso do Sul, depois, do Oeste Catarinense, num processo sem fim.

Se deseja mais informações, clique no link abaixo:
http://www.fundadores.org.br/paznocampo/acao/210808/

Clique no link abaixo para assinar seu apelo
http://www.fundadores.org.br/stf.asp

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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

União do campo e da cidade derruba reforma agrária na Argentina

Manifestação contra confisco socialist, Rosario, Acontecendo na América Latina
A velocidade da derrocada psicológica do regime populista do “casal presidencial” argentino Kirchner torna velha qualquer informação.

A ambigüidade do peronismo ‒ que acoberta tendências nacionalistas junto com outras de esquerda e até extrema-esquerda ‒ voou pelos ares quando a presidente Cristina Kirchner decretou um conjunto de impostos sobre a agricultura que podiam chegar até o 95% da produção da soja, além dos demais tributos e obrigações. Sob o rótulo de “retenciones” jamais devolvidas, o governo procedia a um confisco quase total da produção.

O conjunto de medidas caracterizou uma verdadeira reforma agrária. De fato, a imprensa espanhola muito atenta a quanto se passa no país vizinho, não hesitou em aplicar o termo. Na Argentina, o termo era esquivado, pois tem uma conotação claramente pró-comunista.

Pelo campo, Rosario, Acontecendo na América LatinaNo Brasil, a imprensa abafou esta essência ideológica do caso argentino se limitando a considerações economicistas que fugiam do cerne do problema.

Era, porém, uma reforma agrária diferente da brasileira. Esta ataca mais diretamente à titularidade da propriedade seguindo um esquema de procedimentos acompanhados de invasões análogas à reforma agrária soviética.

A reforma agrária argentina começava por via tributária. Ela, de início, transformava os proprietários em uma espécie de servos da gleba nas mãos do governo. O confisco da produção provocava uma imediata queda da produtividade.

Uma vez esta queda constatada, numa segunda fase, o governo poderia aduzir falta de capacidade dos proprietários para produzir solidariamente e acabaria lhes tirando a propriedade. Assemelhava-se mais à reforma agrária de Mao-tse-tung, na China.

Panelaço frente à Casa Rosada, palácio presidencial, Buenos AiresA população das cidades identificou-se logo com a causa dos ruralistas. Contínuas manifestações espontâneas com panelazos, bocinazos e protestos diversos paralisaram incontáveis pontos de Buenos Aires, Córdoba e Rosário, as maiores cidades. Houve protestos análogos em quase todo o país.

A indignação nacional se fez sentir diretamente sobre deputados, senadores, prefeitos e governadores.

Ovos para casa de deputado kirchnerista, Tucumán, Acontecendo na América LatinaPopulares concentravam-se diante das residências dos mesmos e de seus parentes pedindo pelo bem do campo. Políticos e sindicalistas eram vaiados em bares e restaurantes, inclusive os mais caros que costumam freqüentar.

Na populosa província (Estado) de Tucumán, por exemplo, bares do centro da cidade afixaram a lista dos deputados federais qualificando-os de “pessoas não-gratas” no local.

O prefeito enviou então uma inspeção de saúde que, obviamente, fechou os locais. Porém, os clientes recusaram-se a sair. No fim, os agentes municipais, transformados em instrumentos de repressão, se afastaram envergonhados.

Ato governista contra os proprietarios agricolas. Buenos AiresA tentativa populista de atropelar a opinião pública platina teve um fim quando o governo convocou um manifestação para se contrapor simultanea-mente a uma manifestação em apoio do campo.

Na manifestação governista a presença era largamente paga com fundos governamentais. Entretanto, nela predominou o desânimo e a frustração.

Além dos agitadores piqueteiros peronistas, socialistas, guevaristas e marxistas, compareceram algumas famílias recrutadas à força ou seduzidas pelo dinheiro pago pelos sindicatos.

Foi notável a proporção de intelectuais, jornalistas, funcionários públicos e políticos profissionais. Porém, a soma total foi pífia.

Vendo a escassez do público arrebanhado, Nestor Kirchner ‒ agora presidente do Partido peronista, e principal orador do ato ‒ apressou o fim do mesmo, pronunciou um discurso prepotente e ameaçador, e ... desmaiou. A dispersão deu-se na decepção.

Multidão pelo campo, Buenos AiresEnquanto isso, as correntes de opinião argentina opostas ao socialismo populista do governo e à sua reforma agrária, reuniram um verdadeiro oceano de manifestantes nos enormes espaços dos jardins de Palermo, um dos bairros mais elegantes da capital.

A mídia brasileira exagerou desmedidamente a presença de populares no ato governista, atribuindo-lhe 90.000 participantes.

As equipes gráficas dos grandes jornais brasileiros fizeram prodígios técnicos para recortar as fotos que patenteavam imensas clareiras no ato das esquerdas governistas.

Os mesmos jornais reconheceram que a presença no ato pelo campo e o agronegócio compareceram “pelo menos 220.000” cifra comicamente baixa se considerada a multidão infindável pela propriedade agrícola ali reunida.

Manifestação em defesa da propriedade agrícola, Buenos AiresPouco depois, o Senado deu golpe de morte ao decreto socialista e confiscatório que o governo tentara transformar em lei. Na residência presidencial chegou-se a excogitar seriamente numa renúncia da presidente com a intenção de forjar um sobressalto nas esquerdas e reunir populares que pedissem para ficar. Mas logo ficou evidente que o “povo” não iria em quantidades apresentáveis. A solidão do governo atingiu então ponto dramático.

No início do ano, as pesquisas ‒ se é que alguém na Argentina ainda a-credita nas pesquisas ‒ davam a Cristina Kirchner quase 60% de popularidade. Cifra para competir com o presidente Lula. As mais recentes apontam menos de 20%, até 15%, sempre benevolentes em relação ao governo que é seu maior cliente.

Padroeira da Argentina no ato de Rosario. Acontecendo na America Latina“Desastre”, “catástrofe”, “fim de uma era”: a mídia argentina e internacional não poupou carregados qualificativos para definir a magnitude do revés esquerdista no país vizinho.

Desde então, o governo populista de Cristina Kirchner bate em retirada, demitindo ministros, silenciando projetos de impostos e medidas antipopulares. Retrocedendo o mínimo possível e procurando engabelar as forças sadias do país.

Nisto manifesta estar muito mal à vontade face à Argentina conservadora que se revelou vigorosamente nesta tentativa de reforma agrária.


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domingo, 3 de agosto de 2008

Clip com toda a verdade sobre a Roraima Raposa/Serra do Sol

O seguinte clip editado em Roraima por testemunhas mostra até que ponto a soberania nacional e a propriedade privada correm gravíssimo risco na nossa Pátria. As cenas dispensam comentários.



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Crescem as ameaças na fronteira Norte do Brasil

Na Casa Branca, o presidente Bush advertiu que a Venezuela é um vizinho “hostil” à Colômbia, “antiamericano”, que forjou uma aliança com Cuba, que colaborou com “líderes terroristas” das Farc, e proporcionou um santuário às próprias Farc.

No Brasil, o “czar” da segurança nacional dos EUA, Michael Chertoff, censurou os governos sul-americanos que opoiam as Farc. Segundo Chertoff há países sul-americanos ‒ obviamente deve se entender em primeiro lugar os que fazem fronteira com a Colômbia, como o Brasil ‒ que podem vir a albergar bases do grupo guerrilheiro nos seus territórios.

Por sua vez, o presidente Chávez fez confusas declarações em Moscou, logo desmentidas, no sentido que abriria o território venezuelano para uma base russa.

Em Washington, o general Norton Schwartz, já designado chefe do Estado-Maior da Força Aérea, afirmou que a Rússia “cruzaria a linha vermelha” se seus bombardeiros nucleares aterrissassem em Cuba. A notícia trouxe à lembrança a Crise dos Mísseis de 1962 que levou o mundo à beira da guerra mundial.

A continuação, a revista Cambio, a maior da Colômbia, publicou sensacionais revelações do computador do líder farquista Reyes, com emails que comprometem altas figuras do governo petista. O governo petista pretende que essas informações sejam "irrelevantes".

Neste cenário, quaisquer sejam os desdobramentos, garantir as fronteiras brasileiras é uma exigência do patriotismo. Para os católicos é um dever de consciência grave.

Mas, o que está sendo feito? Precisamente o contrário, por obra do CIMI-CIR, longa mão da CNBB e do PT, o partido engendrado pela esquerda católica.

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segunda-feira, 28 de julho de 2008

China fica dona da maior jazida de cobre do mundo no Peru


A mina de cobre do Monte Toromocho, no Peru, chamada a ser a mais produtiva do mundo com reservas de 2 bilhões de toneladas, foi vendida pelo presidente Alan Garcia à China [foto], informou a BBC.

A China pretende se eletrificar toda com o cobre peruano por um preço 20 vezes inferior ao de mercado. Toda a atual população será removida da região.

A China deita assim mais uma garra de sua política expansionista na América do Sul mas, obviamente as esquerdas latino-americanas nada protestaram e os ativistas ecologistas nem ligaram.

Tivesse sido concedida a uma firma ocidental eles encheriam o mundo de protestos.

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segunda-feira, 14 de julho de 2008

Pugilista cubano entregue pelo Brasil foge de novo e denuncia perseguição

O pugilista cubano Erislandy Lara, 25, que o governo petista mandou de volta para Cuba após fugir durante os Jogos Pan-Americanos do Rio, voltou a se escapulir e está em Hamburgo, Alemanha.

Lá ele contou que em Cuba ficou submetido a “perseguição pura”. Ele e seu companheiro Guillermo Rigondeaux, perderam tudo o que tinham quando foram entregues pelo PT às garras de Fidel Castro.

Em Cuba, foram banidos de todos os eventos esportivos, e até proibidos de obter um emprego. Lara vendeu a única coisa que tinha: uma motocicleta, para sustentar a mulher e os filhos. Eles estão presos em Cuba e Lara não sabe como tirá-los, sendo impossível a emigração normal.

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domingo, 27 de abril de 2008

Oração que lava a alma do brasileiro que sofre pelo seu país

Governo, políticos esquerdistas, missionários da Teologia da Libertação, CIMI, cnbb, PT, CPT, MST, ONGs e congêneres, apoiados pela grande mídia fazem tudo quanto podem para expulsar os brasileiros que heroicamente lutam para conquistar a selva amazônica para nossa civilização.

Esses corajosos desbravadores não estão sós: a maioria dos índios do local, como na Roraima, está com eles.

E estão ali, nas fronteiras, esquecidos por essa mídia e vilipendiados por esses missionários agitadores, muitas vezes desprovidos do material indispensável, unidades das Forças Armadas brasileiras mantendo bem alta a bandeira nacional!



Vendo este clip com esta "Oração do Guerreiro da Selva" me senti emocionado. É uma cena que lava a alma de toda essa sujeira que sai pela mídia contra o nosso Brasil. Imperdível. Veja e reveja mais uma vez. É uma aula de patriotismo. Mas também de fé e de catolicidade.

Estou com eles, e gostaria estar lá rezando com eles.

À distância, desde São Paulo, minhas orações se unem às deles, aos pés de Nossa
Senhora Aparecida.

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FARC à espreita das reservas indígenas brasileiras


Ronald, 26, ex-guerrilheiro das FARCs, imitou outros 8.000 colegas dessa guerrilha marxista-leninista e se entregou ao Exército sob o plano de desmobilização do presidente Uribe.

Segundo Ronald, armas e apoio logístico das FARCs vêm via a Venezuela de Hugo Chávez. O comandante da frente 10 onde lutava Ronald, Germán Briceño Suárez, o Granobles, dirige seus homens desde a Venezuela.

Compreende-se bem que as esquerdas queiram enfraquecer as fronteiras nacionais. Criadas virtuais “terras de ninguém” — embora brasileiras — na prática serão territórios de livre circulação para a narcoguerrilha marxista, apoiada em ONGs do gênero do CIMI, do MST, ecologistas e “companheiros de ruta”.


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A carta que pode salvar a integridade territorial do Brasil

Parece incrível! É uma carta escrita há 30 anos! Entretanto chega hoje mais candente que nunca!

Aqui está a esperança de solução para salvar a integridade territorial do Brasil.

É uma carta escrita "Ao Papa Ignoto"! Sim, porque na época os cardeais estavam reunidos para escolher o futuro Papa João Paulo II.

A carta foi publicada na “Folha de S. Paulo” em 14-10-78. Chegou ao destinatário? Foi lida? Algo foi feito? Não sei. Mas agora o problema está mais grave.

Queira Deus que chegue a S.S. Bento XVI. Se ele a acolher bem o Brasil será salvo!

Veja o que diz a carta:

Ao Papa Ignoto

“Folha de S. Paulo”, 14.10.78

Escrevo na Quinta-feira. O conclave iniciar-se-á na tarde de sábado. Quantos dias durará a escolha do novo Papa? Quem será o novo Papa? Essa questão parece que se vai tornando mais enigmática, à medida que o tempo corre.

Ora, antes mesmo que se saiba quem ele será, desejo dirigir-lhe aqui uma súplica. Pois a magnitude do que vou pedir excede às circunstâncias pessoais de quem venha a ser eleito. Escrevo, pois, ao Papa ignoto.

Meu pedido cabe em meia dúzia de frases:

“Santo Padre, o Brasil é, no mundo de hoje, o País de maior população católica. A unidade civil desse enorme bloco religioso é fator fundamental para que ele possa dar inteiro cumprimento, entre as nações, à sua vocação cristã. Ora, essa unidade está ameaçada.

“Um só gesto vosso bastará para salvá-la. Fazei esse gesto logo nos primeiros dias após vossa eleição. Ela será o pórtico de glória com que se abrirá vosso Pontificado.

“Santo Padre, afastai o perigo com que se defronta a unidade do Brasil.”


Plinio Correa de Oliveira


Leia o texto completo do artigo


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