segunda-feira, 30 de julho de 2007

Instituto mede “escravidão” do contribuinte brasileiro


Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a “escravidão do contribuinte” cria a seguinte situação absurda: na prática, considerando o período de um ano, é como se a classe média brasileira trabalhasse até 26 de maio só para pagar impostos. E o que ela ganhar dessa data até 15 de setembro é destinado a custear saúde, educação, previdência privada, segurança e pedágio, serviços que, em tese, o Estado diz fornecer. Só daí para a frente é que “o contribuinte vai começar a trabalhar para a família comer, vestir, morar, comprar bens, gozar férias e poupar”, disse Gilberto Luiz do Amaral, presidente do IBPT. Não é possível aumentar os dias do ano. Apesar disso, a voracidade do socialismo tributário não pára de crescer no País.

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