segunda-feira, 30 de julho de 2007

Fidel Castro recorre à Igreja para manter-se no poder

Enquanto os prisioneiros políticos cubanos sofrem espantosas torturas físicas e morais, D. Tarcísio Bertone, Cardeal de Gênova, causou consternação declarando ao "La Stampa" de Turim, após visitar a ilha-prisão, que em Cuba "a abertura já é total". Elogiou também os "bons exemplos" (sic) do chefe marxista, que ofereceu ajuda à Louisiana e ao Paquistão. O Cardeal ouviu o desejo de Fidel Castro de uma visita de S.S. Bento XVI à ilha. Castro pediu a colaboração da Igreja contra o aborto, que lhe tira mão-de-obra, mas de fato tem raízes no turismo sexual que o próprio governo comunista organiza.

Dias depois, o bispo de Holguín, D. Héctor Luis Peña Gómez, denunciou as renovadas violências castristas contra os paroquianos. A polícia confiscou um lote de Bíblias, sob pretexto de "subversivas e perigosas". Entretanto, a política vaticana de aproximação com os governos marxistas continua como se nada tivesse acontecido.

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