segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Na ONU, Lula põe o Brasil em pé de igualdade com o Irã, enquanto cresce o risco de uma guerra


Após a aviação israelense destruir na Síria material nuclear importado da Coréia do Norte, o chanceler francês, Bernard Kouchner alertou para o perigo do programa atômico iraniano levar o mundo a uma guerra. O presidente Bush acrescentou que não admitirá o Irã com armas nucleares enquanto que o presidente francês Nicolas Sarkozy disse ser “inaceitável” que o Irã queira a bomba atômica. Mas, a Rússia e a China manifestaram benevolência pelo Irã. Os EUA teria planos para um ataque massivo contra instalações nucleares e militares iranianas. Nesse contexto, o presidente Lula defendeu o Irã na ONU e colocou o programa nuclear brasileiro em pé de igualdade com o iraniano. Desta maneira, num conflito, o Brasil poderia ser envolvido pelo eixo Irã-Coréia do Norte-Síria, acobertado pela Rússia e a China contra o Ocidente.

Imoralidade e miséria vêm dizimando população cubana


A população cubana diminuiu em 2006, informou o diário oficial “Granma”. Na raiz dessa redução demográfica estão a imoralidade oficializada pelo comunismo, o aborto e a distribuição gratuita de anticoncepcionais, a miséria da população reduzida a um subnível de vida moral e material similar ao dos escravos da Antigüidade pagã. Porém, Fidel Castro (foto) prefere atacar o Brasil, alegando rombudas inverdades sobre o agronegócio e o biocombustível: os cortadores de cana-de-açúcar no País trabalhariam como escravos, e o cultivo da cana destrói o meio-ambiente!

domingo, 21 de outubro de 2007

Ex-militante das FARCs denuncia despotismo e brutalidades da guerrilha narco-marxista


Tanja Nijmeijer, guerrilheira holandesa, fugiu das FARCs onde combatia. No seu diário, ela descreveu a espantosa tirania e a imoralidade que reina nas FARCs. Dito diário foi publicado pelo jornal colombiano “El Tiempo”. Tanja caiu no conto das ONGs seudo-humanitárias que agem na região amazônica para, no fundo, fazerem subversão. Ela acabou entrando nas FARCs no “território desmilitarizado” criado por anterior governo colombiano. No diário, ela descreve a miséria, a arbitrariedade brutal dos chefes comunistas, a dureza das penas disciplinares que sofrem os guerrilheiros, inclusive estrangeiros. O diário de Tanja revelou aspectos patéticos das FARCs sobre os quais a mídia não fala.