domingo, 29 de julho de 2007

Êxitos do combate à guerrilha colombiana, apreensões no Brasil


Na Colômbia, a firmeza contra a narcoguerrilha marxista foi bastante benéfica. Voltaram — embora não totalmente — a tranqüilidade e o otimismo. As estradas ficaram mais seguras, e já não se teme ser seqüestrado apenas por andar de carro novo. O PIB será 4% superior neste ano e no próximo; a inflação é a menor em 30 anos; o investimento privado deve crescer mais de 20% em 2004; aumentou o emprego; as exportações cresceram 16,6% e o cultivo da coca caiu 21%. Mais de 70% da população aprova o governo do presidente Uribe. Até o Banco Mundial, no relatório Fazer Negócios em 2005, apontou a Colômbia como o segundo melhor país no mundo para investimentos.
Enquanto isso, crescem as apreensões sobre os países vizinhos, inclusive o Brasil. Dois relatórios do Banco Mundial qualificaram nosso País de o pior entre 53 nações pobres e emergentes em matéria de estabilidade de regras, carga tributária, falta de financiamentos para o setor produtivo, custos trabalhistas, regulamentos excessivos e criminalidade.

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